domingo, 7 de agosto de 2011
Você realmente sabe o que é roubo?
Imagine que você está em sua casa, sentado no seu sofá, assistindo à sua televisão.
De repente, uma quadrilha de ladrões invade sua casa e rouba esse seu aparelho.
De repente, uma quadrilha de ladrões invade sua casa e rouba esse seu aparelho.
Dado que a função do governo é proteger os direitos de propriedade, você provavelmente chamará a polícia. Se tiver muita sorte, você recupera sua televisão, os larápios vão para a cadeia e sua vida voltaria para o normal, na medida do possível.
Até que...
Três meses depois, os ladrões fogem da cadeia e, como esperado, roubam sua televisão novamente. Só que desta vez eles agem de maneira mais perspicaz: eles contratam a máfia para fazer isso.
Você diria que há alguma diferença entre esses dois arranjos? Dificilmente.
Afinal, você ficou sem sua televisão e os ladrões continuam sendo os responsáveis pelo roubo — ainda que não tenha sido eles quem fisicamente roubou sua televisão.
Com muita sorte, você recuperaria novamente sua televisão, os larápios e a máfia iriam para a cadeia, e sua vida voltaria ao normal... Mas provavelmente nunca mais haveria um 'normal' após isso.
Mas o que aconteceria caso a máfia, impune, resolvesse doar sua televisão para uma família menos "financeiramente favorecida"? Será que esse ato de "caridade" faz com que o roubo de sua propriedade pessoal passe a ser considerado algo aceitável?
Definitivamente não.
Sempre que alguém rouba sua propriedade, por qualquer motivo, com ou sem a ajuda da máfia, trata-se de um ato criminoso de agressão.
Pergunta: o que uma quadrilha de ladrões e a máfia têm em comum com Frédéric Bastiat?
Nada.
Porém, foi Bastiat quem certa vez disse:
O governo é a grande ficção por meio da qual todos querem viver à custa de todo o resto.
Bastiat observou que, ao invés de contratar a máfia, os larápios modernos — de todos os tipos e classes — simplesmente recorrem ao governo para conseguir o que querem.
Atos de agressão que são considerados criminosos quando cometidos por mim ou por você, repentinamente se tornam legítimos quando cometidos pelo governo — transmutação essa que é conhecida como a 'mágica da legislação'.
Essa mágica permite que indivíduos ou grupos de indivíduos estejam legitimamente autorizados a roubar a vida, a liberdade e a propriedade de outros — e tudo com a sanção, a proteção e a assistência do governo.
Bastiat rotulou esse fenômeno de "espoliação legitimada".
Como reconhecer uma espoliação legitimada? Algumas vezes, tais espoliações são explícitas e fáceis de ser reconhecidas. Quando bancos ou grandes empresas recebem ajuda financeira direta do governo, para sair de alguma dificuldade, isso é espoliação legitimada.
Quando uma legislação obriga você a sustentar autarquias, ministérios e empresas estatais, ou até mesmo a adquirir compulsoriamente bens ou serviços — como seguros obrigatórios para você ou para terceiros —, isso é espoliação legitimada.
Em outros casos, a espoliação legitimada é mais difícil de ser reconhecida, e pode até mesmo ser vista como algo benéfico para a sociedade. Por exemplo, subsídios agrícolas ou previdência social.
Entretanto, a realidade é uma só: sempre que riqueza é forçosamente transferida de uma pessoa para outra, isso não é caridade. Trata-se apenas de mais uma forma de espoliação legitimada.
Espoliação legitimada não se limita apenas a assuntos que envolvam dinheiro. Uma coerção governamental que roube a vida ou a liberdade de alguém é apenas mais uma forma de espoliação — por exemplo, quando seus filhos são obrigados por lei a frequentar escolas públicas ou privadas, ou são recrutados compulsoriamente para o exército.
Bastiat concluiu que:
Quando a espoliação se torna um meio de vida para um grupo de pessoas, elas criam para si próprias, ao longo do tempo, um sistema legal que autoriza este ato, e um código moral que o glorifica.
Em outras palavras, a espoliação legitimada transforma os cidadãos em quadrilhas concorrentes de ladrões, ao mesmo tempo em que transforma o governo em uma máfia extremamente poderosa e com autonomia para praticar atos típicos de crime organizado contra os mesmos direitos naturais que ele supostamente deveria proteger.
Nesse ciclo vicioso, é apenas uma questão de tempo para que um vizinho espoliador utilize o governo para espoliar o vizinho honesto.
Portanto, da próxima vez em que você vir um ato generoso do governo, faça a seguinte pergunta a si próprio: quem está sendo espoliado para que isso seja possível?
Não se surpreenda ao descobrir que a resposta é 'você'.
Esse texto é uma adaptação panfletária do vídeo linkado na foto acima.
The Foundation for a Free Society é um grupo ativista libertário americano que busca conscientizar os indivíduos a entender seus direitos naturais para que possam realmente exercê-los.
Seu website.
Sinais Sinistros

O início da terceira guerra mundial tem data marcada entre Outubro e Novembro, com a participação de tropas mobilizadas pela pacífica ONU, incluindo as da OTAN
O alvo inicial a Síria com imediata ocupação da Líbia.
“A capacidade dos povos americanos para saber a verdade sobre estes assuntos, tem sido minada por falsidades dos órgãos de comunicação controlados deixando as nações americanas despreparadas para o terrível colapso econômico (PROVOCADO), que agora se acredita acontecerá mais cedo do que pensam os analistas.”
No círculo de relações afetivas, conto com um moço de meia idade. Ele, como a maioria dos comuns, vive afastado desta pauleira de informações sobre os satanistas conspiradores vitalícios contra a essência da vida e das nações. Já fez turismo por meio mundo, percebendo que os humanos buscam deixar pistas marcantes do seu conhecimento em grandes obras de arte cheias de simbolismo, na engenharia e na organização para o bem estar. Tudo que de um momento para outro pode ser destruído por um míssil com ogiva nuclear.O alvo inicial a Síria com imediata ocupação da Líbia.
“A capacidade dos povos americanos para saber a verdade sobre estes assuntos, tem sido minada por falsidades dos órgãos de comunicação controlados deixando as nações americanas despreparadas para o terrível colapso econômico (PROVOCADO), que agora se acredita acontecerá mais cedo do que pensam os analistas.”
Mas a essência, o transcendental é indestrutível.
Bem que gostaria de comentar somente os aspectos produtivos e benéficos das ações que embalam a vida da gente como se estivéssemos num berço ou numa rede. Mas nasci quando começava a Segunda Guerra Mundial e talvez por isto mesmo, fui acostumado a degustar o último bocado limpando o prato e encher os olhos com as últimas luzes do dia, como se fosse a última refeição e a última visão. Habituado a agradecer antes de adormecer.
Em cada possível manhã seguinte, o vício de buscar a notícia sobre as guerras e a humanidade, tornou-se repetitivo. Em mais de meio século buscando compreender as relações humanas, somente nos últimos anos tive acesso aos documentos que identificam a fonte de decisões que afetam a segurança das gentes, que afetam a esperança e a fé imorredoura na vitória das utopias humanas.
Está identificada a estirpe dos que se acreditam herdeiros em linha direta dos escolhidos pelo próprio Deus, para transformar os comuns num só grupo obediente, dividido por habilidades servis, incapaz de pensar e fazer escolhas. Incapaz de gerir a própria vida.
Poderia como muitos fixar o a atenção nos fatos imediatos, depois de consumados e dedicar-me a emendar sonetos.
Isto seria fazer como os que apresentam noticiários de televisão e outras mídias, mostrar os fatos com molduras de encomenda para desviar a atenção do alicerce, do que sustenta a tal engenharia social.
Há muito mais além das bordas do mingau.
Acreditava-se no século passado que o Fort Knox guardava a maioria do ouro que lastreava o dólar. Num tempo que não se sabe direito, quando o lastro ouro da moeda brasileira foi escamoteado pelos governantes, o ouro do tesouro nacional foi transportado para o Fort Knox. Os jornais noticiaram isto num rodapé.
Agora, dizem, as toneladas de ouro que são utilizadas para, dizem mais uma vez, “regular o comércio internacional e liquidar os saldos entre países” está sob controle da London Bullion Market Association, sediada em Londres.
E no Fort Knox, já era sabido há alguns anos, resta zero em ouro e os EUA devem toneladas ao mundo inteiro, principalmente à China, Japão, Brasil...
Daí a pressa de ter aprovada a emissão de papel pintado de verde, para manter a ilusão da moeda forte.
Há uma notinha interessante neste engodo: "Em outubro de 2009, a China recebeu um carregamento de barras de ouro. (...) o governo chinês pediu que os testes de garantia da pureza do metal...”
São feitos quatro furinhos nas barras para análise.
Pois bem, os chineses descobriram que as barras cuja guarda original fora Fort Knox, continham núcleos de tungstênio recobertos por uma camada de ouro verdadeiro.
Uma fraude de aproximadamente 6.5 toneladas de ouro.
Saiu da Rússia a informação de que o socialista francês Strauss-Kahn, foi defenestrado do FMI, porque queria revelar a farsa ao mundo, isto é, provar que no Fort Knox, se existe ouro ainda, é falso.
Em 2009, o site ViewZone.com informava que o ouro dos EUA havia sumido. E mais recentemente, o deputado Ron Paul, declarou:
"Eu acho que é uma possibilidade."

Uma possibilidade tão real, como a previsão de Alex Jones sobre o início da terceira guerra mundial, citando informantes situados nas oficinas do complexo militar industrial norte americano.
O conflito tem data marcada entre Outubro e Novembro, com a participação de tropas mobilizadas pela pacífica ONU, incluindo as da OTAN.
O alvo inicial a Síria com imediata ocupação da Líbia.
Na seqüência a guerra cobrirá todo o norte da África e Oriente Médio. Os grandes navios de guerra, aviões, armamento sofisticado, satélites, já estão posicionados.
Uma febril logística envolve os cérebros militares, comerciantes e banqueiros nos EUA, na Europa, na Rússia e na China. Estamos no limiar de uma carnificina dantesca que alguns importantes meios de comunicação vão transmitir em tempo real.
Encerro com a transcrição da fonte, onde existem outros detalhes curiosos: “A capacidade dos povos americanos para saber a verdade sobre estes assuntos, tem sido minada por falsidades dos órgãos de comunicação controlados deixando as nações americanas despreparadas para o terrível colapso econômico (PROVOCADO), que agora se acredita acontecerá mais cedo do que pensam os analistas.”
Fonte: Whatdoesitmean.com - © May 31, 2011 EU and US all rights reserved. Permission to use this report in its entirety is granted under the condition it is linked back to its original source at WhatDoesItMean.Com
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Advogados da Conab apoiaram pagamento ilegal
Documento obtido pelo site de VEJA desmente ministro e mostra que Oscar Jucá não agiu sozinho quando destinou 8 milhões de reais à Renascença
Por Gabriel Castro
Quando foi à Câmara dos Deputados, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, disse ter feito de tudo para impedir o pagamento ilegal de 8,2 milhões de reais à empresa Renascença, obra do ex-diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
E que a irregularidade foi resultado de uma atitude individual de Oscar Jucá Neto - o que acabou culminando na sua demissão.
Mas não foi bem assim.
Nos autos do processo em que a empresa cobrava o pagamento da dívida, a companhia exibe o comprovante do depósito milionário e comunica à Justiça que o débito foi quitado.
A ordem de pagamento aparece subscrita por quatro advogados da Conab.
Larissa Machado Botelho, que integra a equipe, assinou o documento em 5 de julho, quatro dias depois que o irmão do senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, realizou o pagamento.
Em tese, cada pagamento deveria passar também pelo procurador-geral da Conab.
Isso derruba, portanto, a afirmação de que Jucá Neto era o único a saber da ilegalidade.
A assessoria do ministro reafirma que, assim que ficou sabendo do pagamento, tentou reverter a decisão.
Oscar Jucá Neto foi demitido do cargo de diretor financeiro da Conab porque ordenou um pagamento ilegal à Renascença.
O processo não havia nem mesmo sido julgado em última instância.
Além disso, Jucá usou recursos de outra rubrica, destinado ao apoio a agricultores.
A Conab não apresentou recurso da decisão, o que é obrigatório para órgãos do poder público. Depois da demissão, Jucá Neto falou a VEJA e revelou a existência de outras ilegalidades dentro da pasta.
"Só tem bandido" - Jucazinho decidiu contar o que sabe porque atribuiu sua saída a uma armação de peemedebistas contra seu irmão - e também porque se sentiu humilhado com a exoneração.
O caso azedou as relações entre o senador Jucá e o vice-presidente, Michel Temer, padrinho do ministro Wagner Rossi. Os dois trocaram ameaças e xingamentos por telefone.
Em entrevista a VEJA, Jucazinho contou que existe um consórcio entre o PMDB e o PTB para controlar a estrutura do Ministério da Agricultura com o objetivo de arrecadar dinheiro.
Ele não poupa seus antigos companheiros de ministério.
Diz que o ministro Wagner Rossi lhe ofereceu dinheiro quando sua situação ficou insustentável.
“Era para eu ficar quieto”, afirma.
“Ali só tem bandido.”
A PIOR ESCOLHA DE LULA
Dizem que Nelson Jobim saiu do Ministério da Defesa porque quis.
Estava insatisfeito e manifestou esse sentimento com provocações ao governo petista no intuito de ser demitido.
Por Maria Lucia Victor Barbosa
Não interessa nesse artigo analisar tal homem público. Muitos o elogiaram como se ele tivesse morrido, afinal, todo morto vira santo.
Não vem, contudo, ao caso tratar aqui do civil que gostava de se fantasiar de militar.
Antes interessa observar mais uma escolha de Lula, talvez, a pior de todas.
Afinal, ocorre a alguém que não foi ele que, em prazeroso exercício de seu terceiro mandato ordenou a sua afilhada política que desse um posto importante ao homem que sob suas ordens e via Marco Aurélio Garcia foi exemplarmente servil?
Na verdade, perante o mundo civilizado o Brasil passou vergonha por conta dos constantes fiascos e trapalhadas do chanceler, de seus achegos aos piores ditadores mundiais, de suas erráticas escolhas ideológicas que privilegiaram o perigoso Ahmadinejad, o sanguinário déspota Fidel Castro, o bufão Hugo Chávez e demais caudilhos latino-americanos, enfim, todos os que são rotulados como sendo de esquerda.
Por outro lado, as pantomimas “diplomáticas” de Amorim de certo modo disfarçaram o modo de ser PT no poder perante esquerdistas românticos ou para aqueles que acreditam que Lula é a “luz do mundo”.
Isto porque, o outrora partido ético, único verdadeiramente de esquerda, aquele que vinha para mudar o que estava errado mergulhou de cabeça no vale-tudo da imoralidade pública, no peculiar tipo de capitalismo selvagem, onde poderosos roubam bilhões e fica por isso mesmo.
Lula determinou que permanecessem no governo Rousseff ministros de setores estratégicos, ligados ao seu partido e que o serviram em seus mandatos.
E outros da chamada base aliada ou comprada, como Alfredo Nascimento do Ministério dos Transportes.
Sem dúvida, uma tática de atrelamento para dar continuidade ao seu poder, a mesma que ele impõe ao PT quando quer indicar candidatos a prefeito.
Palocci, o primeiro do atual governo a cair deve estar sem medo de ser feliz e ganhando fábulas. Nascimento e vários diretores do Ministério dos Transportes que através do que foi mostrado na imprensa lembrou um antro de ladrões, foram para o olho da rua. Agora se foi Jobim, que pelo menos não apareceu como corrupto.
E Dilma Rousseff, que tendo sido, inclusive, ministra da Casa Civil, o ministério mais importante que comanda todos os demais, também não sabia de nada?
Se sabia, porque não avisou ao chefe?
Porque só agora Rousseff reagiu para ser aplaudida como a grande defensora da ética?
Será por que no Ministério dos Transportes, o PAC, seu “filho” único foi abortado entre fraudes, tramoias e falcatruas?
Seria o ataque moralista da presidente apenas um golpe de marketing?
Terá ela coragem de fazer a mesma limpeza em outros ministérios, especialmente os do PMDB?
De todo modo, foi significativo o aviso de Gilberto de Carvalho, porta-voz de Lula, de que não haverá mais caça as bruxas.
Chegou-se na era Lula ao fundo do poço da amoralidade, da mediocridade, da vulgaridade, da ausência de valores, da impunidade, do achincalhe, da malandragem, do cinismo e da mentira praticados de modo nunca antes havido nesse país.
Com raras exceções presencia-se a degradação total do meio político, onde a corrupção é o feijão com arroz do cotidiano.
Não tem vontade própria, não possui espinha dorsal e seu forte são trapalhadas cometidas no afã de agradar aos superiores.
A este tipo de indivíduo foi entregue o Ministério da Defesa, o que dá a sensação de que o país está indefeso.
Como curiosidade se pode conjecturar o que fará ele em primeiro lugar:
a compra dos caças franceses?
A criação de um Exército latino-americano para servir a Hugo Chávez?
A oficialização do trânsito das Farc dentro de nossas fronteiras?
Ah, muito pode fazer Amorim em nome da causa.
E como afirmou Lula da Silva: “não cabe aos militares gostarem ou não gostarem”.
Ao povo não precisa dizer que deve votar nele em 2014. O povo fará isso com entusiasmo.
Há tempos atrás tais coisas seriam tidas como impossíveis.
Tudo mudou.
Para pior.
Muito pior.
Eis a verdadeira herança maldita, onde Celso Amorim é um dos destaques.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
07/08/2011
O “placar da rodada” do governo Dilma
Placar da Rodada:
síntese de um ministério desclassificado
síntese de um ministério desclassificado
Pouco mais de 7 meses de governo e a gestão Dilma coleciona derrotas.
Durante esse período ocorreram 5 trocas de ministro, três demissões importantes e mais de uma dezena no segundo e terceiro escalões do governo.
Qual o placar até agora?
Quais foram os casos mais graves?
Quantos são os ministérios envolvidos em escândalos?
Tentamos responder essas questões inaugurando o “placar da rodada” do governo Dilma.
Os resultados parciais são espantosos: quase uma troca de ministro por mês!
Com uma média dessas, será que o governo Dilma encontrará um rumo até o fim do mandato?
Por enquanto ele ainda não saiu da Zona de Rebaixamento.
Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões.
O Implicante está no Youtube
Vale a pena ler de novo....
Por Ipojuca Pontes
Política
09/06/2005
09/06/2005
O que chama mais atenção tem sido a insistência das elites pensantes em procurar manter a imagem do antigo metalúrgico, alçado à presidência da República, infensa e imune ao cenário de corrupção e crimes que o circunda.
"Eu me invoquei, um monte de serviço pra fazer, dia de sábado, e eu falei, sabe de uma coisa, não vou fazer merda nenhuma. O cara (patrão) me deu dinheiro pra eu almoçar, pra fazer hora extra, eu peguei o dinheiro, pus no bolso, disse vai tomar no (CENSURADO), que eu não vou trabalhar porra nenhuma" – Lula, o metalúrgico, em depoimento ao repórter Mário Morel, na "Anatomia de uma liderança" (Nova Fronteira, Rio, 1989).
Há tudo de podre no reino espúrio do Planalto.
Lula, Delúbio Soares, políticos da "base aliada" e o PT transformam a vida nacional numa espécie de espetáculo grotesco, com transbordamentos de farsa barata, muito mais agressivo do que os dramas (trágicos) montados por Gregório Fortunado, o "Anjo Negro" do governo de Vargas, em 1954, e pelo tesoureiro de campanha da tumultuada gestão de Collor de Mello, o PC Farias, no início dos anos 90.
Quem faz a implosão de "quase tudo", agora, mostrando as vísceras do organismo governamental apodrecido, é o homem-bomba Roberto Jefferson, o "parceiro solidário" do companheiro Lula, o regente da ópera bufa que acumula e faz ecoar, com notas estridentes, as cenas sucessivas de escândalos, roubos, mentiras, traições e até suspeitas de assassinatos.
De fato, vive-se no Planalto, nos dias que correm, a experiência de um frenético Grand Guignol ao alcance de todos – o que, em termos comparativos, torna a Dinamarca do príncipe Hamlet (cenário shakespeareano de apropriações indébitas, incestos, envenenamentos e loucuras desenfreadas) um reino de decência, tranqüilidade e honradez.
O que chama mais atenção em tudo tem sido a insistência das elites pensantes em procurar manter a imagem do antigo metalúrgico, alçado à presidência da República, infensa e imune ao cenário de corrupção e crimes que o circunda.
Estaria a nação anestesiada?
O fato concreto é que os chamados "formadores de opinião" e os eternos políticos de plantão, do baixo e do alto clero, estão todos ávidos em proclamar, diante da catástrofe, a inocência de Lula:
O próprio chefe da Casa Civil, Zé Dirceu, o ex-patrão de Waldomiro Diniz que prevê para Lula (e a respectiva patota "socialista") o mínimo de 12 anos de mando e boa-vida no poder, fez da expressão "o governo não rouba nem deixa roubar" um estribilho inócuo e vazio – mas que procura evidenciar, como a imagem do Cristo em quarto de prostituta, a candura do chefe da nação.
Mas a realidade é bem diferente e o simples retrospecto histórico, no levantamento de fatos, nos leva a crer que de inocente Lula não tem nada.
Por exemplo: já nos anos da ditadura militar - que tornou inviável a ação política do Partido Comunista e viabilizou (também economicamente) a emergência de Lula e seu sindicalismo partidário - o então ministro do Trabalho do governo Figueiredo, Murilo Macedo, após trazer o ambicioso líder sindical de helicóptero à sua casa (em Atibaia), reagiu, diante das exigências pecuniárias do outro:
- "Ô Lula, eu não vou te dar mais um tostão, porque se eu der, você vai querer ser presidente da República" (Idem, pág. 72).
Caso mais degradante foi o de Paulo de Tarso Venceslau, antigo guerrilheiro da ALN (um dos responsáveis pelo seqüestro do Embaixador Elbrike), economista e administrador das finanças de duas prefeituras petistas (Campinas e S. José dos Campos) nos anos 90: ao descobrir que o empresário Roberto Teixeira, compadre e hospedeiro de Lula estava por trás de operações fraudulentas que envolviam cifras públicas em torno de US$ 16 milhões, o secretário Paulo de Tarso, ao invés de ceder à pressão de dirigentes petistas, instalou uma comissão de sindicância e, com ela, sustou a vultosa falcatrua armada pelo compadre de Lula.
E fez mais: ao saber que estava sendo considerado pelo então presidente do PT como "criador de problemas", buscou e manteve entrevista pessoal com o atual presidente da República, quando explicou, com riqueza de detalhes, que Roberto Teixeira estava desviando de forma criminosa dinheiro da prefeitura de S. José dos Campos.
Segundo o secretário petista, Lula, depois de ouvir o escabroso relato, considerou-o "grave" e disse que ia "procurar uma solução" (Jornal da Tarde 26/05/97).
A solução encontrada pela presidência do PT foi exonerar Paulo de Tarso Venceslau do cargo de Secretário das Finanças da Prefeitura de S. José dos Campos.
Para acúmulo das evidências em contrário, há também o fato singular de Lula da Silva, mesmo depois de eleito presidente da República, ter visitado, segundo testemunhos da vizinhança, o apartamento de Waldomiro Diniz, outro homem-bomba do governo petista - antes, porém, verdade seja dita, das tristes manchetes que levaram o ex-assessor parlamentar e sub-Chefe da Casa Civil do governo ser considerado pela Deputada Luciana Genro, filha do ministro da Educação Tarso Genro, a "ponta do iceberg da podridão" no Planalto.
Em meio ao pânico nas hostes do governo, ministros e áulicos se confundem, se chocam e entrechocam com opiniões contraditórias num cenário de escombros.
O apatetado líder do governo no Senado, Aluízio Mercadante, por exemplo, diz que Lula nunca recebeu informação de Jefferson de que Delúbio repassava o "mensalão" de R$ 30 mil aos deputados da "base aliada", para logo depois ser desmentido por Aldo Rebelo, o ministro da Coordenação Política, que confirmou ter Lula recebido a informação da existência da propina pelo líder do PTB, ainda que de "forma genérica e de passagem".
O grande medo, o supremo e real temor que paira sobre Brasília é o de se perder a grande boca do dinheiro fácil do Estado, a cornucópia infalível que leva a patota do Poder ao Paraíso terrestre em meio ao inferno geral que assola o País.
A melhor explicação para a vigência do sistema corrupto instituído pelo PT, curiosamente, ainda é a formulada pelo próprio Jefferson, o homem-bomba que detonou de vez o governo Lula:
"É mais barato pagar o exército mercenário do que dividir o poder.
É mais fácil alugar um deputado do que discutir um projeto de governo.
Quem é pago (corrompido) não pensa".
Nem Cícero, o senador da decadente Roma, diria melhor.
Escândalo de lobby provoca primeira baixa na Agricultura
Governo
Secretário-executivo Milton Ortolan, braço-direito do ministro Wagner Rossi e responsável por liberar a ação de lobista na pasta, pediu demissão do cargo
Luciana Marques
Secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan, pediu demissão após reportagem de VEJA
(Dilvugação/Câmara Municipal de Americana)
O escândalo provocado após a revelação - por VEJA - da atuação do lobista Júlio Fróes no Ministério da Agricultura provocou a primeira baixa na pasta, neste sábado.
O secretário-executivo da Agricultura, Milton Ortolan, pediu demissão do cargo.
Como mostra reportagem de VEJA, Ortolan, braço direito do titular da pasta, Wagner Rossi, foi quem liberou Fróes para atuar no ministério.
Na Agricultura, "Doutor Júlio", como é conhecido pelos servidores, goza de privilégios. Tem acesso liberado à entrada privativa do ministério e usa uma sala com computador, telefone e secretária na sobreloja do prédio, onde está instalada a Comissão de Licitação - repartição que elabora as concorrências que, só neste ano, deverão liberar 1,5 bilhão de reais da pasta.
Em nota, Ortolan diz que apresentou um pedido de exoneração em “caráter irrevogável” ao ministro Wagner Rossi.
Ele negou ter se envolvido em irregularidades e disse que em quarenta anos de serviço público jamais foi acusado de conduta irregular. “Em relação ao senhor Júlio Fróes, informo que o conheci por ocasião do início do processo de contratação da Fundação São Paulo (PUC-SP). Chegou a mim como sendo um representante da PUC-SP. Desconheço a mencionada reunião realizada na Assessoria Parlamentar do Ministério da Agricultura para distribuição de propina”, disse em nota. “Tenho a consciência tranquila e provarei minha inocência”, concluiu.
Carreira - Até 4 de março deste ano, Ortolan era chefe de gabinete do ministro Wagner Rossi. Ele integra o Conselho Fiscal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Conselho de Administração da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o conselho gestor do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).
O agora ex-secretário-executivo é administrador de empresas e já comandou a Secretaria de Educação de Americana, cidade em que nasceu, no interior de São Paulo.
No governo federal, já passou pelo Ministério dos Transportes e pela Empresa Brasileira de Turismo (Embratur).
O que diz a reportagem de VEJA
- No ano passado, acompanhado por Ortolan, Fróes se instalou pela primeira vez em uma sala do ministério para redigir um documento que justificava a contratação dos serviços da Fundação São Paulo (Fundasp), mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Foram dois dias de trabalho, ao cabo dos quais o ministro Rossi autorizou a contratação da entidade, sem licitação, com pagamentos de 9 milhões de reais.
O representante da fundação beneficiada?
O próprio Júlio Froes.
Meses mais tarde, o lobista convocou uma reunião com funcionários que o haviam auxiliado na elaboração do documento.
O encontro aconteceu na sala da Assessoria Parlamentar, no oitavo andar do ministério. Cada um que chegava recebia uma pasta.
As pastas continham dinheiro - uma "agendinha", no dizer do lobista.
Froes também se apresenta como representante do Ministério da Agricultura. Funcionários disseram a VEJA que, em certa ocasião, ele lhes contou como pediu uma "gratificação" de 10% aos donos de uma gráfica - a Gráfica Brasil - em troca da renovação de um contrato com o ministério.
Mais ainda: ele assegurou ter agido assim por instrução de Milton Ortolan. "Realmente essa proposta nos foi feita por alguém que se apresentava em nome do ministro", disse à revista um dos responsáveis pela área comercial da empresa.
Em entrevista gravada, Júlio Fróes afirmou conhecer o ministro Wagner Rossi e o secretário executivo Milton Ortolan.
Enfilerou, em seguida, um rosário de negações.
Negou frequentar o prédio do ministério - onde foi flagrado pela reportagem na última quarta-feira, como atesta uma série de fotos. Negou ser representante da Fundasp, enquanto até o ministério diz que ele representou a entidade. E, subitamente, indagou: “Eu tenho gravações que comprometem o Ortolan. Quanto você me paga?”
Procurado por VEJA, o ministro Wagner Rossi afirmou inicialmente nunca ter ouvido falar no lobista. Um dia depois, sua assessoria informou, em nota, que o ministro o "cumprimentou uma vez", em 2010. Neste sábado, Rossi divulhou nota em que nega ter qualquer envolvimento com Fróes.
Investigação - A oposição pretende entrar com um pedido de investigação na Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a atuação do lobista no Ministério da Agricultura.
O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), diz que as informações merecem apuração por parte do Ministério Público. “Temos que criar um cenário favorável à investigação judiciária e encaminhar um requerimento à PGR para que realize os procedimentos necessários”.
O tucano disse que o pedido será enviado ao procurador-geral após o depoimento do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, no Senado na próxima quarta-feira.
Na ocasião os oposicionistas devem questionar o ministro sobre as novas revelações na pasta. Eles cogitam ainda convocar o lobista Júlio Fróes para prestar esclarecimentos sobre o caso na Comissão de Agricultura.
sábado, 6 de agosto de 2011
Uribe descreve Lula como hipócrita e covarde
Escrito por La Patilla
Internacional - América Latina
Internacional - América Latina
Álvaro Uribe também assegurou que “Lula combatia (o presidente da Venezuela, Hugo) Chávez ausente e tremia frente a Chávez presente”.
O ex-presidente colombiano Álvaro Uribe Vélez (2002-2010) respondeu através de sua conta Twitter (@alvarouribevel) ao ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), depois que este revelou em Bogotá, em um encontro com o presidente Juan Manuel Santos que, quando foram governantes, “Não havia confiança entre Uribe e eu”.
“Lula nos maltrata e no governo fingia ser o melhor amigo”, escreveu Uribe através de sua conta no Twitter, e acusou Lula de ser “mal perdedor”, porque a Colômbia ganhou do Brasil a presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Em outra mensagem, Uribe disse: “Lula incapaz de declarar a narcofarc de terroristas”, em alusão à insistência do governo de Uribe de que os países vizinhos declarassem como grupo terroristas às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC, comunista).
Uribe acrescentou que “Lula foi incapaz de extraditar o padre Camilo, terrorista refugiado no Brasil”, que segundo as autoridades colombianas era o representante das FARC nesse país.
Além disso, Uribe assegurou em outra mensagem que “Lula combatia (o presidente da Venezuela, Hugo) Chávez ausente e tremia frente a Chávez presente”.
Finalmente, o ex-presidente colombiano afirmou que “hoje Lula confessa que me teve desconfiança, porém o investimento do Brasil teve toda a confiança”.
O que Lula disse?
O ex-mandatário do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, de visita a Bogotá, afirmou que acredita que os presidentes Juan Manuel Santos e Dilma Rousseff podem fazer muito mais “do que fizemos eu e Uribe. Não confiávamos inteiramente entre os dois (sic)”, anotou.
O ex-presidente propôs ao governo colombiano criar um fundo de garantia para investir no desenvolvimento estratégico do Sul, de maneira que se avance em novas hidrelétricas, portos e vias. “há que aproveitar o gasto para a riqueza do continente.
Projetos estratégicos para daqui a 10 anos.
Isto é o melhor que está acontecendo entre Brasil e Colômbia”, acrescentou Lula.
O ex-presidente do Brasil pediu para dar importância ao crédito. “Presidente Santos, você não deve ter medo de emprestar dinheiro aos pobres. Os pobres pagam”, disse Lula ao fazer um chamado à “bancarização”.
Ele destacou a gestão do presidente colombiano, Juan Manuel Santos e disse que o país “está vivendo um momento de tranqüilidade extraordinária com alguns vizinhos polêmicos”.
Lula assegurou que Santos está marcando na UnaSul uma política muito importante. Segundo Lula, a lição que o mandatário colombiano deu é de que não dedicou seu tempo em brigar com os demais vizinhos, senão em fazer a paz com eles.
O ex-mandatário brasileiro ressaltou a presença de empresas do Brasil como a Petrobras, Odebrecht, Grupo Sinergy, entre outras. “Este é um sinal muito promissor das relações bi-nacionais”, disse Lula.
05 Agosto 2011
Com Celso Amorim na Defesa, programa de renovação da frota de caças da FAB vai pelos ares
Nas três Armas que integram o Ministério da Defesa (Exército, Marinha e Aeronáutica), o sentimento de que a escolha não poderia ser pior é generalizado.
Integrante da esquerda festiva e talvez tão fraquinho quanto a agora companheira Ideli Salvatti, o ex-chanceler Celso Amorim é um adepto confesso do entreguismo, ideologia burra que o novo ministro deixou claro nas trapalhadas diplomáticas que protagonizou nos último anos, colocando o País em situação vexatória diante de parceiros internacionais.
E entreguismo é um vernáculo que não existe no dicionário da caserna.
Michel Temer chegou a receber um convite para substituir o ministro da Defesa, Nelson Jobim
Dilma convida Michel Temer para substituir Nelson Jobim na Defesa, mas vice-presidente recusa oferta

De saída – Em reunião com Dilma Rousseff na noite desta terça-feira (2), o vice-presidente Michel Temer chegou a receber um convite para substituir o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Após recusar de pronto, Temer, inclusive, consultou peemedebistas mais próximos, chegando à conclusão de que o mais apropriado seria declinar do convite, depois de lembrar o que aconteceu com o ex-vice-presidente José Alencar.
É um caso semelhante ao do então candidato que aceitou completar a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva e assinou o seu reduzido plano de atuação política.
Em outras palavras, perdeu o espaço de atuação política.
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Lula e a sua sucessora são o nosso inferno a ser apagado!
#2 José Tiago
05-08-2011