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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A PARÁBOLA

 
A PARÁBOLA DOS TALENTOS

Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.

A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada um segundo sua própria capacidade; e então partiu.

O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.

Do mesmo modo o que recebera dois, ganhou outros dois.

Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor.

Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.

Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.

Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei: Entra no gozo do teu senhor.

E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: senhor dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei.

Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei: entra no gozo do teu senhor.

Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhaste,

Receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.

Respondeu-lhe, porém, o senhor: servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?

Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.

Tirai-lhe, pois, o talento, e daí ao que tem dez.

Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.

E o servo inútil lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. 



(MATEUS, 25:14-30)

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