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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Eis a Reitoria da USP depois da invasão. A conversa é com o juiz Laroca, não com bandidos e ladrões



Por Reinaldo Azevedo

A minha conversa não é com delinquentes que invadem a USP. Não falo com bandidos.

A minha conversa não é com os delirantes de extrema esquerda, uma minoria que se alimenta da própria estupidez. Não falo com dinossauros.

A minha conversa não é com os que roubaram equipamentos públicos. Não falo com ladrões.

A minha conversa é com um juiz chamado Adriano Marcos Laroca. Ele se diz um “juiz para a democracia”. Ele pertence a uma associação chamada “Juízes para a Democracia”.

É ao juiz Laroca que eu apresento esta foto (todas as imagens são de autoria de Nelson Antoine, da Fotoarena).







É ao juiz Laroca que eu mostro esta outra foto.





É ao juiz Laroca que eu exponho esta terceira foto.





É ao juiz Laroca que eu exibo mais uma foto.





É ao juiz Laroca que eu revelo uma quinta foto.





Essa é a reitoria depois que os invasores do PSOL, do PSTU e de outros grupelhos de extrema esquerda a ocuparam. Já invadi a reitoria. O Demétrio Magnoli também — não custa lembrar, já que estamos na moda. Nunca largamos uma guimba no chão.

Refiro-me ao conjunto dos militantes de então. Se o professor deixasse o comando de greve entrar na sala, bem, entrava-se e se dava o recado; se não, então era não. Havia um professor de alemão que não permitia nunca. A gente pedia sempre. Ele sempre dizia não. A gente não engrossava nunca: “Obrigado, professor!”. E ia embora. O Brasil era uma ditadura. Achávamos que era preciso acabar com a ditadura. Mas não com a hierarquia do saber.

E para contestar o saber? Há os espaços que reservados pelo próprio… saber.

É com o juiz Laroca “para a democracia” que se tem de conversar. Ao negar uma liminar de reintegração de posse, ele escreveu:
“A ocupação de bem público (no caso de uso especial, poderia ser de uso comum, por exemplo, uma praça ou rua), como forma de luta democrática, para deixar de ter legitimidade, precisa causar mais ônus do que benefícios à universidade e, em última instância, à sociedade.

Outrossim, frise-se que nenhuma luta social que não cause qualquer transtorno, alteração da normalidade, não tem força de pressão e, portanto, sequer poderia se caracterizar como tal.”

Ao escrever “nenhuma luta que não cause”, maltratou a Inculta & Bela. Mas quem apanhou mesmo foram as ideias.

Dado o resultado, ele poderia dizer — será? — que o “ônus é maior do que os benefícios” e que isso é muito feio. A ressalva, em sua decisão, parece-me, é apenas prudencial.

O certo é que o meritíssimo endossou um método de luta que afronta não uma ordem ditatorial, mas uma ordem democrática.

Quem vai pagar por isso, juiz Laroca?


12/11/2013

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O texto ensolarado de Reinaldo Azevedo reduziu a cinzas os vampiros de chanchada



Por Augusto Nunes

Já registrei neste espaço que meu amigo e vizinho Reinaldo Azevedo é o Pelé da internet.

Brilha em qualquer campo, coleciona lances de gênio com a naturalidade de quem bate um lateral, faz um gol de placa por jogo. Ou mais.

Seja qual for o adversário, está sempre inspirado. E entra em estado de graça quando enfrenta seleções que representam as muitas nações do continente dos canalhas.

Escaladas pelo critério da sordidez, aparecem de tempos em tempos ─ sempre agressivas, ressentidas, brutais ─ para outra derrota desmoralizante. Foi assim nesta quarta-feira.

Desta vez, o cracaço liquidou o jogo com a obra-prima batizada de “Meus heróis não morreram de overdose. Alguns dos meus amigos de infância é que morreram no narcotráfico! E foi uma escolha“.

O texto ensolarado de Reinaldo devassou as catacumbas da USP que abrigam o barracão da Acadêmicos da Vigarice.

Surpreendidas nos sarcófagos pela luminosidade intensa, as criaturas das trevas foram reduzidas a cinzas como vampiros de chanchada. Órfãos de todas as ditaduras, gigolôs de presos políticos assassinados, torturadores desempregados, professores com QI de ministro, estudantes com doutorado em cretinice, aduladores de plateias infantilizadas, cafetões de bolsas de estudos, nostálgicos do século 18, velhotes com tênis nos pés e fraque no cérebro, jovens envelhecidos já no berçário por rugas mentais, colunistas que recitam a Teoria do Bom Ladrão num deserto de leitores ─ nenhuma dessas abjeções multiplicadas pela Era da Mediocridade escapou da devastação.

Pela cacofonia que produzem, eles poderiam parecer ameaçadores. Ficou evidente que só conseguem matar de rir.

Amparado na decência, no brilho intelectual e na verdade, Reinaldo Azevedo mostrou que os integrantes da Acadêmicos da Vigarice são muitos, mas não valem nada.


23/11/2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A HORA DO VOTO - Uspianos e universitários de todo o Brasil, chega da ditadura dos extremistas!!!




Mirem-se no exemplo da 
Universidade de Brasília!

Mandem pra PQP os dinossauros
do PT, PSOL, PSTU, PCO, LER-QI…



Falarei sobre a USP porque é o tema do momento, mas o que vai neste post vale para todas as universidades do país, especialmente as públicas, onde os dinossauros costumam se reproduzir em maior número, embora sejam a minoria ridícula e patética de sempre. No fim deste mês, haverá eleição para o DCE da maior universidade do país. Chegou a hora de a racionalidade dar uma resposta à ignorância, à estupidez, à violência, à vigarice intelectual, ao fascismo, à picaretagem, ao tráfico de drogas, ao banditismo, à empulhação, à mentira, às utopias que matam. Chegou a hora de permitir que o século 21 finalmente brote na representação estudantil!

- Até quando uma minoria que não chega a representar 1% da USP dará as cartas na universidade?

- Até quando essa meia-dúzia de radicais vai abusar da instituição, usando-a como mero aparelho de seus delírios ideológicos?

- Até quando estudantes profissionais, que odeiam a USP e têm prontuário em vez de currículo, continuarão a se impor àqueles que realmente estudam? 






- Até quando vanguardistas do século 19 ditarão os caminhos que os uspianos devem seguir no século 21?

- Até quando o Sintusp, que congrega servidores da USP, vai tentar impor na marra o ritmo de funcionamento de uma instituição acadêmica?

- Até quando, uspianos, vocês serão assaltados pelos discursos embolorados de sempre, que mentem sobre o passado, distorcem o presente e tentam inviabilizar o futuro?

- Até quando, em suma, minorias de extremistas enlouquecidos, que mal sabem onde têm o nariz ou o que fazem com ele, se colocarão como guias dos estudantes da maior universidade do país?

- Até quando essa minoria de irresponsáveis, que hoje flerta abertamente com o crime organizado dentro da USP, continuará a impor a suja vontade à maioria que quer estudar?

CHEGOU A HORA DO VOTO! CHEGOU A HORA DE A MAIORIA SILENCIOSA FALAR!

CHEGOU A HORA DE FAZER DA ELEIÇÃO DO DCE DA USP UM FATO REALMENTE HISTÓRICO. FAÇAM, SENHORES USPIANOS SILENCIOSOS, A ELEIÇÃO MAIS REPRESENTATIVA DA HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE!

CHEGOU A HORA DE AS ESQUERDAS DA USP SE CONFRONTAREM COM AQUILO QUE REALMENTE NÃO CONHECEM: A MASSA!

CHEGOU A HORA, ALUNOS QUE QUEREM ESTUDAR E QUE ANSEIAM POR UMA UNIVERSIDADE REALMENTE COMPROMETIDA COM O ESTUDO E COM A PESQUISA, DE DAR UMA RESPOSTA À VANGUARDA DO ATRASO, À VANGUARDA DO RETROCESSO, À VANGUARDA DE ANTEONTEM.

CHEGOU A HORA DE APEAR DO PODER OS BANDIDOS QUE SEQÜESTRAM OS DIREITOS DOS ESTUDANTES PARA ALIMENTAR SUAS ESTÚPIDAS FANTASIAS REVOLUCIONÁRIAS.

Eleições e greve

Entre os dias 22 e 24 deste mês, haverá eleição para o DCE. Seis chapas estão inscritas. Duas deles reúnem os atuais promotores da invasão: uma junta o PCO com o Movimento Negação da Negação (!?). A outra é da turma da LER-QI, com esse nome de doença ortopédica. É só um braço do Sintusp. Um pedaço do PSOL fez parceria com o PSTU para formar uma terceira; outro preferiu, atenção!, o MST (sim, há um braço do Movimento dos Sem Terra na USP!) e formou a quarta chapa. Uma quinta reúne os de sempre: PT, PCdoB e MR-8, que agora se chama “Partido Pátria Livre”. E há uma sexta chapa que não é de esquerda: uma única. Há nela, parece, alguns alunos filiados ao PSDB, alguns seriam filiados o PP, mas um bom número não tem filiação nenhuma — no caso da chapa vitoriosa da UnB, não há um só estudante filiado.

Atenção, senhores alunos da USP que realmente querem estudar! Nos muitos fóruns de professores e alunos existentes na universidade — eu tenho muitas fontes nesse meio; eles podem espernear à vontade —, os petistas é que estão liderando o debate. Eles querem o fim da “ocupação” (o nome certo é “invasão”) agora porque planejam, como dizem, “reunir forças” para fazer uma “grande greve” no ano que vem. Contra o quê? Eles ainda não sabem. Mas, como diz um dos vigaristas (que é professor!), “a gente sempre acha um motivo”. É isto mesmo, senhores alunos da USP: eles os tratam como mera massa de manobra de seus interesses partidários. E NÃO SE ESQUEÇAM: 2012 É ANO ELEITORAL. E, portanto, ano “bom” para greve!



Defendam-se, uspianos!

Votem contra a greve, votem contra as invasões, votem a favor do ensino, votem a favor da pesquisa, votem contra o assassinato no campus, votem contra o tráfico de drogas, votem contra o roubo de carros, votem contra o furto, votem contra a violência, VOTEM, EM SUMA, CONTRA AS ESQUERDAS.

Votem a favor da universidade e de si mesmos!


Sigam o exemplo da Universidade de Brasília. Pela primeira vez em 49 anos, a esquerda está fora do DCE.

O estudantes de lá disseram um “não” aos fascistóides que querem se impor na base do berro, da mentira e da violência!


ATENÇÃO, MAIORIA SILENCIOSA DA USP, AS REDES SOCIAIS ESTÃO AÍ! MOBILIZEM-SE!

FAÇAM COM QUE AS ESQUERDAS DA USP CONHEÇAM O PESO DA MAIORIA!

 07/11/2011