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sábado, 17 de maio de 2008

O cunhado repassou o recado a Paulinho, que ficou "desesperado", segundo a PF. Revista VEJA - 2

Paulinho é citado diversas vezes nas interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal.


Um dos grampos mostra que ele foi avisado, na véspera da Operação Santa Tereza, de que na manhã seguinte "alguma coisa grave" poderia acontecer com seus aliados. O aviso foi dado pelo coronel da reserva da PM paulista Wilson Consani Júnior, espécie de araponga da Força Sindical e de Paulinho, a um cunhado do deputado.
O cunhado repassou o recado a Paulinho, que ficou "desesperado", segundo a PF.

Paulinho se comprometeu a providenciar advogado e até a tirar Consani da prisão.

Um relatório da PF, de 35 páginas, descreve a reação de alvos da operação e familiares que caíram no grampo autorizado judicialmente. Nos telefonemas, também são relatadas preocupações de Paulinho com o envolvimento de ONGs na Operação Santa Tereza. Com razão. Na investigação, a PF já identificou dois depósitos, totalizando 120 000 reais, realizados por integrantes da quadrilha em favor de duas ONGs ligadas à Força Sindical.

Uma delas, a Meu Guri, é presidida por Elza Pereira, mulher de Paulinho.

Graças a essa informação, a PF convocará a mulher de Paulinho para prestar depoimento. O objetivo é saber se Elza utilizou a ONG para lavar dinheiro da quadrilha investigada.

A polícia quer esclarecer também a compra à vista, por Elza, de uma casa por 220.000 reais no litoral de São Paulo, dos quais pelo menos 40.000 foram pagos em dinheiro vivo.

Um capítulo da história da luta trabalhista no Brasil, pelo jeito, pode morrer na praia.
por Otávio Cabral e Ricardo Brito

Ele confirmou que sua mulher, Elza de Fátima, há cerca de 20 dias comprou, com dinheiro vivo, uma casa de praia em Bertioga, litoral norte de São Paulo. Mas nega que os R$ 220 mil pagos pelo imóvel colocado em nome da Filha Daniele Pereira, seja fruto de propina ou repasses irregulares do BNDES.

- Ela comprou sim, é verdade. Estamos num regime capitalista.
Ela tirou o dinheiro do banco e pagou.
Se estivéssemos em Cuba ou em algum regime comunista talvez ela pudesse ser presa, aqui não é proibido - disse Paulinho.
Aqui.

A sem-vergonhice da canalha acastelada.

Cretinos!

A PF desmontou o esquema da Força Sindical e do PDT no BNDES. Revista Veja - 1

Falta investigar o que o mesmo grupo anda fazendo no Ministério do Trabalho

O banquete de Paulinho

por Diego Escosteguy

O deputado Paulinho e o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que deve sua nomeação ao poder da Força: eles comandam 38 bilhões de reais

A promiscuidade do sindicalismo com o poder, empresários, dinheiro e mordomias está na gênese da Força Sindical, criada em 1991, quando o ex-presidente Fernando Collor de Mello reuniu um grupo de empresários para financiar o modelo de representação dos trabalhadores que ele considerava ideal.

O resultado não poderia ser outro: a central, que hoje agrega quase 1 000 sindicatos, um partido político, o PDT, e controla de cima a baixo um dos ministérios mais importantes do governo, o do Trabalho, está no epicentro de um escândalo que envolve a participação direta de seus líderes em casos de corrupção, desvio de dinheiro público, tráfico de influência e enriquecimento ilícito.As investigações da Operação Santa Tereza, que desmontou recentemente um esquema de fraudes no Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), conduziram a Polícia Federal às portas do cofre clandestino da Força Sindical e do PDT.

Duas das principais lideranças da central, o lobista João Pedro de Moura e o advogado Ricardo Tosto, foram presas pela PF, acusadas de cobrar propina para liberar empréstimos no banco estatal (o segundo foi solto, por força de um habeas corpus).

O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força e filiado ao PDT, pode ter recebido parte do butim, como mostram grampos telefônicos autorizados pela Justiça
.
Suspeitíssimo, ele agora luta para salvar o mandato. Já está claro que, hoje, Força e PDT são duas organizações siamesas também no plano financeiro.

O próximo passo é revelar como essa perigosa simbiose tomou conta do Ministério do Trabalho, pasta fatiada entre políticos pedetistas e sindicalistas da Força, sob o controle do mesmo grupo acusado de rapinar uma linha de crédito do BNDES (veja reportagem)

O PDT, a Força Sindical e o Ministério do Trabalho se converteram numa central única de interesses. O partido, comandado pelos sindicalistas, assumiu o controle do ministério há pouco mais de um ano.

Pelas mãos de Paulinho, Carlos Lupi, então presidente do PDT e funcionário fantasma da Câmara, foi feito ministro. Durante três meses, ele travou uma guerra com a Comissão de Ética Pública da Presidência, que via conflito de interesses no fato de ele ocupar os dois cargos. O ministro acabou se licenciando do PDT, mas por mera formalidade. Os principais cargos da pasta foram entregues a sindicalistas da Força e a representantes do partido, sempre com o aval de Paulinho.

Dono de um orçamento de 38 bilhões de reais, o ministério se transformou num paraíso para quem se habilita a fazer negócios escusos, buscar dinheiro fácil ou se credenciar a algum benefício. É nesse território pantanoso que se movimentam as famosas organizações não-governamentais, políticos, empresários e lobistas – e que Paulinho reina em busca de resultados.

Um de seus projetos, além da candidatura a prefeito de São Paulo, é conseguir eleger quinze deputados federais – todos sindicalistas – em 2010.
As campanhas seriam financiadas por recursos repassados por meio de convênios para treinamento de trabalhadores, um duto de fraudes que existe desde o governo passado, agora sob controle de Paulinho e uma gangue sindical.

Uma pista: o ministério liberou 11,9 milhões de reais para sete entidades ligadas a parlamentares do PDT ou sindicalistas da Força – algumas já investigadas pela polícia e por procuradores por causa de desvios.

Para coroar a tomada da Pasta do Trabalho, o jornalista Luiz Fernando Emediato, consultor da Força Sindical, foi eleito presidente do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, o Codefat.

É ali que se define o destino da dinheirama do FAT. Somente no ano passado, os conselheiros decidiram como investir 9,5 bilhões de reais – em programas de qualificação profissional ou em linhas de crédito, como as oferecidas pelo BNDES e que estão sob investigação da PF.

Helio Torchi/Ag. Globo
A casa que Paulinho e a mulher, Elza, compraram em Bertioga, no litoral paulista: 40.000 reais em dinheiro vivo

Amigo de Paulinho, Emediato é consultor da Força desde 1991. Em suas palavras, presta "serviços intelectuais".

Foi com esse tipo de atividade cerebral que ele conheceu o lobista João Pedro de Moura, no fim dos anos 90. Emediato recrutou-o para os quadros da Força, onde o lobista passou a coordenar os cursos de qualificação profissional da central. Foi imediata a empatia entre ambos.

A tal ponto que, tempos depois, Emediato vendeu a Moura sua casa de campo, hoje avaliada em 700 000 reais – mas, num gesto que só uma grande amizade explica, os dois nem chegaram a registrar a transação em cartório.

"Ele me deu 40.000 reais de entrada e um apartamento em São Paulo",
diz o presidente do Codefat. Amigos, amigos, negócios incluídos... continua

Revista VEJA

O alvo já foi escolhido

O alvo já foi escolhido

por Adriana Vandoni

O governo de Mato Grosso comemorou cedo demais a saída de Marina Silva, que já saiu tarde demais, é verdade. Lá em 2003 quando Lula montou seu ministério estava mais que claro que não ia dar certo.

Ele tentou um governo flex. Colocou no Meio Ambiente Marina que só vê preservação com o extermínio do monstro do agronegócio e na pasta da Agricultura colocou Roberto Rodrigues, um homem do setor, preparado, estudioso, mas que era o antagônico de Marina.

Rodrigues tentou de tudo, obteve algumas vitórias e evitou alguns desastres, até durou muito neste governo embriagado, mas saiu a tempo de não deixar que a irresponsabilidade e dubiedade petista manchassem sua história de vida.

Marina durou por conveniência, porque era interessante a Lula. Em 2003 um funcionário do Ibama denunciou ao TCU um esquema que englobava uma Ong, seu marido, Fábio Vaz de Lima, seringueiros e recursos do BNDES. A coisa foi abafada pelo governo, pois era conveniente.

No começo eu achava que Marina era inoperante, não incompetente. Com o tempo vi que era o contrário. Ela era operante e graças a Deus, incompetente e discreta. Mas sua saída, apesar de tardia, foi um golpe a Lula, o que por si só já me deixa satisfeita.

Mas o governo de Mato Grosso comemorou cedo demais. Em entrevista a agência Reuters Maggi disse que o tempo de Marina já tinha se esgotado e que "Se (Minc) vier com o ritmo de trabalho que vinha desempenhando no Rio, será bom para a fluidez dos licenciamentos de projetos no Estado".

Sim, está certinho. Sai Marina, entra Minc muito mais ágil, como quer o governador.

De tão ágil, antes mesmo de assumir disparou: “tem o governador de Mato Grosso que se a polícia deixar, planta soja até nos Andes, então, é um problema”.

Isso prova que o “problema” de Mato Grosso não é o agronegócio, não são os produtores rurais, mas a “imagem” e o governador Blairo Maggi por encarnar essa “imagem”, se tornou o “problema” de Mato Grosso.

Minc não será diferente de Marina, com o agravante de não possuir o mínimo apego à discrição. Pelo contrário, adora holofotes e com aquela cara de galã verde dos anos 70, enfrentará a incontinência verbal de Maggi com muito mais veemência. Leia mais.

Adriana Vandoni - é economista, especialista em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/RJ. Professora universitária e articulista do Jornal Circuito Mato Grosso.

Site: www.adrianavandoni.com.br

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Propaganda bolivariana

É a propaganda bolivariana invadindo Hollywood.

Estão muito enganadas as pessoas que acreditam na popularidade do ditador Hugo Chavez entre os venezuelanos.

O tirano é mais bem cotado entre os imbecis-esquerdopatas brasileiros do que dentro da própria Venezuela.

De acordo com o ex-deputado venezuelano, Gustavo Coronel, uma pesquisa realizada pela empresa Hinterlaces durante do mês de Junho de 2007 mostra o seguinte:


- Hugo Chavez é rejeitado por 43% e aprovado por 39% dos entrevistados;


- Os ataques de Chavez contra os EUA são rejeitados por 75% e aprovados por 14%;

- A doação de dinheiro a outros países (como Chavez vem fazendo utilizando-se dos petrodólares) tem o suporte de apenas 9% dos entrevistados, enquanto que 87% rejeitam essa atitude;


- A pretensão de Chavez em mudar a Constituição para que ele possa ser re-eleito indefinidamente é rejeitada por 63% e aprovada por 19% dos entrevistados;


- 81% dos venezuelanos gostariam de ver uma nova liderença política em seu país.


Além dos imbecis brasileiros, diversos idiotas norte-americanos também demonstram toda sua ignorância (e esperteza) ao apoiarem o
bolivariano.

O ator Danny Glover, por exemplo, recebeu U$18 millhões de Chavez para a realização de um filme. Glover chegou a comparar Chavez a Martin Luther King Jr.

É a propaganda bolivariana invadindo Hollywood.


Senado 2007

Ora, eles dependem dos excluídos para continuarem no poder.

O Foro de São Paulo é um delírio socialista extemporâneo.

Talvez seja o último suspiro dessa gente.

É mais um esquema para se perpetuar no poder.

Ou alguém pensa que Lula e seus sequazes, ou Chávez, Morales et caterva estão incomodados com os tais excluídos?

Ora, eles dependem dos excluídos para continuarem no poder.

Se houvesse o deslanche verdadeiro da economia com desenvolvimento, já teriam sido apeados do poder há muito tempo.

por Aluízio Amorim

A cultura do “coitadismo” precisa acabar


A esquerda adota a falsa crença de que os criminosos são vítimas da “sociedade”, invertendo tudo.

Ao matarem a responsabilidade individual, abrem as portas para a barbárie.

A cultura do “coitadismo” precisa acabar, dando espaço para a noção de livre-arbítrio, com cada indivíduo respondendo por seus atos.

R. Constantino

Super Tucano


Não, não se trata do Super Tucano da Embraer, o avião que faz sucesso no mundo todo. Trata-se do super tucano infiltrado na Casa Civil de José Dirceu e que sobreviveu com Dilma Rousseff.

Definitivamente, fazer oposição não é o forte do PSDB, mas, enfim, aparece esse tucanão competentíssimo.

Não é que o homem não só é vinculado como é (ou era) filiado ao PT? Não é que chegou a disputar eleição pelo partido?

Não é que ele está articulado com os petistas desde que trabalhava no TCU, como funcionário concursado?

Não é que atuava lado a lado com Dirceu nas memoráveis CPIs contra os outros?

Não é que conseguiu se esgueirar pela rampa do Planalto e ganhar mesa, cadeira, telefone e computador na Casa Civil com Dirceu?

E continuar com Dilma?

Taí, o cabra é bom da peste e só perdeu para a tecnologia, que foi acionada por Dilma para fisgar o tucano traidor, descobriu tudo e revelou ao país: foi o tucanão José Aparecido Nunes Pires, instalado estrategicamente dentro da Casa Civil (por Serra? Aécio? Álvaro Dias?), quem cantou todas as pedras do dossiê contra FHC para o PSDB no Congresso.

Realmente, o clima na Casa Civil deve ter ficado insuportável depois de vazar a história do dossiê.

Imagina só: um olhando de rabo de olho para o outro, um cochichando no ouvido do outro, todos apontando o dedo para todos, tentando desmascarar o tucano, o traidor.

Agora que ele está entregue à CPI e às feras, acabou a brincadeira.
Até porque Aparecido reapareceu jogando água fria na expectativa de que tudo iria esquentar na CPI.

Ao entrar com pedido de habeas corpus no Supremo para não ter de abrir a boca, ele mostrou que tem menos vocação para "homem-bomba" e mais para Waldomiro Diniz, Delúbio Soares e outros menos cotados.

Lula não sabia, Dilma desmente, Erenice Guerra está na dela, Aparecido vai ficar calado.

Dossiê?
Que dossiê?

O Supremo "é quem vive um momento radiante ao fazer o que não fizemos".

Senadores cobram respeito a decisão do Supremo sobre MPs

Três senadores foram à tribuna para cobrar do presidente Lula o fim do uso de medidas provisórias para liberar crédito extraordinário.

Arthur Virgílio ameaça liderar "rebelião" se decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) não for cumprida.

Mário Couto criticou o Executivo pela edição de MP para reajustar salário de servidores.

Pedro Simon lembra que Garibaldi Alves, presidente do Senado, vem advertindo o Planalto da ingerência no Legislativo ao editar grande número de MPs.

"STF vive momento radiante ao fazer o que não fazemos"O senador Pedro Simon (PMDB-RS) congratulou o Supremo Tribunal Federal pela decisão de suspender a MP 405/07. O objetivo do STF, disse, é coibir a edição de medidas provisórias sobre créditos extraordinários que não atendam aos critérios constitucionais de urgência e relevância.

Simon ressaltou que o presidente do Senado, Garibaldi Alves, já vinha advertindo sobre o exagerado número de medidas provisórias editadas pelo governo Lula, o que ele qualificara como "ingerência do Executivo sobre o Legislativo".

– Garibaldi está com a responsabilidade de tirar o Senado de uma hora triste, conforme suas palavras – lembrou Simon, acrescentando que o Supremo "é quem vive um momento radiante ao fazer o que não fizemos".

Pedro Simon criticou ainda a discordância manifestada pelo advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli, aos argumentos apresentados pelo STF.

– Esse rapaz inclusive já teve seu nome aventado para ocupar vaga no Supremo. Deveria ficar em silêncio.

Essas MPs não têm defesa – rebateu o senador.

O parlamentar sustentou que deveriam prevalecer critérios de urgência e relevância também no caso de MP editada para a criação de tributos

– Se os líderes não quiserem, não se votam matérias sem critérios de urgência e relevância – concluiu.

"Eu não acredito que o presidente, depois de o Supremo afirmar que era uma medida inconstitucional, queira rasgar a Constituição.

Não acredito que o presidente queira acabar com a democracia nesta nação pela qual ele tanto lutou"
– disse o Senador Mario Couto.



"É melhor ter o filho vivo em colo de outro do que vê-lo jazendo em seu próprio colo", afirmou a ex-ministra, numa referência ao título de "mãe do PAS" (Plano Amazônia Sustentável) dado a ela por Lula na semana passada.

"Não podemos aceitar nenhum tipo de retrocesso", insistiu a petista na primeira entrevista desde que se demitiu, na terça-feira. Marina assumirá sua vaga no Senado.

A senadora apontou pressões contra a política de desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Os principais alvos dessas pressões seriam:

1) a exigência de licença ambiental na concessão de crédito a partir de julho;

2) a criação de novas áreas de conservação ambiental;

3) a restrição de que os proprietários de terras na Amazônia não desmatem mais do que 20% de suas áreas.

Segundo ela, "há um tensionamento muito forte" vindo de Mato Grosso e de Rondônia, especificamente os governadores Blairo Maggi (PR-MT)
e Ivo Cassol (sem partido-RO).

Outra fonte de pressão, segundo a ex-ministra, está atrasando a criação de novas áreas de conservação ambiental.

Na quinta passada, a Casa Civil bloqueou a criação da reserva extrativista do Xingu, no Pará.

"Lula não vai fazer eu pagar Minc leão dourado no governo"


Américo Mariano/Folha Imagem

Carlos Minc diz que só assume oficialmente o cargo e tiver certeza que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceita realmente as condições que impôs.

- O que eu disse para o Lula é que eu vou conversar com ele na segunda, pois eu quero saber exatamente os planos que ele tem, as idéias e as condições de trabalho.

E eu disse para ele quais foram as condições de trabalho que o Sérgio Cabral me deu no Rio de Janeiro e eu aceitei depois da terceira tentativa dele.

( Ouça trechos da coletiva de Minc )

O novo ministro disse que ganhou carta verde de Lula, de quem se diz amigo, para montar a equipe do ministério:

- O Lula topa tudo. Mas topa tudo porque é meu amigo, quer muito, eu estou longe e não começaram as pressões de gente querendo meter alguém aqui e ali no Ministério do Meio Ambiente. Não vai meter ninguém!

O Lula me deu carta verde para montar a equipe - afirmou.

O futuro titular da pasta do Meio Ambiente garante que não cederá para que a Amazônia vire o quintal do capital internacional:

- Se alguém acha que com a minha história, eu vou para lá (Brasília) ser um anti-Marina, abrir a Amazônia para capital interno e internacional, abrir as pernas para a Amazônia virar um quintal, está absolutamente equivocado.

O fator principal do desmatamento da Amazônia não é a soja, é o gado. Tem que ter mecanismos que estimulem e premiem a preservação, como o ICMS verde que adotamos no Rio, que faz com que os prefeitos que tomam série de atitudes ambientais recebam mais.

Minc diz que faz questão de participar de todas as reuniões para discutir o desenvolvimento econômico do país porque, segundo ele, o meio ambiente tem que ser levado em conta sempre, e participar das discussões sobre a política industrial.

- E eu também disse para ele (Lula) que era inaceitável que o meio ambiente não estivesse participando das discussões sobre a política industrial do Brasil.

O meio ambiente não pode ficar de fora disso. Não pode haver uma política industrial e depois o meio ambiente correr atrás de salvar os répteis e pintar algumas fachadas de verde.

Não há possibilidade.

Leia no Globo on line

O Brasil também está com uma “bolha”

Os analistas internacionais parecem culpar uma “bolha” no mercado imobiliário como a principal responsável pela crise americana atual.

A seu próprio modo o Brasil também está com uma “bolha”.

Mas, ao contrário da americana, a bolha brasileira parece passar despercebida pela grande maioria dos experts em finanças. Até o momento ninguém notou o perigo que representa o aumento da inflação para os financiamentos de longo prazo, que estão sendo providenciados na economia brasileira.
A inflação tem vários custos para a sociedade.

No Brasil, além dos custos tradicionais, poderemos ter também um custo adicional gerado pelo aumento da inflação: a perda de rentabilidade, e conseqüente problema de solvência, de vários fundos que financiaram a compra de bens a longo prazo.

Da próxima vez que você for ao banco, pergunte ao seu gerente se a sua carteira de investimento financia compras de longo prazo.

Se a resposta for positiva preocupe-se com a inflação, pois ela pode te machucar mais do que você imagina.
Leia mais.

Para quem não viveu naquela época, como eu
( já era adulto), seria muito interessante que lessem uma historinha (real) abaixo.

O atual Ministro Minc, camarada de armas da ministra Dilma Roussef, atuou no GRUPO TERRORISTA chamado "Comando de Libertação Nacional" – COLINA-, onde PARTICIPOU, juntamente com outros militantes, DO ASSALTO ao Banco Andrade Arnaud, na rua Visconde da Gávea, 92, no Rio de Janeiro, de onde foram roubados cerca de R$ 45 milhões de cruzeiros. NA OCASIÃO, FOI ASSASSINADO o comerciante Manoel da Silva Dutra.

Posteriormente, com a fusão do COLINA com a Vanguarda Popular Revolucionária - VPR-, o novo grupo passou a chamar-se Vanguarda Armada-Palmares – VAR-Palmares.

A VAR-Palmares foi RESPOPNSÁVEL, entre outros crimes, pelos ASSASSINATOS do marinheiro inglês David A. Cuthberg e do delegado de Polícia Octávio Gonçalves Moreira Júnior.

Dentre as principais ações da VAR-Palmares destacamos, além dos brutais e traiçoeiros assassinatos citados, a chamada "Grande ação", que foi o seguinte:

- Com a finalidade de solidificar a fusão da VPR com o Colina e obter recursos para o novo grupo que surgia, a VAR-Palmares, foi planejado o roubo de um cofre da residência de Ana Capriglione Benchimol, em Santa Teresa , Rio de Janeiro.

Na tarde de 18 de julho de 1969, 13 MILITANTES da VAR-Palmares, entre eleS, CARLOS MINC BAUMFELD, DISFARÇADOS DE POLICIAIS comandados por Juarez Guimarães de Brito, invadiram o casarão de Anna Benchimol Capriglione, com o pretexto de busca de “documentos subversivos”.

Após confinarem os presentes numa dependência do térreo da casa, um grupo subiu ao 2º andar e levou, com a ajuda de cordas lançadas pela janela, o cofre de 200 kg , que foi colocado numa Rural Willys.

Em menos de trinta minutos consumava-se o maior assalto da subversão no Brasil. Levado para um aparelho localizado próximo da Taquara, Jacarepaguá, o cofre foi aberto, e os assaltantes puderam ver , maravilhados, milhares de cédulas verdes.

Ao final, os dois milhões, oitocentos mil e sessenta e quatro dólares atestavam o sucesso da “grande ação".

O destino desses dólares é discutido até hoje.

Fala-se em compra de armas, distribuição entre as regionais da VAR-Palmares, pequenas cotas aos militantes e até na remessa de um milhão de dólares para a Argélia.

Fala-se, também, em contas na Suíça. Ao certo, jamais houve uma contabilidade dessa fortuna.

Os dois estarão bem à vontade, trabalhando no mesmo governo.

Afinal, DILMA ROUSSEF , a companheira "Estela" , FOI O CÉREBRO cérebro do Plano de Ação do Cofre.............. que coincidência, a sigla é PAC - o grande ROUBO e CARLOS MINC, o companheiro "Jair", "Orlando" ou "José" ( nomes que ele usava) , um dos EXECUTANTES.
Aqui.

Vejam só que grande dupla deste governo.

Pensem bem : dá para confiar neles ? Aqui.
por JJJ

Arquivos das Farc são verdadeiros, diz Interpol

Arquivos das Farc são verdadeiros, diz Interpol

A rede internacional de polícia Interpol afirmou nesta quinta-feira que autoridades colombianas não alteraram arquivos em computadores que, segundo o governo colombiano, continham provas de que a Venezuela dava apoio às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Os discos rígidos dos computadores teriam sido apreendidos depois de uma operação em um acampamento dos rebeldes das Farc, no Equador, no início de março, e estavam junto com um dos altos líderes das Farc, Raúl Reyes, morto na operação.

"A equipe de especialistas da Interpol não descobriu provas de modificação, alteração, adição ou de arquivos apagados em qualquer um dos notebooks, qualquer um dos três pen-drives ou em qualquer um dos dois discos rígidos apreendidos durante uma operação antiterrorismo e antinarcóticos das autoridades colombianas no acampamento das Farc no dia 1º de março de 2008", disse o secretário-geral da Interpol, Ronald Noble.

Apesar de a Interpol ter garantido a autenticidade dos arquivos e não de seu conteúdo, correspondentes afirmam que estes testes dão credibilidade às alegações da Colômbia.

O presidente venezuelano Hugo Chávez já rejeitou as alegações.

Venezuela e Equador afirmam que qualquer contato que tenham mantido com as Farc fazia parte unicamente do esforço humanitário para libertar os reféns mantidos pelos rebeldes.

Em 1969, novo ministro fez assalto planejado por Dilma - Por Reinaldo Azevedo

Em 1969, novo ministro fez assalto
planejado por Dilma

Marina Silva, como se sabe, não se bicava muito com Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil. Agora, com a ida de Calos Minc para o Meio Ambiente, Dilma ganha um antigo aliado.

E como!!! Eles foram companheiros de armas na organização terrorista VAR-Palmares.. Na prática, ela era sua chefe.

Minc - cujos codinomes eram "Jair", "Orlando" e "José" - participou diretamente do famoso assalto ao "cofre do Adhemar": na noite de

18 de julho de 1969, os terroristas invadiram a casa de Anna Gimel Benchimol Capriglione, amante do ex-governador Adhemar de Barros, e levaram um cofre com US$ 2.800.064, uma fortuna fabulosa.

Dilma era o cérebro da operação, junto com Carlos Franklin Paixão de Araújo. Não participou diretamente do assalto porque era considerada "muito importante" para correr tanto risco.

Minc participara antes, no dia 31 de março de 1969, do assalto ao banco Andrade Arnaud, de onde foram levados 45 milhões de cruzeiros. Na ação terrorista, o comerciante Manoel da Silva Dutra foi assassinado.

Ah, as noviças estão nervosas...

Muita gente revoltada porque lembrei o passado de Carlos Minc.

É mesmo?

Que gente formidável!

Quer dizer que o passado dos "companheiros" só interessa quando é pra meter a mão no erário, quando é pra bater a carteira dos brasileiros, quando é pra pleitear indenização por causa da "luta contra a ditadura", é isso?

Quando se lembra que alguns ministros de estado estiveram envolvidos com ações terroristas, em que pessoas foram mortas, aí se trata, então, de coisa da direita reacionária?

Dilma pode fazer proselitismo no Senado sobre o seu passado, omitindo as partes que lhe são desfavoráveis, recontando a história segundo o ponto de vista de um heroísmo bastante particular, certo?

Mas atribuir a Minc e a ela própria o que lhes cabe é falta de civilidade política?

Calma lá!

Eu defendo a Lei da Anistia, por exemplo. Os "companheiros" é que andam querendo revisá-la. Eles é que saem por aí em "caravanas da reparação", conferindo indenizações e pensões até a pessoas que foram demitidas por abandono de emprego.

No caso de Minc, nada fiz que não fosse lembrar o óbvio: ele praticou um assalto que Dilma planejou e participou de um outro, com uma vítima fatal - um cidadão que nada tinha a ver com o peixe. Se eles não gostarem da lembrança, podem vir a público para fazer uma de três coisas:

a - tentar demonstrar que estou mentindo;

b - tentar demonstrar que agiram daquele modo para construir a democracia representativa;

c - tentar demonstrar - como, aliás, Dilma já fez - que ainda se orgulham de seus atos pregressos.Aqui.

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Que vergonha!

"Se conheço bem o Chávez e se conheço bem a chanceler eles vão se encontrar, tomar um café e a paz vai voltar a reinar entre Caracas e Bonn"

Presidente Lula, ao lado de Angela Merkel, no Palácio do Planalto, presidente errou nome da capital da Alemanha.
G1

Cada uma...!

Ela só não falará se, até lá, não sentir firmeza.


Estréia

Marisa Letícia, primeira-dama do país, depois de cinco anos evitando fazer discursos (é de Lula essa recomendação), poderá finalmente estrear no microfone, na semana que vem, no lançamento de 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no Palácio Guanabara, no Rio.

Luiz Dulci, ministro dos discursos , já preparou um texto para Marisa Letícia ler no evento: nada muito longo e já deu à primeira-dama para ir treinando.

Minc chega comprando briga com Maggi, ‘rei da soja’

Minc chega comprando briga com Maggi, ‘rei da soja’

De passagem por Paris, Carlos Minc deu uma entrevista curiosa. Deu-se antes de o Planalto confirmar a escolha dele para a cadeira de Marina Silva, que pulou fora de um barco que fazia água há tempos.


Secretário de Meio Ambiente do governo Sérgio Cabral, Minc disse que não aceitaria ser ministro. Chegou mesmo a apresentar uma boa razão:


“O Rio de Janeiro eu conheço muito bem, o Brasil eu conheço muito mal".


Enquanto o futuro ministro falava na capital parisiense, Lula ouvia, em Brasília, um “não” do petista Jorge Viana (AC), preferido do PT para a vaga de Marina.


Imaginando-se fora do páreo, Minc animou-se a descer a lenha no governador de Mato Grosso, o mega-sojicultor Blairo Maggi, aliado do presidente da República.


“Você pega o governador do Mato Grosso, ele próprio o maior produtor de soja do mundo, com a polícia na mão dele. E, se deixar, ele planta soja até nos Andes. Então, não é mole”.

De fato, é acerba, sob Lula, a vida do responsável pela gestão do meio ambiente. Marina Silva que o diga!

Pedreira maior ainda para um ministro que já chega comprando as brigas da antecessora e esclarecendo que conhece “muito mal” o Brasil.

Duro, muito duro, duríssimo.

por Josias de Souza

Dossiê: Aparecido pede exoneração da Casa Civil e CPI marca depoimento para terça-feira. PF ainda não conseguiu ouvir o servidor

José Aparecido Nunes Pires, secretário de Controle Interno da Casa Civil - Reprodução de TV

Advogados do secretário de Controle Interno da Casa Civil, José Aparecido Nunes Pires, protocolaram nesta quarta-feira seu pedido de exoneração na Presidência da República. Servidor cedido do Tribunal de Contas da União (TCU), Aparecido é apontado como um dos principais responsáveis pelo vazamento do dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso.

A Casa Civil confirmou que recebeu o pedido de exoneração de Aparecido. Sua saída será publicada no Diário Oficial desta quinta-feira e ele retornará ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Aparecido entrou, também na noite desta quarta, no Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido de habeas corpus. A intenção do funcionário é ter permissão para ficar calado durante seu depoimento na CPI do Cartão Corporativo, que deve ocorrer na terça-feira da próxima semana.

Adriana Vasconcelos, Bernardo Mello Franco, Jailton de Carvalho, Martha Beck e Luiza Damé - O Globo; CBN; O Globo Online

O engodo do PAC e da ministra

Editorial do Estadão


Quem, como nós, teve oportunidade de acompanhar, pela televisão, do primeiro ao último minuto, o depoimento de 9 horas da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Comissão de Infra-Estrutura do Senado, na terça-feira, tem razões de sobra para discordar da interpretação predominante na imprensa de que o seu desempenho foi um sucesso - a menos que isso signifique, no caso, capacidade de enganar e sair incólume.

Na realidade, ao tratar do tema que ocupou 90% do tempo da sessão, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do qual, segundo o presidente Lula, a ministra é ''mãe'', ela deixou claro que o filho é um dos mais robustos engodos que um governo já tentou impingir aos brasileiros.

Por sinal, a quase total omissão, nos jornais de ontem, das embromações da ministra sobre a marcha triunfal do programa revela a que níveis alarmantes chegou o definhamento do senso crítico neste país hipnotizado pelos recordes de popularidade do titular da República.

É o que lhe permite, fechando o círculo vicioso, alardear como proeza em pedra e cal a contrafação do PAC. E é o que permite à sua ministra, como fez no Senado, exibir fantasiosos mapas de um Brasil em obras - o advento de um salto quântico em matéria de energia, transporte e comunicações.

Mas ela não teria estado tão à vontade para confundir se não compartilhasse com o chefe de uma parcela, ao menos, da proverbial sorte que o protege. A sorte da ministra, anteontem, sentou-se ao seu lado antes mesmo do início de sua exposição preliminar.

Foi quando o senador José Agripino Maia, do DEM do Rio Grande do Norte, produziu, quem sabe, a mais desastrada intervenção de sua carreira - o equivalente a entregar à ministra um revólver apontado contra si próprio.

O senador insinuou que ela talvez viesse a mentir no depoimento, da mesma forma que mentira quando esteve presa no regime militar, como lembrara numa entrevista.

Terrorista é a fala de Tarso Genro - Por Reinaldo Azevedo

Em audiência pública na Câmara marcada por tensão, bate-boca e tumulto, o ministro da Justiça, Tarso Genro, condenou "atitudes terroristas" de moradores não-índios que se recusam a deixar a reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, e afirmou que as forças policiais instaladas na região vão reprimir a ação de grupos armados.


Terrorismo de estado é mobilizar funcionários públicos para fazer dossiês políticos.

E Tarso acha isso legítimo.


Terroristas são as ações do MST, que, reiteradamente, invade propriedades da Vale do Rio Doce. Ou destrói propriedade privada e laboratórios de empresas.

Sob o olhar cúmplice de Tarso Genro.


Terroristas sãos as ações do narcotráfico nas favelas do Rio — ou nas periferias das grandes cidades. E Tarso, de novo, silencia. Mais do que isso: seu chefe, Lula, reconhece o direito à revolta dessas pobres “vítimas”.


Terrorista — e escandalosamente irresponsável — foi a fala do ministro na Câmara dos Deputados. A questão sobre a qual ele fazia digressões está sub judice, no Supremo. E não lhe cabe se comportar como advogado de um dos lados do conflito.

Ainda que o governo que representa seja o responsável pela tensão instalada em Roraima.

Com base em um laudo antropológico fraudado, trata 19 mil índios aculturados — dependentes, inclusive, da assistência estatal — como se nômades fossem.

Isso em detrimento de outros brasileiros que estão lá há décadas, ou cujas famílias lá chegaram há mais de um século, trabalhando e produzindo.


Tarso se comportou como um lobista: lobista de ONGs; lobista da Fundação Ford; lobista de uma entidade chamada CIR (Conselho Indígena de Roraima), que, mesmo inflando os números de sua representação, fala por supostos 7 mil índios apenas.
Poderia até dizer que compreendo, numa dimensão mais profunda, que chega à psicologia, o ódio dos petistas às pessoas que trabalham.

Afinal, o partido pode ser definido como uma espécie de parasita, que vive da cobrança de impostos, taxas e contribuições daqueles que, de fato, pegam no batente.

Faz isso com o imposto sindical, faz isso com a carga tributária extorsiva, faz isso até com a contribuição que cobra dos militantes que são enfiados no serviço público.


Produção e petismo não combinam.

A aristocracia dos companheiros vive do que consegue arrancar da patuléia.

Mas há mais do que a dimensão existencial. Há também as escolhas políticas. Os desocupados que querem brincar de construir o reino do bom selvagem em Roraima sempre constituíram a frente de propaganda do partido.


Aos parlamentares que se mostram dispostos a
resistir a esta empulhação, uma sugestão: cobrem das autoridades do governo chamadas ao debate o mapa das riquezas minerais do subsolo de Roraima.

E depois cruzem essas informações com as áreas reivindicadas como reservas indígenas.

Vamos ver o que eles têm a dizer a respeito.

O ministro Tarso Genro é um desastre.

Que o Supremo não se deixe intimidar por sua fala irresponsável.
Por Reinaldo Azevedo
A voz do povo

''Nunca, antes, neste país'', um governo jogou seu poder de forma tão covarde e terrível contra um povo.
Os militares, na Ditadura, jamais ousariam fazer uma covardia destas...

É lamentável. É terrível. É inacreditável.

Tomara que o Supremo enterre as pretensões desta gangue que se amalocou no poder e que não quer sair mais de lá..."

Deputado Bolsonaro acusa Ministro Tarso Genro de mentir à Nação sobre reservas indígenas. Bravo Bolsonaro!

Nem Marina Silva aguentou Lulla!

ARNALDO JABOR: revolucionários pelegos...


Mais um bate-boca no Legislativo Federal

Tumulto interrompe audiência sobre reserva em RR
Sessão teve de ser interrompida por conta da discussão entre índios e seguranças.
Depois, grupo de índios moradores da reserva Raposa Serra do Sol foi autorizado a entrar.

Mais um bate-boca no Legislativo Federal

Desta vez, o ministro da Justiça, Tarso Genro, discutiu com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) na audiência pública sobre a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima.

O deputado chamou o ministro de terrorista e mentiroso. Genro reagiu:

- Quem fez ação terrorista aqui, deputado? O senhor está mentindo!

Leia mais sobre esse tumulto aqui.

Após 50 anos de buscas, astrônomos encontram supernova 'supernova'

Explosão estelar é a mais recente já detectada pelos cientistas.
Descoberta pode ajudar a desvendar
freqüência desses fenômenos.

Após uma busca intergalática, os astrônomos da Nasa conseguiram encontrar algo que procuravam há 50 anos: uma supernova "supernova".

É isso mesmo: a supernova mais recente já encontrada, com apenas 140 aninhos.

Essa estrela morta é apenas o primeiro exemplo de toda uma “população” desaparecida, que os cientistas buscam há décadas.

Foto: Nasa
Imagem da supernova mais recente já detectada
(Foto: Nasa)
por Marília Juste
Do G1

Interpol divulga amanhã dados dos computadores de líderes das FARC que podem comprometer brasileiros


Os dados nem tão secretos assim dos computadores apreendidos com os chefões das FARC serão apresentados oficialmente nesta quinta-feira, a partir das 10 horas da manhã, pela INTERPOL, em Bogotá.

O conteúdo de três lap tops, três pen drives USB e dois discos rígidos podem confirmar relações perigosas dos guerrilheiros colombianos com traficantes e até dirigentes políticos brasileiros.
Todos tinham contatos com Raúl Reyes, morto no lado equatoriano da fronteira com a Colômbia, na operação que gerou uma grande crise diplomática, levando o Equador e a Venezuela a cortarem relações diplomáticas com a Colômbia e a reforçarem o efetivo militar nas suas fronteiras.

As FARC fazem parte do Foro de São Paulo, balaio de gato que mistura a esquerda latino-americana com grupos guerrilheiros revolucionários, parceiros dos narcovarejistas.
Alguns dados já vazaram na imprensa boliviana.

O jornal El Tiempo revelou ontem que o famoso padre Olivério Medina, aquele que anunciou a doação das Farc ao PT na eleição de 2002, continua sendo um importante operador da guerrilha em ligação com o submundo brasileiro.

O “religioso”, que é casado com uma professora brasileira e vive na fronteira com o Brasil, seria o encarregado da troca de cocaína por armas e aliciamento de simpatizantes para as FARC.

A INTERPOL acredita que o fundador e líder máximo das Farc, Manuel Marulanda, conhecido como “Tiro-certo”, esteja escondido na Venezuela de Hugo Chávez. O governo da Colômbia já enviou, nos últimos sete meses, pelo menos sete comunicados oficiais do desgoverno Lula sobre a presença das FARC em nosso território.

O anúncio dos dados das FARC na Colômbia será feito por Ronald K Noble, Secretario Geral da INTERPOL. Acompanhado de Bernhard Otupal, Presidente do Grupo de Especialistas de INTERPOL em Investigação de Informática Forense, de María del Pilar Hurtado Afanador, Directora do Departamento Administrativo de Segurança (DAS) colombiano, e do General Óscar Adolfo Naranjo Trujillo, Diretor Geral Nacional de Polícia na Colômbia. Anotações retiradas do computador de Raul Reyes

"Nossa concepção de luta política revolucionária guiada pelos princípios do marxismo-leninismo (...) desconhece as legislações dos opressores nacionais e estrangeiros".
Aqui.
Por Jorge Serrão
no Alerta Total
Debate sobre reserva termina em bate-boca na Câmara

Índio tenta jogar copo de água em deputado do PP;
Tarso Genro condena moradores 'não-índios'

Tarso se exalta durante sessão na Câmara
Beto Barata/AE

Tarso se exalta durante sessão na Câmara

Em audiência pública na Câmara marcada por tensão, bate-boca e tumulto, o ministro da Justiça, Tarso Genro, condenou "atitudes terroristas" de moradores não-índios que se recusam a deixar a reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, e afirmou que as forças policiais instaladas na região vão reprimir a ação de grupos armados.

A sessão terminou em confusão, quando o líder indígena Jecinaldo Sateré Maué, presidente da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), tentou jogar um copo de água no deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).

"É que eu não tinha uma flecha naquela hora", lamentou o índio, ao comentar o incidente, antes de deixar a Câmara.

Em vários momentos durante mais de três horas de audiência, Bolsonaro e Tarso Genro discutiram. O deputado chamou o ministro de "terrorista mentiroso".

"A mim não impressionam gritos e olhos arregalados", reagiu Tarso.

Sob protestos de vários deputados, que exigiam que o ministro retirasse o termo terrorismo, Tarso Genro não voltou atrás, disse que a maioria dos não-índios "está lá de boa fé", mas que na região há também "grileiros, traficantes e grupos violentos que estão lá para cometer ilegalidades".

Tarso Genro defendeu a ação da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança que, na semana passada, resultou na prisão do líder arrozeiro Paulo César Quartiero, depois de confronto entre índios e funcionários da fazenda do agricultor.

O ministro afirmou que a fazenda de Quartiero, que fica dentro da reserva, é uma "posse precária, sem titularidade".

O ministro considerou "fetiche" a idéia de que a demarcação contínua da reserva em área de fronteira tira a soberania nacional.

Tarso Genro garantiu que as Forças Armadas têm total autonomia para agir nas terras indígenas e reiterou que o Ministério da Defesa apresentará em breve um plano de ocupação das fronteiras da Amazônia, com instalação de novos postos de vigilância e segurança.

Na mesma audiência pública, realizada pelas comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e da Amazônia, o governador de Roraima, José de Anchieta Junior (PSDB), que tenta no Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de demarcação contínua da reserva, disse que a Polícia Federal não estava preparada para iniciar, no início do mês passado, a operação de retirada dos não-índios da reserva.

A operação foi suspensa por determinação do STF, que atendeu um pedido do governador.

"Eu evitei uma tragédia. O presidente Lula tem que me agradecer por isso. Salvamos centenas de vidas.Morreriam índios, mas também muitos policiais federais. Seria uma tragédia", disse Anchieta aos deputados.

Luciana Nunes Leal O Estado de S.Paulo

As 8 Metas do Milênio

Em 2000, as 8 Metas do Milênio foram aprovadas por 191 países membros da ONU-PNUD.

Os países, inclusive o Brasil, se comprometeram a cumprir as seguintes metas até o ano de 2015:


1. Acabar com a fome e a miséria


2. Educação básica e de qualidade para todos

3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher


4. Reduzir a mortalidade infantil


5. Melhorar a saúde das gestantes


6. Combater a aids, a malária e outras doenças


7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente


8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

Depois de 6 anos os analistas da ONU chegaram a conclusão que os países membros levariam 267 anos para que essas que metas fossem alcançadas.

Ora, se isso nunca será alcançado então por que os paises membros não desistiram dessas metas?
A resposta para essa pergunta está na oculta epístola de LAWH-I-MAQSÚD (a epístola de maqsúd), guardada a sete chaves pela fé bahá’i.

Essa epístola contém todas as “dicas” de como fazer com que todos os seguimentos sociais façam parte da Assembléia Mundial (etapa 8); mas não é necessário perder tempo em ler seus escritos, pois a Bíblia sagrada é muito superior e nela contém toda a verdade sobre o passado, presente e futuro da humanidade.

O objetivo dessa epístola é criar a “unicidade” global que foi profetizada por Habacuque:


Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos. (Habacuque 2 : 5)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Paulinho nas cordas

Paulinho nas cordas

Deputado joga na Comissão de Ética a chance de não ser cassado pelo envolvimento com a turma que operava no BNDES
por ALAN RODRIGUES

Desembarcou no Supremo Tribunal Federal, na semana passada, o relatório da PF sobre o desvio de verbas públicas no BNDES – e é a partir daí que a vida do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, pode azedar.

Há no papelório da polícia a transcrição da gravação de uma conversa entre o principal assessor de Paulinho, João Pedro de Moura, e uma secretária da Força Sindical de prenome Valéria.

A conversa se deu no dia 22 de fevereiro, às 11h20, e está na página 495 do relatório (ofício nº 5096/DRE/SR/SP). João Pedro e Valéria falam sobre irregularidades nos contratos da Força Sindical com o Instituto Paulista de Ensino e Cultura (Ipec) e o Ministério do Trabalho.

Valéria diz a João Pedro que o Ministério está dando “bomba” no contrato acertado entre as partes e que a Força teria de devolver R$ 59 milhões aos cofres públicos.

Valéria – Cheguei ontem do Ministério. Aquela comissão especial está reprovando todos os contratos que a gente fez com o Ipec e pedindo a devolução do dinheiro...

João Pedro – Meu Deus do céu.

Valéria – Temos 15 dias para responder. A devolução está em torno de R$ 59 milhões.

João Pedro – Tem que marcar uma reunião com o pessoal do Tosto.

Valéria – (O Ministério) reprovou porque o Ipec não apresentou nota. Contratamos o Ipec com dispensa de licitação.

SEGUNDO A PF, O DEPUTADO RECEBEU PROPINA DE R$ 325 MIL EM
TROCA DE INTERMEDIAÇÃO NA LIBERAÇÃO DE VERBAS DO BANCO

http://www.terra.com.br/istoe/

Inocêncio considerou gravíssimo o fato de Paulinho ter recebido um telefonema do advogado paulista Ricardo Tosto, sócio de um dos mais conceituados escritórios do País, assim que o tributarista deixou a prisão.

Na ligação, Paulinho promete a Tosto “mexer os pauzinhos” no Congresso para convocar o ministro da Justiça, Tarso Genro, e o então superintendente da PF em São Paulo, Jaber Saadi, a se explicarem sobre as prisões promovidas pela PF.

“Não se pode usar o mandato para dar aperto em ninguém”,diz Inocêncio.

Colaborou Hugo Marques (Brasília)