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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Carlos Lupi




Ministério do Trabalho:

Por baixo, quase meio bilhão em treta





Exposto por centenas de convênios mal gerenciados, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) analisa precariamente a prestação de contas de seus parceiros públicos e privados.

A “situação é crítica”, definiu o Tribunal de Contas da União (TCU) em acórdão aprovado pelo plenário no último dia 19 de outubro, após análise dos contratos da pasta. Mais de 500 relatórios de prestação de contas apresentados por entidades que receberam dinheiro público estão nas gavetas do ministério e metade deles corre o risco de ficar sem análise por mais de cinco anos, segundo o TCU.

Em 2010, auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) já alertava que a falta de controle e as falhas no processo de escolha de entidades que fazem convênios para qualificação profissional são uma porta aberta para os desvios – ainda assim, o ministério não analisou as prestações de contas.

Desde 2007, quando Carlos Lupi (PDT) assumiu o ministério, a pasta já firmou R$ 1,55 bilhão em convênios, dos quais quase um terço (R$ 448,8 mil) abasteceu instituições privadas sem fins lucrativos, as ONGs.

Antes mesmo de a presidente Dilma Rousseff determinar a suspensão de todos os convênios federais com ONGs, semana passada, o TCU já recomendava, em outubro, que o Trabalho não firmasse novos contratos por 60 dias. O TCU pede que “a Casa Civil e o Ministério do Planejamento sejam informados da situação crítica vivida pelo ministério”.

No parecer aprovado em plenário, o TCU cobra mais eficácia do ministério: “Deve o MTE enfrentar a questão com mais intensidade, tanto em razão do dever e da inexorável necessidade de avaliar a eficiência das transferências realizadas e de zelar pelo adequado uso dos recursos públicos, quanto da obrigação de observar os prazos prescritos para apreciação das prestações de contas (90 dias)”.

Muitas falhas na gestão de convênios

O relatório, de autoria do ministro Weder de Oliveira, lembra de outras irregularidades já apontadas pelo tribunal: “Razões específicas e contingências também recomendam celeridade e acuidade no exame das prestações de contas em estoque. Reiteradas auditorias realizadas por este tribunal apontaram irregularidades na aplicação de recursos transferidos pelo MTE e falhas na gestão dos convênios, e novos casos estão sendo denunciados e publicizados pelos veículos de comunicação.”

O relator diz ainda, sobre o papel do TCU: “Esta Corte não pode ser tolerante com essa situação. (…) A excessiva demora na apreciação das prestações de contas, ou mesmo de cobrança de sua apresentação (…) é uma das causas mais relevantes de impunidade e do baixo nível de recuperação dos prejuízos causados ao erário federal.”,

Ontem, O GLOBO mostrou que as irregularidades em convênios do MTE com entidades em Sergipe já resultaram em 20 inquéritos na Polícia Federal. Ao todo, a CGU aponta irregularidades em convênios com 26 organizações, em vários estados. Os desvios levaram o ministro Carlos Lupi a afastar do cargo o coordenador-geral de Qualificação Profissional, Anderson Alexandre dos Santos, filiado ao PDT no Rio.

Reportagem da revista “Veja” diz que Anderson teria envolvimento em um suposto esquema de cobrança de propina das ONGs com problemas, com a promessa de resolvê-los. Ele coordenava uma das ações nas quais as irregularidades prosperam com mais vigor: o Plano Setorial de Qualificação (PlanSeq), vinculado à Secretaria de Políticas Públicas de Emprego (SPPE).

Relatório da CGU, finalizado em 2010, faz ressalvas ao trabalho dos dirigentes da SPPE/MTE ao apontar “acompanhamento intempestivo dos convênios do PlanSeq, falta de providências por parte do MTE para sanar falhas detectadas em supervisões e permanência das pendências em inserções/aprovações de planos de trabalho no PlanSeq”.

A CGU afirma que foram observadas falhas no processo de seleção das ONGs, por meio das chamadas públicas no âmbito do PlanSeq, alertando que podem resultar na baixa qualidade dos cursos e em desvio de recursos públicos. O relatório da CGU lista os problemas encontrados, entre eles, “a falta de habilitação legal e pedagógica; a aprovação de entidades com situação patrimonial negativa; sem corpo docente qualificado e sem estrutura física compatível com as ações de qualificação acordadas”.

Procurado, o Ministério do Trabalho não comentou o resultado das auditorias do TCU e da CGU. No site, a pasta informa que a auditoria da CGU é de “inteira responsabilidade e representa a opinião daquela Controladoria”, não caracterizando imputação de responsabilidade aos gestores, tendo em vista que as contas não foram julgadas pelo Tribunal de Contas da União.

O Globo Online

Escrito por Abobado
 7 novembro, 2011



Carlos DIMEP Lupi, (PDT): Um dos ministros mais safados do Governo Lula/Dilma!

Por pressão das empresas e das centrais sindicais, o Ministério do Trabalho e Emprego adiou pela terceira vez a entrada em vigor do novo relógio de registro de ponto eletrônico.

A medida foi imposta em agosto de 2009 pela Portaria 1.510, sob a alegação de que aumentaria a segurança na aferição do registro da jornada de trabalho nas empresas com mais de dez empregados, evitando com isso fraudes no pagamento de horas extras e nos descontos de faltas e atrasos.

A portaria não abrange as empresas que têm registro manual ou mecânico, mas apenas as que utilizam o ponto eletrônico – cerca de 700 mil, segundo as estimativas oficiais.

Elas foram obrigadas a adquirir relógios de ponto capazes de emitir comprovantes em todas as entradas e saídas dos trabalhadores, inclusive na hora do almoço – e que podem servir de prova documental em futuros processos judiciais.

A Portaria 1.510/09 também exige que os equipamentos contenham memória para o registro de toda a movimentação dos empregados, sem qualquer possibilidade de alteração, e que contenham dispositivos que permitam o acesso eletrônico às informações, por parte dos fiscais do trabalho.

As novas regras foram recebidas com duras críticas tanto de seus supostos beneficiários – os empregados – quanto dos empregadores. Os empresários da indústria e comércio alegaram que a eficácia da Portaria 1.510/09 é discutível, em termos de aumento do controle da jornada do trabalho.

Eles também lembraram que a aquisição das novas máquinas – cujo preço varia de R$ 2,5 mil a R$ 6 mil – acarretaria custos adicionais para as empresas, que já enfrentam outros grandes obstáculos para aumentar sua eficiência e produtividade.

Algumas entidades de classe afirmaram ainda que os únicos beneficiários da portaria baixada pelo ministro Carlos Lupi foram os fabricantes de equipamentos de registro de ponto – que, evidentemente, tiveram uma explosão de vendas – e as poucas empresas que comercializam software específico para controle do ponto eletrônico.

As centrais trabalhistas endossaram as críticas dos patrões. Elas disseram que o sistema de catracas em vigor é um mecanismo de controle eficiente e advertiram para os problemas que as novas regras poderiam criar nas grandes empresas – como filas nas trocas de turno e horários de almoço, causando incômodos para os trabalhadores.

Líderes sindicais também lembraram que, pela Portaria 1.510/09, o empregado teria de guardar pelo menos quatro comprovantes diariamente (entrada, saída para almoço, retorno do almoço e saída) – isso se não fizer horas extras.

Considerando-se a média de 23 dias úteis, seriam 92 comprovantes por mês – e mais de mil por ano.

Enquanto algumas empresas recorreram ao Poder Judiciário, questionando a legalidade da Portaria 1.510/09, outras acharam mais barato voltar a usar o registro de ponto mecânico, em plena era da informática.

Diante da saraivada de críticas e do risco de derrotas nos tribunais, Lupi adiou por três vezes a entrada em vigor do novo relógio de registro de ponto eletrônico.

E, no último adiamento, na semana passada, o ministro permitiu às empresas e aos sindicatos negociar a instalação de mecanismos alternativos para o controle de jornadas de trabalho.

Ou seja, depois de ter imposto uma medida burocrática, cara e desnecessária a cerca de 700 mil empresas, obrigando-as a adquirir novos relógios para controle eletrônico de ponto, o ministro do Trabalho deu o dito por não dito.

Ao flexibilizar dessa maneira o alcance da Portaria 1.510/09, ele está buscando uma saída para neutralizar as contundentes críticas que vem sofrendo de entidades empresariais e de centrais sindicais.

Mesmo após seu recuo, empresas e empregadores continuaram pedindo a revogação sumária da Portaria 1.510/09.

Este episódio faz lembrar uma medida imposta em 1999, obrigando todo veículo a ter um kit de primeiros socorros. Por ser absurda, a medida acabou sendo suspensa – mas gerou vultosos lucros para os fabricantes de gaze e esparadrapo.

Escrito por Abobado
 7 março, 2011
Publicado em Governo Dilma


Carlos Lupi e Lula: Qual dos dois é mais caco? Quando é que essa gente cumpre com a palavra?

Mais uma crise com toda a aparência de escândalo estoura no governo e mais uma vez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva procura tirar o corpo, evitando intervir diretamente no problema e na sua solução. Desta vez a crise envolve o FAT, o Fundo de Amparo ao Trabalhador, com patrimônio de R$ 158 bilhões e orçamento de R$ 43 bilhões para 2010, ano de eleições.

O problema, como já expusemos aqui, surgiu quando o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, rompeu o acordo de rodízio e fez eleger para a chefia do Codefat, o Conselho Deliberativo do FAT, o presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nese.

Pela regra seguida até a manobra do ministro, a presidência caberia a uma pessoa indicada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Diante do golpe, os dirigentes da CNA e das confederações nacionais da Indústria, do Comércio e das Instituições Financeiras decidiram abandonar o colegiado.

Depois disso, encaminharam ao Palácio do Planalto um documento para confirmar e explicar sua decisão. O presidente Lula enviou o texto para análise jurídica na Casa Civil e na Advocacia-Geral da União, mas, segundo seus auxiliares, seu envolvimento na questão não irá além disso.

A solução do problema, acrescentam, continuará entregue ao ministro do Trabalho.

Mas o presidente Lula não pode simplesmente fugir da responsabilidade. Se adotar essa política, aprovará implicitamente qualquer deliberação do ministro Carlos Lupi, a começar pela intervenção na escolha do presidente do Codefat, com o rompimento da regra de alternância.

Os três grupos componentes do colegiado – representantes de trabalhadores, de empregadores e do governo – vinham seguindo sem problema a norma de alternância, até o surgimento de um ministro empenhado em controlar a aplicação dos bilhões do FAT.

Os três grupos se alternavam no comando do conselho e o rodízio era observado também entre as entidades de cada grupo. A presidência deveria agora caber a uma pessoa indicada pela CNA, mas o ministro Carlos Lupi decidiu mudar a regra do jogo e manobrar a favor da eleição do representante da Confederação Nacional de Serviços.

Essa confederação existe há pouco mais de sete meses. Foi reconhecida em dezembro de 2008 pelo Ministério do Trabalho e pouco depois incluída no Codefat.

Em março deste ano, Luigi Nese entregou ao ministro uma placa de agradecimento e atribuiu-lhe o título de patrono da CNS. O ministro soube responder à gentileza com rapidez ainda mais notável, facilitando a uma entidade recém-criada o acesso à presidência do Codefat.

Se nada mudar, caberá ao presidente da CNS comandar nominalmente o colegiado responsável pela gestão de um patrimônio de R$ 158 bilhões. Se exercer um comando de fato, e não só nominal, causará uma enorme surpresa, pois com certeza não foi eleito para isso.


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Escrito por Abobado
10 agosto, 2009


Carlos Lupi, Ministro do Trabalho:
O cara mais bravateiro, mentiroso e politiqueiro do Governo Lula

Em dezembro de 2008, foi demitido 1,54 milhão de trabalhadores com carteira assinada, mas apenas 103,7 mil (6,7%), identificados pelo Ministério do Trabalho em 42 subsetores da atividade econômica de 16 Estados, farão jus à extensão, por dois meses, do seguro-desemprego. A medida está sendo considerada discriminatória, pois não há na legislação e na sistemática do auxílio-desemprego qualquer distinção, como a que foi feita pelo governo, entre um trabalhador demitido pela indústria automobilística, em São Bernardo do Campo, por exemplo, e outro demitido por uma loja de armarinhos de Cuiabá, em Mato Grosso.

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT, de onde sairão os recursos de R$ 126 milhões estimados para o benefício) aprovou a medida em 11 de fevereiro, deixando para o Ministério do Trabalho a identificação dos beneficiados, com base nas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A lista dos favorecidos, divulgada terça-feira, mostrou que os critérios foram adotados, ao que parece, sob encomenda para atender a setores e regiões politicamente escolhidos.


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Escrito por Abobado
quinta-feira, 26 março, 2009
Publicado em Desemprego


Eles se merecem: só um bocó como o Lula pra carregar esse mala do Carlos Lupi

Fiel ao seu conveniente princípio de conduta política – não entrar em bola dividida, como diria ele, com o seu gosto pelas metáforas futebolísticas -, o presidente Lula deixa o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, à vontade em campo para ameaçar o empresariado com represálias às demissões, além de produzir um chorrilho de disparates sobre a crise que já atingiu a economia nacional. Para punir empresas que demitem ele falou, na terça-feira, em corte de crédito dos bancos estatais. O que levou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, a cobrar dele “a lista das empresas salvas” e a adverti-lo de que “não é hora de fazer demagogia”.

Felizmente, na entrevista ao Estado de ontem, o tom mudou nessa questão das conversações entre empresários e empregados: “se as partes envolvidas acordam não cabe ao poder público intervir”, disse ele. Mas o resto da entrevista foi um chorrilho de disparates. O pensamento vivo de Lupi se compõe de duas peças de puro desvario. Uma acusa empresários “espertos” de desempregar, “forçando a mão para pressionar (o governo), para ganhar uma margem de lucro maior”.

A outra peça contém a previsão de que a crise do desemprego no Brasil “não dura mais que dois meses” – portanto, a onda de desemprego “está no fim”. Em março recomeça a geração de empregos e o ano fechou com saldo positivo de 1,5 milhão de novos postos de trabalho. Indo mais longe do que Lula com a sua teoria da “marolinha”, Lupi enriquece o festival de besteiras que assola o governo com a “filosofia de vida de carioca”. Ela consistiria em saber que a onda que “parece que vai matar todo mundo acaba em espuma na beira da areia“. (A onda que se ergueu no Oceano Índico em dezembro de 2004, o tsunami, matou 230 mil pessoas antes de virar espuma.)

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Escrito por Abobado
sexta-feira, 16 janeiro, 2009
Publicado em Crise financeira


Carlos Lupi: Caco, mentiroso, bravateiro, puxa-saco, antipático e debochado


Gilberto Dimenstein

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, transformou seu cargo, no ano passado, numa festa de boas notícias. Periodicamente, ele mostrava, orgulhoso, o aumento do emprego e seus recordes, como se fossem uma obra do governo – o que, significava, por tabela, também sua vitória pessoal. O que é, obviamente, uma ilusão de marketing.

A ilusão aparece agora quando diminuiu, para dizer o mínimo, a festa dos anúncios. Qual é agora a reação do ministro? Culpar as empresas. Ele defende que, em troca de apoio oficial, as empresas se comprometam a não demitir. O governo era responsável pela boa notícia, mas nada tem a ver com a má notícia.

Assim como as empresas não eram moralmente boas porque contratavam – fazem isso porque contratar significa mais lucros -, elas não demitem porque são "ruins", mas apenas porque precisam balançar suas contas.

Uma das melhores posições que o governo poderia ter para garantir o emprego, além de gastar menos e melhor para reduzir impostos e sobrar mais recursos ao investimento, era defender a flexibilização das leis trabalhistas.

O que garante emprego é o crescimento econômico combinado com a melhoria da educação – e o que garante isso é o estímulo ao empreendedorismo e inovação. O resto é ilusão, como os anúncios do ministro. Folha Online

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha.

Escrito por Abobado
13 janeiro, 2009
Publicado em Opinião




Depois de ter desmoralizado a Comissão de Ética Pública da União, insistindo em acumular um cargo no Executivo com o de presidente de partido político, e de ter divulgado que o governo autorizaria os trabalhadores a usar parte do FGTS para comprar ações da Petrobrás, tendo sido desmentido pelo próprio presidente Lula, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anuncia mais uma iniciativa demagógica.

Ele quer restringir o trabalho terceirizado nas “áreas urbanas”, limitar a contratação de mão-de-obra temporária pelas empresas privadas e proibir os profissionais liberais de abrir empresas individuais para prestação de serviços como pessoa jurídica.

“O objetivo é não permitir a precarização do trabalho. Enquanto eu estiver no comando do Ministério, a ordem é incentivar as contratações diretas pelas regras da Consolidação da Lei do Trabalho, sem intermediação de nenhuma natureza, e muito menos pelas empresas-gato, que arregimentam trabalhadores e não pagam seus direitos”
, diz Lupi, que acaba de enviar ao Palácio do Planalto um anteprojeto que muda radicalmente a legislação sobre contratação de serviços terceirizados.

“Quem trabalha no mesmo ambiente, não importa se efetivo ou temporário, deve ter os mesmos benefícios”, afirma.

O anteprojeto tem apenas 13 artigos, mas quase todos se destacam pelo excesso de regulamentação e de intervencionismo. Essa foi a estratégia adotada por Lupi para desestimular a contratação de mão-de-obra terceirizada pela iniciativa privada. Pelo anteprojeto, nenhuma empresa poderá manter contratos de serviços terceirizados por mais de cinco anos.

Para o ministro, se a empresa precisa dessa mão-de-obra por mais tempo, isso significa que a demanda não é temporária. Por isso, o trabalho deveria ser exercido por um trabalhador fixo.

O anteprojeto também impõe uma série de exigências burocráticas e de documentos – de certidões negativas de débito e alvarás de localização e funcionamento a cópias de contrato social e comprovações de capital – para a contratação de trabalhadores terceirizados.

Determina que os empregadores ofereçam aos trabalhadores terceirizados o mesmo que concedem aos trabalhadores fixos, no que se refere a plano de saúde, auxílio-alimentação e vale-transporte – o que encarece a terceirização e, em alguns casos, a inviabiliza.

Obriga as empresas contratantes de mão-de-obra temporária a serem “solidariamente responsáveis” pelo eventual não-pagamento dos direitos trabalhistas e encargos sociais pelas empresas que fornecem mão-de-obra terceirizada – o que é uma absurda transferência das responsabilidades.

Concede aos sindicatos trabalhistas a prerrogativa de incluir, na pauta dos dissídios coletivos, se aceitam ou não que os empregadores possam contar com trabalhadores terceirizados – o que, na prática, significa a interferência dos sindicatos na gestão da empresa.

E, por fim, amplia o campo de atuação do próprio Ministério do Trabalho, concedendo-lhe uma espécie de “carta branca” ao autorizá-lo a editar as “normas regulamentares” que julgar necessárias em matéria de contratação de serviços terceirizados – com o que são usurpadas prerrogativas do Legislativo.

São medidas absurdas e truculentas que interferem na liberdade da iniciativa privada, para estabelecer política de pessoal, e aumentam os custos trabalhistas.

Independentemente de seu porte, há muitos anos as empresas contratam trabalhadores fixos para as atividades-fim, recorrendo a prestadores de serviços terceirizados para cuidar das atividades-meio, como vigilância, refeitório, faxina, suporte técnico, transportes, assessoria jurídica e medicina trabalhista.

O anteprojeto inviabiliza essa estratégia de racionalização da gestão de recursos humanos, pois, na prática, transforma os trabalhadores terceirizados em funcionários da empresa contratante.

Muitas das medidas propostas pelo ministro do Trabalho são ilegais e até inconstitucionais. Como o anteprojeto ainda será submetido ao crivo da Advocacia-Geral da União e da consultoria jurídica da Casa Civil, resta esperar que prevaleça o bom senso e o governo o mande para a lata do lixo.


Escrito por Abobado
6 outubro, 2008
Publicado em
Brasil



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ficha Limpa: julgamento pode pôr fim a mais de um ano de incerteza jurídica



O julgamento da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), previsto para esta quarta-feira (9), pode pôr fim a dúvidas e polêmicas que cercam o tema há mais de um ano.




Da Redação / Agência Senado

 A lei, sancionada em junho de 2010, impede a candidatura de políticos condenados em decisões colegiadas ou que tenham renunciado a mandato eletivo para escapar de processo de cassação.

Apesar de ter nascido de iniciativa popular, com apoio formal de mais de 1,6 milhão de pessoas, a lei logo teve sua constitucionalidade questionada.
 

Os críticos afirmavam que as novas regras violariam o princípio da não irretroatividade, por tornarem candidatos inelegíveis por atos anteriores à sua entrada em vigor, e da presunção de inocência, por levarem em conta decisões judiciais ainda passíveis de recurso.

Seus defensores, porém, argumentam que a Lei da Ficha Limpa apenas estabelece as condições necessárias à elegibilidade, não tendo qualquer relação com a lei penal.

O intuito é o de proteger o princípio da moralidade na administração pública e a exigência de probidade no exercício dos mandatos - ambos já consagrados pela Constituição.

Também se questionava a aplicação das restrições às eleições de outubro de 2010, já que para isso, pelo princípio da anterioridade eleitoral, a lei deveria ter sido sancionada pelo menos um ano antes, ou seja, até outubro de 2009.

Primeiros julgamentos

O primeiro julgamento da lei no STF, em setembro do ano passado, já mostrou como uma decisão a respeito do tema seria complicada. A discussão durou mais de onze horas e terminou em empate, com cinco ministros votando a favor da constitucionalidade da lei e cinco contra, o que levou o presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, a suspender a sessão.

Naquela oportunidade, os ministros julgavam o caso do candidato a governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que havia renunciado ao mandato de senador, em 2007, para evitar um processo por quebra de decoro parlamentar. Roriz, no entanto, desistiu da candidatura antes da retomada do julgamento, o que levou à extinção da ação.

O assunto voltaria ao Supremo um mês depois, no julgamento de recurso de Jader Barbalho, candidato ao Senado, considerado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também por ter renunciado para evitar processo de cassação, em 2001.

Depois de mais uma longa sessão de debate, a votação voltou a ficar empatada em 5 a 5, o que obrigou os ministros a buscar uma solução regimental. Por 7 votos a 3, eles decidiram manter a decisão do TSE, afirmando a validade da Lei da Ficha Limpa.

Desempate com novo ministro

Os empates nos dois primeiros julgamentos só foram possíveis devido à falta de substituto, à época, para o ministro Eros Grau, que havia se aposentado pouco antes. Com a posse de Luiz Fux, já em março de 2011, o STF voltou a ter sua composição completa, de onze ministros, e surgiu a perspectiva de uma nova decisão para a Ficha Limpa.

Essa decisão aconteceria ainda em março, na análise do recurso de Leonídio Bouças, candidato a deputado estadual em Minas Gerais, que estava sem registro como consequência de uma condenação por improbidade administrativa.

O ministro Fux, primeiro a votar, aderiu à tese de que a aplicação da lei às eleições de 2010 feria o princípio da anterioridade eleitoral.
Os demais ministros mantiveram as posições assumidas nos julgamentos anteriores: Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski e Ellen Gracie defenderam a aplicação imediata da lei, enquanto os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso votaram com Fux.

Pendências

Com o resultado de 6 a 5 contra a Ficha Limpa, todos os candidatos com candidatura negada com base na lei voltaram a ser elegíveis, e os resultados das eleições do ano passado tiveram de ser recalculados.

A decisão do STF, entretanto, se limitou à questão da aplicação da lei ao pleito de 2010, deixando em suspenso os outros dois pontos principais de divergência: os princípios da não retroatividade e da presunção de inocência.

Na prática, o julgamento desta quarta-feira deve finalmente definir o destino da Lei da Ficha Limpa, mantendo ou não regras mais restritivas para aqueles que desejam se candidatar a cargos eletivos.


07/11/2011

Dilma indica Rosa Candiota para ministra do STF


Rosa é ministra do Tribunal Superior do Trabalho desde 2006; nome ainda depende de aprovação do Senado

Por Luciana MarquesVeja
Divulgação/TST 

Rosa Candiota, indicada pela presidente Dilma para compor o STF

A presidente Dilma Rousseff assinou nesta segunda-feira o ato de indicação de Rosa Maria Weber Candiota, ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), para ocupar a vaga de ministra do Supremo Tribunal Federal (STF).

O documento será encaminhado ao Senado, que precisa aprovar a indicação. Rosa deverá ocupar o lugar de Ellen Gracie, que se aposentou em agosto deste ano.

A escolha de Dilma Rousseff ocorreu dois dias antes do Supremo Tribunal Federal (STF) decidir sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa. Como o julgamento está previsto para esta quarta-feira, a 11ª cadeira da Corte deve continuar vazia na ocasião.
Biografia

Rosa foi inspetora do Ministério do Trabalho, mediante concurso público, de 1975 a 1976. Ingressou na magistratura trabalhista em 1976, como juíza substituta do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul). Foi promovida em agosto de 1991 ao cargo de juíza do TRT da 4ª Região.

Ela também foi corregedora e presidente do mesmo tribunal.

Foi ainda professora da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), no curso de graduação em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1989 e 1990.

Em 21 de fevereiro de 2006 tomou posse no cargo de ministra do TST.
07.11.2011

Este documentário denuncia a pirataria em águas internacionais da Somália (leste da África).


O documentário mostra que a Somália é vítima da pesca ilegal e é usada como depósito de lixo tóxico e nuclear de empresas europeias e asiáticas.

Veja tudo isso em 23 minutos deste importante documentário.

O mesmo vídeo legendado.

7 de novembro de 2011

É decepcionante ver a que ponto de degradação chegou a militância estudantil nestes tempos petralhas




SAUDADE DO TEMPO EM QUE AS ENTIDADES ESTUDANTIS AINDA NÃO HAVIAM SIDO "PROFISSIONALIZADAS"

Para quem fez política estudantil nas décadas de 1960 e 1970, uma época em que a militância era voluntária e, principalmente, ideológica, é decepcionante ver a que ponto de degradação chegou a militância estudantil nestes tempos petralhas, quando as "lideranças" de centros acadêmicos e entidades, no mais das vezes, não passam de "estudantes profissionais", que passam anos a fio nas universidades, bancados por legendas políticas, única e exclusivamente para fazer o papel de "capataz", mantendo a "manada" sob controle, para ser utilizada, quando os propósitos forem do interesses dos "novos coronéis".

Vejamos o que está acontecendo atualmente na USP, em São Paulo, onde um "grupelho de anarquistas, travestidos de estudantes, resolveram invadir o prédio da Reitoria, em protesto pelo fato da polícia ter entrado no Campus Universitário para prender traficantes de maconha.


Pois bem, essa estudantada de meia tigela, que não tem a decência de ir às ruas para protestar contra a corrupção política e administrativa, ou mesmo contra o sucateamento dos órgãos públicos responsáveis pela distribuição de saúde, segurança e educação, acham motivação para realizar badernas, inclusive com o uso de violência, como protesto contra a "ousadia" da Polícia Militar em entrar no Campus da USP para conter a venda e consumo de maconha. Será que esses idiotas acham que o Campus da USP é um território livre para consumo de drogas?


Tenho saudade do tempo em que os estudantes brasileiros ainda preservavam o direito de pensar por conta própria...



Uma imagem vale mais que mil palavras!



Lupi:‘Sou como cana de canavial. Nem facão arranca’



O destino tem sido implacável com a equipe de ministros de Dilma Rousseff.

Entre uma manchete e outra, o sinal muda de verde para amarelo.



Aconteceu uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Em todos os casos, os ministros pilhados na contramão preferiram o acelerador ao freio.

Dá-se coisa semelhante com o pedetê Carlos Lupi. Fustigado pela oposição, que cobra sua saída, o titular do Trabalho recorre à direção perigosa:

"Eu repito sempre que sou como cana de canavial: nem facão nem a queimada arranca minha raiz. Vou até o fim…"

“…Tem muita gente graúda incomodada com a minha presença no ministério, mas pode dizer que eles vão ter que me engolir."


Em meio à “gente graúda” que revela algum incômodo destaca-se a presidenta da República.

Com Lupi atravessado na traquéia, Dilma planejava moer a cana no engenho ministerial projetado para o início de 2012.

A dúvida é: Dilma vai aturar os canaviai$ do Trabalho por mais alguns meses ou descerá o facão antes do previsto?

Considerando-se a devastação do ministério plantado na Esplanada há dez meses, o destino de Lupi, longe de parecer estranho, tem um quê de familiar.

O ministro parece convencido de que foi enraizado no mundo como exemplo.

De quê?

Todo mundo, inclusive Dilma, tenta descobrir.


Se mantiver Lupi em pé depois de ter ceifado os cinco incômodos que o precederam, Dilma terá descoberto algo que, por inusitado, merece ser compartilhado com a plateia.
07/11/2011


Bebês adultos





Em seu bojo, o movimento "Ocupe Wall Street" (no sentido mais de política do que de fraldas) é uma demanda por uma adolescência estendida às expensas públicas


Escrito por Mark Steyn
Artigos - Cultura


Não há praticamente nada que você não possa fazer o governo pagar para você.

Comentário de Felipe Melo:

A crescente onda de infantilização da sociedade ocidental está assumindo proporções nunca vistas antes. A pretensa vulnerabilidade que se quer fazer crível no discurso de movimentos como o “Ocupe Wall Street”, ou dos protestos violentos que inflamaram as ruas de Londres em agosto deste ano, não é nada mais do que parasitismo puro.

Com isso, posterga-se para as gerações futuras uma conta ingrata e injusta que, quando chegar o momento de ser quitada, lançará os países em uma crise econômica e social gravíssima - como a que vemos hoje na Grécia, por exemplo.

No Brasil, a máquina pública obesa e profundamente privatizada aos interesses da nomenklatura tupiniquim, as políticas econômicas irresponsáveis e o crescente estímulo à dependência governamental têm corroído o âmago do país, apesar da construção da ilusão de prosperidade conduzida pelo Leviatã - que, como o agente funerário, maquia o defunto para devolver-lhe esteticamente a vida.

Leia mais aqui.

A HORA DO VOTO - Uspianos e universitários de todo o Brasil, chega da ditadura dos extremistas!!!




Mirem-se no exemplo da 
Universidade de Brasília!

Mandem pra PQP os dinossauros
do PT, PSOL, PSTU, PCO, LER-QI…



Falarei sobre a USP porque é o tema do momento, mas o que vai neste post vale para todas as universidades do país, especialmente as públicas, onde os dinossauros costumam se reproduzir em maior número, embora sejam a minoria ridícula e patética de sempre. No fim deste mês, haverá eleição para o DCE da maior universidade do país. Chegou a hora de a racionalidade dar uma resposta à ignorância, à estupidez, à violência, à vigarice intelectual, ao fascismo, à picaretagem, ao tráfico de drogas, ao banditismo, à empulhação, à mentira, às utopias que matam. Chegou a hora de permitir que o século 21 finalmente brote na representação estudantil!

- Até quando uma minoria que não chega a representar 1% da USP dará as cartas na universidade?

- Até quando essa meia-dúzia de radicais vai abusar da instituição, usando-a como mero aparelho de seus delírios ideológicos?

- Até quando estudantes profissionais, que odeiam a USP e têm prontuário em vez de currículo, continuarão a se impor àqueles que realmente estudam? 






- Até quando vanguardistas do século 19 ditarão os caminhos que os uspianos devem seguir no século 21?

- Até quando o Sintusp, que congrega servidores da USP, vai tentar impor na marra o ritmo de funcionamento de uma instituição acadêmica?

- Até quando, uspianos, vocês serão assaltados pelos discursos embolorados de sempre, que mentem sobre o passado, distorcem o presente e tentam inviabilizar o futuro?

- Até quando, em suma, minorias de extremistas enlouquecidos, que mal sabem onde têm o nariz ou o que fazem com ele, se colocarão como guias dos estudantes da maior universidade do país?

- Até quando essa minoria de irresponsáveis, que hoje flerta abertamente com o crime organizado dentro da USP, continuará a impor a suja vontade à maioria que quer estudar?

CHEGOU A HORA DO VOTO! CHEGOU A HORA DE A MAIORIA SILENCIOSA FALAR!

CHEGOU A HORA DE FAZER DA ELEIÇÃO DO DCE DA USP UM FATO REALMENTE HISTÓRICO. FAÇAM, SENHORES USPIANOS SILENCIOSOS, A ELEIÇÃO MAIS REPRESENTATIVA DA HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE!

CHEGOU A HORA DE AS ESQUERDAS DA USP SE CONFRONTAREM COM AQUILO QUE REALMENTE NÃO CONHECEM: A MASSA!

CHEGOU A HORA, ALUNOS QUE QUEREM ESTUDAR E QUE ANSEIAM POR UMA UNIVERSIDADE REALMENTE COMPROMETIDA COM O ESTUDO E COM A PESQUISA, DE DAR UMA RESPOSTA À VANGUARDA DO ATRASO, À VANGUARDA DO RETROCESSO, À VANGUARDA DE ANTEONTEM.

CHEGOU A HORA DE APEAR DO PODER OS BANDIDOS QUE SEQÜESTRAM OS DIREITOS DOS ESTUDANTES PARA ALIMENTAR SUAS ESTÚPIDAS FANTASIAS REVOLUCIONÁRIAS.

Eleições e greve

Entre os dias 22 e 24 deste mês, haverá eleição para o DCE. Seis chapas estão inscritas. Duas deles reúnem os atuais promotores da invasão: uma junta o PCO com o Movimento Negação da Negação (!?). A outra é da turma da LER-QI, com esse nome de doença ortopédica. É só um braço do Sintusp. Um pedaço do PSOL fez parceria com o PSTU para formar uma terceira; outro preferiu, atenção!, o MST (sim, há um braço do Movimento dos Sem Terra na USP!) e formou a quarta chapa. Uma quinta reúne os de sempre: PT, PCdoB e MR-8, que agora se chama “Partido Pátria Livre”. E há uma sexta chapa que não é de esquerda: uma única. Há nela, parece, alguns alunos filiados ao PSDB, alguns seriam filiados o PP, mas um bom número não tem filiação nenhuma — no caso da chapa vitoriosa da UnB, não há um só estudante filiado.

Atenção, senhores alunos da USP que realmente querem estudar! Nos muitos fóruns de professores e alunos existentes na universidade — eu tenho muitas fontes nesse meio; eles podem espernear à vontade —, os petistas é que estão liderando o debate. Eles querem o fim da “ocupação” (o nome certo é “invasão”) agora porque planejam, como dizem, “reunir forças” para fazer uma “grande greve” no ano que vem. Contra o quê? Eles ainda não sabem. Mas, como diz um dos vigaristas (que é professor!), “a gente sempre acha um motivo”. É isto mesmo, senhores alunos da USP: eles os tratam como mera massa de manobra de seus interesses partidários. E NÃO SE ESQUEÇAM: 2012 É ANO ELEITORAL. E, portanto, ano “bom” para greve!



Defendam-se, uspianos!

Votem contra a greve, votem contra as invasões, votem a favor do ensino, votem a favor da pesquisa, votem contra o assassinato no campus, votem contra o tráfico de drogas, votem contra o roubo de carros, votem contra o furto, votem contra a violência, VOTEM, EM SUMA, CONTRA AS ESQUERDAS.

Votem a favor da universidade e de si mesmos!


Sigam o exemplo da Universidade de Brasília. Pela primeira vez em 49 anos, a esquerda está fora do DCE.

O estudantes de lá disseram um “não” aos fascistóides que querem se impor na base do berro, da mentira e da violência!


ATENÇÃO, MAIORIA SILENCIOSA DA USP, AS REDES SOCIAIS ESTÃO AÍ! MOBILIZEM-SE!

FAÇAM COM QUE AS ESQUERDAS DA USP CONHEÇAM O PESO DA MAIORIA!

 07/11/2011 

domingo, 6 de novembro de 2011

Depois de Luppi, Haddad





A pergunta que não quer calar: Como um empresário com R$ 50,84 na conta bancária, há oito meses, venceu três pregões milionários do órgão responsável pelo Enem, sem ter as empresas registradas em seu nome?

Em 15 de março deste ano, o empresário André Luis Sousa Silva, que ganhou contratos milionários no Ministério da Educação, tinha apenas R$ 50,84 em todas as contas bancárias registradas em seu nome.

O saldo impediu o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) de cumprir uma ordem judicial de bloqueio de bens. Foi considerado insuficiente para pagar R$ 5,9 mil cobrados por uma universidade por mensalidades atrasadas do curso de sistemas da informação.

Em seguida, o TJDFT descobriu que, apesar do extrato bancário, André tinha uma Toyota Hilux modelo 2011. As posses, no entanto, vão além.
O empresário também possui uma casa no condomínio Park Way, que ficou pronta recentemente, segundo vizinhos.

André está por trás de três empresas que participaram — e ganharam — do pregão 15/2011, do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). No entanto, não deixou sua digital em nenhuma delas.

A Monal Informática ainda está registrada no nome de Aristides Silva, 84 anos, que disse desconhecer qualquer atividade da empresa.
André admitiu que comprou a Monal este ano.

A situação cadastral, segundo ele, só não foi regularizada.

Já a DNA Soluções Inteligentes está em nome da mãe dele, Enisa Alves. A empresária teria apresentado capital de R$ 1 milhão.

Ela é moradora do Núcleo Bandeirante em Brasília — região administrativa em que o filho também viveu boa parte da vida.

O bairro é sede de outra empresa recém-adquirida, a Jeta Informática, e que participou da licitação.

A empresa está em nome de dois músicos sertanejos. Um deles confirmou que André era o responsável pelos negócios.


Entre 2001 e 2007, André trabalhou na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), como terceirizado.
Foi demitido do cargo de analista de redes e começou a trabalhar por conta própria até montar a DNA.

Desde o ano passado, ele começou a participar de licitações públicas e afirmou ao Estado de Minas que comprou a Monal para entrar em outras disputas. Apesar de atuar na área de informática há décadas, André administra também a Clinikids Especialidades Médicas Pediátricas.

A mulher dele, Jeanne Frota Alecrim, é pediatra do Governo do Distrito Federal e também atende na clínica no Lago Sul. A unidade foi credenciada este ano pelo Senado Federal, com contrato, estimado em R$ 60 mil.
O extrato do negócio foi assinando por André e publicado no Diário Oficial da União em 5 de maio.

Celso Arnaldo e o Discurso sobre o Nada em Cannes




Celso Arnaldo e o Discurso sobre o Nada em Cannes: dar um jeito no neurônio de Dilma é coisa para um Sírio-Libanês


  Direto ao Ponto

Impressionado com o Discurso sobre o Nada em Cannes, o jornalista Celso Arnaldo Araújo achou que era pouco internar Dilma Rousseff por causa de um único trecho do palavrório sem pé nem cabeça.


O grande caçador de cretinices juntou logo quatro maravilhas do dilmês rústico, acrescentou seu parecer e remeteu aos enfermeiros a hóspede mais assídua do Sanatório Geral.


Fez um trabalho tão bom que os médicos do famoso nosocômio acharam que é coisa para o Direto ao Ponto.
(AN)


“Aí fomos para a reunião do G20. Na reunião do G20…

Aliás, desculpa, dos Brics.
 

Na reunião dos Brics, os Brics discutiram a questão da crise europeia.

Os Brics, eu acho que nenhum deles foi… todos eles acharam que tinha de aumentar, se houvesse uma ajuda, se fosse necessário a ajuda, se… obviamente, os que são ajudados têm de querer.

Enfim, são discussões…”



“Nas reuniões, assim, mais laterais: com os japoneses, discutimos o trem de alta velocidade…

Quem mais que foi?

Ah, com a OIT, foi essa questão que a OIT enfatizou muito, a importância que o Brasil tem na questão da política social, da política de proteção social, da política de valorização do trabalho.

Até a nossa… a recente promulgação do Pronatec.

Eles acompanham bem acompanhado”.


“Com a primeira-ministra, com a chanceler Angela Merkel, nós discutimos a importância da relação do Brasil com a Alemanha; enfatizamos que vamos dar uma ênfase muito grande à questão da pequena e da média empresa no Ano Brasil-Alemanha 2013/2014 (…)

Enfim, eu estou tentando ser o máximo específica, mas, em geral, há muita, havia muita preocupação com a questão da crise europeia”.



“Não é protecionismo, nós temos de nos proteger também, cada um faz o que pode.

Agora, tem algumas medidas que nós nunca vamos controlar.

Não vamos controlar a hora que eles resolvem despejar 800…

A última vez foram 800 milhões?

Bi?

Trezentos?

Quanto foi o último quantitative easing, o dois?

Seiscentos bi?

Eu não vou… não tem como controlar isso, não tem como controlar a política cambial chinesa.

Nós achamos é que não… passamos o tempo inteiro dizendo isso: que tem isso, que não pode ser assim, que tem de mudar.

E, hoje, isso meio que se internalizou; hoje, não somos só nós a falar isso”.


Celso Arnaldo faz o resumo da Ópera da Maluquice:

Dilma Rousseff,
tentando explicar aos jornalistas o conteúdo de suas sucessivas reuniões com chefes de estado das outras 19 nações mais ricas do mundo, que discutiram em Cannes o futuro do planeta, com uma sucessão de frases e ideias que, levadas ao pé da letra, sem uma rigorosa revisão, seriam barradas da ata da reunião de condomínio de um conjunto habitacional do Minha Casa Minha Vida.

06/11/2011

Líderes do PCdoB receberam do Esporte via consultoria AE



Dois dirigentes do PCdoB receberam recursos públicos por meio de uma empresa de consultoria, a Casa de Taipa Comunicação Integrada, criada para atuar em projetos ligados ao Ministério do Esporte, comandado pelo partido


 Agência Estado

Um dos donos da empresa é Júlio César Filgueira, ex-secretário do ministério e filiado ao PC do B. Seu sócio, Oswaldo Napoleão Alves, é também do partido e coordenador do núcleo de ensino e pesquisa da Escola Nacional da legenda comunista.

Em agosto, a empresa deles recebeu R$ 825 mil da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU) para cuidar da promoção da candidatura de Brasília aos Jogos Mundiais Universitários - conhecidos como "Universíade" - de 2017, dentro de um projeto financiado pelo governo do DF e apoiado oficialmente pelo Esporte.

A engenharia dos repasses e as relações entre os envolvidos indicam a formação de um circuito fechado que começa nos gabinetes apoderados pelo PCdoB na Esplanada e acaba na empresa dirigida pelo quadros do partido.

Em 2009, quando ainda estava no ministério, Filgueira assinou dois convênios que somam pelo menos R$ 1,1 milhão com a mesma CBDU, que viria a contratá-lo dois anos depois, agora com dinheiro do governo do DF, como "consultor" por valor semelhante.

Ele abriu a empresa de consultoria em dezembro de 2009, dois meses depois de deixar o ministério, onde era responsável pelo programa Segundo Tempo.


Leia mais aqui.


06.Nov.11

EXTORSÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO

Assessores de Lupi são acusados de cobrar propina de ONGs para liberar repasses

Relatos de diretores de ONGs, parlamentares e servidores revelam que caciques do PDT transformaram órgãos de controle da pasta em instrumento de extorsão



REVISTA VEJA

PERCA TEMPO 
O Blog do Murilo





















O golpe ensaiado pelo pecador sem cura informa que os mensaleiros estão inquietos







Sempre que o deputado João Paulo Cunha reaparece no noticiário político-policial, faço questão de homenageá-lo com a republicação de um artigo que, em dezembro de 2005, apresentou aos leitores do Jornal do Brasil o parlamentar do PT paulista que presidia a Câmara quando explodiu o escândalo do mensalão.

Embora enfiado no pântano até o pescoço, ou por isso mesmo, João Paulo começou a irritar-se já no título (“A coalizão dos vigaristas”).

Ao estacionar no ponto final, o descobridor de Marcos Valério estava grávido de indignação com tudo o que lera, especialmente com o parágrafo abaixo transcrito:

“Vocês ainda vão ouvir falar muito num carequinha chamado Marcos Valério”, avisou Jefferson dias mais tarde.

E então se deu a metamorfose.

Sumiu o João Paulo com cara de garotão, maneiras polidas, cada fio de cabelo em seu lugar, óculos de primeiro da classe, afeito a sussurros conciliadores, mas disposto a enfrentar quaisquer perigos em defesa dos oprimidos e dos princípios do PT.

Com os mesmos óculos, entrou em cena um tipo assustadiço, olheiras de porteiro de cabaré, barba implorando por lâminas, cabelos em desalinho, pupilas dilatadas pelo medo.

Esse João Paulo era o verdadeiro.

Tinha a cara da alma, modificada pelo lucrativo convívio com Marcos Valério.


No fim de 2008, o fruto da cólera foi afinal parido: nasceu uma ação judicial que fixava em R$ 100 mil o preço da honra ofendida.

Como está explicado na seção Vale Reprise, o pedido de indenização foi engavetado pela Justiça em agosto de 2009.

Antes disso, publiquei de novo o artigo e convidei os leitores a decidir o caso.

O deputado mensaleiro achava que merecia dinheiro.

Eu continuava achando que merecia cadeia.

O timaço de comentaristas, como sempre, cumpriu exemplarmente a missão.

E ficou resolvido que o que falta a João Paulo Cunha é uma didática temporada na gaiola.



Não só continua em liberdade como tem desfrutado com a habitual desfaçatez dos privilégios concedidos pelo bando governista a comparsas que perderam o sono no auge do escândalo.

No começo do ano, por exemplo, o réu à espera de julgamento no Supremo por formação de quadrilha ganhou de presente a presidência da Comissão de Constituição e Justiça.

Nesta quarta-feira, valendo-se das atribuições do cargo, infiltrou na pauta da reunião seguinte um projeto que concede anistia aos ex-deputados (e para sempre mensaleiros) José Dirceu, Roberto Jefferson e Pedro Corrêa, punidos pela Câmara com a cassação do mandato e a suspensão dos direitos políticos por oito anos.
Surpreendido pela reportagem do Estadão que denunciou a patifaria , o pecador irremissível balbuciou explicações desconexas e tratou de recolher a prova do crime.

O episódio informa, simultaneamente, que João Paulo Cunha não tem conserto e que os quadrilheiros andam agitados demais com a aproximação do julgamento no STF.

Todos parecem confiantes na bancada das togas governistas.

Mas talvez tenham descoberto que ainda é minoritária.

05/11/2011 

charges e vinheta




perguntar não ofende




Chegou a vez do lupinote.

Governinho de quinta categoria!!!

Vergonha mundial !!!



Se ao menos tivéssemos um CONGRESSO e não um congre$o, seria caso de impeachment já no affair palocci.




Os eleitores desse bando merecem esse prato de morangos cobertos com merda servido toda semana, mas nós não merecemos, pô!!!

www.sponholz.arq.br