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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Não tem jeito: ele chamou Sarah de porca. Divindades não se desculpam. Jamais!

Obama e a “porca de batom”


Pois é. Barack Obama já está tendo de se explicar. Vamos ver. No discurso da Convenção Republicana, Sarah Palin afirmou que a diferença entre uma “hockey mom e um pit bull é o batom”.

Pouco depois, Obama manda ver:

“Você pode colocar batom em um porco.

Ainda é um porco.

Você pode embalar um peixe velho em um pedaço de papel e chamar isso de mudança.

Ainda vai cheirar mal depois de oito anos.

Nós já tivemos o suficiente"...
“Passar batom em um porco” é uma expressão por lá.

Mas Obama está longe, muito longe, de ser bobo.

Se nao imaginou que a fala poderia ser considerada uma resposta à candidata à vice de McCain, então é o caso de constatar que o mundo superestima também a sua inteligência.

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama

No conjunto da obra, não tem jeito: ele chamou Sarah de porca — e num momento em que os democratas fazem de tudo para desconstruir a sua imagem, até agora sem sucesso.

Havia a expectativa de que se desculpasse, mas a emenda seria pior do que o soneto. Divindades não se desculpam. Jamais! Preferiu continuar no ataque e acusou a campanha de McCain de criar falsas questões.

A verdade é que, no universo democrata, nada disso estava previsto.
A esta altura, Obama já deveria ser o presidente virtualmetne eleito.
E ele não é.
Nas pesquisas, ou empata com McCain, ou o republicano está na frente.

E tudo depois que a “porca de batom” subiu ao palco onde Obama falava sozinho.

Por Reinaldo Azevedo

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