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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

CHEGA DE PUNHOS DE RENDA - Maria Lucia Victor Barbosa

CHEGA DE PUNHOS DE RENDA

Maria Lucia Victor Barbosa

 
O endeusamento de Marina da Silva tem menos a ver com os méritos da candidata do PV e, sim, com certos fatores que esta conseguiu capitalizar a partir de uma postura crítica.

Entre os fatores ressaltem-se, primeiro, os escândalos que estouraram durante a campanha, sendo menos explosivo o da quebra do sigilo fiscal da filha de José Serra e de outros tucanos e mais evidente para parcela da opinião pública aquele ligado à amiga, braço direito e sucessora de Rousseff na Casa Civil, Erenice Guerra, chamada jocosamente de Erê 6% por conta do hábito de sua grande família instalada no poder achacar pessoas em troca de projetos ligados ao governo.

Segundo, a afronta da candidata de Lula da Silva a católicos e evangélicos, por sua declaração favorável a liberalização do aborto, algo que atualmente ela nega com veementes invocações a Deus e à vida, mas que está incluído em seu programa de governo, assim como o casamento gay foi, sem dúvida, o que causou maiores danos à sua candidatura.

Note-se que funcionaram aspectos morais, sobretudo, de cunho religioso para invalidar o que os institutos de pesquisa apontavam de modo bastante errado: a estrondosa vitória no primeiro turno da afilhada política do presidente da República.

E, sem dúvida, a ida de sua sucessora para o segundo turno constituiu uma desagradável surpresa para Lula da Silva e seu círculo de poder ou atual classe dominante.

Afinal, a sociedade tinha se mantido indiferente a “mensalões”, “sanguessugas”, dólares na cueca, dossiês e toda a avassaladora corrupção presente no governo do partido que dizia ser o único ético, aquele que viria para mudar a roubalheira governamental oriunda dos tempos coloniais.

Ao mesmo tempo, existe uma separação conveniente e artificial entre o PT e Lula da Silva, entre governo e o presidente da República que fica blindado. Assim protegido ele se coloca acima da lei, faz e fala o que bem entende e é aceito e aplaudido.

Entretanto, por mais que agora ele apareça gargalhando e fazendo piadas como é de seu hábito, no fundo deve ter sentido pela primeira vez a estocada da sociedade que não consagrou sua ungida no primeiro turno. Lula da Silva deve estar desconfiado que não é mais o cara.

Quanto ao assunto da quebra de sigilos, nepotismo e extorsões da grande família da ex-ministra da Casa Civil, Ereneci Guerra, Lula da Silva, que esteve metamorfoseado em cabo eleitoral de sua criação política, preferiu abusar do gestual em palanques.

Parecendo transtornado, tomado de ira incontrolável, entre estertores e esgares urrou para quem quisesse ouvir e ver via TV, que os feitos e responsabilidades de violadores petistas de sigilos ou de sua importante ex-ministra não eram coisa real, mas mentira da imprensa propensa a prejudica-lo e à sua candidata.

Fazendo coro com José Dirceu e Franklin Martins, o presidente de olhos injetados, rosto de cor violácea, fala raivosa lembrou seu querido companheiro Hugo Chávez, que também não suporta a mídia e tem agido de modo truculento e ditatorial contra o que denomina de excesso de liberdade de pensamento.

O presidente da República diz que voltará neste segundo turno a representar o Lulinha paz e amor.

Antes, furioso, apresentou ao Brasil sua porção de Mussolini dos trópicos, no que foi secundado por seu partido e pelos aguerridos militantes petistas que, numa inversão cínica acusaram os que defendem a liberdade de expressão, de fascistas.

Não se pode negar que o crescimento de Marina ajudou Serra a passar para o segundo turno. Os que não simpatizavam com o artificialismo da candidata petista ou a pasmaceira do tucano optaram pela onda verde.

Não propriamente como defensores da ecologia, mas por causa da firmeza de Marina ao criticar a esbórnia reinante que, se fosse promovida pelo candidato do PSDB acarretaria a imediata impugnação de sua candidatura.

E Serra, o que fez no primeiro turno?

Muitos erros ligados à morosidade e à indecisão.

Pior.

Enquanto o PT que costuma se estraçalhar entre suas facções, se une durante as campanhas como se fosse um só corpo, exalta seu já exaltado Lula da Silva, revida com furor qualquer ataque.

Já os tucanos são extremamente individualistas, acomodados, indecisos, lentos e nutrem por Lula da Silva um inequívoco encantamento que os faz a ele submissos, sem reação diante das pancadas petistas que levaram durante oito anos, sem se defender.

Desse modo, passam a imagem de medrosos para não dizer coisa pior. Escondem Fernando Henrique e seu governo que foi macaqueado pelo PT. Receiam apontar as falcatruas e a falsa propaganda governistas.

Mas agora é chegada a hora de Serra recolher os punhos de renda e trocá-los pela crítica que pode ser serena e ao mesmo tempo contundente.

Não adianta repetir o que diz Rousseff sobre Saúde, Educação, erradicação da miséria. Estes temas são tão velhos, batidos e não solucionados quanto nossa história e devem fazer parte de todo programa de governo sem maiores alardes

Que José Serra esqueça os conselhos de seu marqueteiro e fale sobre a corrosão de nossos valores, a imoralidade reinante nos Poderes constituídos, a violência advinda do narcotráfico, a violência no campo gerada pelo MST, a corrupção galopante do PT no poder.

Que ele não tenha medo de mostrar a empulhação presidencial. Que chame para seu lado FHC para que este tenha a chance de mostrar o que fez pelo Brasil, sua obra chamada de herança maldita, mas copiada pelos mandarins petistas.

E que ao lado de Serra se posicionem seus aliados e os governadores eleitos pelo PSDB que, durante a campanha ocultaram Serra, com exceção do governador eleito por São Paulo, Geraldo Alckimin.

Se assim não for, correm o risco os tucanos de parecerem covardes. E o Brasil não precisa de covardes, de boquirrotos palanqueiros, de ditadores enrustidos, de gente despreparada para o poder, mas de estadistas.

A hora é agora, chega de punhos de renda.

E que José Serra não se omita, pois sua omissão será paga em gerações.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
    
 07/10/2010

Lula ameaça revisar acordo com o Vaticano por questionamentos a Dilma



Lula ameaça revisar acordo com o Vaticano por questionamentos a Dilma

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A agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano.

ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios.

Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos.

Assim como 2006 foi marcado pelos aloprados, 2010 carregará o registro de ataques ao direito à privacidade feitos por aparelhos lulopetistas infiltrados na máquina burocrática.


Nem tudo está esclarecido na Receita


(O Globo - Editorial)

O que as evidências indicavam foi confirmado por sindicância da Receita Federal. 

Desde a primeira notícia sobre a circulação de informações confidenciais sobre Eduardo Jorge Caldas Pereira, vice-presidente do PSDB, em escritório da campanha de Dilma Rousseff em Brasília, era aposta infalível supor a participação no crime de esquemas sindicais petistas aparelhados dentro do Estado.

A primeira reportagem com a denúncia, da “Folha de S.Paulo”, deflagrou na Receita e no governo manobras protelatórias.

Tomada a medida burocrática de abertura de sindicância, o órgão oficial tratou de ganhar tempo à espera do primeiro turno.

Vitoriosa Dilma, estrategistas brasilienses deviam esperar que ficaria mais fácil jogar tudo para debaixo do tapete, com rapidez.

Coincidência ou não, em seguida à confirmação de que a candidata de Lula, apoiada pela máquina sindical, teria de enfrentar um segundo turno contra o tucano José Serra, a Receita divulgou a conclusão da sindicância em Formiga, cidade do interior de Minas, em que o analista tributário Gilberto Souza Amarante, petista de carteirinha, alegara ter acessado dados de Eduardo Jorge nos computadores da Receita por simples engano, ao buscar arquivos de um “homônimo” do tucano.

Mentira, segundo a auditoria. 

O número e o tipo de acessos, inclusive a informações cadastrais de três empresas mantidas por Eduardo Jorge, e o fato de tudo ter sido feito sem qualquer necessidade funcional comprovam o crime, cometido por evidente motivação político-eleitoral.

Subordinada à Fazenda, cujo ministro, Guido Mantega, é antigo militante petista, tão engajado na campanha de Dilma a ponto de perfilar-se ao lado da candidata enquanto ela fazia o primeiro pronunciamento após confirmado o segundo turno, a Receita tentou, no início, explicar o roubo de informações fiscais como uma ação de criminosos comuns.

Ora, militantes comuns podem conviver com delinquentes políticos no mesmo balcão de negócios. 

E até serem parceiros. 


As investigações em Formiga, a possibilidade de o militante ser demitido e medidas tomadas pela Receita para aumentar o controle nos acessos a seus arquivos não encerram o caso.

Falta jogar luz ainda nas delegacias da Receita em Mauá e Santo André, municípios paulistas onde também houve o acesso criminoso a informações da filha do candidato tucano Serra, Verônica, do marido dela e outros tucanos.

Assim como 2006 foi marcado pelos aloprados, 2010 carregará o registro de ataques ao direito à privacidade feitos por aparelhos lulopetistas infiltrados na máquina burocrática.
A ação desses aparelhos é detectada desde a CPI do Collor.  Mas, naquele tempo, o grande “inimigo comum” eram PC Farias e seu chefe.

A própria imprensa se beneficiava dos vazamentos, com acesso a contas bancárias e dados fiscais de PC e fantasmas.

Os ventos políticos mudaram de rumo, as redações profissionais azeitaram os controles e robusteceram padrões éticos, enquanto esses aparelhos, com Lula e companheirada no poder, ganharam músculos e autonomia.

Não importa qual o próximo presidente.  O Estado brasileiro precisa recuperar o controle de áreas sensíveis (arquivos de bancos públicos, Receita, etc.).

Assim como no Rio o poder público retoma territórios controlados pelo tráfico, no nível federal o mesmo precisa ocorrer na máquina burocrática, parte dela dominada por esquemas político-sindicais.

06/10/2010

Serra dá a largada oficial ao segundo turno em reunião com aliados


“Quanto mais mentiras forem ditas pelas falanges do ódio, responderemos falando mais e mais verdades sobre eles nesse segundo turno”


Com um discurso ofensivo, José Serra deflagrou, agora há pouco, o segundo turno da sua campanha presidencial, reunindo em Brasília um “exército” de governadores, senadores e deputados consagrados nas urnas – como Aécio Neves (MG), Beto Richa (PR) e Geraldo Alckmin (SP) – e também de lideranças como Tasso Jereissati (CE), que garantiu engajamento total. “Nunca tive dúvidas do segundo turno. Nem nos momentos mais difíceis. Sempre confiei em vocês, no povo brasileiro e na minha energia, que está mais forte ainda”, enfatizou Serra.

“Quanto mais mentiras forem ditas pelas falanges do ódio, responderemos falando mais e mais verdades sobre eles nesse segundo turno”, enfatizou.



Serra lembrou que já havia alertado para a campanha autoritária que o PT iria fazer contra ele ainda no pré-lançamento de sua candidatura, realizado no mesmo local no centro de convenções Brasil 21, no bairro da Asa Sul da capital federal.

Na mesma linha, o ex-governador de Minas Gerais e senador eleito Aécio Neves reiterou que também no pré-lançamento da candidatura de Serra antecipou que o PT iria tentar dividir o País. “Mas o Brasil disse não e essa divisão e também disse não à tutela que tentaram impor ao povo brasileiro, que mandou muito bem o recado de que prefere ele mesmo escolher o seu destino, e foi assim que a oposição tornou-se vencedora nas eleições estaduais e será assim que vamos eleger José Serra presidente”, assegurou.


Beto Richa, ex-prefeito de Curitiba e governador eleito do Paraná, garantiu que lá, onde Serra foi amplamente majoritário, “vamos aumentar ainda mais e diferença em seu favor, porque a minha eleição só será completa com a eleição de Serra presidente”.

O senador Tasso Jereissati, que não se reelegeu, denunciou o uso da máquina pública nos níveis federal, estadual e municipal contra ele e também a interferência direta e pessoal do presidente da República para depois pontuar: “Vou fazer uma campanha muito forte para o Serra no Ceará, porque, sinceramente, a eleição dele é mais importante do que a minha, porque é para o bem do Brasil”.


O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, que fez uma dobradinha forte com José Serra no seu Estado, anunciou que já a partir das oito horas de amanhã irá rodar toda a Grande São Paulo para “duplicar” a votação do tucano.

“A nossa campanha não parou nem vai parar enquanto não elegermos Serra presidente para o bem do povo brasileiro”.

Os candidatos que estão disputando o segundo turno em seus estados, como Marconi Perillo (GO), disseram que “a virada do Serra já se sente nas ruas” e destacou:

“Já fizemos uma campanha unida no primeiro turno e agora, com os deputados e senadores já eleitos, vamos formar um bloco ainda mais coeso. Todo o nosso material já está casado”.


Serra, cuja campanha tem a marca popular, com muito corpo-a-corpo, resolveu abrir a reunião com os aliados para a imprensa, ao contrário do PT, que fez a sua reunião fechada.

“O que me deu mais força até agora foi o corpo-a-corpo com as pessoas. Vamos de braços juntos, cabeça erguida e cabeça leve à vitória”, concluiu o candidato da coligação

“O Brasil Pode Mais”.

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Propostas do Serra Propostas do Serra


O ex-ministro Ciro Gomes (PSB-CE) e o assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, "começam a demonstrar desequilíbrio e preocupação com o resultado das urnas no 2º turno"


Sérgio Guerra:

Ciro e Garcia começam a demonstrar preocupação com 2º turno

"Dizer que o PSDB saiu derrotado das eleições, quando fomos o partido que mais elegeu governadores - São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Tocantins -, quando ainda vamos disputar mais cinco - Pará, Goiás, Roraima, Alagoas e Piauí -, sem falar que crescemos no número de senadores eleitos e fizemos uma grande bancada na Câmara dos Deputados, é falsear os fatos".

"São tantas as considerações e ataques pessoais que Ciro e Marco Aurélio fazem que não vale a pena perder tempo com os dois".


Presidente nacional do PSDB,
senador Sérgio Guerra (PE)

Proposta de regulamentação dos meios de comunicação sai até o final do ano, diz Franklin

Proposta de regulamentação dos meios de comunicação sai até o final do ano, diz Franklin


VAGUINALDO MARINHEIRO
DE LONDRES
Folha

O ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) afirmou que o governo conclui até o final do ano uma proposta de regulamentação dos meio eletrônicos de comunicação, o que inclui o acesso à internet por cabo e também por dispositivos móveis (como celulares e tablets).

Nos dias 9 e 10 do mês que vem haverá um seminário para discutir o tema, mas o grosso do projeto já está sendo alinhavado dentro do próprio governo.

"A intenção é ter um projeto que será tocado pelo próximo governo.
Não é algo imediato, porque será necessária uma consulta pública antes do envio ao Congresso, que precisará também de tempo para discussão.

Mas temos de ter um modelo. Nossa regulamentação de radiodifusão é de 1962, quando eram poucas as pessoas que tinham TV, e celular não existia nem em sonho", disse o ministro.

Martins não quis comentar as declarações do presidente Lula, que afirmou que a mídia muitas vezes age como partido político. Mas afirmou que o atual governo sempre respeitou a liberdade de imprensa.


"A imprensa no Brasil é livre, o que não significa que é boa."

D. Odilo Scherer pede “posicionamento claro” de candidatos sobre aborto







Comentário de Reinaldo Azevedo

Nada, rigorosamente nada, a opor às palavras de dom Odilo Scherer. Sua questão é pertinente: a vida humana é ou não é um bom tema a ser debatido pela política?

A resposta já está na pergunta.

Sua extrema simplicidade dá conta da boçalidade dos que pretendem que esse não seja um tema relevante.

Quero chamar a atenção de vocês para o poder que tem o PT de pautar a imprensa e transformar fato em boato. Voltem lá ao trecho em negrito. Para o jornalista, há “supostas contradições na posição de Dilma sobre o tema”.

O fato de ela ter dado várias entrevistas defendendo a descriminação do aborto e de, agora, os petistas dizerem que ela é contra (ela mesma não diz nada, note-se; é a favor da vida!), não se encaixa da categoria de contradição.

Sei…

Vai ver não é mesmo.

É só o PT: é coerente quando defende, ao mesmo tempo, coisas opostas.

Para o jornalista, “no passado, a candidata petista teria defendido a descriminalização da prática”. TERIA???

Mascarenhas não acredita nas palavras da própria Dilma; parece tentar preservá-la de si mesma, um bom ensinamento do Alcorão…
Há um requinte certamente involuntário no texto: a palavra “aborto” não aparece associada à candidata. No parágrafo em que a petista é citada, fala-se em “o tema” e “a prática”.

Sugiro que, por uma questão de equilíbrio, Mascarenhas passe a escrever que José Serra “seria” careca — ou que essa é uma acusação da oposição. Afinal, não é nem mais nem menos evidente que Serra seja careca do que é o fato de que Dilma defendeu a descriminação do aborto, certo?

A partir de agora, “existiria a Lei da Gravidade”, a soma dos quadrados dos catetos seria igual ao quadrado da hipotenusa, e o Corinthians seria o maisor time do mundo!

Como?

O último exemplo não serve para ilustrar a ironia??? Não brinquem comigo!!!

Para encerrar
Compreendo a generosidade de dom Scherer. Honra a sua condição de pastor. Como estou livre do peso da autoridade eclesiástica e episcopal e posso falar apenas como fiel, deixo clara a minha posição: católico que defende o aborto ou que se alinha com aqueles que o defendam têm de ser convidados a sair da Igreja.

Sejamos como o budismo, muito apreciado pelo laicismo moderno, até por bons motivos: não se pode ser budista defendendo e praticando a Lei de Talião.

Cada religião, crença ou filosofia tem o seu conjunto de valores. A defesa da vida, para um católico — e, quero crer, para um cristão —, é inegociável.

Nova Ordem Mundial, ONU, Governo Único, Dilma, Comunismo, PT



fimdostemposnet
| 2 de setembro de 2010


Uma análise de vários especialistas sobre a Nova Ordem Mundial e comunismo no Brasil.

Hitler se enfurece ao descobrir que Lula escolheu Dilma como sua candidata a sucessão


imparcialem2010 | 2 de maio de 2010




“O presidente Lula, quando deixar a Presidência e se tornar um ex-presidente, aceitará debater com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”



Lula já não tem motivos para recusar o segundo convite para um debate com FHC




Na reunião que reduziu a residência oficial do presidente da República a comitê eleitoral, o inquilino prestes a devolver o imóvel ordenou aos presentes que, no segundo turno da campanha, comparassem o atual governo ao de Fernando Henrique Cardoso.

A determinação animou a coluna a ressuscitar a grande ideia apresentada em fevereiro pelo comentarista Sebastião Silveira: um debate na televisão entre Lula e FHC.

Ao fim de duas ou três horas, o eleitorado brasileiro dirá quem lhe pareceu melhor, mais preparado, mais seguro, mais convincente.


Há oito meses, Fernando Henrique topou de imediato: “Debate é sempre saudável”, disse.

“Aceito, pelo Brasil”.


Lula demorou uma semana para responder pela voz de Franklin Martins:

“O presidente Lula, quando deixar a Presidência e se tornar um ex-presidente, aceitará debater com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, esquivou-se o ministro da Comunicação Social.

A explicação foi revogada pelo abandono do emprego. Há pelo menos três meses, Lula trocou o gabinete pelo palanque.

E acaba de avisar que assim será até o fim do segundo turno.

Livre do serviço, tem tempo de sobra para desincumbir-se pessoalmente da missão confiada aos aliados. Como repete de meia em meia hora que nunca antes neste país houve um governante tão iluminado, não devem faltar argumentos para vencer o debate.

Reapresentado o convite, o ex-presidente reiterou que está pronto para o duelo.

Se o presidente que virou cabo eleitoral recusar o confronto pela segunda vez, o país inteiro saberá que FHC está para o SuperLula como a kriptonita para o Super-Homem.


Melhor não chegar perto.


 Direto ao Ponto

7/10/2010


Saúde de Dilma Rousseff obriga o PT palaciano a trabalhar com “Plano B”

Saúde de Dilma Rousseff obriga o PT palaciano a trabalhar com “Plano B”

Sinal vermelho


A saúde da presidenciável petista Dilma Rousseff voltou a ser tema de discussões em circuitos reservados da capital paulista, especialmente no meio médico. Na edição de 19 de julho, o ucho.info publicou matéria em que revelou a preocupação de alguns médicos em relação à saúde da candidata do PT ao Palácio do Planalto. Dias antes, em um conhecido hospital da cidade de São Paulo, o editor do site ouviu de um médico a seguinte pergunta:

“Quer dizer então que o nosso próximo presidente será o Michel Temer?”


E sem titubear diante da própria afirmação, o tal médico citou como fonte o nome de dois profissionais que participaram da equipe que atendeu Dilma Rousseff durante o tratamento contra um câncer linfático.
Quem acompanha com atenção o enfadonho horário eleitoral gratuito já percebeu que algo estranho ocorre com Dilma Rousseff. Contrariando as afirmações da própria candidata, que durante o debate Folha/UOL, realizado em 18 de agosto, disse estar curada e que cumpriu todos os protocolos do tratamento, as imagens da presidenciável mostram exatamente o contrário.

Dilma Rousseff está inchada, o que na opinião de médicos consultados pelo ucho.info pode ser consequência do uso de medicamentos a base de cortisona, comum em pacientes que passaram por processos quimioterápicos por conta de linfoma.

É sabido que nenhuma mulher gosta de saber que está acima das medidas, mas Dilma está com o rosto, os pulsos e o abdômen visivelmente inchados.
Ademais, dois detalhes devem ser considerados nessa história que foi mal contada aos brasileiros. Normalmente, de acordo com os registros da história, todo candidato perde peso durante uma campanha eleitoral, o que não tem acontecido com Dilma Rousseff.

No contraponto, situações de estresse excessivo não são recomendáveis para pessoas que se submeteram a recente tratamento contra o câncer, pois a possibilidade de recidiva aumenta assustadoramente.
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Alguém certamente surgirá para afirmar que se trata de uma conspiração dos jornalistas deste site, mas a abordagem do tema serve para explicar o repentino ingresso de Luiz Inácio da Silva na campanha de companheiros e aliados que concorrem ao Senado Federal e à Câmara dos Deputados, em todo o Brasil.
Considerando que uma campanha presidencial vitoriosa custa muito dinheiro (perto de US$ 300 milhões) e exige dedicação extremada, o PT também trabalha com a possibilidade de Dilma Rousseff não suportar fisicamente a empreitada pós-eleição e já se prepara para a hipótese de o peemedebista Michel Temer assumir o poder, estratégia que batizamos de “Plano B”.
Para não ficar refém dos velhos e conhecidos caciques do PMDB (José Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Romero Jucá, entre outros), Lula e seus mais próximos companheiros trabalham para, a partir de 2011, dominar as duas Casas legislativas que compõem o Congresso Nacional.

Desta forma, os petistas teriam nas mãos o presidente de um eventual governo do PMDB, pois nenhuma matéria seria aprovada no Senado e na Câmara sem passar pelo crivo do PT, no caso de o PMDB não cumprir o combinado.
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20.09.2010 

Seção: Política

E se o PT decidisse dizer a verdade?


E se o PT decidisse dizer a verdade?



Epa!

Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais — das não-institucionais, pelo visto, quem cuidava era a gangue dos menudos e da “tia” que operava na Casa Civil — , afirma que o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff têm a mesma opinião sobre o aborto: os dois seriam “contra”.

Não, não, não…

Serra é contra. Dilma concedeu várias entrevistas defendendo a descriminação.

Em seguida, Padilha, que tirou férias das Relações Institucionais (espero que não esteja se dedicando ao contrário), tentou lançar o tema da “privatização”, afirmando severas (porém falsas) contradições entre os dois candidatos.

O mais fascinante da abordagem petista é justamente isto: o partido precisa mentir uma vez sobre a opinião da própria candidata num tema e mentir outra vez sobre a opinião do adversário em outro para que a sua postulação pare de pé.

Como seria o PT dizendo a verdade num caso e noutro? O que aconteceria se Padilha admitisse o que Dilma realmente pensa sobre o aborto e o que Serra realmente pensa sobre a privatização?
Sei… A pergunta é ingênua. Se há verdade, não pode haver petismo.

É por isso que um ministro de “Relações Institucionais” tira férias…

Quer descansar das… relações institucionais.

Relações institucionais cansam, né, Padilha!?


07/10/2010

RÉPLICA AO BERRO II



RÉPLICA AO BERRO
II

Por Geraldo Almendra

O maior conservadorismo do nosso país tem sido a luta dessas oligarquias políticas prostituídas, agora reféns do petismo, que passaram a fazer mais da metade da população de palhaços e imbecis dos desgovernos civis que se sucederam, depois do país ter saído do limbo do atraso e ser transformado em uma das mais promissoras economias do mundo pelo Regime Militar – não por alguns comandantes covardes ou vendidos que estão servindo aos traidores de nossa pátria, mas por militares dignos que a amavam e respeitavam, que honravam as fardas que vestiam, e tinham um projeto digno para o nosso país.


O Brasil não retomou o crescimento no desgoverno petista, mas apenas continuou praticando as mesmas políticas de FHC aproveitando a maré de sorte de uma demanda mundial crescente.
Não houve distribuição de renda, mas sim uma ampla, geral e irrestrita distribuição dos impostos dos que trabalham para os que estão se acostumando a ficar na sombra do guarda-chuva do Estado para não ter que lutar por um crescimento pessoal e profissional através do mérito do trabalho e do estudo continuado. Isso não é distribuição de renda, mas sim a mais descarada compra de votos da história do nosso país.
O máximo que aconteceu foi o empobrecimento da classe média e o aparecimento de uma nova classe de consumidores que não lê jornais nem livros, mas vive gastando seu dinheiro em consumo financiado a perder de vista, ou estourando seu cartão de crédito e cheque especial. Essa é a classe dos sonhos daqueles que querem fazer do país uma ditadura civil.
Qual é a estabilidade macroeconômica de um país que está chegando à fronteira da incapacidade de honrar sua dívida interna e que vive um crescimento falacioso, porque pago com uma suicida política de facilidades ao crédito para financiar um consumo irresponsável e gerador de dívidas a perder de vista, contingenciadas ao custo da redução da alimentação e da educação das famílias iludidas com a prestação que cabe no bolso?
Qual é o futuro de um país que trata sua classe de professores públicos do ensino fundamental e médio, seus policiais civis e militares - à exceção dos que trabalham em Brasília - como mão de obra desqualificada?
Qual é o futuro do país que permite que suas universidades públicas se tornem formadoras compulsórias do pensamento socialista, praticando um patrulhamento ideológico sem limites, inibindo o livre pensamento e a diversidade de opiniões?

O que seus futuros mestres e doutores ensinarão para seus alunos? Alguém com um mínimo de responsabilidade já se questionou sobre o que isso significa para o desenvolvimento cultural e tecnológico do país?
Qual o futuro de um país que gasta bilhões em cartões de crédito corporativo de faturas sigilosas, em doações para países terroristas e comunistas, em milionárias propaganda de feitos mentirosos, em financiamentos com juros subsidiados a empresários inescrupulosos e imorais, em salários e mordomias para sustentar seus podres Poderes da República, mas permite que centenas de cidadãos morram nas filas de atendimento em hospitais públicos ou nas suas imundas instalações,  que milhares de cidadãos sejam assassinados todos os anos por falta de segurança pública, e que o ensino das ciências exatas e da língua pátria no ensino médio sejam um dos piores do mundo?
O projeto alternativo do PT à Nação, não é resolver todas essas imoralidades criminosas, e sim transformar o país em uma ditadura civil sob o comando de um covil de bandidos.
Nossa perplexidade não é com o “êxito” mentiroso do desgoverno Lula, mas sim com sua capacidade de transformar milhões de cidadãos esclarecidos em canalhas subornados ou acovardados, especialmente um tipo de gente que coloca uma toga para ser lacaio do Príncipe do pântano comuno sindical.
Temos que ficar perplexos é com o grau de degeneração moral a que chegaram as relações públicas e privadas, com a falência moral das instituições, com a falência moral dos podres Poderes da República, e com a covardia daqueles que lutaram contra o comunismo e, neste momento, se entregam aos encantos de uma promessa de socialismo que já está deixando cair sua carapuça para mostrar-se como uma hedionda promessa de uma ditadura civil sob o comando da “gang dos quarenta e um”, isto se a sociedade não der um basta no segundo turno ao projeto de poder perpétuo do Retirante Pinóquio, tendo como laranja sua candidata.
Precisamos mudar o discurso cansativo das alternativas para o nosso país. Tanto o neoliberalismo quanto o socialismo são sistemas de governo criminosos.
É necessária a volta do capitalismo clássico no qual que a sociedade cresce pelo mérito do trabalho e do estudo continuado, em que os empresários são controlados por uma justiça que mereça esse nome, que os impostos não sejam extorsivos para financiar uma máquina pública incompetente, prevaricadora e corrupta, que o lucro seja uma virtude da competência e do empreendedorismo gerador de empregos, e não uma deformação moral da ganância ou fruto de relações público-privadas degeneradas, tudo com o controle de um Estado mínimo que nunca mais se apresente como empreguista de milhares de lacaios da desonestidade que fazem dos servidores públicos honestos serem seus reféns.
Precisamos de um regime de centro com as Forças Armadas fazendo o papel de garantidoras da democracia, da liberdade com respeito à Constituição e aos códigos legais, da preservação do meio ambiente, da segurança do país e dos direitos individuais, contra os vermes do comuno sindicalismo que insistem em transformar o país em uma Cuba Continental.
Esperamos que José Serra e Marina Silva unam-se, colocando o Brasil em primeiro plano em relação às suas ideologias e disputas políticas, para evitar que a promessa de uma ditadura civil hedionda se realize sob o comando de Lula, Dirceu e Dilma.
O que está em jogo não é mais o cargo de Presidente da República, mas o futuro do país e a vida de milhões de cidadãos que serão perseguidos sem tréguas pelos agentes da corruptocracia civil petista.
03/outubro/2010

Acabou o Primeiro ato… agora vamos ao Segundo



Por Fernando Bihari

Zé da Bronca

Contrariando as pesquisas recentes e altamente anunciadas da vitória da “Coisa” no Primeiro Turno nas Eleições Presidenciais, com a diferença de quase 20 ou mais pontos percentuais entre os três candidatos mais indicados, as urnas mostraram que a tal disparatada vantagem da “protegida” do Grão Vizir da República era simplesmente uma falácia industrializada por Institutos de pesquisas não tão fidedignos quanto o eram proclamados.

Muitas coisas devem mudar no enredo das campanhas políticas visando a vitória final da pessoa mais indicada para a posição máxima na República, que é o de Presidente.

Devemos agora realmente levar mais a sério esta disputa. De um lado teremos um político com história recheada de méritos na administração pública em diversos nivéis. Quando Ministro da Saúde foi o responsável pela batalha travada e vencida pelo Brasil na fabricação e distribuição de medicamentos genéricos de custo muito mais acessível a maioria da população.

O programa de combate à AIDS implantado na sua gestão foi copiado por outros países e apontado como exemplar pela ONU.

Implantou a lei de incentivo aos medicamentos genéricos, o que possibilitou a queda preço dos medicamentos. Eliminou os impostos federais dos medicamentos de uso continuado.

Regulamentou a lei de patentes e encaminhou resolução junto à Organização Mundial do Comércio para licenciamento compulsório de fármacos em caso de interesse da saúde pública.

Ampliou as equipes do Programa de Saúde da Família e organizou o Sistema Nacional de Transplantes e a Central Nacional de Transplantes.

Promoveu milhares de cirurgias por intermédio de mutirões, combatendo doenças como, por exemplo, a catarata. Introduziu a vacinação dos idosos contra a gripe, eliminou doenças como o sarampo e criou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Quando Ministro do Planejamento seguiu as diretrizes traçadas, em conjunção com o Ministério da Fazenda, para o fortalecimento da economia brasileira, que foi, felizmente, não alterada por nenhuma mudança, digna do substantivo, pelo atual governo e que a este deu os clamores de um novo “milagre economico” no afã de angariar frutos, como próprios, da resistência da economia brasileira durante a crise mundial que ainda perdura em seus aparentes estertores.

Desenvolveu e implantou o programa “Brasil em Ação” um pacote de ações e obras do governo federal em parceria com estados, municípios e empresas privadas copiados, e mais uma vez como de autoria própria, que é o atual “PAC”.

Foi o constituinte que conseguiu o maior percentual de aprovação de emendas, logrando aprovar 130 das 208 que apresentou. Uma delas, a de nº 239, instituiu o que veio a ser o Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, para o financiamento do seguro-desemprego com uma fonte de recursos sólida e permanente, fazendo com que o benefício começasse a ser efetivamente pago no Brasil.

Lutou pela criação do FINSOCIAL, fundo que destinaria recursos a programas sociais, e participou na criação dos fundos constitucionais regionais FPM e FPE, que destinam recursos para o desenvolvimento das regiões mais carentes, em especial Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Foi o relator da comissão que reformulou todo o sistema tributário, os orçamentos públicos e o Sistema Financeiro Nacional. Propôs a elaboração do Plano Plurianual de Investimentos (PPA) e da Lei de Diretrizes Orçamentáris (LDO), tendo sido o primeiro relator da LDO na história do país, referente ao orçamento de 1990.

Como Prefeito de São Paulo e Governador do Estado de São Paulo sempre pautou sua administração do ponto de vista técnico e não poítico, escolhendo seu secretariado com pessoas da área técnica o que demonstra um padrão ético e moral de governar pois não é de seu estilo administrativo o uso de indicação a tais cargos para “trocas políticas” ou “alianças políticas” casuísticas que só tendem a malversação do erário público – o que, infelizmente, foi utilizado de maneira exuberante pelo governo federal do atual Presidente da República e de sua “protegida e indicada” a sucessão.

Uma pessoa capaz de corrigir todos os descaminhos trombeteados como sucessos por Lula e sua indicada alcunhada “Coisa” pois não merece o mínimo respeito de ter seu nome citado literalmente.

E com a “coisa” irá disputar o “round” decisivo desta eleição no dia 31 de outubro de 2010.


E o que a “coisa” fez?

Bem de proveitoso...fez, recentemente, nada... além de ter aprovado o tal do PNDH-3 e dele fazer parte de seu “programa de governo” como candidata...e sem ler.

Aliás é comum na atual administração federal projetos, programas e leis serem aprovadas sem que as pessoas responsavéis (?!) leiam antes de assinar.

Um dos mais recentes feitos foi a aprovação da lei proposta pela bancada majoritária governista (PT & Cia) da lei eleitoral da obrigatoriedade de apresentação de dois documentos (o título eleitoral e uma identificação oficial) para votar e que na véspera da eleição propuseram ao Supremo Tribunal Federal sua eliminação!!!

A tal “coisa” esteve envolvida em todas estas falcatruas administrativas do governo do “grande estadista” e mais uma enxurrada de outras façanha da atual “desadministração” recheada de “escândalos” que vão desde antes do estouro do “Mensalão”, passando pelo favorecimento ILÍCITO do filho prodígio do “grande chefe nonadactilo” na história da “venda” da Gamecorp à Telemar e mais recentemente, o que deverá estourar esta semana, a mirabolante história da transação Oi e Brasil Telecom... ambos “negócios” com a intervenção do “papai grande estadista”.

Sua “predileta” assessora há duas semanas atrás pediu demissão do cargo de ministra-Chefe da Casa Civil (pouca coisa!!!) pelo envolvimento de “seus filhos” em transações ilicitas de “lobbismo” entre estatais e companhias privadas.

A “coisa” nunca foi eleita para nenhuma função representativa e na administração pública sempre deixou “senões” por onde passou... menos nas propagandas que disfarçam sua incapacidade transformando-a em “realizações” falsas e que a todos enganam como Secretaria de Minas e Energia no Rio Grande do Sul, como Ministra de Minas e Energia no governo do atual “grande estadista” e finalmente como Ministra da Casa Civil!!!

Com este breve histórico biográfico acho que é fácil decidir em quem votar no dia 31 de outubro, não se deixe levar pela “propaganda ufanista” do demagogo populista barbudo e nonodáctilo de apoio a esta “coisa”...

Ahhhh!!!

Não se esqueça que a dívida pública federal aumentou em agumas dezenas de pontos percentuais, tanto a dívida externa (que vivem dizendo que acabou) quanto a dívida interna que hoje ultrapassou a casa do trilhão de reais durante estes quase oito anos!


A genialidade de Gilberto Gil

Veja por que o ex-ministro Gilberto Gil, que fez campanha para Marina Silva (PV), vai votar em Dilma Rousseff (PT) para presidente no segundo turno.


fbicudo

26 de abril de 2006