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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A MICARETA DA HISTÓRIA NO REINO ENCANTADO DO PRÉ-SAL, OLERÊ, OLARÁ

Por Reinaldo Azevedo

É um absoluto delírio (mas não é o tipo de visão que um maluco ou outro têm sozinhos:

esta tende a ser coletiva) esse Carnaval do Pré-Sal:

um carnaval fora de hora, com alguns anos de antecipação, uma verdadeira Micareta da História.

Não é que não exista necessariamente aquilo tudo de petróleo lá nos cafundós.

Deve haver, não é? Saberemos quanto ao longo dos anos.

Fácil de tirar não é (veja texto abaixo).

Quando alguma coisa de substancial estiver saindo de lá, o sucessor de Lula estará encerrando seu (primeiro?) mandato.

E por que tanto calor?

E por que tanto assanhamento?

E por que o rei do axé está no palco gritando: “Tira o pé do chããão, galera!!!”

Porque não e palco, é palanque.

Lula é nosso passado (ele estabilizou a economia, como sabem; criou o Real…), nosso presente e nosso futuro.

Se e quando se extrair petróleo do pré-sal em quantidade relevante, terá sido ele o responsável.

Até a sua chegada ao poder, seus adversários queriam destruir a Petrobras, não é mesmo?

É o samba-do-eleitoralismo-doido, temperado pelo nacionalismo bocó e espalhado pelo subjornalismo vigarista.

Aqui.

Tudo é marketing… puro marketing…!

Projetos dos pré-sal só sairão em 2010, diz Ideli

Projetos dos pré-sal só sairão em 2010

Orlando Brito
Foto
Senadora Ideli Salvatti

A líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), descartou nesta segunda (31) a votação ainda este ano dos projetos de lei sobre o novo marco regulatório do petróleo do Brasil, mesmo que tramitem sob o regime de urgência constitucional, como pediu o Palácio do Planalto.

“Não vai ser votado até o final do ano, porque fica 45 dias na Câmara, ou seja, até o dia 15 de outubro.

Se chegar no dia 1o de novembro no Senado, fica até 15 de dezembro, mas com certeza o Senado vai alterar o projeto e ele terá que voltar para a Câmara”, declarou.

Para Ideli, a votação deve ser concluída no primeiro semestre do ano que vem.

Mentira no PT é um método.

Charges...




O governo federal decidiu na manhã desta segunda-feira enviar ao Congresso Nacional quatro projetos de lei, em regime de urgência constitucional, com as regras para exploração do petróleo na camada pré-sal.

Segundo o líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a urgência permitirá que o novo marco regulatório seja aprovado na Câmara e no Senado ainda este ano.

Frase do dia...

CONSTELAÇÃO

Nosso Supremo é constituído por estrelas cuja luz própria
é o saber jurídico.
Algumas são de primeira grandeza (uma está licenciada),
outras são estrelas cadentes.

Carlos Augusto de A. Maranhão

São Paulo

Aqui.

Marina admite disputa com Dilma e critica PT

Marina quer refundar PV e admite embate com Dilma

Em ato de filiação ao partido, senadora rechaça ideia de trégua eleitoral com o PT


Com discurso de candidata, senadora chora ao lembrar sua saída do PT e reconhece divergências com ministra em questões ambientais


Lalo de Almeida/Folha Imagem
Marina, ex-ministra do Meio Ambiente, no ato de filiação ao PV

Ao assinar ontem sua ficha de filiação ao PV, a senadora Marina Silva (AC) condicionou sua candidatura à Presidência ao que seus aliados chamam de refundação ética do partido e admitiu a possibilidade de confronto com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) numa eventual disputa eleitoral.

Embora tenha chorado ao lembrar sua saída do PT, Marina reconheceu divergências com Dilma em matéria ambiental e rechaçou a ideia de trégua eleitoral.

"Não disse que não haveria um embate", reagiu ela, ao responder especificamente sobre o PT. "As diferenças serão explicitadas no processo. Obviamente já tem uma mais do que explícita, que é a questão da visão de mundo em relação à crise ambiental", reagiu.

Marina confirmou ter protagonizado queda-de-braço com Dilma no governo. Mas frisou que a decisão cabia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

"Não vou me colocar aqui no lugar de vítima da ministra Dilma Rousseff".
Segundo ela, durante a campanha são reafirmados os pontos de vista.

Daí, o confronto.

Recebida por convencionais do PV com um coro de "Brasil urgente, Marina presidente", a senadora listou ressalvas ao governo Lula, como a concessão de incentivos à indústria automobilística e a frigoríficos na Amazônia sem a exigência de contrapartida.

"Já são diferenças que serão tratadas em uma visão de país."

Ao discursar, a senadora lançou críticas sutis a Lula. Ainda que jogue a decisão de concorrer para o ano que vem, ela pregou a renovação política.

E justificou: "É algo que nos chama a fazer esse revezamento, de que ninguém deve querer ser líder de tudo e querer ser líder do resto. Isso não dá certo.

E no Brasil isso está destruindo a política... um pouco", disse ela, que ocupou por cinco anos o Ministério do Meio Ambiente.

Mais tarde, ao ser questionada se era referência a Lula, disse que se aplicava também a ela.

A ex-petista defendeu ainda um aperfeiçoamento do Bolsa Família. "Não há mais espaço para a velha política de se fazer as coisas pelas pessoas.
É preciso que se faça com as pessoas."

Refundação do PV


Refundação

Marina afirmou que o lançamento de sua candidatura dependerá da revisão programática e a reestruturação do PV.

"Não venho mais com a ilusão dos partidos perfeitos que acalentei durante a juventude. Mas com a certeza de que homens e mulheres de bem podem aperfeiçoar as instituições", discursou ela, acolhida pelos verdes históricos como uma chance de depuração.

Enquanto Marina evitava assumir a candidatura, o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, já apostava numa aliança capaz de garantir cerca de cinco minutos de propaganda na TV.

O partido já negocia alianças com pequenos partidos, inclusive o PDT, sendo que a conversa está mais adiantada com PSC, PSOL e PMN.

Antes mesmo de assinar a ficha de filiação, Marina viu expostas as divergências internas do PV. A senadora -que recorreu a Guimarães Rosa para declarar carinho ao PT- convidou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, para o evento. Mas ele não estava entre os oradores.

Já o secretário municipal Eduardo Jorge sentou-se no chão, diante da mesa. Escolhida pelo governador José Serra (PSDB) à revelia do comando do partido, a secretária de Ação Social, Rita Passos, não teve assento entre as autoridades.

Conduzido à ponta da mesa, o ministro da Cultura ouviu críticas à equipe de Lula, como a do deputado Fernando Gabeira (PV), para quem o governo "é moralmente frouxo".

À saída, Ferreira reagiu: "Ele é parcial. Faço essa crítica política em geral. Minha crítica política é que o PV se aproximou muito dessa lógica pragmática", disse Ferreira, afirmando que Marina não fará oposição ao governo Lula.

"Ela disse melhor do que eu. Vai sair de casa. Mas continua morando na mesma rua."

Comentário do Blog:


Hum....! Entenderam a lógica da coisa?

A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - Rivadavia Rosa

A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM

Por Rivadavia Rosa



MEMÓRIA:

O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria". Winston Churchill

“Milhões de vítimas pagam o preço das ilusões da esquerda sobre o crime – e sobre ela mesma.” THOMAS Sowell

“Transigir con un comunista es mil veces peor que transigir con un ladrón, sin que con esto quiera yo ofender a los ladrones...” José I. Rivero, jornalista cubano

“Não há diferença entre comunismo e socialismo, exceto na maneira de conseguir o mesmo objetivo final: o comunismo propõe escravizar o homem mediante a força, o socialismo pelo voto. É a mesma diferença que há entre assassinato e suicídio.” Ayn Rand (1905-1982). Filósofa e novelista norte americana.

“A cegueira biológica impede de ver, porém a cegueira ideológica impede de pensar.” (“La ceguera biológica impide ver, pero la ceguera ideológica impide pensar.”) Octavio Paz, escritor mexicano.

“As revoluções nas democracias, são causadas, sobretudo pela intemperança dos demagogos” e o motor dessa intemperança é acionado pelo “ódio contra os ricos”. ARISTÓTELES

A SENSIBILIDADE social e o desejo humanitário por si só não são suficientes para resolver os problemas da HUMANIDADE, posto que insolúveis em forma coletiva. Todos os pais dos povos que o tentaram somente trouxeram a tragédia e a fome.

continuação: A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - 2

A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - 2

Por Rivadavia Rosa

NESSES TEMPOS DE CRISE a cepa socialista continua apostando no colapso do capitalismo para ressuscitar a ilusão estatista, a fé no Estado como protagonista econômico, que parecia ter desaparecido com o com o colapso do totalitarismo soviético e, assim auto justificada pelos dogmas marxistas – avançar sobre as LIBERDADES PÚBLICAS, só que agora com o ‘apoio’ de JOHN MAYNARD KEYNES ressuscitado.

enquanto que as prescrições DO ‘CONSENSO DE WASHINGTON’ de ordem macroeconômica (concebido pelo economista britânico – JOHN WILIAMSON, do Instituto de Economia Internacional - Institute of International Economics – IIE, de Washington, adotado pelos países ricos (Governo norte-americano, e organismos multilaterais como FMI, Banco Mundial) – preconiza medidas necessárias e vitais para o desenvolvimento dos países pobres, diante da então crise da dívida externa, através de prescrições de ordem macroenômica (10 pontos) em 1989)

– que configuram simples listas de bom e com senso, que teve várias denominações como – ‘Programa das organizações internacionais de Washington, em especial do FIM e do Banco, mundial, para os países que recorriam a elas – em busca de socorro; até proposta ‘neoliberal’ ou de ‘fundamentalismo de mercado, repetidos a exaustão pelo socialismo jurássico.

O que preconizava o ‘demoníaco’ Consensus of Washington:


1) deficits fiscais financiáveis sem a “ajuda” da inflação – mediante reforma tributária necessária para simplificar a vida do cidadão contribuinte pela redução dos impostos e da própria estrutura arrecadatória;

2) redirecionamento de gastos públicos de áreas onde eles não se justificam economicamente para setores de alto retorno e com potencial para distribuir renda - essa reorientação dos gastos públicos necessariamente seriam em favor da área social (mais na saúde e educação e menos em gastos militares) se fossem efetivamente aplicados;

3) reforma fiscal – disciplina fiscal;

4) liberalização financeira – mudança necessária ainda hoje no mercado financeiro; o que reduziria o artificialismo do sistema com taxas de juros subsidiadas, que geravam investimentos inadequados e pouco rentáveis;

5) taxa de câmbio em nível competitivo para induzir um rápido crescimento das exportações – a unificação cambial é uma forma de acabar com o ágio no mercado negro de divisas, que em alguns países chegavam a 100% e a competitividade cambial visa evitar processos de apreciação da moeda danosos ao balanço de pagamentos;

6) substituição de cotas comerciais por uma política de tarifas reduzidas (entre 10% e 20%) - ) liberalização comercial;


7) fim das barreiras contra investimentos estrangeiro diretos – abertura, atração ao investimento estrangeiro é uma forma de cobrir deficits em conta corrente, mediante um financiamento comprometido com o futuro de longo prazo e pouco suscetível a mudar de acordo com a conjuntura do mercado;

8) privatizações de empresas estatais;

9) fim das restrições à competitividade e à constituição de novas empresas – desregulamentação ou seja diminuir a quantidade de exigências burocráticas que emperram os negócios e travam o crescimento econômico; e

10) estabelecimento de direitos de propriedade - imperativo de segurança jurídica necessário para o desenvolvimento da economia capitalista.

Quem de sã consciência e se ‘lesse’ com o mínimo de atenção as prescrições acima – seria contra a ‘receita’?


continuação: A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - 3

A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - 3

Por Rivadavia Rosa

Mesmo assim, essa fase já está superada e quem não avançou nesse caminho, fazendo o conhecido ‘dever de casa’ – continuará na contramão da história, dissimulando seus fracassos internos, atribuindo a culpa ao ‘neoliberalismo’, ao imperialismo, ao mercado, ao sistema financeiro e outros clichês próprios de Estados falidos ou à beira da falência.

Com a conclusão da “primeira geração” de reformas, a ‘segunda geração’ enfatiza reformas institucionais e políticas de redução das desigualdades.

A nova agenda de reformas – concebidas a partir de 2003, seris um “escudo contra crises” para proteger as economias região contra saques/ataques especulativos de capital estrangeiro:

1) Prevenção contra crises: políticas fiscais anticíclicas (gastar mais em momentos de crise e economizar na bonança); contenção de gastos em governos regionais; formação de fundos de estabilização; taxas de câmbio flexíveis; metas para a inflação; finalização da reforma fiscal com o objetivo de diminuir a dependência da poupança externa;

2) Completar a primeira geração de reformas: liberalização do mercado de trabalho e adoção de programas de atualização e treinamento; reformas na área comercial e busca de acesso aos mercados de países desenvolvidos; privatizar estatais que sobraram;


3) Realizar reformas institucionais: inclui principalmente o sistema político, o judiciário e o setor financeiro;


4) Distribuição de renda e agenda social: sistema tributário mais progressivo com impostos sobre propriedades e focalização dos gastos em programas básicos de educação e saúde. Aos mais pobres devem ser dados títulos de terra e de moradias para poderem ter acesso a créditos. Objetivo é inseri-los em uma economia de mercado.


porém PELOs bordões de cunho ideológico radical – sobretudo no âmbito do consensus bolivarianus - evidencia-se que a proposta é discutida sem sequer uma leitura, mesmo que superficial sobre os pontos sugeridos.

A análise apressada ou de cunho ideológico induz o cidadão/contribuinte/consumidor/eleitor a uma caricatura da realidade, em contradição aos fatos, interditando até uma reflexão séria e honesta sobre a realidade.

O certo é que nessas condições acaba prevalecendo a esperteza tupiniquim turbinada com a ladino americana – UNASUL/UNASUR e ‘otras cositas mas’, cujos pontos consensuais, é o maior fator de subdesenvolvimento da nossa época, representado pelo capitalismo macrófago com:

– um "sistema" tributário que se revela uma verdadeira derrama para não dizer extorsão, como fator restritivo da produção, da livre concorrência/competitividade interna e global;

- baixos níveis de crédito e juros elevados para que a propensão ao risco possa ser estimulada;

- baixo índice de investimentos em educação, ciência e tecnologia, além do 'apagão' logístico, mental e inercial, pela crônica falta de investimento em infra-estrutura;

- falta de segurança jurídica, desrespeito e ameaça à propriedade privada;

- ameaça à propriedade e ao capital; ao capital, especialmente a Venezuela do teniente-coronel-presidente Chávez Frías, Equador, Bolívia, Argentina; Argentina que agora – está implorando o retorno dos capitais financeiros fugitivos;

- desordem social e insegurança decorrentes da violência e da criminalidade, além da ameaça permanente de rompimento de contratos, morosidade e relativismo jurídico da própria Justiça

- epidemia da corrupção facilitada pelo estatismo e estimulada pela impunidade, pelo relativismo jurídico, princípio da corrupção sistêmica configurado em principiologia pela nova governança;


- fragilidade das instituições políticas e jurídicas (essenciais para o desenvolvimento), o que possibilita e abre a porta para o assalto aos cofres públicos (no Brasil – também pela certeza da impunidade), além de funcionar como estímulo ao ‘mercado livre do crime’.


A baixa qualidade das instituições republicanas e a desordem institucional permitem o desrespeito a independência da Justiça e a instituição de populismo personalista e ‘hegemônico’ que atenta descaradamente contra o sistema político mediante cooptação despudorada de parlamentares oposicionistas, seduzidos pelo ‘eficiente’ balcão de negócios e pelas facilidades de concessões de favores, prebendas, cargos, enveredando pelo mensalão, mensalinho generalizados, o que contribui irremediavelmente para a deturpação da idéia democrática e republicana na mente até de cidadãos sérios, honestos e trabalhadores.

Essa ‘política ideologizada’ - limita, na realidade, os que efetivamente fazem a economia real, assim como a própria natureza humana, e com isso elimina justamente as condições necessárias para o desenvolvimento político, econômico e social, com justiça e verdadeira inclusão social.


continuação: A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - 4

A CRISE, OS CONSENSUS E A (DES) ORDEM - 4

Por Rivadavia Rosa


E o LIBERALISMO tripudiado pelas esquerdas?


– Singelamente é o Estado ideal – que preconiza o Estado de Direito – com distinção entre sociedade civil e Estado, com uma arquitetura constitucional (constitucionalismo) que garanta o princípio da separação e equilíbrio dos poderes – sistema de pesos e contrapesos que limitem os abusos de poder (cheks and balances);

a adoção dos princípios da participação (pluralismo político, social e axiológico) de todos os cidadãos nas questões públicas, mediante eleições livres, honestas e eqüitativas que assegurem a circulação das elites e a mudança periódica dos governantes; do princípio das liberdades públicas e privadas

– que assegure os direitos individuais e proteja o indivíduo do arbítrio ou abusos da Polícia (da Justiça) ou da burocracia, bem como os direitos legítimos das minorias culturais, religiosas ou de opinião contra a perseguição da maioria (tolerância); o princípio da igualdade de todos perante a lei, valorizando o mérito e a capacidade individual, sem negar o reconhecimento e a legitimidade dos conflitos sociais regulares, que atuam dentro do marco regulatório do Estado de Direito constitucional.


como o bípede humanóide – foi ‘condenado’ a comer o fruto de seu próprio trabalho desde os tempos bíblicos – e a espécie humana aumentou ‘geometricamente’

– ficou extremamente difícil a sobrevivência sem o mínimo de esforço pessoal, daí a preguiçosa invenção da distribuição de riqueza, que procura ignorar que antes de a distribuir ela deve ser PRODUZIDA.


O que se verifica – em nosso rincão – apesar de seu imenso potencial em termos de riquezas e recursos naturais renováveis – é que paradoxalmente - continua com os flagelos da pobreza, exclusão/desigualdade social iníquas, decorrentes da corrupção, da ineficiência e ineficácia de seus governos.

O Estado paquidérmico e inepto (improper state – ADAM SMITH) – corrupto, ineficiente, injusto, contrário as regras da livre economia (só funciona livre - o mercado do crime), dos bons costumes e sem uma economia racional temos preços distorcidos (alguns são os mais elevados do Planeta), transporte e infra estrutura deficientes, elevada carga de impostos (extorsão tributária), além da ameaça permanente de novos tributos ou ‘contribuições sociais’, dólar depreciado – sendo extremamente difícil a competição e o sucesso de empreendimentos honestos.

Nessas condições despreza-se - os que efetivamente fazem a economia real, assim como a própria natureza humana, e com isso são eliminadas justamente as condições necessárias para o desenvolvimento político, econômico e social e, claro a verdadeira ‘inclusão social’.

Porém o outro mundo possível efetivamente não é o estatismo ou o Estado macrófago. ORGEGA Y GASSET ensinava que o LIBERALISMO - direito que a maioria concede à minoria fraca é a suprema generosidade política; é uma receita que não se impõe pela força e antídoto contra qualquer tipo de ideologia neo-regressiva totalitária por defender:

- o Estado de Direito – com distinção entre sociedade civil e Estado, com uma arquitetura constitucional (constitucionalismo) que garanta o princípio da separação e equilíbrio dos poderes – sistema de pesos e contrapesos que limita os abusos de poder (cheks and balances);

- o princípio da participação (pluralismo político, social e axiológico) de todos os cidadãos nas questões públicas, mediante eleições livres, honestas e eqüitativas que assegurem a circulação das elites e a mudança periódica dos governantes;

- o princípio de liberdades públicas e privadas – que assegura os direitos individuais e protege os indivíduos do arbítrio ou abusos da Polícia (da Justiça) ou da burocracia, inclusive das minorias culturais, religiosas ou de opinião contra a perseguição da maioria (tolerância);

- a igualdade perante a lei, valorizando, sobretudo o mérito e a capacidade individual, assim como reconhece a legitimidade dos conflitos sociais regulares, que atuam dentro do marco regulatório do Estado de Direito constitucional.

Mas - a nova (des) ordem mundial direcionada pela marcha acelerada da insensatez potencializada pelo motor da organização (a) narco-terrorista-guerrilheira-seqüestradora conhecida como Foro de São Paulo prossegue em ritmo acelerado...

Abs Rivadávia

Governo tira urgência e mantém royalties em proposta do pré-sal


Reuters/Brasil Online

Por Denise Luna

BRASÍLIA (Reuters) - Após uma reunião que durou mais de cinco horas com governadores dos principais Estados produtores de petróleo, o governo concordou em retirar o pedido de urgência constitucional na tramitação de sua proposta para um novo marco regulatório do pré-sal e também em manter, por ora, o sistema de royalties e participações especiais da forma como está hoje.

Os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), São Paulo, José Serra (PSDB), e Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), foram recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada, em reunião em que também participaram os ministros Edison Lobão (Minas e Energia) e Dilma Rousseff (Casa Civil), entre outros membros do governo.

Cabral fez severas críticas ao governo nos últimos dias sobre a possibilidade de redução dos royalties que seu Estado recebe atualmente e ameaçava não participar da solenidade agendada para esta segunda para a apresentação, pelo governo, da proposta de mudança na legislação do setor de petróleo, com o objetivo de elevar a fatia do governo na exploração das grandes reservas na costa brasileira.

Ao final do encontro, apenas o ministro Edison Lobão conversou com jornalistas que aguardavam do lado de fora do Alvorada. Os governadores não quiseram comentar o encontro.


Santo Agostinho sobre o comunismo

Senhor, tende piedade de nós!

O Estado não é mais percebido como um perigo a ameaçar, vez que ele é agora uma realidade a devorar a humanidade.

É a própria consumação do Mal.

As prisões se multiplicam, a espontaneidade desaparece, as leis perderam qualquer conexão com a Lei Natural, nenhum elemento transcendente tem mais relevância na edificação da vida cotidiana.

É o deus desse mundo agindo na plenitude de sua potência, em prejuízo dos indivíduos isolados.

Não há mais natureza, há apenas o Estado, suas leis, suas polícias, sua vontade suprema.

"E os homens se admiram - e oxalá ficassem só na admiração, ao invés de também blasfemarem - quando Deus corrige o gênero humano e envia o misericordioso flagelo do castigo, para que os homens se emendem antes do dia do juízo.

E o faz, em geral, sem escolher os que prova, pois não quer que ninguém se perca. Atinge, pois, indistintamente, pecadores e justos; ainda que ninguém possa considerar-se justo, pois até Daniel confessa seus próprios pecados".

Santo Agostinho

Oposição vence eleições parlamentares no Japão

Coalizão de oposição já conquistou 264 cadeiras em apuração parcial.
Segundo a TV NHK, são necessárias 241 cadeiras para obter maioria.

Do G1

O Partido Democrático japonês venceu as eleições deste domingo (30) para o parlamento do país, diz a imprensa local.

Segundo a rede de TV NHK, a apuração parcial das urnas diz que a coalizão do partido já conquistou 264 cadeiras do parlamento do Japão, enquanto o governo atual garantiu apenas 74 cadeiras.

São necessárias 241 cadeiras para se obter a maioria no parlamento do país.

O primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, disse em entrevista coletiva neste que se responsabiliza pela derrota do Partido Liberal Democrático nas eleições .

Aso também assinalou que vai deixar a liderança do partido.

Algum personal-face-stylist, algum mago do carisma conseguirá suavizar Dilma, por fora e por dentro, sem que ela perca a autenticidade?

Abaixa esses dedos em riste, Dilma

por Ruth de Aquino

painel-dilma.jpg

O que significa o dedo em riste?

O que certos cacoetes de expressão facial ou gestual
revelam sobre nossa personalidade?

Li que a ministra Dilma Rousseff sairá de cena por um tempo para evitar desgaste. Não sei se o governo esconde algo. Vamos combinar que é cada vez mais difícil confiar nas justificativas oficiais.

Pode ser que Dilma se recolha por uma semana, pode ser mais.

Mas, depois de polêmicas como o mestrado que não concluiu, o encontro com Lina Vieira que negou, o apoio a José Sarney e ao PMDB, a deserção e provável candidatura de Marina Silva, as manguinhas de fora de Ciro Gomes etc etc …, depois de tudo isso o governo deu a Dilma umas férias dos palanques e da superexposição política.

Lendo nas entrelinhas, já se fala até em plano B de Lula (Palocci) para a candidatura do PT à Presidência em 2010. Ninguém do governo está satisfeito ou tranquilo com o desempenho de Dilma nas pesquisas. Ela empacou, mesmo com o suado esforço do presidente em comícios país afora – e com sua enfermidade explorada politicamente.

O nome Dilma foi imposto por Lula e não é uma escolha do partido. Aumentam as dúvidas sobre sua capacidade de enfrentar adversários pesos-pesados, experientes no jogo das urnas. Falta a Dilma peso próprio.

Ou será que sua imagem é pesada demais?

Talvez o painel de fotos da ministra (acima) explique um pouco o sentimento que ela passa para o Brasil. Talvez ajude a entender por que o presidente não consegue transmitir para a ministra um naco respeitável de sua imensa popularidade.

Qualquer bobagem que Lula diga – e já disse muitas –, qualquer impropério que pronuncie – e foram muitos também –, ele dá um jeito de aparecer rindo nas fotos.

Impregnou-se mesmo do Lulinha paz e amor, incorporou o personagem inventado para ele por Duda Mendonça, e livrou-se do “sapo barbudo”.

O sorriso ajuda a criar empatia com o povão. Até as gafes são admiradas pelo homem comum – como se sabe, “homem comum” é aquele que é o contrário de Sarney, o conselheiro da corte, o senador intocável que revoga a rebeldia de bigodudos como o ex-Mercadante.

Conversei com o psicanalista Francisco Daudt sobre a importância de nossas expressões de rosto, mãos, o movimento dos olhos, da boca, dos dedos.

O que revela o rosto de Dilma?

Francisco Daudt Antes dos 40, temos a cara que Deus nos deu. Depois dos 40, temos a cara que nós merecemos: nosso caráter marca nossa expressão facial.

Dilma fez a mesma coisa que Zé Dirceu. Ela se disfarçou. Dirceu fez plástica quando caiu na clandestinidade, para se esconder. Dilma fez plástica porque a cara que ela tinha antes da plástica era assustadora, era a cara de uma pessoa agressiva, autoritária, impositiva, de dar medo.

Hoje em dia você olha fotos dela e é capaz de achar até agradável, mas esta não é a Dilma Rousseff.

E o dedo para o alto? Isso a plástica não resolve.
O que representa esse dedo erguido, a mão crispada?

- Há vários tipos de dedo em riste.

Há o dedo na cara do outro, que é insultuoso.

O dedo levemente inclinado para trás pede a atenção para um determinado ponto de vista ou um momento em silêncio.

O dedo cujas costas da mão estão viradas para o interlocutor, enquanto os outros estão fechados, é um gesto stalinista, reflete o desejo de impor uma opinião.

Somente um treinamento intensivo pode substituir a pele verdadeira por uma pele de cordeiro.

O dedo erguido é quase um lembrete: olhe, a anágua está aparecendo.

Mas alguém já deve ter dito isso para ela, porque a Dilma anda mais econômica nos gestos ultimamente.

E você, o que acha?

Quem é simpático tem mais amigos. E conquista muito mais eleitores – se não parecer falso. Nessas férias, Dilma precisará de um bom tempo em frente ao espelho, com as mãos para trás, controlando as sobrancelhas que teimam em arquear, a boca que teima em exagerar para norte, sul, leste e oeste, os olhos que teimam em se indignar, às vezes esbugalhar.

Sobretudo os dedos que cismam em dar um tom professoral ou autoritário e que nenhum bisturi pode consertar. Algum personal-face-stylist, algum mago do carisma conseguirá suavizar Dilma, por fora e por dentro, sem que ela perca a autenticidade?

O Brasil não acorda mais... Está em coma.

O ENTERRO DAS FORÇAS ARMADAS
Geraldo Almendra

O Brasil não acorda mais... Está em coma. Mas eu não!
Podem me prender seus petistas covardes! Mandam e-mails para mim com apelidos, não mostram nem o nome. Covardes, frouxos, saqueadores do dinheiro do povo!Eu me chamo Silvane Alves de Paula Pessoa Saboia e sou mais macho que vocês!
(Silsaboia)

Com o projeto do Ministro da Defesa fica fácil entender que o único potencial elo de resistência à transformação do Brasil em um Estado de Direito Comunista – nossas Forças Armadas – acaba de ter aberta sua cova para serem enterradas nas suas funções de defesa de nossa pátria após as eleições de 2010, que manterá a oligarquia dos canalhas do petismo ocupando o poder público mais imoral de nossa história, pois estão entre as lâminas da tesoura do covil de bandidos.

Enquanto isso o STF livra um aliado do presidente de ser preso por crimes evidentes e documentados, outro traidor do país recebe uma indenização milionária paga pelos idiotas e imbecis dos contribuintes, e o Poder Legislativo se declara, pelos seus atos, um poder marginal, um poder prostituto e definitivo.

E assim vai a sociedade brasileira dia após dia documentando para a história sua absoluta covardia, subornada ou aceitando em silêncio que o petismo transforme o futuro de seus filhos e de suas famílias na direção de todos serem escravos da corrupção, do corporativismo sórdido, da prevaricação e do crime organizado que toma conta do poder público.

O petismo está na fase final da realização de suas promessas após a entrega, pelos militares, do poder aos civis: continua aliciando peças chaves do escalão militar e vem colocando os oficiais militares de joelhos; ordena que todos arriem suas calças no que é prontamente atendido; e agora termina o serviço sujo com o projeto do Ministro da Defesa que transformará as Forças Armadas em Forças Comunistas servis ao petismo e reféns do poder público mais corrupto de nossa história.

Os herdeiros políticos dos mesmos civis que afundaram o país na lama da degradação moral estarão com total domínio sobre a estrutura militar do país transformando-a em milícia partidária para defender o projeto de poder perpétuo do Retirante Pinóquio.

O exército do povo do comunismo petista está se formalizando.

“Ainda há tempo! Não têm munição? Usem baionetas! Não mais têm gume? Usem os punhos! Manietados? Ataquem com os dentes! Porra! Se preciso morrer, morram de pé, como Homens! Não como bundas-moles, covardes, abaixando as calçinhas e perguntando docemente se querem que mexam...”

O texto acima reflete a revolta de quem ainda tem a esperança de viver em um país de gente honrada e patriota. Esperança que aos poucos vai se esvaindo ao testemunhar uma caserna acovardada aceitando sua desonra pacificamente.

Depois das Forças Armadas, do Poder Judiciário, do Poder Legislativo está chegando a vez do Ministério Público que está na mira do presidente com a cumplicidade do STF: o projeto é limitar seus poderes investigatórios e deixar os acima-das-leis - os cidadãos não comuns - protegidos pelo covil de bandidos, e punir exemplarmente os inimigos do desgoverno petista.
Lentamente todos os focos de resistência à transformação do país em uma República de Bandidos estão sendo minados

Os canalhas da revolução cubano-petista estão na fronteira da vitória definitiva: depois de decretarem o enterro da consciência crítica de mais de 100 milhões de cidadãos que foram vitimados pela intencional falência da educação e da cultura no país após o regime militar, e subornar os formadores de opinião, estão a um passo de transformarem o país no produto da maior fraude política de nossa história – a abertura democrática: uma sociedade do nada e comandada por canalhas protegidos pela impunidade e liderados pelo mais desprezível político calhorda de nossa história. Nunca na história deste país...

O caseiro Francenildo, que foi tratado pelo STF como um "cidadão comum" enquanto os processos contra o presidente do Senado são arquivados, sem que esse ato criminoso que formaliza o Poder Legislativo como um covil de bandidos, tenha merecido qualquer comentário dos togados que servem ao projeto de poder perpétuo do Retirante Pinóquio.

Parabéns calças-arriadas das casernas adormecidas pelo medo do petismo e que esqueceram seu dever de proteger o país das mãos do comunismo genocida!

Parabéns acadêmicos amantes das sinecuras do poder público!
Parabéns caras pitadas das cores dos canalhas!
Parabéns estudantes universitários transformados em agentes do comunismo petista!
Parabéns comunidade de artistas e apresentadores omissos e sem pátria!
Parabéns jornalismo marrom!
Parabéns Rede Globo, a parceira dos poderes instituídos que aceita bancar suas necessidades empresariais!
Parabéns empresários sonegadores e corruptos!
Parabéns burguesia calhorda e apátrida!
Parabéns elites dominantes das oligarquias apodrecidas!
Parabéns servidores públicos que aceitaram serem nivelados no nível da degradação moral das “gangues dos quarenta”!

Parabéns patifes esclarecidos, os golpistas da “abertura democrática”.
A sociedade cubana de seus sonhos está quase formada! Lá foram mais de 120 mil assassinatos “políticos”. – Quantos serão aqui?

Agora entendemos porque as Forças Armadas são tão admiradas pela sociedade dominada pela canalha comunista: a maioria de seus oficiais não está fazendo nada para salvar o país das mãos do covil de bandidos: está tudo liberado...

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
(Ruy Barbosa)

O QUE RESTOU DE NOSSAS FORÇAS ARMADAS?
– COVARDIA E DESONRA.


Por Geraldo Almendra