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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Justiça de Transição nazipetralha, acuando militares e magistrados, quer o Senado revisando decisões do STF




Os nazipetralhas tupiniquins, que tentam reescrever a História do Brasil sob a ótica esquerdizante, cometem mais um ato bárbaro de injustiça

Por Jorge Serrão
Alerta Total

Depois de desrespeitar a Lei de Anistia, em recente decisão que não concedeu anistia ao “Cabo” Anselmo – que tinha direito por ter sido cassado pelo Ato Institucional número 1 de 1964, o Ministério da Justiça (?) agora cometeu a “desanistia”, anulando 133 anistias políticas concedidas a ex-cabos da Força Aérea Brasileira que foram desligados da FAB durante o governo dos presidentes militares.

A estratégia petralha para um futuro golpe institucional está manjada.

A ordem é enfraquecer e desmoralizar o Supremo Tribunal Federal.

A tática consiste em atacar direta ou indiretamente as decisões do STF.

Agora se entende porque, secretamente, um grupo de senadores petistas articula uma Proposta de Emenda Constitucional que transformaria o Senado Federal como instância recursal ou revisora de decisões adotadas pelo STF que envolvam matérias constitucionais.

A pilantragem política, denunciada pelo jornalista Cláudio Humberto, não é discutida na mídia amestrada.


Agora, o ato injusto e antidemocrático contra o pessoal da FAB foi promovido por um grupo de trabalho interministerial que promoverá uma revisão 2.574 processos dos benefícios concedidos desde 2001 pela Comissão Nacional de Anistia.

O revisionismo, que começou em 16 de fevereiro de 2011, com a publicação da Portaria Interministerial nº 134, já analisou 154 processos e só manteve a anistia em três casos.

Quem preside o grupo revisor é Rayanna Lemes Werneck Rodrigues, servidora do gabinete do ministro José Eduardo Cardozo.

Nem o secretário nacional de Justiça e presidente da Comissão Nacional de Anistia, Paulo Abrão Júnior, pode se meter nas decisões do grupo, segundo o Ministério, “para que haja imparcialidade ao processo”.

Nos bastidores militares, já se interpreta que o revisionismo comandado pelos petistas mais radicais no Ministério da Justiça é um claro prenúncio do revanchismo a prazo, que será colocado em prática contra militares que atuaram no regime de 1964, assim que a Comissão Nacional da Verdade estiver operando mesmo a todo vapor.

O revisionismo também faz parte da tal “Justiça de Transição” (para quê, ninguém sabe direito) que é uma política de Estado da Presidenta Dilma Rousseff.

Semana passada, em São Paulo, durante a abertura do seminário “Direito à Verdade, Informação, Memória e Cidadania”, o Secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, criticou abertamente o Supremo Tribunal Federal por manter em vigor a Lei de Anistia (que a Comissão de Anistia e o grupo interministerial já conseguem derrubar, ilegalmente, em decisões administrativas).

Abrão também confirmou que a intenção do ministério anular a anistia, promovendo uma “ruptura com a transição controlada”.

No conceito dele, “vivemos no Brasil uma transição pactuada, controlada, distinta da Argentina, onde a transição se deu por ruptura, onde as forças militares saíram desmoralizadas diante de uma crise econômica e, depois, pelo episódio das Malvinas.

No Brasil, não houve essa ruptura.

Nossa característica é a dita transição lenta, gradual e segura, que está posta até hoje.

E o marco jurídico fundante dessa transição controlada é a Lei de Anistia de 1979.

É por isso que toda a qualquer vez que quisermos discutir justiça de transição, reparações, comissão da verdade, será inafastável discutir a dimensão da anistia”.


A exemplo dos nazistas na Alemanha de Hitler, os nazipetralhas, comandados pelo chefão Lula da Silva, preparam o terreno para um golpe institucional no Brasil.

Os golpistas atacam, desmoralizam e enfraquecem a Justiça e os Militares, que são os guardiões da soberania do Brasil.

Estamos à caminho do nazipetralhismo.

A não ser que, por algum milagre, aconteça uma reação dos segmentos esclarecidos da sociedade.

De todo modo, a nazipetralhada está alguns passos à frente dos eventuais opositores em suas más intenções.

Malufada do $talinácio

Da socióloga Maria Lucia Barbosa explicando o apoio de Paulo Maluf a Fernando Haddad – candidato imposto por Lula aos petistas para disputar a Prefeitura de São Paulo - que causa tensão com o PSB e a ex-prefeita Luiza Erundina:

“Se Erundina, depois de ter sido escorraçada pelo PT aceitou voltar aos braços dos companheiros, por que não fazer campanha de mãos dadas com Maluf?

Parece que ela é uma das marionetes do coronel Lula.

Ele manda e os companheiros obedecem.

Nenhum tem espinha vertebral.

Ao se aliar novamente aos companheiros Erundina mostrou que é mais um desse políticos sem caráter.

E não sei porque Lula pôs Erundina de vice do ministro reprovado no Enem.

Devia ter posto Maluf”.

*Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

 19 de Junho de 2012



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