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segunda-feira, 7 de julho de 2008

"Você é branco? Cuide-se."


"Hoje, tenho eu a impressão de que o 'cidadão comum e branco' é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles.

Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.

Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.

Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito.

Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este 'privilégio', porque cumpre a lei.

Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros.

Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de se perguntar:

de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios."
Ives Gandra da Silva Martins, renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

Multiculturalismo

"A doutrina do multiculturalismo é uma ilusão cruel... Estão errados os que romantizam tradições tribais e práticas que não imporiam a seus filhos."

Ayaan Hirsi Ali, escritora somali que sofreu mutilação sexual, fugiu de um casamento imposto e vive nos Estados Unidos, ameaçada por grupos radicais islâmicos


Às vezes, sou tentado a achar que caminhamos mesmo para a barbárie. E ela nos será dada de presente pelos grupos politicamente corretos, pelos multiculturalistas, pelas militâncias de raça e de gênero, as formas modernas, enfim, que tomou, é forçoso reconhecer, a luta das esquerdas.

Reinaldo Azevedo

Esse multiculturalismo é mais uma forma cruel de fazer curral eleitoral às custas do empobrecimento dos que já suportam pesada e perversa carga tributária.

enviada por Iracema

Fora do tempo


Agora tudo mudou: a Rússia e a China não falam mais em "comunismo".

Deixaram isso para depois.

Aliaram-se aos muçulmanos, ajudaram-nos a descristianizar, emascular e subjugar a Europa, e agora só têm um problema pela frente: destruir os EUA (e, de quebra, Israel).

Enquanto não conseguirem isso, não voltarão a discutir "comunismo".

Para que haveriam de criar atrito com seus parceiros muçulmanos?

Se o mundo será socialista, muçulmano ou socialista-muçulmano é assunto que só vai voltar à pauta quando americanos e judeus forem tirados do caminho.

Para isso, a complexa parafernália da doutrina marxista sofreu um enxugamento brutal, reduzindo-se a um só item, capaz de unificar sem discussões toda a esquerda mundial: o "anti-imperialismo", quer dizer, anti-americanismo.

Trechos do artigo de Olavo de Carvalho. Aqui.

É aí que alguns brasileiros entram em cena, gritando contra os EUA e jurando que não são comunistas. Como se alguém estivesse ligando para a sua ideologia, para as suas crenças subjetivas.

Idéias só importam quando estão em grandes cabeças.

De pequenas só se espera que ajudem a fazer número, pouco importando as diferenças subjetivas que cada um carregue, para uso próprio, no seu cérebro entorpecido.

enviada por Gracias

Nunca Dantas nestepaís... em cana?

Nunca Dantas nestepaís...

Dono do Opportunity e suspeito de ser sócio de Lulinha, o primeiro-filho, em uma mega-fazenda no Pará, o banqueiro Daniel Dantas está com medo de ser preso. E, pelo visto, com muito medo.

Ao saber detalhes de uma investigação "sigilosa" da Polícia Federal, na qual figura como suspeito de crimes financeiros, ele requereu habeas-corpus preventivo, simultaneamente, em nada menos que três tribunais.

No TRF de São Paulo e no STJ, em Brasília, já perdeu a parada. Agora, espera a resposta do STF. Dantas viajou há duas semanas para Nova York e, segundo amigos, espera o salvo-conduto para regressar ao Brasil.

Aloprabrás

Ministro do Futuro, ou cargo equivalente, Mangabeira Unger caiu mesmo no gosto do Planalto. A chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, está seduzida pelas idéias do ex-professor de Harvard. A mais recente é a criação de uma nova estatal, para mapeamento e exploração de grandes jazidas minerais, em especial na Amazônia. Para Unger, a iniciativa privada, que hoje domina o setor, não deve estar sozinha em área tão estratégica para o País.

Boechat

O Brasil nunca pertenceu aos índios

Sandra Cavalcanti Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese
de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais aimpostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.

Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Nãoexistia o Brasil.

Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos
seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes.

Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.

O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em naçõesindígenas.

Existe uma intenção solerte e venenosas por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não?
É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele,existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.

Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.

De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um
país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.

De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.

Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui. Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não
se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.
Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.

Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.

Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais.
Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.

Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos indios.

Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos umanação indígena. Somos a nação brasileira.

Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos
de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas.

De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.

'' O Brasil é nosso.

Não é dos índios.

Nunca foi. Postado por Artigos

domingo, 6 de julho de 2008

ATENÇÃO!

AO EXMO. SR. VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA!

O site do PRB foi elaborado pela Gráfica Universal Ltda (marca Unideia.com), que pertence a Igreja Universal do Reino de Deus (a Igreja tem 99,9% das ações da empresa).

E mais: usam os servidores da ArcaUniversal, que é o portal deles, para enviar newsletters do PRB.

A legislação brasileira proíbe as Igrejas se fundirem ou mesclarem com partidos políticos. Há o risco até da cassação do registro do partido.

Como este Ex-Blog quer acompanhar o processo eleitoral com todos os partidos participando, chama a atenção do Exmo. Sr. Vice-Presidente para que corrija o quanto antes, dando as explicações ao TSE, evitando as conseqüências previstas em lei.

http://www.prb10.org.br
Ex-Blog do Cesar Maia
VOCÊS ESTÃO LIVRES

MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

2 de julho de 2008. Data marcante para Ingrid Betancourt, libertada depois de ter estado seis anos e cinco meses como prisioneira dos narcoguerrilheiros das Farc. Ela e mais quatorze pessoas, entre as quais três norte-americanos, Marc Gonsalves, Keith Stansell e Thomas Howes, ouviram no vôo que os conduzia para a liberdade a frase salvadora: “Somos do Exército nacional e vocês estão livres”.

O resgate foi descrito pela imprensa mundial como cinematográfico e impecável, e a própria Ingrid afirmou numa emissora de rádio: “nos resgataram com grandeza”. “A ação mostra que podemos alcançar a paz se confiarmos em nossas Forças Armadas”. Ela desmentirá depois a versão capciosa de uma rádio suíça que, tentando achincalhar o estrondoso êxito do presidente Álvaro Uribe, noticiou que tudo não passara de uma farsa porque os guerrilheiros tinham recebido dinheiro para libertar os reféns.

Esta desinformação e outras mais revelam a inconformidade de alguns diante da vitória do presidente colombiano, que prometera acabar com as Farc e está cumprindo sua promessa. Já deixaram esse mundo os principais líderes do movimento facinoroso, moedas de troca como Ingrid Betancourt e os norte-americanos estão livres, o bando está consideravelmente diminuído. É certo que centenas de reféns ainda padecem nas garras dos terroristas, mas estes estão enfraquecidos.

Os grandes perdedores no episódio do resgate foram o venezuelano Hugo Chávez, o equatoriano Rafael Correa, as esquerdas latino-americanas e, porque não, o Brasil com sua política externa dúbia. Inclusive, Lula da Silva se negou a declarar as Farc como terroristas. Afinal, aos companheiros do Foro de São Paulo tudo é permitido, tudo é perdoado em nome da causa: Assassinatos, torturas, seqüestros.

Espertamente Chávez, que chamara Uribe, entre outras coisas de “assassino” e “narcoparamilitar”, e que ameaçara invadir a Colômbia, agora chama o presidente colombiano de “irmão”. Coisa de metamorfose ambulante. Também o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que felicitou Uribe, parece querer atrair para si os louros do resgate. Ingrid reforçou essa idéia dizendo que sua ida à França foi um gesto de gratidão para quem mais lhe ajudou a deixar o cativeiro. Ela não mencionou Uribe e não lembrou que antes de Sarkozy o ex-presidente, Jacques Chirac, propôs negociação diplomática para sua libertação, assim como o chanceler Dominique Villepin.

Villepin foi o autor da idéia de enviar um avião com soldados, médicos e diplomatas que, sem consultar Brasília e Bogotá, pousaria em Manaus. O plano era retirar Ingrid da selva e levá-la sã e salva para Paris no dito avião. O romântico e mirabolante plano aconteceu, mas, como era de se esperar, fracassou.

Ressalve-se que o Exército Colombiano, que segundo foi noticiado, recebeu treinamento norte-americano e israelense, portanto o melhor do mundo se saiu brilhantemente e sem o lance rocambolesco do francês. Venceu o recurso militar e não o diplomático. Venceu a estratégia competente de Uribe que era malvisto em Paris, segundo Gilles Lapouge (O Estado de S. Paulo, 04/07/2008), como “um político cínico, cruel e indiferente, a soldo dos americanos”. Os franceses se esqueceram de que, se não fossem os norte-americanos teriam sido subjugados por Hitler.

Quanto a Ingrid, que apareceu bem disposta, com aparência saudável, pele impecável, muitos quilos mais gorda do que sua figura na foto que correu mundo e provocou comiseração, se hoje é considerada de forma quase unânime uma heroína, começa a suscitar críticas.

Um dos críticos é o etnólogo André-Marcel d’Ans citado por Lapouge: “Disse d’Ans, que Ingrid é uma mulher bem nascida numa dessas famílias colombianas em que se respira dinheiro e política”. “Seu pai foi diretor adjunto da Unesco em Paris”, ‘o que valeu a Ingrid longos anos de opulência em residências suntuosas e, para os filhos, estudos em francês nos estabelecimentos freqüentados pelo jet set’. ‘Era só a boa vida’. “De repente larga tudo, marido e filhos e parte em socorro de sua Pátria mártir”. ‘Ela mergulha na política na forma de uma esquerdista dândi, disposta a bater no peito, num gesto de mea culpa, desde que o peito não fosse o dela’. Torna-se uma perfeita chata, acabando com as reservas de paciência de alguns e de condescendência de outros’.

Ingrid se declarou inclinada a voltar novamente à política como candidata à presidência da República, apesar de ter dito depois que, se o povo quisesse não veria nada de mal numa candidatura de Uribe a um terceiro mandato. Algo no meu entender que, apesar da importância do admirável presidente colombiano seria lamentável do ponto de vista da democracia. Inclusive, se tal fato vier a ocorrer em muito ajudará a consolidar a mesma idéia desastrosa do PT em relação a Lula da Silva.

Para o escritor colombiano Fernando Vallejo, apesar das idas e vindas da política, nada muda de forma essencial na América Latina. Conforme Vallejo: “Toda classe política na América Latina só pensa em seus próprios interesses, quando não está claramente envolvida com o crime e a corrupção”.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga, escritora e professora.

mlucia@sercomtel.com.br

O que está por trás da morte do Happy Hour ?

Lei seca, esfumaçada e cheirada !

Ouvi boatos (maldosos?) de que essa Lei Seca, num governo associado a bebedeiras, teria sido criada para que a Ambeve, que está gastando os tubos para comprar a Budweiser, e investindo para conquistar um mercado mundial, "se coce" a fim de reforçar o caixa 2, o caixa 3, o caixa 4, o caixa 5 e o caixa 6. Sim, todos que seriam criados com as quantias envolvidas nessa, ahh.... "Operação O RESGATE DO HAPPY HOUR" ?

Nada vejo de razoável nessa medida.

Senão vejamos:

Querem banir o álcool do cotidiano das pessoas que dirigem:

e reparou que quase todo mundo dirige neste pais?

Contudo, as mesmas autoridades toleram o uso de drogas.

Já ouviu falar, nos ultimos anos, de algum usuário de drogas processado e preso?

O uso de drogas está liberado.

Claro! O usuário é um coitadinho, temos que prender é os traficantes e não o pobre do usuário, uma vítima do sistema social falho... No máximo, tiram as drogas dele e o expulsam de algum local onde ela não é tolerada.
Hehehe !

As drogas, desde as mais simples como a maconha, ou populares como a cocaína, causam alucinações, isto é:

O usuário vê, ouve, cheira, e sente o que não existe.

O álcool, apenas entorpece os sentidos.

Os sentidos ficam mais lentos.

Uma pessoa com boa visão, por exemplo (olhos de águia) poderia pilotar um avião supersônico a 3000 km/h. Se ele tomar uns tragos fica com sua visão obliterada e no máximo, poderá pilotar um monomotor a uns 300km/h.

Obviamente que absolutamente nada altera sua capacidade de dirigir um automóvel no trânsito urbano a um máximo de 60KM/h. É claro que uma outra pessoa, cuja visão não seja tão boa, pode ter dificuldades. Contudo, há pessoas que mesmo sóbrias não poderiam dirigir, e dirigem, atrapalhando o trãnsito. Então, o problema é qual?

Creio que qualquer um - com mais de um neurônio livre do efeito de drogas, consegue perceber a brutal diferença para as drogas. Se o "olhos de águia" cheirar coca ou fumar um baseado pode ver o que não existe, ou não ver o que existe, e se envolver num tremendo acidente, com risco de vida, dele e de pessoas inocentes.

Contudo, se o "olhos de águia" for pego (aprendi que o verbo pegar não tinha particípio irregular) "embreagado" com meia dose de rum que, com esse frio de rachar (ESTADO DE NECESSIDADE), tomou antes de sair de casa e que - frise-se, nada, absolutamente nada afeta sua capacidade de dirigir com total segurança, pode ser preso e ter sua CNH cassada por um ano.

Então, é melhor fumar um baseado ou cheirar uma coca para espantar o frio. Usa drogas que dá nada. Evita o álcool, porque dá cadeia e cassa a tua CNH !

Não bastasse a estultice da proposta governamental, acima demonstrada, bastaria lembrar do exemplo histórico. Um dos paises mais desenvolvidos do Sec.XX implantou uma lei seca que, dizem, foi criada cheia de boas intenções. Durante sua vigência proliferou o crime organizado e cresceu a maior organização criminoso do pais, a Máfia. Aqui, irão crescer os traficantes, e qualquer semelhança não é mera coinciência.

Pior de tudo:

Se tomarmos uma homeopatia preparada em álcool 30%, que é algo usual na medicina homeopática, porque auxilia na conservação, e sairmos de casa dirigindo e cair numa blitz, há risco de ser preso, processado, e perder a CNH por um ano. Que tal ?

Parafraseando o saudoso juiz Moacir Danilo Rodrigues na sentença de 1979 conhecida de todos operadores do direito com certa, ah... experiência, "A Lei é injusta? Claro que é! A Justiça se aplicá-la é cega? Sim! Mas o juiz não o é..."

Por isto, acredito que esta Lei estulta deverá ser surrada nos tribunais, isto é, se não for revogada antes.

Minha teoria ?

Quem sai ganhando com isto?

O poderoso lobbie dos traficantes que, todo mundo diz, tem uma tremenda bancada no Congresso, com influência em várias áreas do Estado...

Bem... Não precisam acreditar em mim... Pensem.

Tirem suas própria conclusões...
enviada por Gracias


O governo brasileiro e as FARC

Para aqueles que ainda tinham alguma dúvida da ligação do governo Lula com a narcoguerrilha colombiana.
Essa é uma prova concreta da ligação deste governo populista de esquerda, onde estão abrigados em diversos postos antigos subversivos e terroristas, com a narcoguerrilha colombiana.
Vejam as mensagens que constavam nos arquivos do computador do guerrilheiro terrorista Raúl Reyes morto pelo Exército colombiano.

Ilmar Franco no jornal O Globo

FINA IRONIA

FINA IRONIA

"Que os brasileiros não se preocupem, porque, se eles têm a sensação de que o que fizeram não foi suficiente, terão sempre uma oportunidade de fazer mais."

A frase de Ingrid Betancourt, proferida ontem em Paris, é uma ironia em relação ao apoio dissimulado que o governo Lula sempre deu às FARC, alinhando-se a Hugo Chávez e contra Álvaro Uribe.

Um apoio submisso aos ditames do Foro de São Paulo, onde as FARC têm assento ao lado do PT que, na última reunião do grupo, mandou para lá Marco Aurélio Garcia e Valter Pomar, o primeiro assessor pessoal de Lula, o segundo assessor internacional do partido


"Não é um problema do Brasil, é um problema da Colômbia" disse Lula.


CARACOLES e CARAMBOLES!

É aberração sobre aberração!

"Lula diz que liberdade de reféns é 'problema da Colômbia'

Então o que foi fazer o podrão la quando da pantomima da libertação "via Chavez"?

O tipo é: Arrrgghhhhhh!!! cuisp! cuisp! sem palavras...

É sempre assim, quando é apertado se sai com uma patetice, ...e a massa engole tudo.

Comentário de C. Mouro, do Blog Noturno Coturno

Entrevista: HH - "Lula comprou os movimentos sociais"

HELOÍSA HELENA

"Lula comprou os movimentos sociais"

Ex-senadora chama o presidente de neoliberal e se candidata a vereadora com olhos no Planalto em 2010 - para empurrar o País à esquerda

Por SÉRGIO PARDELLAS E RUDOLFO LAGO
FELIPE BARRA/AG. ISTOÉ

Para quem chegou a receber 6,5 milhões de votos na última eleição presidencial, a iniciativa pode parecer sinal de decadência.

Para tentar alavancar o PSOL, partido que ela mesma admite que não conseguiu crescer, a ex-senadora Heloísa Helena aceitou sair candidata a vereadora em Maceió, capital de Alagoas.

Essa volta ao começo é uma estratégia para garantir a obtenção de coeficiente eleitoral mínimo para o PSOL. Uma vez que os demais candidatos do partido não têm a menor chance, Heloísa arca com a missão de, sozinha, fazer 20 mil votos nas eleições de outubro.

Ela vai à luta para salvar o partido, mas também em causa própria: se vencer, Heloísa garantirá a si uma tribuna útil para tentar de novo uma vaga ao Senado ou à Presidência da República em 2010.

Na campanha, a língua de Heloísa, que nos últimos dois anos se reservou praticamente às aulas no curso de Enfermagem da Universidade Federal de Alagoas, estará mais ferina do que nunca:

"Tenho a humildade de me candidatar a vereadora para criar uma trincheira de resistência e luta contra o banditismo político praticado pelas forças retrógradas de Alagoas", disse Heloísa.

Ela se refere a seus eternos adversários Renan Calheiros e Fernando Collor.

Seu discurso é velho conhecido, quase um mantra pela ética, combate à corrupção e contra o que chama de receituário neoliberal de Fernando Henrique e Lula.

"Tanto o governo Lula: quanto o governo Fernando Henrique merecem nota menos que zero, menos um."

Na próxima eleição, o inflamado discurso da ex-senadora será acrescido, no entanto, de um componente especial: o fantasma da inflação.

"Quando nós alertamos para o fracasso desse modelo, disseram que éramos aves de mau agouro", diz ela.

A metralhadora giratória de Heloísa não poupa sequer alguns ídolos de parte da esquerda brasileira, como o presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Para ela, Chávez falha ao não ter apreço à democracia:

"Apesar do abismo que separa Hugo Chávez do imperialismo de George W. Bush, se eu estivesse na Presidência do Brasil, eles não mandavam aqui".

ISTOÉ - Como é ver Alagoas representada no Senado por Fernando Collor e Renan Calheiros?

Heloísa
- É como ver Lula no exercício da Presidência. É extremamente triste. Mas faz parte do aprimoramento da nossa combalida e ainda fracassada democracia representativa. Mas uma democracia que, apesar de fracassada, é necessária. A gente só tem uma opção: não podemos aceitar essa representação, mas como eu não acredito nas ditaduras, independentemente do viés ideológico, o jeito é trabalhar pelo aprimoramento da democracia. O que nós temos está longe ainda de ser democracia.

ISTOÉ - O PAC não representa investimentos em infra-estrutura?

Heloísa - Objetivamente, o PAC não representa nenhum plano de investimento. Não há uma proposta de orçamento de longo prazo que busque de fato transformar o País.


Leia mais na Isto É

Cesta básica

A cesta básica aumentou 52%, em 12 meses.
Pobre deve estar comendo caviar, bebendo scotch, etc.

enviada por Gracias

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Liga da Justiça

Delegado diz que milícia lançaria candidatos
ao Senado e a uma prefeitura do Rio

O delegado Marcus Neves, da 35ª DP (Campo Grande), prestou depoimento nesta quinta-feira, na CPI das Milícias, na Assembléia Legislativa (Alerj).

O policial revelou, entre outras coisas, que a milícia de Campo Grande, conhecida como Liga da Justiça, tinha planos de lançar um candidato ao Senado e a uma prefeitura do Rio.

Ele, no entanto, não deu detalhes sobre o caso, nem divulgou nomes de políticos que seriam apoiados pela milícia.

No entanto, Marcus Neves voltou a acusar o vereador Jerônimo Guimarães (PMDB), o Jerominho, e o irmão do parlamentar, o deputado Natalino Guimarães (DEM), de serem os chefes da milícia na Zona Oeste do Rio.

Nos últimos quatros anos, o bando teria sido responsável por 98 homicídios, de acordo com uma estatística feita pelo serviço reservado do Regimento de Políca Montado de Campo Grande (RP-Mont).

Mito vencido

Uribe venceu um mito: o da insurreição.


Pela primeira vez, Guevara serviu à causa da liberdade. Uribe venceu um mito que ainda assombrava e assombra a América Latina: o da insurreição.

Que os soldados colombianos tenham enganado os terroristas vestindo camisetas com a famosa foto de Che Guevara não deixa de ser uma ironia da história.


Pela primeira vez, Guevara serviu à causa da liberdade.

Paris nega pagamento de resgate para a libertação de Ingrid Betancourt

Rádio suíça diz que dirigentes das Farc teriam recebido US$ 20 milhões pelos reféns.
Sem revelar fonte, matéria diz que operação do Exército teria sido uma 'encenação'.

A França negou nesta sexta-feira (4) que tenha pago qualquer resgate à guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) pela libertação de Ingrid Betancourt, ocorrida quarta-feira durante uma operação do exército colombiano.

"A resposta é muito simples: "não", declarou o porta-voz do ministério dos Assuntos Estrangeiros, Eric Chevallier.

"Não tendo sidos associados a esta operação, não estivemos associados a estas modalidades de financiamento, se é que houve alguma modalidade de financiamento", acrescentou em entrevista à imprensa.

Segundo a Rádio Suisse Romande (RSS), dirigentes da guerrilha das Farc teriam conseguido US$ 20 milhões pela libertação de 15 reféns, entre elas a franco-colombiana Ingrid Betancourt, e a operação do exército teria sido "uma encenação".

"Os 15 reféns foram na verdade comprados por um preço muito alto e, depois, a operação foi encenada", indicou a rádio pública, citando uma fonte próxima aos fatos.

Betancourt deve chegar nesta sexta-feira a Paris depois de seis anos de cativeiro com as Farc.

Responsáveis franceses já haviam dito que Paris não teve envolvimento na operação de libertação dos reféns.

Da France Presse

Extradição de Salvatore Cacciola para o Brasil

Príncipe de Mônaco aprova extradição de
Salvatore Cacciola para o Brasil

O governo brasileiro vai anunciar ainda hoje a extradição do ex-banqueiro Alberto Salvatore Cacciola, condenado no Brasil a 13 anos de prisão pela prática de crimes.

O último recurso de Cacciola foi recusado na semana passada pela Corte de Apelação de Mônaco. O endosso do Executivo daquele país, entrave que restava pra efetivar a extradição, já foi dado, anunciará hoje o Ministério da Justiça.

Cacciola foi preso pela Interpol em Mônaco, em setembro do ano passado, enquanto passava um final de semana de lazer, longe da Itália, país pelo qual tem a nacionalidade e de onde não poderia ser extraditado para o Brasil por conta de acordos diplomáticos.

Em 1999, quando o Banco Central promoveu uma maxi-desvalorização do Real, os bancos Marka e FonteCindam receberam socorro de R$ 1,5 bilhão.

O argumento para o repasse foi o de que, sem respaldo do caixa público, poderia haver crise de confiança no sistema financeiro nacional, com a iminente quebra de instituições.

MARTA SALOMON
da Folha de S.Paulo, em Brasília

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Veja a que se dedica o governo brasileiro hoje: a destruir o país e a cuidar de futilidades.

Educar todo mundo não funciona

Jornalista, escritor, filósofo, editor do site Mídia Sem Máscara, Olavo de Carvalho é uma das poucas vozes na imprensa assumidamente conservadoras. E vê essa mesma “escassez” do pensamento de direita no ambiente político.


Para Carvalho, a direita no Brasil não sabe ser oposição e só tem fortalecido os partidos de esquerda ao tentar copiar suas bandeiras históricas. Também tem empobrecido o debate político ao deixar de ocupar espaço no ambiente acadêmico e de pesquisar referências em outros países, onde o conservadorismo tem voltado a ter força. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao JB.


Há uma certa dificuldade hoje em encontrar movimentos políticos, partidos ou líderes que se proclamem claramente como de direita no Brasil. A direita está envergonhada?


Faz mais de 20 anos que a direita está sendo burra. Estão todos acreditando nessa coisa de roubar as bandeiras do adversário. Como o abortismo. O pessoal de direita pensa em roubar a bandeira do abortismo e vê nisso uma forma de adquirir também o apoio das pessoas que são abortistas.

Mas quando faz isso, pensando em uma vantagem imediata, vai apenas reforçar a ideologia de seu oponente. Todo sujeito que se deixa moldar à idéia de seu inimigo, já está derrotado. É a vitória perfeita, Lênin já dizia que a vitória perfeita era obtida sem lutar, o adversário se entrega. Pois eles, a esquerda, conseguiram.


Como isso aconteceu?


A esquerda adotou uma tática muito inteligente criada pelo Antonio Gramsci, o pensador italiano. Consiste em dominar primeiro todo o universo da cultura, das idéias, da educação, antes de conquistar o poder. Então, esse pessoal durante o regime militar já estava aplicando isso. Ocuparam as universidades, as redações de jornais. De repente, não havia mais idéias conservadoras em circulação.

E se você não tem as idéias, as pessoas não tem como se definir. Elas não têm nem como se expressar. Se um político hoje vai se expressar, ele usa a linguagem da esquerda. São burros e presunçosos.


E qual é a primeira conseqüência dessa ocupação?


O poeta austríaco Hugo von Hofmannsthal dizia que nada está no ambiente político de um país que não esteja primeiro em sua literatura. Porque é do imaginário formado que você tira as idéias. Agora, você estupidificou a cultura superior e, em conseqüência, a política.

Veja a que se dedica o governo brasileiro hoje: a destruir o país e a cuidar de futilidades.


Ele quer doar um pedaço do território, doou um pedaço da Petrobras para a Bolívia, quer doar um pedaço de Itaipu para o Paraguai. Deixa aí duas ou três cidades à mercê do PCC, que é o mesmo que as FARC. Está entregando tudo. E ao mesmo tempo está preocupado com a perseguição aos gays. Que perseguição, meu Deus do céu?


O senhor fala que a esquerda dominou os espaços acadêmicos e da mídia. O PT diz a mesma coisa.


Quais são os autores conservadores que escrevem na imprensa brasileira? Eu cito dois: eu e o Reinaldo Azevedo. E só. A esquerda ocupa todos os espaços, manda em tudo, depois briga com ela mesma e fica fazendo choradeira de que está sendo atacada pelos direitistas. Mas o que eles chamam de direita é o que? O PSDB? Ouça o discurso do José Serra. Veja o que o Fernando Henrique fez. Ele praticamente criou o MST com o dinheiro do Estado.


O PSDB é um expoente de direita?


É o máximo de direita que se admite no país, hoje. É o PSDB, a social-democracia, que é a mais velha tradição da esquerda. A verdadeira direita sumiu do Brasil.


Não tem um líder, um expoente conservador que mereça destaque no País?


Dom Bertrand é um grande estadista. Pergunte de qualquer assunto brasileiro para ele e ele conhece tudo e nunca teve um cargo público na vida. E sem ter pretensão, ele não é nem o príncipe herdeiro, faz isso por interesse pelo Brasil. Se ele se candidatasse, eu votava nele na hora.


E no Congresso?


Não consigo pensar em ninguém.


O pouco espaço ocupado pelo conservadorismo faz do brasileiro um povo liberal?


O brasileiro é essencialmente um conservador. É um povo religioso, que acredita na família, no trabalho. Mas não é de perseguir ninguém, então passa essa imagem de liberal. Uma coisa é a crença que o brasileiro tem. Outra é o sentimento que ele nutre pelos outros seres humanos. Claro que existem malucos em qualquer lugar do mundo, você pode pensar no movimento skinhead... mas são quantos em uma população de 180 milhões de habitantes?


O brasileiro é cordial mas se identificou muito com o Capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite.


O brasileiro está aterrorizado pelo crime. Cinqüenta mil homicídios por ano são duas guerras do Iraque por ano. É uma coisa brutal, as pessoas estão é conformadas até demais. O pessoal vê o filme com o capitão Nascimento dando porrada em bandido e pensa que é isso que tem de fazer. Eles querem alguém que tome uma providência.


Qual seria o programa de um governo de direita no Brasil, hoje?


Em primeiro lugar, ele teria um enfoque moral, religioso e tradicional. São valores e princípios gerais, veja bem, o governo não pode se meter a ser o grande moralista. O governo não deve educar ninguém nesse aspecto, são as entidades religiosas que devem se fortalecer e atuar.


Em segundo lugar, a economia de mercado, que é a única que funciona. Não tem esse negócio de socialismo, intervenção do governo no mercado, isso não funciona. É só o governo meter a mão que a coisa vai para trás.


Terceiro é educação clássica. Você tem que primeiro formar uma elite intelectual capaz de educar o restante do país. O governo vem com essa história de educar todo mundo, mas isso não funciona. Não é possível.


A educação então não deve ser para todos?


Não. Educação é um processo irradiante, que vai por círculos concêntricos. Você educa dez, que educam cem, que educam mil, que educam um milhão e vai assim.


Nem ao menos cuidar de erradicar o analfabetismo?


Isso não adianta. Você vai investir um dinheiro maluco nisso e os caras vão sair todos analfabetos funcionais. Porque se você não cria uma tradição de educação, a educação não pega. Se você não tem essa tradição, não tem o amor à cultura, ao conhecimento. A educação deve ser muito séria e começar por uma elite, que vai irradiando esse valor. Quem vai dar a educação para todos? A educação que se dá ao povo hoje não deveria ser dada a ninguém. Oferecer essa educação para meia dúzia de pessoas é um insulto. Para milhares, é um crime.


Qual o maior problema do atual governo federal?


Eu acho que o Brasil concedeu ao Lula todos os direitos. Que presidente brasileiro chega ao poder e, dois anos depois, o filho dele está milionário? Só isso aí seria suficiente para ele perder o cargo. Mesmo que não comprovasse nada, isso é falta de decoro. Presidente deve ser como a mulher de César. Não basta ser honesto, tem que parecer honesto também.


Entrevista concedida a Karla Correia
Jornal do Brasil

Ingrid Betancourt, 46, passou seis anos como refém das Farc

No começo de sua carreira política, a ex-senadora distribuia camisinhas com o slogan:
"a corrupção é a Aids da nossa sociedade. Protejam-se"

AFPIngrid discursa no Congresso, em Bogotá

Ingrid discursa no Congresso, em Bogotá

Ingrid Betancourt estava em poder das Farc desde 23 de fevereiro de 2002, época em que fazia campanha para as eleições presidenciais da Colômbia. Tem 46 anos, seis dos quais vividos no cativeiro. Fazia parte de um grupo de 40 prisioneiros políticos "passíveis de troca", e era considerada uma das reféns de maior importância política para as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

Filha do ex-senador e diplomata Gabriel Betancourt e da ex-miss Colômbia Yolanda Pulecio, viveu em Paris durante a juventude, onde o pai era embaixador da Unesco. Nascida em Bogotá, Ingrid tinha nacionalidade franco-colombiana. Estudou Ciências Políticas no Instituto de Estudos Políticos de Paris e teve dois filhos - Melanie e Lorenzo Delloye-Betancourt - durante o primeiro casamento.

Começou sua carreira política na Câmara dos Representantes, depois de distribuir camisinhas nas ruas de Bogotá com o slogan: "a corrupção é a Aids da nossa sociedade. Protejam-se".

Na década de 90, trabalhou no Ministério das Finanças e foi eleita deputada pelo Partido Liberal. Em 1996, por causa de ameaças de morte, seu marido - Fabrice Delloye - e os filhos tiveram que se mudar para a Nova Zelândia. Em 1998, tornou-se senadora com 160 mil votos, o maior número entre os candidatos daquela eleição.

Ingrid foi seqüestrada pelas Farc durante campanha para a Presidência da Colômbia pelo Partido Oxigênio. Ela visitava a zona delimitada de São Vicente del Caguán mesmo com o pedido de autoridades para que não fosse à região. Depois de ter sua solicitação de transporte com um helicóptero militar negada, decidiu ir pela estrada. Ela e sua comitiva foram então seqüestradas pelas Farc.

O primeiro vídeo de Ingrid no cativeiro foi divulgado em julho de 2002. Em 2003, a França enviou um avião para tentar resgatá-la, mas a libertação não aconteceu . No vídeo de novembro de 2007, Ingrid apareceu visivelmente abatida. Mais tarde, em fevereiro de 2008, foi revelado que a ex-senadora está com hepatite B, desnutrição e saúde severamente debilitada. Segundo informações divulgadas pela mídia nos últimos meses, teria também leishmaniose, malária, problemas de insuficiência cardíaca e estaria psicologicamente abalada.

Relatos de ex-reféns e uma carta de sua mãe, Yolanda Pulecio, escrita em novembro de 2007, mostravam que Ingrid era exposta a constantes humilhações e punições no cativeiro.

No início de 2008, lideranças mundiais voltaram a se mobilizar por sua libertação.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e sua esposa, Carla Bruni, participaram de uma marcha solidária em abril de 2008 em Paris pedindo sua libertação.

Em entrevista à revista GLOSS, a filha de Ingrid Betancourt, Melanie, de 22 anos, falou sobre a luta por sua libertação. "Às vezes, choro sozinha em meu quarto. Mas quando lembro dos momentos legais que passei com ela levanto a cabeça. Sigo adiante lutando por ela e, conseqüentemente, por mim...".

Da Redação* com informações de agências e de VEJA

Ingrid é candidata à sucessão de Uribe

Com toda a certeza os seis anos de cativeiro fizeram muito mal à saúde de Ingrid Bitencourt. Mas à sua capacidade de pensar e de proceder politicamente, não - pelo menos a se julgar pela primeira entrevista coletiva concedida por ela ao desembarcar em Bogotá.

O incrível , o insólito , o Inacreditável

Filiado. ou cúmplice, do PT tem 50% de desconto
na assinatura da Carta Capital!


Imagine se a VEJA fizesse um promoção dessas com PSDB ou DEM...!

SE NÃO FIZEREM ISSO, NEM ELES MESMOS COMPRAM A COISA...

HA HA HA HA HA!
por Gracias

Vira-casaca.??

Você lembra daquele papagaio que assobia o hino do Fluminense?

Pois é, de tricolor ele só tem as penas...


Clique aqui para assistir ao vídeo que
mostra como o papagaio se comporta agora

E, como todos os pássaros mudam mesmo a plumagem periodicamente, não vamos crucificá-lo por trocar suas cores, certo?

Leia mais aqui.

Tolerância Zero


Da série “E assim caminha a humanidade”:

deu no Claudio Humberto
Custam pouco mais de cem dólares nos Estados Unidos os bafômetros pelos quais a Polícia Rodoviária Federal pagou R$ 6.798,53 cada.

Conhecido por etilômetro, o modelo Alco-sensor IV , igual ao da PRF, pode ser adquirido no site de compras norte-americano Ebay, acompanhado de maleta, impressora e bafômetro, por míseros U$ 152,00 (ou seja 152,00 x 1,60 = R$243,20).

Exatamente igual ao modelo adquirido pela PRF. Há outros modelos ainda mais baratos. Pedro Paulo Bahia, da PRF, tentou explicar o bafômetro 4.400% mais caro: “

O processo de importação é negócio e não filantropia”.

O assessor da PRF, na mais explícita lógica “Óleo de Peroba”, disse mais: “Se em um fim de semana uma máquina [etilômetro] emitir dez multas, ela já se paga”.

O bafômetro usado pela PRF custou quase R$ 7 mil (ou US$ 4,4 mil) “em razão dos impostos de importação”, diz o assessor da Polícia Rodoviária.

A Polícia Militar e o Detran de Minas Gerais e Rio Grande do Sul vão usar a tomada de preço da PRF para comprar seus etilômetros.

E aí, ninguém vai investigar isso?!?!