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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A falácia marxista


por Rivadavia Rosa

ASSIM SEGUE A FALÁCIA MARXISTA – renovadas pelas inconsoláveis viúvas, sempre sedentas de sangue, em forma dissimulada, mas de impostura intelectual, que mesmo desmontada há tempo pelos economistas liberais, a exemplo do texto de EUGEN VON BÖHM-BAWERK (1851-1914), adiante - reitera seu dogmatismo mesmo que tenha implodido onde foi aplicado; todo sistema fechado – implode por si mesmo ou na expressão profética de auto destruição do próprio KAR MARX: “Tudo o que é sólido desmancha no ar”, ao se referir acertadamente e em auto contradição no Manifesto Comunista à sociedade capitalista que se reformula constantemente.

MAS NA‘lógica’ dos economistas de viés comunista-socialista – incluindo-se os devotos/interpretes do profeta KARL MARX – os marxistas, marxólogos e marxianos – é incidir e reiterar na superioridade mental do fundador da verdade – e assim, julgar/declarar-se peremptoriamente mais economista que os economistas, mais científico que os puros cientistas – embora não demonstrem nada do que dizem e pensam ser a VERDADE ABSOLUTA.

MAX e ENGELS foram mestres, mas na arte de utilizar um estilo polêmico e adotado pelos devotos – que consiste em ignorar ou fingir não compreender o que as pessoas dizem quando não pensam como eles, interditando o debate mediante ofensas. E nisso foram realmente insuperáveis, inclusive na transferência desse DNA tóxico.

Na linha do raciocínio marxista – aprofundada pelos TROTSKISTAS – é defendida a intervenção da exploração fora do sistema da propriedade privada; nesse sistema de planificação integral, a MAIS-VALIA (lucro) é movimentada através do Tesouro Nacional (cofres públicos); a classe privilegiada – repito PRIVILEGIADA e a BUROCRACIA ESTATAL reconfigurada, no Brasil, por exemplo, em LULOBURGUESIA oriunda dos meios sindicais burocratizado, habituada a não presta contas do dinheiro público e do que arrecada dos trabalhadores – no governo aumenta os impostos em níveis extorsivos, se apropria de parte desse excedente social via corrupção, cria uma imensa rede de exclusão social que passa a receber apenas as migalhas das ‘bolsas’, bolsa família ...

Aí está a mais perversa exploração das MASSAS TRABALHADORAS, das CLASSES POPULARES – pela burocracia parasitária, perdulária e criminosa, evitando que o excedente social seja reinvestido em atividades produtivas que gerem empregos justamente em benefício das massas populares. E assim continuam denunciando a exploração capitalista do povo (pela oligarquia, pelos capitalistas selvagens) – como responsável pelo empobrecimento (pauperização) da população – o que é mais uma falsidade (falácia marxista).

TODAVIA - ALGUMA COISA TEM FUNDAMENTO. RAYMOND ARON neste ponto, assim explicita numa versão marxista que é ignorada pelos devotos:

1.º) O regime capitalista, em sua busca de mais-valia relativa, é por essência um regime revolucionário. No Manifesto Comunista, as virtudes da burguesia vinham do fato de ela ter aumentado os meios de produção em um século mais do que a humanidade fizera em milênios. São virtudes revolucionárias ou construtivas que Marx, de certa maneira, exaltava. Em O Capital, essa idéia reaparece e pode-se dizer que uma das características, aos olhos de Marx decisivas, do regime capitalista é sua essência revolucionária. Ele nunca aceita como decisiva uma modalidade qualquer de organização do trabalho ou de modo técnico de produção.

2.º) Resulta disso uma alteração incessante da organização do trabalho no interior das unidades de produção e, mais ainda, uma alteração das relações entre os diferentes setores da produção, o que exige uma extrema mobilidade da mão-de-obra.

3.º) Essa alteração revolucionária das condições de produção destrói rapidamente os modos antigos de trabalho e de existência. Mas então, e este último ponto é essencial, o maquinismo, no âmbito do capitalismo, atua de maneira permanente contra a classe operária. Encontramos aí, de novo, o caráter fundamentalmente antagônico do capitalismo, e temos de novo Marx em seu máximo, ou seja, no mais dialético e no mais patético. Ele é demasiado inteligente para ser contra as máquinas e contra a transformação incessante dos meios de produção. É um admirador do caráter revolucionário do capitalismo. Tudo que se ouvia contra o progresso técnico havia apenas alguns anos, e que ainda se ouve às vezes hoje, lhe pareceria monstruosamente absurdo. Mas, simultaneamente, ele acha que, no âmbito de um regime de propriedade privada, essa transformação incessante das condições de produção aumenta a exploração operária e multiplica a infelicidade da classe operária. Por quê?

Para responder, basta citar outra passagem do livro I de O Capital:

“A indústria moderna nunca considera e trata como definitivo o modo atual de um processo. Sua base é revolucionária, enquanto a de todos os modos de produção anteriores era essencialmente conservadora.”- ARON, Raymond. O Marxismo de Marx. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007, p. 313.

PORÉM O QUE NESSES TEMPOS DE CRISE estão querendo é ressuscitar a ilusão estatista, a fé no Estado como protagonista econômico, que parecia ter desaparecido com o totalitarismo soviético e, assim auto justificado pelos dogmas marxistas – avançar sobre as LIBERDADES PÚBLICAS.

Abs RR
continua no post acima

Para além da covardia


Para além da covardia

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 31 de agosto de 2007

Enquanto os liberais e conservadores continuarem fingindo para si próprios que estão lutando contra adversários políticos normais e decentes, que é possível mudar o rumo das coisas por meio de palavras tímidas e ações simbólicas, não haverá a mínima esperança de melhora para este país.

Os homens que nos governam, formados no ventre da mentalidade revolucionária, são sociopatas amorais e cínicos, absolutamente indignos de confiança.

Imaginem um parlamentar que, às escondidas, mete dois artigos na Constituição sem dar ciência disto à Assembléia Constituinte, isto é, fazendo-se ele próprio de Assembléia Constituinte. Normalmente, um sujeito desses não deveria ser aceito como advogado nem mesmo num caso de multa de trânsito. O Brasil, em vez disso, faz dele ministro da Justiça, depois juiz da Suprema Corte e por fim ministro da Defesa, com autoridade sobre o conjunto das Forças Armadas. E ele sai falando grosso, tapando a boca de generais e almirantes.

Imaginem um indivíduo pobre, que sobe à presidência nos braços de um movimento popular, e depois de dois anos de mandato, ainda ostentando a imagem de presidente-operário, já tem em vez disso um filho bilionário. Tais são os homens que nos governam -- as encarnações vivas da moral socialista, que é a moral do roubo santificado.

Se não forem desmascarados, continuarão acumulando parcelas de poder cada vez maiores, até tornar-se indestrutíveis. E então farão aqui o que seus semelhantes fizeram em Cuba, no Camboja, no Vietnã, na Coréia do Norte.

Já estão bem preparados para isso, com suas massas militantes armadas e treinadas, com a rede internacional de alianças que os une a organizações de terroristas e narcotraficantes e a uma dúzia de governos genocidas.

Não contentes com extorquir 2,5 bilhões de reais dos cofres do Estado para premiar atos terroristas cometidos por seus amigos, fazem cada vez mais alarde em torno dos “crimes da ditadura”, com a ajuda solícita da grande mídia. Mas o que são esses crimes – a morte de quinhentos terroristas, autores por sua vez de duzentos assassinatos – em comparação com a ajuda prestada pelo nosso governo à organização narcoguerrilheira que inunda de cocaína o mercado local e através de seus agentes no PCC e no Comando Vermelho mata anualmente dezenas de milhares de brasileiros inocentes?

Que são os delitos da ditadura, em comparação com os do regime de Fidel Castro, ao qual nossos heróis de hoje, alguns na condição oficial de agentes do serviço cubano de inteligência militar, prestaram auxílio em seus inumeráveis empreendimentos revolucionários no Brasil e em outros países?

Que são os crimes da ditadura, em comparação com a exportação maciça de armas brasileiras para organizações terroristas e ditaduras genocidas em todo o mundo, por parte de um governo que ao mesmo tempo faz o que pode para desarmar os cidadãos honestos no seu próprio país? (V. VejaOnline).

Curiosamente, o maior dos crimes da ditadura – o único digno de atenção mundial -- jamais é alardeado, jamais é sequer mencionado pelas Folhas e Globos da vida: a cumplicidade ostensiva, material, com a intervenção de Fidel Castro na África (v. MidiaSemMácara), que resultou na morte de pelo menos dez mil angolanos. Ah, esse crime não conta, porque se é a favor da esquerda não é crime.

Não, não pensem que eu esteja inventando esse argumento, mediante ampliação retórica, para colocá-lo na boca dos esquerdistas. Ao contrário: foi da boca de um deles que o extraí. Vejam o noticiário da BBC-Brasil de 28 de agosto: “O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, disse que não usa a formulação ‘crimes' para classificar a morte de agentes de órgãos de segurança e do Estado por militantes de esquerda durante o regime militar.” O próprio Vanucchi, na mesma entrevista, externou com uma candura exemplar a repulsa que lhe infunde a idéia de igualdade perante a lei: “A idéia de que tem que fazer uma investigação dos dois lados peca por ignorar que durante o regime militar essas pessoas foram expulsas do país, demitidas, perseguidas, espionadas, presas e algumas foram mortas.”

Bem, ainda não fui assassinado, mas já fui perseguido, espionado, ameaçado de morte e demitido, por motivos políticos, de três empregos. Quererá isso dizer que estarei no meu pleno direito se penetrar ilegalmente no Brasil, armado de uma 45, e der dois tiros na cabeça oca do sr. Vanucchi com a naturalidade de quem estoura uma melancia? É claro que não. Não só alguns são mais iguais que os outros, mas o direito de ser mais igual é desigualmente distribuído. O critério de distribuição é aquele que Herbert Marcuse chamava “tolerância libertadora” e definia assim: “Toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita.”

Nem a “linha dura” militar ousou jamais fazer pender tão vertiginosamente para o seu lado a balança da justiça. Durante a ditadura, os tribunais militares deram a cada terrorista pleno direito de defesa. Os advogados que ali atuaram – mesmo esquerdistas eles próprios -- são unânimes em reconhecê-lo. Tanto pior. Isso é apenas uma razão a mais para que a esquerda se escandalize ante a hipótese de ser julgada pelas mesmas leis com que deseja punir seus inimigos.

Tal como a noção de justiça, a de veracidade também é cinicamente prostituída, todos os dias, para servir a uma insaciável ambição de poder. Em matéria de mendacidade, o sr. Vanucchi é pinto, em comparação com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Esse abortista fanático, cego, louco, não hesita em falsificar as estatísticas do seu próprio ministério para ludibriar a opinião pública e induzi-la a apoiar a legalização do aborto. Em 29 de março de 2007 ele declarou à Folha de S. Paulo que “ mi lhares de mulheres morrem todos os anos no Brasil por causa de abortos ilegais”. Em agosto, sabatinada na ONU, sua cúmplice Nilcéia Freire diminuía um pouco o tamanho da mentira: "E m 2002, 2003 e 2004 ocorreram 115, 152 e 156 mortes anuais provocadas por abortos ilegais”. Os dados do próprio DataSUS mostram que as mortes por essa causa foram respectivamente, nesses anos, em número de seis, sete e onze. Sim: seis, sete e onze mulheres. Tal é o gigantesco, o epidêmico problema de saúde pública que os dois ministros querem eliminar mediante o assassinato de milhões de bebês no ventre de suas mães. Ambos conhecem perfeitamente esses dados. Ambos mentem deliberadamente, friamente, na defesa de uma causa insana e homicida.

Como se pode ter uma “divergência política” com esses indivíduos? O que há entre eles e as pessoas normais é um abismo moral imensurável.

Mas como poderá a “direita” condená-los, se ela própria falsifica em favor da esquerda, com tanta devoção quanto eles, o quadro da realidade nacional?

Quando lemos os discursos dos chamados oposicionistas, direitistas etc., temos a impressão de que o maior ou único mal do Brasil é a corrupção, o roubo de dinheiro público. Enquanto isso, o partido governante, nos anúncios do seu 3º. Congresso, assume abertamente a liderança do Foro de São Paulo, “espaço de articulação estratégica” ( sic ) onde trama e executa planos em comum com as Farc e o Mir, organizações criminosas notoriamente empenhadas em seqüestrar e matar brasileiros e em aparelhar e treinar as quadrilhas locais para que seqüestrem e matem mais ainda.

Que a direita queira ser “apolítica”, é covardia, mas é compreensível precisamente por isso. Mas que ela ajude a ocultar a trama política responsável pela matança anual de dezenas de milhares de nossos concidadãos, é um crime puro e simples, e este ela não pode atribuir aos esquerdistas.

Ninguém a obriga a calar-se, ao menos por enquanto.

Ninguém a obriga a agir como se dinheiro roubado fosse mais chocante do que sangue derramado nas ruas. Ninguém a obriga a fingir que o inimigo é apenas ladrão, quando ele é cúmplice ativo de assassinato em massa.

O Foro de São Paulo é o coração do inimigo, e, ao mesmo tempo, o seu único ponto vulnerável. Acertem-no aí, com firmeza e coragem, e o destruirão. Tentem roê-lo discretamente pelas beiradas – e ele os destruirá.

Está certa!

A petista está certa!

Vivemos no paraíso - sem corrupção, sem miséria, educação de alto nível, saúde 'à beira da perfeição', o melhor presidente dos últimos 500 anos, segurança pública e justiça 'nunca antes vista', no Brasil e no mundo, rodovias bem conservadas ou melhor auto estradas que permite a circulação em absoluta segurança (exceto para quem ingere bebida alcóolica), ferrovias ligando o País de norte a sul e, para variar os norte americanos numa tremenda crise, que já chegou a Europa - mas o Brasil está blindado a qualquer crise econômica, muito menos moral.


Acho que o governo deve pensar urgentemente num 'plano estratégico' - para evitar uma invasão dos fracassados norte americanos e europeus em busca do paraíso.

Não é à toa que eles estão de olho na Amazônia.

P.D.: A velhinha de Taubaté foi ressuscitada e está sendo cogitada para ser nomeada ministra da Defesa


Zawahri acusou Obama de ser "um negro que serve aos brancos".

DUBAI - O segundo homem no comando da Al-Qaeda criticou o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, por prometer apoio a Israel durante sua campanha eleitoral.

Em uma gravação de áudio divulgada na quarta-feira pelo Instituto SITE - uma organização dos Estado Unidos que monitora grupos militantes islâmicos -, Ayman al-Zawahri faz ainda um apelo aos muçulmanos para manter os ataques contra a América "criminosa".

Obama já disse que a luta contra a Al-Qaeda e a busca por seu líder, Osama bin Laden, serão prioridades de seu governo.

- Estados Unidos, o criminoso, o invasor, continua sendo o mesmo de sempre, por isso temos que seguir atacando - disse Zawahri em uma mensagem dirigida a todos os muçulmanos do mundo. - Seu projeto expansionista, invasor e criminoso em nossas terras só foi neutralizado pelos sacrifícios de nossos filhos, os "mujahedeen".

Na mensagem, Zawahri acusou Obama de ser "um negro que serve aos brancos".

" Você é o contrário dos negros honestos americanos como Malcom X "

- Você é o contrário dos negros honestos americanos como Malcom X - disse. - Com você, Colin Powell, (Condoleezza) Rice e os que são como vocês se confirmam as palavras de Malcom X - que Deus tenha compaixão dele - sobre os criados negros.

De origem egípcia, o número dois da Al-Qaeda também acusou o presidente eleito de ter virado as costas a suas "raízes islâmicas", embora o presidente eleito afirme ser cristão. Durante sua campanha, o ex-senador democrata visitou Israel e prometeu manter a boa relação dos EUA com o Estado judeu.

- A nação muçulmana recebeu com extremo ressentimento sua hipócrita postura ante Israel - disse o número dois da Al-Qaeda. - Nasceu de um pai muçulmano, mas escolheu ficar ao lado dos inimigos dos muçulmanos.

O líder da rede terrorista de Osama bin Laden advertiu Obama que seu governo vai fracassar se der continuidade às políticas do presidente americano, George W. Bush, para o Afeganistão. Zawahri criticou ainda a promessa do presidente eleito de retirar as tropas americanas do Iraque.

- Saiba que os cachorros do Afeganistão acharam a carne de seus soldados deliciosa - disse.

O governo dos Estados Unidos classificou de "repugnantes" as declarações do número dois da Al-Qaeda.

- São apenas os comentários repugnantes de um terrorista. Se alguém precisava estabelecer a diferença entre os valores democráticos do Ocidente e dos Estados Unidos e os valores dos terroristas, não é necessário ir mais longe - declarou Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado.

Leia também:

Bin Laden sobrevive isolado da Al-Qaeda, mas a guerra está longe de acabar, diz a CIA


Cada uma...!

Para os bons amigos da esquerda

Para os bons amigos da esquerda

Poderia simplesmente dizer que os inimigos da liberdade e da justiça – são como um vírus contaminados pela toxicidade ideológica que se metamorfoseiam permanentemente. TODAVIA - debates envolvem argumentos, e não debater é sinal de que se dispõe apenas de palavras-símbolo ou chavões.

COM EFEITO – O DIÁLOGO É NECESSÁRIO. NO DIALOGAR – ou seja, dizer ou escrever em forma de diálogo – pode se observar um princípio (principium – ponto de partida) prático básico útil em qualquer discussão/busca de conhecimento – para termos um mundo melhor (ou até um outro mundo possível que pode ser até o inferno) – de que o conhecimento (e a verdade) - é um bem que deve ser buscado e a ignorância evitada (com todo o empenho) – melhor expresso nas singelas frases:
- ‘o conhecimento é algo que é bom ter’; - é bom ser bem informado e lúcido’; - ‘a confusão e a ignorância devem ser evitadas’.

A palavra diálogo – do grego – dia e logos. LOGOS – pode ser entendido – neste contexto – como o significado da palavra e DIA – através de; a etimologia – sugere – então que o diálogo busca a verdade pelo intercâmbio de palavras. NUMA PERSPECTIVA PARALELA – a filosofia clássica explicou – há séculos – que existem verdades (as aporéticas ou opinativas, as verdades práticas) que somente podem ser buscadas por essa via.

PORÉM HÁ O QUE SE DENOMINA de julgamento de valor, que pode se assim entendido:
“Julgamento de valor, para aqueles que o fazem, parecem ser objetivos, mas na verdade não conseguem dizer sobre o mundo nada além de que o falante tem certos desejos...” J.L. MACKIE, Ethics: Inventing Rights and Wrong (Harmondd Worth: 1977).

POR ISSO É FUNDAMENTAL - termos pela menos uma certa racionalidade cética no diálogo – ou seja – ouvir/ler com atenção e educadamente e, então contra argumentar (alguns racionais céticos acham que estão corretos em seu modo de pensar e não se submetem a nada nem a ninguém quando expõem sua opinião).




EM DEFESA DA VERDADE - o filósofo, político e economista britânico JOHN STUART MILL, em seu Tratado Sobre a Liberdade, em 1859 – disse que uma opinião devia ser debatida a fundo “freqüentemente e sem temor”, de modo a evitar que se enfraqueça como “um dogma morto”. O CONCEITO variou desde a filosofia antiga até a contemporânea, porém a verdade não deixou de ser o que é; A VERDADE concebida como a idéia por PLATÃO e como forma por ARISTÓTELES – retorna ao véu da aparência, enveredando em nosso tempo para o cancro do relativismo; IMUTÁVEL é aquilo que não muda além da discussão e da interpretação. TODAVIA - A VERDADE É UNIVERSAL – é verdade em toda parte. POR ISSO dizemos que a verdade não é subjetiva (aí seria relativismo); não é minha, tua; é de todos que vierem a descobri-la; subjetiva ou pessoal – pode ser uma mera opinião, um gosto, um desejo. A uns uma paisagem pode ser bela, para outros, não. A DEFINIÇÃO mais prática de verdade – é – a realidade - que existe independente da vontade, gosto ou conveniência. POR ISSO a verdade é objetiva. Não se pode modificar a realidade, portanto, temos que aceitá-la como ela é. PODE-SE, no entanto falar-se da verdade do homem, da verdade da natureza, da verdade das ciências, sem enveredar para o cancro do relativismo (i) (a) moral. PORÉM – se estou inconformado – posso negá-la e incorrer nas conseqüências - mas não posso - A BEM DA VERDADE - INTERDITAR O DEBATE ou simplesmente abandoná-lo por inconformismo ideológico.

PORTANTO - é de se perguntar ao honrado e respeitável ANDRÉ – se por acaso seria devoto – de Marx, Lenin, Mao, Stalin , MANUEL MARULANDA VÉLEZ, conhecido por ‘Tirofijo' (FARC-EP colombiana), de ERNESTO CHE GUEVARA (convertido em mito pela esquerda) e outros pseudos progressistas messiânicos pretensos salvadores da humanidade ou seria um simples integrante da tropa do petismo-lulismo-comunismo?


AÍ não se pode esquecer que uma esquerda que apóia incondicionalmente HUGO CHÁVEZ, idolatra FIDEL CASTRO e cultua LÊNN, STÁLIN e MAO – só pode ser cínica, mentirosa, terrorista e assassina com uma VISÃO CÍNICA DO PODER E DA POLÍTICA.


ESSA ESQUERDA SE AUTO PROCLAMA PROGRESSISTA – mas defende ardorosamente as políticas econômicas e sistemas políticos dos países que menos progridem, o que pode ser verificado pelo assanhamento estatista diante da crise financeira gerada nos EUA.

No século XX os chamados progressistas – auto qualificativo inexplicável – só defendiam os sistemas e países que menos progrediam. CRITICAVAM os EUA, com severas censuras por manter boas relações com SOMOZA, BATISTA ou FRANCO, exatamente o que fazem hoje com FIDEL CASTRO (e esquerdizóides da África, Ásia e latinos americanos); são os progressistas de dupla moral – que se auto definem pelo seu próprio conceito de solidariedade, igualdade, justiça ... – um conceito vesgo em que ‘choram com um olho às vítimas que gostam, e pelo outro absolvem os assassinos com os quais não tem afinidade ideológica’.

Observe as freqüentes romarias das hostes petistas a Cuba e a países africanos e asiáticos especialmente os dominados por ditaduras perversas e cruéis.


JOSÉ SARAMAGO, escritor português comunista – por exemplo, defendeu STÁLIN como libertador, era a favor do MURO DE BERLIM, assim como defende e considera CHÁVEZ e CASTRO como referências legítimas, incluindo é claro o Partido Comunista português, o mais jurássico dos partidos comunistas do mundo, com exceção da CORÉIA DO NORTE, que detêm o título de maior dinossauro; vocifera contra os norte americanos (‘yankees’), clama contra a maldade judaica, desculpa o terrorismo islâmico, repete os bordões surrados de suposta correção política, e as universidades do mundo babam de complacência, o elevam aos altares e o consideram um exemplo de intelectual comprometido.

NÃO IMPORTA que tenha defendido alguns dos assassinos mais perversos e cruéis da história recente.


ASSIM CUMPRE na maior felicidade o primeiro mandamento do CATECISMO PROGRESSISTA, e o converte em ícone da ESQUERDA REACIONÁRIA: “odiarás os EUA sobre todas as coisas, e a ISRAEL como se fora o mesmo”.
E AS MULHERES – nesse contexto esquerdizóide? – Ora, às mulheres que vivem sob as tiranias islâmicas, sem nenhum direito, abandonadas a sua própria sorte, culpadas de não serem escravizadas por uma democracia ocidental; a dor delas não preocupa nenhum voz da esquerda autêntica. NÃO ESTÁ no catecismo do bom progressista lutar pelas vítimas de pseudos devotos do ISLÃ; à liberdade – minimizando o terrorismo nihilista, perdão aos suicidas jihadistas, reconvertidos em milicianos fanáticos enlouquecidos – homens-bomba - que detonam dezenas, centenas de pessoas nos ônibus de JERUSALÉM ou nos mercados de BAGDÁ. MEU CONSELHO – afaste-se dessa ESQUERDA DICOTÔMICA E SENIL (burguêsxproletário, ricosxpobres, bonsxmaus, anjosxdemônios, progressistaxconservador)– que reitera as velhas e esclerosadas categorias marxista-leninista para explicar velhos fenômenos há muito ultrapassados pela educação, avanço científico e tecnológico e pelo progresso, todos frutos do capitalismo, sem ignorar a advertência de JOSÉ ORTEGA Y GASSET:

“Ser – un intelectual – de izquierda es como ser de derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil; ambas en efecto, son formas de hemiplejia moral”

“Ser da esquerda é, como ser da direita, uma das infinitas maneiras que o homem pode escolher para ser imbecil: ambas, com efeito, são formas da hemiplegia moral”.

José Ortega Y Gasset (1883-1955), in A Rebelião das Massas, escrito em 1926-1928.
Sobre a ‘maldade’ da Contra Revolução de 1964 – sugiro consultar na rede – os jornais da época – para saber o que se passava.

Uma excelente semana - Rivadávia

ara os bons amigos da esquerda

para os bons amigos da esquerda


Poderia simplesmente dizer que os inimigos da liberdade e da justiça – são como um vírus contaminados pela toxicidade ideológica que se metamorfoseiam permanentemente.
TODAVIA - debates envolvem argumentos, e não debater é sinal de que se dispõe apenas de palavras-símbolo ou chavões.

COM EFEITO – O DIÁLOGO É NECESSÁRIO. NO DIALOGAR – ou seja, dizer ou escrever em forma de diálogo – pode se observar um princípio (principium – ponto de partida) prático básico útil em qualquer discussão/busca de conhecimento – para termos um mundo melhor (ou até um outro mundo possível que pode ser até o inferno) – de que o conhecimento (e a verdade) - é um bem que deve ser buscado e a ignorância evitada (com todo o empenho) – melhor expresso nas singelas frases:
- ‘o conhecimento é algo que é bom ter’;
- é bom ser bem informado e lúcido’;
- ‘a confusão e a ignorância devem ser evitadas’.
A palavra diálogo – do grego – dia e logos. LOGOS – pode ser entendido – neste contexto – como o significado da palavra e DIA – através de; a etimologia – sugere – então que o diálogo busca a verdade pelo intercâmbio de palavras. NUMA PERSPECTIVA PARALELA – a filosofia clássica explicou – há séculos – que existem verdades (as aporéticas ou opinativas, as verdades práticas) que somente podem ser buscadas por essa via.
PORÉM HÁ O QUE SE DENOMINA de julgamento de valor, que pode se assim entendido:
“Julgamento de valor, para aqueles que o fazem, parecem ser objetivos, mas na verdade não conseguem dizer sobre o mundo nada além de que o falante tem certos desejos...” J.L. MACKIE, Ethics: Inventing Rights and Wrong (Harmondd Worth: 1977).
POR ISSO É FUNDAMENTAL - termos pela menos uma certa racionalidade cética no diálogo – ou seja – ouvir/ler com atenção e educadamente e, então contra argumentar (alguns racionais céticos acham que estão corretos em seu modo de pensar e não se submetem a nada nem a ninguém quando expõem sua opinião).
EM DEFESA DA VERDADE - o filósofo, político e economista britânico JOHN STUART MILL, em seu Tratado Sobre a Liberdade, em 1859 – disse que uma opinião devia ser debatida a fundo “freqüentemente e sem temor”, de modo a evitar que se enfraqueça como “um dogma morto”. O CONCEITO variou desde a filosofia antiga até a contemporânea, porém a verdade não deixou de ser o que é; A VERDADE concebida como a idéia por PLATÃO e como forma por ARISTÓTELES – retorna ao véu da aparência, enveredando em nosso tempo para o cancro do relativismo; IMUTÁVEL é aquilo que não muda além da discussão e da interpretação.
TODAVIA - A VERDADE É UNIVERSAL – é verdade em toda parte. POR ISSO dizemos que a verdade não é subjetiva (aí seria relativismo); não é minha, tua; é de todos que vierem a descobri-la; subjetiva ou pessoal – pode ser uma mera opinião, um gosto, um desejo. A uns uma paisagem pode ser bela, para outros, não.
A DEFINIÇÃO mais prática de verdade – é – a realidade - que existe independente da vontade, gosto ou conveniência. POR ISSO a verdade é objetiva. Não se pode modificar a realidade, portanto, temos que aceitá-la como ela é.
PODE-SE, no entanto falar-se da verdade do homem, da verdade da natureza, da verdade das ciências, sem enveredar para o cancro do relativismo (i) (a) moral.
PORÉM – se estou inconformado – posso negá-la e incorrer nas conseqüências - mas não posso - A BEM DA VERDADE - INTERDITAR O DEBATE ou simplesmente abandoná-lo por inconformismo ideológico.
PORTANTO - é de se perguntar ao honrado e respeitável ANDRÉ – se por acaso seria devoto – de Marx, Lenin, Mao, Stalin , MANUEL MARULANDA VÉLEZ, conhecido por ‘Tirofijo' (FARC-EP colombiana), de ERNESTO CHE GUEVARA (convertido em mito pela esquerda) e outros pseudos progressistas messiânicos pretensos salvadores da humanidade ou seria um simples integrante da tropa do petismo-lulismo-comunismo?
AÍ não se pode esquecer que uma esquerda que apóia incondicionalmente HUGO CHÁVEZ, idolatra FIDEL CASTRO e cultua LÊNN, STÁLIN e MAO – só pode ser cínica, mentirosa, terrorista e assassina com uma VISÃO CÍNICA DO PODER E DA POLÍTICA.
ESSA ESQUERDA SE AUTO PROCLAMA PROGRESSISTA – mas defende ardorosamente as políticas econômicas e sistemas políticos dos países que menos progridem, o que pode ser verificado pelo assanhamento estatista diante da crise financeira gerada nos EUA.
No século XX os chamados progressistas – auto qualificativo inexplicável – só defendiam os sistemas e países que menos progrediam. CRITICAVAM os EUA, com severas censuras por manter boas relações com SOMOZA, BATISTA ou FRANCO, exatamente o que fazem hoje com FIDEL CASTRO (e esquerdizóides da África, Ásia e latinos americanos); são os progressistas de dupla moral – que se auto definem pelo seu próprio conceito de solidariedade, igualdade, justiça ... – um conceito vesgo em que ‘choram com um olho às vítimas que gostam, e pelo outro absolvem os assassinos com os quais não tem afinidade ideológica’. Observe as freqüentes romarias das hostes petistas a Cuba e a países africanos e asiáticos especialmente os dominados por ditaduras perversas e cruéis.
JOSÉ SARAMAGO, escritor português comunista – por exemplo, defendeu STÁLIN como libertador, era a favor do MURO DE BERLIM, assim como defende e considera CHÁVEZ e CASTRO como referências legítimas, incluindo é claro o Partido Comunista português, o mais jurássico dos partidos comunistas do mundo, com exceção da CORÉIA DO NORTE, que detêm o título de maior dinossauro; vocifera contra os norte americanos (‘yankees’), clama contra a maldade judaica, desculpa o terrorismo islâmico, repete os bordões surrados de suposta correção política, e as universidades do mundo babam de complacência, o elevam aos altares e o consideram um exemplo de intelectual comprometido. NÃO IMPORTA que tenha defendido alguns dos assassinos mais perversos e cruéis da história recente.
ASSIM CUMPRE na maior felicidade o primeiro mandamento do CATECISMO PROGRESSISTA, e o converte em ícone da ESQUERDA REACIONÁRIA: “odiarás os EUA sobre todas as coisas, e a ISRAEL como se fora o mesmo”.
E AS MULHERES – nesse contexto esquerdizóide? – Ora, às mulheres que vivem sob as tiranias islâmicas, sem nenhum direito, abandonadas a sua própria sorte, culpadas de não serem escravizadas por uma democracia ocidental; a dor delas não preocupa nenhum voz da esquerda autêntica. NÃO ESTÁ no catecismo do bom progressista lutar pelas vítimas de pseudos devotos do ISLÃ; à liberdade – minimizando o terrorismo nihilista, perdão aos suicidas jihadistas, reconvertidos em milicianos fanáticos enlouquecidos – homens-bomba - que detonam dezenas, centenas de pessoas nos ônibus de JERUSALÉM ou nos mercados de BAGDÁ.
MEU CONSELHO – afaste-se dessa ESQUERDA DICOTÔMICA E SENIL (burguêsxproletário, ricosxpobres, bonsxmaus, anjosxdemônios, progressistaxconservador)– que reitera as velhas e esclerosadas categorias marxista-leninista para explicar velhos fenômenos há muito ultrapassados pela educação, avanço científico e tecnológico e pelo progresso, todos frutos do capitalismo, sem ignorar a advertência de JOSÉ ORTEGA Y GASSET:
“Ser – un intelectual – de izquierda es como ser de derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil; ambas en efecto, son formas de hemiplejia moral” “Ser da esquerda é, como ser da direita, uma das infinitas maneiras que o homem pode escolher para ser imbecil: ambas, com efeito, são formas da hemiplegia moral”. José Ortega Y Gasset (1883-1955), in A Rebelião das Massas, escrito em 1926-1928.
Sobre a ‘maldade’ da Contra Revolução de 1964 – sugiro consultar na rede – os jornais da época – para saber o que se passava.
Uma excelente semana - Rivadávia

terça-feira, 18 de novembro de 2008

País da impunidade


Por Jorge Serrão
Investindo em sua sabedoria (sabe muito), para se livrar da cadeia mais depressa, o homem acusado de ser o grande operador financeiro do Mensalão ameaça soltar o verbo.

A defesa de Marcos Valério Fernandes de Souza negocia um pedido de delação premiada em troca de revelações sobre o escândalo que só não derrubou o chefão Lula da Silva pelo “milagre” de o Brasil ser o País da impunidade.
As possíveis revelações de Marcos Valério são uma terceira ameaça para tirar o sono do chefão Lula da Silva e sua cúpula de poder, além do risco de revelação de novas informações sobre o assassinato do prefeito petista Celso Daniel e a divulgação, súbita, de um dossiê bombástico produzido por aliados do banqueiro Daniel Valente Dantas – conforme o Alerta Total antecipou ontem. O caso do Mensalão vai dar em nada.

O tempo joga a favor da impunidade dos mensaleiros.

Se houver alguma condenação, só acontecerá daqui a muitos anos.

A previsão do ministro Joaquim Barbosa de julgar os 39 acusados no distante ano de 2011 deve sofrer um novo adiamento.

O tempo é o senhor da impunidade.
Em dezembro começam a ser ouvidas 641 testemunhas de defesa dos réus. Tudo indica que o Supremo Tribunal Federal levará, pelo menos, seis anos para terminar tal missão jurídica quase impossível. Desde julho, já foram ouvidas, em ritmo muito lento, 41 testemunhas de acusação.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Espertos e espertalhões...

Mediante ativa campanha midiática foram e são reiteradamente denunciados sob
o rótulo de crimes da ditadura, torturas, prisões, omitindo-se perversamente
os crimes do esquerdismo. Segundo esta nova visão – e aí entra a perversa
falsificação da história - somente a direita (militares) cometeu crimes e
com essa percepção distorcida passam a identificar e a denunciar
retrospectivamente cada vez mais os excessos da ditadura militar,
superdimensionados unilateralmente em busca de uma NOVA MEMÓRIA SELETIVA em virtude da qual a direita e a esquerda não cometeram excessos equivalentes
que devem ser perdoados reciprocamente pela Lei da Anistia, editada em 1979.
Assim, movidos pelo ódio revanchista querem erigir como verdade a existência
de um só excesso, um só demônio, cuja recordação é revivida depois de 42
anos, e 23 do fim do regime militar.

A DIFERENÇA DAS VÍTIMAS DA REPRESSÃO – durante o regime Militar
(1964-1985) – das VÍTIMAS DA SUBVERSÃO e seus familiares – é que quem pegou
em armas, assaltou, seqüestrou, roubou, assassinou, vitimou civis inocentes,
alheias à ideologia revolucionária – foi reconhecido pelo poder público como
vítima – recebe polpudas indenizações, pensões e aposentadorias, enquanto as
VERDADEIRAS VÍTIMAS DA SUBVERSÃO ARMADA – foram esquecidas pelo poder
público, ou seja, os SUBVERSIVOS DE 1964 enriquecem a custa do dinheiro
público e as VERDADEIRAS VÍTIMAS permanecem no limbo jurídico, inclusive
como ser humano.

ESSA PERVERSA ESTRATÉGIA CRIMINOSA seletiva foi orquestrada pelos honrados e competentes ministros da Justiça e dos Direitos Humanos e dotada pelo
Ministério Público Federal e pela Ordem dos Advogados do Brasil, através do
seu presidente que ultimamente atacou em linguagem escatológica os
contrários a ‘tese’.

O MPF em ação contra a União e coronéis da reserva requer a condenação dos
militares por tortura, abertura dos arquivos do DOI/CODI e a condenação da
União por omissão ao não buscar o ressarcimento pelo pagamento de
indenização aos anistiados, que é contestada pela Advocacia-Geral da União,
mas paradoxalmente – o insigne Ministro da Justiça – critica o parecer da
AGU, demonstrando seu inconformismo político-social.

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ajuíza uma ADPF (ação de argüição de
descumprimento de preceito constitucional) para que o STF declare que "a
anistia concedida pela citada lei aos crimes políticos ou conexos não se
estende aos crimes comuns praticados pelos agentes da repressão contra
opositores políticos, durante o regime militar (1964/1985)."

NÃO É PRECISO ser ‘jurísta’ para entender a Carta Magna, basta sua leitura
isenta de contaminação ideológica.

CONCLUINDO: as supostas vítimas da ditadura – não satisfeitas com a terceira
geração de assaltos aos cofres públicos, ressalvadas algumas exceções –
querem agora a prevalência da visão ideológica ao invés de jurídica sobre os
fatos, em prejuízo da paz e da conciliação nacional.

Confira o que diz Reinaldo de Azevedo.
Abs RR

"Acho que Vannuchi, Genro, Dilma e todos os assanhados com a possibilidade de encruar o passado deveriam ler os incisos 43 e 44 do artigo 5o. da Constituição do Brasil, que seguem abaixo:
XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático
Parece que, dada a Constituição, se cabem ações para punir os acusados de tortura, então está dado o caminho para fazer o mesmo com os acusados de terrorismo.

E, se formos considerar a ação efetiva dos empenhados na tal
revisão, pelo menos Dilma e Vannuchi se enquadram no artigo 44. "Ah, mas aquele não era um estado democrático". Fato. Mas havia uma ordem constitucional.
E notem que a Constituição, o que é uma falha a ser corrigida, considera imprescritível mesmo é o "terrorismo".
Ademais, o crime de tortura só foi definido, como pede a Constituição, em 7 de abril de 1997 (Lei nº 9455).
Consta que Lula é que dará a palavra final (???) sobre o parecer da AGU.

E,
de fato, a decisão será do Supremo Tribunal Federal. Abstenho-me de entrar no aspecto moral e ético neste texto ao menos - todos sabem que, no caso, alinho-me com a AGU e considero que a anistia valeu para todos. Uma coisa, no entanto, é certa: no que concerne ao máximo diploma do estado democrático e de direito brasileiro, ex-terroristas não estão em situação de "caçar" ex-torturadores - sempre lembrando que cada lado nega os crimes que o outro lhe atribui. Retomando
Será que só eu e Mendes lemos a Constituição? Não posso crer. O problema, creio, está na leitura seletiva da Carta que está sendo feita por espertos e espertalhões.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 16 de novembro de 2008

ENTREVISTA - Patricia Andrade ( 2007 )

A ABORDAGEM DA PATRÍCIA ANDRADE – não só é politicamente correta, mas também de muita lucidez e coragem, sem nenhum reparo, acrescento e divulgo:

MEMÓRIA:


“Ser – un intelectual – de izquierda es como ser de derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil; ambas en efecto, son formas de hemiplejia moral” [ “Ser da esquerda é, como ser da direita, uma das infinitas maneiras que o homem pode escolher para ser imbecil: ambas, com efeito, são formas da hemiplegia moral”.] José Ortega Y Gasset (1883-1955), in A Rebelião das Massas, escrito em 1926-1928.

o certo é que a esquerda - inspirada no glamouroso ódio ao capitalismo e ao burguês – que vem a ser a idéia força do comunismo, quando prevalece elimina a idéia democrática e suprime as liberdades públicas. Os exemplos históricos registram a maior barbárie provocada pela ação (des) humana no século passado.

A ESQUERDA SOBRETUDO LATINO AMERICANA – que pretende pousar de democrata e defensora dos direitos humanos - não tem tradição democrática e nem pretende ser democrática; sua origem está no partido comunista – sob a férrea direção do Partido Comunista da extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), do qual saíram grupos e facções – a maioria associados à guerrilha – e à criminalidade por atentarem contra o Estado de Direito e, mesmo quando entrou no debate democrático – ficou com um pé na legalidade e outro na clandestinidade vinculada ao canibalismo, quando não justiçamento entre seus comissários, como se pode ver ainda hoje entre os honrados militantes petistas. Atualmente aparentemente reconfigurada em democrática, defensora dos direitos humanos e do igualitarismo dos pobres mas continua paradoxalmente a devotar amor patológico ao decrépito ditador da Ilha Cárcere e a aplaudir el grand emperador criollo – o teniente-coronel-presidente-golpista Hugo Cháves Frías, da Venezuela.

pode se avaliar o coeficiente de esquerdismo e direitismo, com uma precisão razoável.

No mundo dos direitistas podem coexistir direitistas e esquerdistas, mas, no mundo dos esquerdistas, só esquerdistas têm o direito de existir.

com efeito - o advento do reino esquerdista consiste, essencialmente, na eliminação de todos os direitistas, na erradicação completa da autoridade antiga (Antigo Regime), do burguês, posto que o pensamento único pretende ser universal e não admite a mínima dissidência. Basta observar a linguagem que usam quando se referem aos que simplesmente pensam diferentes deles.
A REALIDADE ATUAL demonstra as tentativas criminosas de abolir todo ponto de referência do sentido comum e de bom senso, que torna alguns insensíveis às provas da realidade, a ponto de comprometer a possibilidade de discernimento político, social e até do conhecimento científico, dificultando nos incautos a livre formação de convicções por meio da comunicação e do raciocínio; nos espertos escudados nos dogmas doutrinários não só no sentido político, mas também científico, cultural, ético e estético, cuja demonstração de efeito perverso inequívoco é a tsunâmica corrupção erigida – a simples erro dos cumpanheiros.

O PERVERSO esquema reducionista da esquerda – que apregoa que a direita ou centro político está vinculada com a somente ao regime militar, que é satanizado pelos efeitos colaterais que produziu e ocultado e desconsiderado pelo sucesso na atividade econômica, é verdadeiro disparate que carece de validade histórica, pois ignora precisamente a tradição da vida política centrista liberal, ilustrada desde o Império pelos liberais moderados, conservadores reformistas.

DO PONTO DE VISTA histórico não se pode falar de uma direita monolítica, de pensamento único ou hegemônico. Não existiu na História do Brasil. Desde a Corte Imperial – há o que se pode chamar de direita, mas com diferentes tendências e correntes, protagonista de episódios dramáticos, que contribuíram de um modo exemplar para a instituição da República e do aperfeiçoamento democrático.

EMBORA O esquerdismo – procure demonstrar sempre o contrário através do perverso discurso novilingüístico – como se tivesse o monopólio da ética, da transparência e da democracia – a direita liberal, não era monolítica, e, representava efetivamente o conservadorismo liberal e reformador, reformismo democrático e integrador.

asssim - Centristas e reformista – direita, centro-direita – tem sua origem histórica - formada por democratas sensatos, conservadores dignos e liberais centristas. A direita centrista liberal – está presente em toda a história do Brasil, porém, a falsificação histórica e política promovida pela orquestração esquerdista visa justamente num discurso anti-histórico deformar a verdade histórica.

o abuso pela simplificação com fins aparentemente eleitorais pretende deslegitimar histórica, política, social e cultural a direita brasileira, mediante falsificação histórica, induzindo a cidadania pensar que somente a esquerda tem legitimidade.

a Direita democrática e liberal – seria assim perversamente deslegitimada pelo discurso anti-histórico dos radicais de esquerda, vermelhos ou reacionários no sentido etimológico do termo.


CONTUDO - O QUE SE PERCEBE NOS ESTATISTAS DE PLANTÃO apegados à ideologia neo-regressiva totalitária é a crença e o desejo piedoso de que se realize a profecia marxista da queda do capitalismo decorrente da atual crise financeira (subprime) – em que o Estado como protagonista econômico substituirá o mercado.

O AVANÇO DO ESTADO REGULADOR – nas relações econômicas, políticas e sociais já é assustador. Agências Reguladoras e órgãos de fiscalização e controle – controlam absolutamente tudo. As longas mãos do governo (que não se confunde com o Estado) mediante leis, decretos, instruções, resoluções, decisões e, sobretudo com funcionários encarregados de fiscalizar e intervir em todos os setores da economia, menos nas atividades essenciais do Estado. Nada se faz e se empreende sem a autorização do governo – desde um simples negócio de compra e venda, em que só se escapa pela informalização da atividade ou livre mercado do crime organizado, até a geração e distribuição de energia, transportes de todo tipo (menos por enquanto o transporte ‘a pé’, mas que é limitado pela (in) segurança), produção e comercialização de produtos agrícolas, até o controle de alguns preços; o assanhamento envereda até para derrogar a lei de oferta e demanda, e, culmina nos direitos e garantias fundamentais – que já não tem garantia nenhuma pela (in) segurança pública e jurídica.

É A TENTATIVA DE REGRESSO A UM MODELO comprovadamente sem sustentabilidade técnica, política, jurídica, nem sócio-histórica.
Abs RR


Patrícia Andrade - VEJA

O QUE É SER DE DIREITA?

A economista Patrícia Carlos de Andrade é defensora das liberdades individuais. Coisa rara hoje em dia. Mas ela mesma tem sido escrava de uma agenda cada vez mais lotada, como diretora executiva do Instituto Millenium. A entidade acredita que o horizonte revolucionário no Brasil é liberal. Trabalho, portanto, é o que não falta.

O GOVERNO LULA É ACUSADO PELA ESQUERDA DE TER SE TORNADO NEOLIBERAL. A CRÍTICA PROCEDE?

O governo está muito distante do liberalismo. Apesar de estar mantendo um conjunto de medidas que foi a base do avanço econômico, como a estabilização, todo o resto guarda um abismo em relação ao liberalismo. É um Estado que vem crescendo, que volta e meia tenta atacar liberdades. Eles tentam e depois recuam quando a opinião pública se manifesta contrariamente. Em seguida, tentam de novo. Ainda somos muito travados. Não temos, por exemplo, um Banco Central independente.

O BRASIL É UM PAÍS DE DIREITA, CENTRO OU ESQUERDA?

Há no país um pensamento hegemônico de esquerda, em todas as camadas. Somos uma sociedade que espera do Estado a solução para todos os seus problemas. A maioria dos cidadãos está programada assim, sejam os mais educados, sejam os mais ricos ou os mais pobres. Ainda não temos uma visão mais centrada no indivíduo, nos mercados e nas liberdades.

PRECISAMOS, ENTÃO, DE UM CHOQUE DE LIBERALISMO?

Não existem modelos prontos a seguir. Até mesmo nos Estados Unidos o governo faz movimentos pendulares, ora é mais liberal, ora mais intervencionista, com restrição de liberdades individuais. Mas o fato é que não fomos capazes de crescer como uma força política social-democrata. No entanto, todos os remédios que se pretende ministrar são mais do mesmo: mais Estado, mais intervenção, mais sindicalismo, mais coletivismo. O caminho claramente não é esse.

QUAL É O CAMINHO?

As melhores opções são sempre aquelas que dão aos indivíduos maior liberdade de empreender, buscar seus projetos pessoais, fazer o que é melhor para seus filhos e sua família.

QUEM SE DECLARA ABERTAMENTE DE DIREITA SOFRE PRECONCEITO?

A palavra direita está tão desgastada que o próprio senador Jorge Bornhausen, numa entrevista a VEJA, afirmou que não é de direita, sendo ele do PFL. Falou de direita como se isso fosse um xingamento. Ser de direita choca as pessoas. Associa-se a direita ao nazismo e ao apoio à ditadura militar.

JÁ FOI HOSTILIZADA POR ISSO?

Minha filha participou de uma atividade na faculdade em que se discutia um artigo publicado por mim. Falava sobre os meninos de rua. Escrevi, em resposta ao Arnaldo Jabor, que falava da culpa que todos nós temos por aqueles meninos estarem pedindo dinheiro nos sinais de trânsito. Eu disse que não tenho culpa nenhuma. Sempre cumpri meus deveres. Durante a leitura, disseram algo do tipo "quem é essa mulher que pensa que é economista...".

A SENHORA SE CONSIDERA UMA PESSOA DE DIREITA. O QUE É SER DE DIREITA HOJE EM DIA?

É você não esperar que o Estado venha solucionar a sua vida. É tomar suas decisões pessoais e arcar com a responsabilidade por elas. Muitas pessoas são assim e não se dão conta de que têm uma atitude de direita. Isso por conta de uma imprecisão histórica. O que se chamou de direita no Brasil foram forças retrógradas, coronelistas. Não é a isso que me refiro. É a uma direita que existe nas democracias modernas, que dá mais força ao mercado, à competição e às liberdades individuais.
Fonte: Veja - 24 de janeiro de 2007

Le Livre Noir

LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
prof. RIVADAVIA ROSA



O Le Livre Noir

O Livro Negro foi exumado meio século após sua proibição pelo poder stalinista (publicado na França em 1997 sob o título Le Livre noir du communisme e no Brasil em 1999 – sob o título O Livro Negro do Comunismo – crimes, terror e repressão, Rio, Ed. Bertrand Brasil). Os escritores/historiadores Ilya Ehrenburg, Vassili Grossman (teve a mãe morta no gueto de Berditchev) e outros, alguns participantes do sistema comunista quer da ortodoxia leninista-stalinista, quer de versões dissidentes como trotskistas e maoístas – fazem um relato dos sobreviventes da maior tragédia provocada pela ação (des) humana, em depoimentos de judeus letões, ucranianos, lituanos e russos, vítimas reais dos crimes do ‘socialismo real’; menciona sem intenção de comparação os crimes do nazi-fascismo; descreve o calvário, a violência, o saque, assassinatos e a fúria exterminadora sofrida por milhões de pessoas. A expressão "livro negro" cujo significado preciso é: o crime em massa (assassinato em massa de homens, mulheres e crianças), cuja cifra atingiu cerca de 100 milhões de pessoas (no Holocausto foram mortos de 5 a 6 milhões de judeus, com as demais pessoas soma cerca de 25 milhões) ou seja, os crimes dos socialistas/comunistas atingiram um terço da espécie humana em quatro continentes.

COM EFEITO, A 'memória do terror' mantinha permanente e eficaz ameaça de eliminação física. Assim funcionou a 'experiência comunista real' na China do 'Grande Timoneiro' Mao Tse Tung (Mão Zedong), Coréia de Kim II Sung, Vietnã do 'gentil Tio Ho', Camboja de Pol Pot e seus khemers vermelhos ,Cuba de Fidel Castro (e do ‘apóstolo/discípulo’ ERNESTO Che Quevara), Etiópia de Mengistu, Angola de AGOSTINHO Neto, Afeganistão de Najibullah, Laos, Rússia e Europa do Leste pelos 'missionários do socialismo real' (Lênin, Stálin, Trotski ...).
ONDE O SOCIALISMO/COMUNISTO foi imposto, dissimulado em ‘república democrática popular’ - as 'estruturas jurídicas' foram suspensas (direitos fundamentais e humanos), movida pelo permanente estado de exceção, para justificar a barbárie; não simples barbárie atávica, mas a barbárie cruel, sanguinária, demoníaca e de forma organizada, sistemática contra todos os valores espirituais, culturais, racionais e morais.

Além disso, Moscou, China e Havana financiaram a subversão através dos partidos comunistas comandados por Moscou, no mundo todo, inclusive no Brasil. É o Estado e o partido, a serviço de políticas e práticas criminosas, em nome de uma política de hegemonia ideológica, do messianismo socialista, cuja doutrina, fundamento lógico e necessário do sistema ‘autojustificou’ o massacre dezenas de milhões de inocentes sem que nenhum delito possa lhes ser atribuído, a menos que se reconheça que era criminoso ser nobre, burguês, kulak (camponês russo), ucraniano, ou mesmo trabalhador ou ..., homens e mulheres honestos, ‘devotados ao Partido, à Revolução, à causa leninista da edificação do socialismo e do comunismo’.

É DE SE REITERAR À EXAUSTÃO - os crimes de Lênin e Stálin foram aplaudidos pelos comunistas do mundo inteiro (nos anos 20 a 50 do século XX). Muitos ainda por cegueira/perversidade ideológica, dizem não acreditar no ‘relatório secreto’ de Nikita Kruschev, primeiro-secretário, lido no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, em 24 de fevereiro de 1956 em que reconhece oficialmente os crimes do regime sob Stálin cometidos contra pessoas inocentes – ou seja na tragédia do comunismo russo), assim como do “Grande Timoneiro” (anos 50-70), em que os ‘erros’ de MAO somente foram admitidos pelo Partido Comunista chinês em 1979; os de Pol Pot quando de sua condenação por genocídio; Fidel Castro, ainda no poder continua negando as atrocidades cometidas na Ilha Cárcere de Cuba e, assim ou justamente por isso é objeto de amor e adoração por segmentos esquerdizóides brasileiros e latino americanos, alguns chegando até a prantos histéricos em sua presença.

NÃO OBSTANTE, A barbárie comunista (1914-1991) – volta a ‘rondar o rincão latino americano’, após ‘lavagem cerebral’ gramsciana (Antonio Gramsci) que satanizou qualquer idéia que não tenha o DNA esquerdista – pelos devotos que descaradamente - tentam 'ressuscitá-la', imputando ao mesmo tempo aos que eles denominam de direita todos os 'males do mundo'.

NO BRASIL – em que a implantação do ‘sistema’ foi tentada por duas vezes (em 1935 (Intentona Comunista – sob o comando de MOSCOU e em 1964 (sob as ordens de MOSCOU-HAVANA) em sua novíssima reconfiguração instrumentalizada pelo famigerado Foro de São Paulo - a repressão metódica e o crime de massa aos dissidentes (por falta das ‘condições objetivas’) – é substituída pela 'corrupção sistêmica' e o maior saque ao erário público do Estado Brasileiro, cuja conseqüência indireta são os baixos índices de investimentos, o crescimento pífio, o desemprego, a violência e a criminalidade em níveis anômicos, a degradação das instituições, dos costumes, dos valores, princípios ....


‘BREVE GLOSSÁRIO:


RECRUDESCIMENTO – se dá lamentavelmente - pela inércia e até pela colaboração (in) consciente dos segmentos político-econômicos capitalistas, alguns até simpatizantes pela sedução do canto da utopia igualitária, do ‘mundo melhor’ – que não passa de uma ‘sociedade ideal’ preconizada desde Platão (A República), que redundou no marxismo-leninismo como filosofia pós-hegeliana metamorfoseada em ideologia totalitária.

CRIME CONTRA A HUMANIDADE: “a deportação, a escravidão, ou a prática maciça e sistemática de execuções sumárias, de seqïestro de pessoas seguido de sua desaparição, da tortura ou de atos inumanos, inspirados por motivos políticos, filosóficos, raciais ou religiosos, e organizados em execução de um plano concertado que atinja um grupo da população civil”. Código Penal francês de 23 de julho de 1993.

domínio total, sem medida de comparação histórica senão pelo processo novilingüístico (George Orwell, 1984): de um lado, a encenação do espetáculo virtual da ‘boa democracia’, dotada de uma Constituição, de um Parlamento e demais poderes da República, porém, sustentado por toda sorte de movimentos 'sociais', ONGs, para facilitar o desvio dos recursos públicos, como 'exército marginal da reserva', para promover invasões, esbulhos, terrorismo político, assim como organismos burocráticos de todo tipo, sindicais e associativos, que simulam a racionalidade e a 'defesa da democracia e da Constituição'; a eficácia onde reina a negligência econômica; a sociabilidade, onde predominam a suspeita generalizada e o medo da denúncia; a liberdade, onde prevalece a arregimentação, o histrionismo símio, a demagogia, o neopopulismo, o arbítrio, a repressão e toda sorte de mistificação e fraude e, claro tudo isso com muita propaganda, apoio da mídia e dos intelectuais ‘orgânicos.
GENOCÍDIO: “é compreendido como um dos atos infracitados, cometidos na intenção de destruir, todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal: a) mortes de membros do grupo; b) atentado grave à integridade física ou mental de membros do grupo; c) submissão intencional do grupo às condições de existência que acarretem sua destruição física, total ou parcial; d) medidas que visem a impedir nascimentos no seio do grupo; e) transferências forçadas de crianças do grupo a um outro grupo.” Convenção das Nações Unidas de 1948.
- “O fato, a execução de um plano concertado que tenda à destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico racial ou religioso, ou de um grupo determinado a partir de qualquer outro critério arbitrário” (grifo nosso). Código Penal francês.
NOVILÍNGUA (perversão da linguagem): sistema dos campos de concentração – reeducação; carrascos – educadores aplicados em transformar os homens de uma sociedade antiga em “homens novos”; prisioneiros dos campos de concentração – zeks; na China – o interno do campo de concentração – estudante (ele deve estudar o pensamento justo do partido e reformar o seu próprio pensamento imperfeito).
MÉTODO LENINISTA: violência, crimes, terror.
Modus operandi do comunismo-socialismo – acometido pela síndrome da psicopatologia esquizofrênica e criminosa – seus devotos - assaltam, roubam, matam, mentem descaradamente, apóiam os ditadores sanguinários esquerdistas, sob a alegação de que realizam sua ‘missão histórica’ e, quando pegos em flagrante, dissimulam cinicamente, inventam ‘conspirações’ contra a democracia, seja para fingir que a defendem seja para demonstrar ao mundo os perigos que ela correria sem a ‘proteção’ deles, muito embora sejam os verdadeiros inimigos da democracia ao promoverem o caos e a anarquia.
experimento socialista – regressão totalitária, dissimulada e apoiada na ‘democracia’ com o propósito de alterar a natureza humana (‘criar’ um homem novo/nuevo) – em que obviamente prevalecem o cinismo e o desrespeito a todos os valores e princípios.
poder popular – Nas Revoluções Russa, Chinesa e Cubana – o sujeito social foi o operário (classe trabalhadora), mas na prática – em todos os experimentos das famigeradas democracias populares – foi uma ficção. Todo o poder é concentrado no executivo de plantão, eleito sempre pela maioria, eliminando-se toda forma de intermediação política entre o cidadão e o poder pela entrada em cena do partido único. O regime soviético nunca teve uma participação popular. Os SOVIETS eram conselhos de operários, camponeses e soldados que surgiram espontaneamente na Revolução em 1905; num determinado momento em 1917 - a luta política concentrou-se entre os bolcheviques (com leve maioria) e os outros partidos revolucionários – mencheviques e anarquista. Os SOVIETS mais importantes eram os operários ainda que como ‘bucha de canhão’ para os estampidos revolucionários, principalmente os SOVIETS constituídos pelos camponeses em armas - ou seja – os soldados. De forma que a principal conquista dos bolcheviques não foram as fábricas para os operários ou terra para os camponeses, mas a paz eterna. Os SOVIETS que eram a emanação do poder popular, foram cooptados pelos bolcheviques. Estes tomam o poder, eliminam a Assembléia Constituinte eleita democraticamente e se impõem com o lema – TODO O PODER PARA OS SOVIETS . Nas assembléias manipuladas pelos bolcheviques – eles confiscam o poder popular, de sorte que os SOVIETS oriundos das bases, logo caem em mãos de uma organização militar, característica que diferencia os BOLCHEVIQUES dos demais partidos. Os demais partidos revolucionários são eliminados pelos BOLCHEVIQUES, ainda que os anarquistas tenha resistido em armas, durante um bom tempo, contra o regime. O poder popular – enfim, é expropriado/confiscado. Na URSS confiscou-se o poder popular, primeiro pelo COMITÊ CENTRAL, depois pelo POLITBURO e finalmente ... , pelas mãos limpas de Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (Joseph Stalin 1879-1953).
princípio da corrupção sistêmica instituídos por seus profetas: “Quem luta pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; manter a palavra e não cumprir a palavra, etc., etc., etc". Bertolt Brecht a seus camaradas em Die Massnahme; ''O fim pode justificar os meios enquanto houver algo que justifique o fim''. Leon Davidovich Bronstein (Trotsky). “É moral tudo o que serve para destruir a velha sociedade exploradora para unir todos os trabalhadores em torno ao proletariado que está criando uma nova sociedade comunista”, e, complementa lapidarmente - “O melhor é corromper! O melhor é corromper!”. Wladmir Illich Ulianov Lênin (1870-1924), Colected Works (1923), XVI, p. 142-145.
Sistema Comunista Mundial, assim denominado em 1984 por Annie Kriegel era composto por vários círculos concêntricos. No centro – origem – reinavam o Partido-Estado soviético e seu regime totalitário: o partido único, a ideologia obrigatória, o controle absoluto da mídia e do ensino, o monopólio dos meios de produção e de distribuição, o terror ou a sua ameaça permanente, o duplo fechamento do país tanto para os estrangeiros que desejassem entrar, quanto para os nacionais que aspiravam sair.
SAIBA MAIS também no livro Cortar o mal pela raiz! História e memória do comunismo na Europa, de STÉPHANE COURTOIS (continuação do Livro negro do comunismo).
Abs RR

O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO - Roberto Campos
"Le livre noir du communismè". (Edições Robert Laffont. Paris, 1997), escrito por seis historiadores europeus, com acesso a arquivos soviéticos recém-abertos, é uma espécie de enciclopédia da violência do comunismo. O chamado "socialismo real" foi uma tragédia de dimensões planetárias, superior em abrangência e intensidade ao seu êmulo totalitário do entreguerra - o nazi-fascismo.
Ao contrário da repressão episódica e acidental das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico, fazendo parte da rotina de governo. Essa sistematização do terror não é rara na História humana, tendo repontado na revolução francesa do século XVIII na fase violenta do jacobinismo, na "industrialização do extermínio judaico" pelos nazistas, e - confesso-o com pudor - na Inquisição Católica, que durante séculos queimava os corpos para purificar as almas.
O "Livre noir" me veio às mãos num momento oportuno em que, reaberto na mídia e no Congresso o debate sobre a violência de nossos "anos de chumbo" nas décadas de 60 e 70, me pusera a reler o "Brasil, nunca mais", editado em 1985 pela arquidiocese de São Paulo. Comparados os dois verifica-se que o Brasil não ultrapassou o abecedário da violência, palco que foi de um miniconflito da Guerra Fria, enquanto que o "Livre noir" é um tratado ecumênico sobre as depravações ínsitas do comunismo, este sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a História humana. Produziu quase cem milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas sim algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e depois em vítimas.
A aritmética macabra do comunismo assim se classifica por ordem de grandeza - China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (dois milhões); Camboja (dois milhões); África (1,7 milhão, distribuídos entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnam (um milhão); Leste da Europa (um milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); Movimento Comunista Internacional e partidos comunistas no poder (dez mil).
O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lenin, Stalin e Mao-Tsé-Tung. Lenin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século - 1825 a 1917 - executaram 3.747 pessoas, Lenin superou esse recorde em apenas quatro meses após a revolução de outubro de 1917.
Alguns líderes do Terceiro Mundo figuram com distinção nessa galeria de assassinos. Em termos de percentagem da população, o campeão absoluto foi Pol Pot, que exterminou em 3,5 anos um quarto da população do Camboja. Fidel Castro, por sua vez, é o campeão absoluto da "exclusão social", pois que 2,2 milhões de pessoas, equivalentes a 20% da população da ilha tiveram que fugir. Juntamente com o Vietnam, Fidel criou uma nova espécie de refugiados, os "boat people" - ou sejam, os "balseros", milhares dos quais naufragaram engordando os tubarões do Caribe.
A vasta maioria dos países comunistas é culpada dos três crimes definidos no artigo 6º do Estatuto de Nuremberg - crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a Humanidade.
A discussão brasileira sobre, os nossos "anos de chumbo" raramente situa as coisas no contexto internacional da Guerra Fria, a qual alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70, provocando um "refluxo autoritário" no Terceiro Mundo.
Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973. Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao Governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967, e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas e Indira Gandhi declaravam um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante.
O grande mérito dos regimes democráticos é preservar os direitos humanos, estigmatizando qualquer iniciativa de violá-los. Mas por lamentáveis que sejam as violências e torturas denunciadas no "Brasil, nunca mais", elas empalidecem perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir". Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio... Enquanto Fidel fuzilou entre 15 e 17 mil pessoas (sendo dez mil só na década dos 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, a julgar pelos pedidos de indenização, seria em torno de 288 segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e de 224 casos comprovados, segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. O Brasil perde de longe nessa aritmética macabra.
Mao foi responsável pela morte de 70 milhões de chineses. Ele foi totalmente imoral.
Os jovens chineses acreditam que Mao foi um grande herói que cometeu alguns erros ... Alguns aspectos da ditadura continuam em voga A liberdade de expressão é um deles. A internet é hoje controlada. Eles têm uma lista de nomes que são bloqueados.
Mao sabia a importância da informação.
Jung Chang - Autora do "best-seller": Mao - A história desconhecida (Estado de Minas / 22.nov.06)

Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia da "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. No ano passado, 38 anos depois da Revolução de Sierra Maestra, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo "ratoneras", "gavetas" e "tostadoras". Registre-se um traço de inventividade tecnológica - a tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.
Não houve prisões brasileiras comparáveis à La Cabaña (onde ainda em 1982 houve cem fuzilamentos), Boniato, Kilo 5,5 ou Pinar Del Rio. Com estranha incongruência, artistas e intelectuais e políticos que denunciam a tortura brasileira visitam Cuba e chegam mesmo a tecer homenagens líricas a Fidel e a seu algoz adjunto Che Guevara. Este, como procurador-geral, foi comandante da prisão La Cabaña, onde nos primeiros meses da revolução ocorreram 120 fuzilamentos (dos 550 confessados por Fidel Castro), inclusive a execução de Jesus Carreras, guerrilheiros contra a ditadura Batista, e de Sori Marin, ex-ministro da Agricultura de Fidel. Note-se que Che foi o inventor dos "campos de trabalho coletivo", na península de Guanaha, versão cubana dos "gulags soviéticos" e dos "campos de reeducação" do Vietnam.
A repressão comunista tem características particularmente selvagens. A responsabilidade é "coletiva", atingindo não apenas as pessoas, mas as famílias. É habitual o recurso a trabalhos forçados, em campos de concentração. Não há separação carcerária, ou mesmo judicial, entre criminosos comuns e políticos. Em Cuba, criou-se um instituto original, o da "periculosidade pré-delitual", podendo a pessoa ser presa por mera suspeita das autoridades, independentemente de fatos ou ações.
Causa-me infinda perplexidade, na mídia internacional e em nosso discurso político local, a "angelização" de Fidel e Guevara e a "satanização" de Pinochet. Isto só pode resultar de ignorância factual ou de safadeza ideológica. Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após derrotado em plebiscito e eleições democráticas, como senador vitalício (solução que se imitada em Cuba facilitaria o fim do embargo). Fidel considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Antes de Fidel, a economia cubana era a terceira em renda por habitante entre os latino-americanos, e hoje caiu ao nível do Haiti e da Bolívia. O Chile exporta capitais, enquanto que Fidel foi um pensionista da União Soviética e agora, para arranjar divisas, conta com remessas de exilados, e receita de turismo e prostituição. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em três mil, enquanto que Fidel fuzilou 17 mil!
Apesar de fronteiras terrestres porosas, o Chile, com população comparável a Cuba e sem os tubarões do Caribe, sofreu em êxodo de apenas de apenas 30 mil chilenos, hoje em grande parte retornados. Sob Fidel, 20% da população da ilha, ou seja, algo que nas dimensões brasileiras seria comparável à Grande São Paulo, tiveram que fugir. Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia.
O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava desinibidamente que "nós os comunistas já estamos no Governo mas não ainda no poder". Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da Revolução de 1964, o Brasil manteria, apenas com alguns tropeços, sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara minimamente sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação; e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.
É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que no albor dos anos 60 este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...

Roberto Campos

O Autor é deputado federal pelo PPB-RJ
Transcrito da Folha de São Paulo de 19.04.98 e da REVISTA DO CLUBE MILITAR - Maio/1998

terça-feira, 11 de novembro de 2008

OS obamaníacos

Se FREUD e DARWIN não explicam, CHARLES MACKAY, explica e muito bem; porém resta saber se é demência coletiva ou sabedoria das multidões (The wisdom of crowds) identificada por JAMES SUROWIECKI.

O CERTO É QUE Nos tempos atuais o que prevalece é a arte da política transformada em arte da dissimulação (turbinada com o cinismo, a demagogia e a hipocrisia) – para manipular de forma astuciosa o mundo das aparências e enganar as massas – ou o respeitável e distinto povo, sem identidade - num grande espetáculo virtual encenado com os instrumentais midiáticos, propaganda enganosa, pesquisas de opinião, retórica discursiva vazia que provocam efusivos aplausos na tribuna, no palco, no cenário da ilusão - como acontece na Venezuela – no Grand Circo Bolivariano, montado pelo Teniente-Coronel Presidente HUGO RAFAEL CHÁVEZ FRÍAS, na Terra de Santa Cruz em que um certo apedeuta – justamente pelo apedeutismo militante transforma-se em gênio e, agora com a formidável experiência resultante de uma campanha certamente a mais cara do mundo - na terra do Tio Sam, temos a eleição pelo voto popular de um político cuja experiência é ter exercido o mandato de senador, para exercer o cargo mais importante do Planeta.
Deus salve a América e o mundo ...
Abs RR

Eita...!

SEM GRAVATA

Mr. Da Silva, um desgravatado vexame no G-20

"É inacreditável, mas quem esteve de serviço e presenciou a fala de abertura do presidente Luiz Inácio da Silva, por ocasião da instalação do encontro do G-20 no hotel Hilton, no último sábado, em São Paulo, certamente observou a palidez do Chefe da Nação, cuja fisionomia não escondia os traços de exaustão física.

Olhos amiudados e vermelhos, sinais característicos de uma boa noitada, diriam os clínicos, psicólogos, experientes serviçais de hotelaria e socorristas de plantão.

Nem os guarda-costas acreditaram no que viram.

Garimpado do BLOG DO CLAUSEWITZ