Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Fábula da galinha vermelha

Fábula da galinha vermelha

Ficou mais conhecida quando foi divulgada por Ronald Reagan, nos anos 70,quando presidente, reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar aarrecadação nos EUA.

A história da galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos:
'Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?'
'Eu não', disse a vaca.
'Nem eu', emendou o pato.
'Eu também não', falou o porco.
'Eu muito menos', completou o ganso.
'Então eu mesma planto', disse a galinha vermelha.
E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.

'Quem vai me ajudar a colher o trigo?', quis saber a galinha.
'Eu não', disse o pato.
'Não faz parte de minhas funções', disse o porco.
'Não depois de tantos anos de serviço', exclamou a vaca. 'Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego', disse o ganso.
'Então eu mesma colho', falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.

Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
'Quem vai me ajudar a assar o pão?' indagou a galinha vermelha.
'Só se me pagarem hora extra', falou a vaca.
'Eu não posso por em risco meu auxílio-doença', emendou o pato.
'Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão', disse o porco.
'Caso só eu ajude, é discriminação', resmungou o ganso.
'Então eu mesma faço', exclamou a pequena galinha vermelha.

Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver.
De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse:
'Não, eu vou comer os cinco pães sozinha'.
'Lucros excessivos!', gritou a vaca.
'Sanguessuga capitalista!', exclamou o pato.
'Eu exijo direitos iguais!', bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.

Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades.
Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha: 'Você não pode ser assim egoísta'.
'Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor', defendeu-se a galinha.
'Exatamente', disse o funcionário do governo. 'Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem nada'.

E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'.
Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada mais...

Nem mesmo um pão.


Esta 'fábula' deveria ser distribuída e estudada em todas as escolas brasileiras.

Quem sabe, assim, em uma ou duas gerações, sua mensagem central pudesse tomar o lugar de toda essa papagaiada pseudo-socialista, que insiste em assombrar nosso país e condená-lo à eterna miséria.

Em tempo...
Qualquer semelhança desses bichos com alguns abaixo é mera coincidência:'
Sem Terra','
Sem Teto',
'Sem Bolsa Escola',
'Puxa-sacos',
'SemVergonha'...
'Sem coisa nenhuma'...


E outros bichos mais.



Oremos...!

Senhor, tende piedade de nós!

(Hugo Hamann)

Pelo projeto político do deputado Clodovil
Pelo espetáculo do crescimento que até hoje ninguém viu
Pelas explicações sucintas do ministro Gilberto Gil
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo jeitinho brejeiro da nossa juíza
Pelo perigo constante quando Lula improvisa
Pelas toneladas de botox da Dona Marisa
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Marcos Valério e o Banco Rural
Pela casa de praia do Sérgio Cabral
Pelo dia em que Lula usará o plural
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo nosso
Delúbio e Valdomiro Diniz
Pelo nunca antes nesse país
Pelo povo brasileiro que acabou pedindo bis
Senhor, tende piedade de nós!

Pela Cicarelli na praia namorando sem vergonha
Pela Dilma Rousseff sempre tão risonha
Pelo Gabeira que jurou que não fuma mais maconha
Senhor, tende piedade de nós!

Pela importante missão do astronauta brasileiro
Pelos tempos que Lorenzetti era só marca de chuveiro
Pelo Freud que não explica a origem do dinheiro
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo casal Garotinho e sua cria
Pelos pijamas de seda do nosso guia
Pela desculpa de que o presidente não sabia
Senhor, tende piedade de nós!

Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar
Pelo espírito pacato e conciliador do Itamar
Pelo dia em que finalmente Dona Marisa vai falar
Senhor, tende piedade de nós!

Pela queima do arquivo Celso Daniel
Pela compra do dossiê no quarto de hotel
Pelos hermanos compañeros Evo, Chaves e Fidel
Senhor, tende piedade de nós!

Pelas opiniões do prefeito César Maia
Pela turma de Ribeirão que caía na gandaia
Pela primeira dama catando conchinha na praia
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo escândalo na compra de ambulâncias da Planam
Pelos aplausos roubados do Kofi Annan
Pelo lindo amor do sapo barbudo por sua rã
Senhor, tende piedade de nós!

Pela Heloisa Helena nua em pêlo
Pela Jandira Feghali e seu cabelo
Pelo charme irresistível do Aldo Rebelo
Senhor, tende piedade de nós!

Pela greve de fome que engordou o Garotinho
Pela Denise Frossard de colar e terninho
Pelas aulas de subtração do professor Luizinho
Senhor, tende piedade de nós!

Pela volta triunfal do caçador de marajás
Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais
Pelo Galvão Bueno que ninguém agüenta mais
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna farra dos nossos banqueiros
Pela quebra do sigilo do pobre caseiro
Pelo Jader Barbalho que virou conselheiro
Senhor, tende piedade de nós!

Pela máfia dos vampiros e sanguessugas
Pelas malas de dinheiro do Suassuna
Pelo Lula na praia com sua sunga
Senhor, tende piedade de nós!

Pelos meninos aloprados envolvidos na lambança
Pelo plenário do Congresso que virou pista de dança
Pelo compadre Okamotto que empresta sem cobrança
Senhor, tende piedade de nós!

Pela família Maluf e suas contas secretas
Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca
Pela mãe do presidente que nasceu analfabeta
Senhor, tende piedade de nós!

Pela invejável cultura da Adriana Galisteu
Pelo picolé de xuxu que esquentou e derreteu
Pela infinita bondade do comandante Zé Dirceu
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna desculpa da herança maldita
Pelo chefe abusar da birita
Pelo novo penteado da companheira Benedita
Senhor, tende piedade de nós!

Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana
Pelo compañero Evo Morales que nos deu uma banana
Pela mulher do presidente que virou italiana
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo MST e pela volta da Sudene
Pelo filho do prefeito e pelo neto do ACM
Pelo político brasileiro que coloca a mão na m
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Ali Babá e sua quadrilha
Pelo Gushiken e sua cartilha
Pelo Zé Sarney e sua filha
Senhor, tende piedade de nós!

Pelas balas perdidas na Linha Amarela
Pela conta bancária do bispo Crivella
Pela cafetina de Brasília e sua clientela
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo crescimento do PIB igual do Haití
Pelo Doutor Enéas e pela senhorita Suely
Pela décima plástica da Marta Suplicy
Senhor, tende piedade de nós!

Para que possamos ter muita paciência
Para que o povo perca a inocência
E proteste contra essa indecência
Senhor, dai-nos a paz!

Arakiri paulista: LGBT suspende atividades

Movimento gay condena Marta por propaganda que insinua que Kassab é homossexual
Por Jorge Serrão

O Comitê de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) da campanha de Marta Suplicy anunciou a suspensão das atividades, em represália à peça publicitária que pergunta se Gilberto Kassab é casado e tem filhos. O comitê listou cinco argumentos para condenar a propaganda: violação à privacidade, incentivo ao preconceito, moralismo, a história de vida pregressa de Marta e a própria desagregação do movimento gay.

A nota do comitê mete o pau na Marta, que negou a insinuação de homossexualidade de Kassab na propaganda: "A mensagem subliminar é que ser gay seria um demérito e comprometeria a capacidade de governar. Kassab não é - ou será - mau prefeito em virtude de sua orientação sexual (qualquer que seja) ou pela forma como leva sua vida privada, mas, sim, porque é conservador, comprometido com as elites"

Confira a integra da Nota do comitê LGBT - Marta Prefeita, assinada por Rick Ferreira (p/ Comitê LGBT Marta Prefeita), Lula Ramires (p/setorial estadual LGBT do PT-SP e Comitê Marta Prefeita) e Julian Rodrigues (p/ setorial nacional LGBT do PT e Comitê Marta Prefeita):

O segundo turno das eleições em São Paulo tem como característica principal a polarização entre dois projetos de país e de cidade.

Confrontam-se duas candidaturas com trajetórias políticas absolutamente distintas.

Marta representa o campo progressista, a esquerda, a centro-esquerda, os lutadores sociais e a luta democrática. Kassab, do PFL (disfarçado de democrata), representa as forças conservadoras, a direita, as elites preconceituosas, os que sustentaram a ditadura militar e a repressão aos movimentos sociais organizados.

Alguns comerciais da campanha Marta para o segundo turno que foram ao ar a partir de ontem questionam, acertadamente, a trajetória de Kassab e explicitam a diferença de projetos.

Contudo, no final de uma destas propagandas, se indaga se Kassab é casado ou tem filhos.

Para nós, militantes da luta anti-homofóbica, feminista, e também todos e todas que comungam de valores progressistas, esse tipo de linha de campanha é ERRADO e INACEITÁVEL, por várias razões:

Primeiro, porque viola o direito à privacidade e à intimidade - direito humano fundamental e constitucional de todas e todos os cidadãos.

Segundo, porque esse tipo de questionamento reforça o preconceito e a homofobia (a mensagem subliminar é que ser gay seria um demérito e comprometeria a capacidade de governar). Kassab não é - ou será - mau prefeito em virtude de sua orientação sexual (qualquer que seja) ou pela forma como leva sua vida privada, mas, sim, porque é conservador, comprometido com as elites.

Terceiro, esse tipo de crítica é moralista e preconceituosa, pois reforça a heternormatividade (que considera aceitável apenas a heterossexualidade) ao insinuar que só será um bom gestor público é aquele/a que tem cônjuge e filhos. Ou seja, só seria aceitável como prefeito quem tivesse um tipo de família (a tradicional), desconhecendo os vários tipos de família existentes e inclusive estigmatizando as pessoas que optaram por não se casar.

Quarto, porque uma candidatura com a trajetória de Marta, NUNCA poderia adotar essa linha. Marta é pioneira na defesa dos direitos das mulheres e dos homossexuais. Marta sofreu e sofre com o machismo e preconceito em virude desta trajetória avançada e progressista - e sempre foi atacada por defender os direitos sexuais e reprodutivos e a livre orientação sexual.

Quinto, esse tipo de argumento DESAGREGA. Afasta e divide nossa base militante, social e eleitoral, pois é retrógrado. Aliás, se queremos aumentar o diálogo com os setores médios, esse tipo de campanha é ainda mais contraproducente. É errada conceitualmente e ineficaz eleitoralmente.

Neste sentido, o Comitê LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) solicita com veemência à coordenação geral da campanha que retire IMEDIATAMENTE esses questionamentos preconceitusos do ar, inclusive do sítio eletrônico da campanha.

Até que isso ocorra, estamos suspendendo todas nossas atividades de campanha, pois não concordamos em absoluto com a linha adotada neste momento.
This video shows the aircraft movements of the world...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O mundo vai acabar...

Armagedon

Foto: RicardoStuckert/PR
Lula na Academia Brasileira De Letras falando sobre ortografia

Mais uma prova que o fim está próximo, são os sinais do Armagedon, o livro do fim do mundo.

UOL ON LINE

Presidente Lula recebe o troféu internacional Don Quijote de la Mancha das mãos do rei da Espanha, Juan Carlos, e da rainha Sofia durante tradicional cerimônia em Toledo, cidade próxima a Madri; prêmio foi concedido pelo apoio de Lula à difusão da língua espanhola no Brasil

É, apóia a difusão da língua espanhola, tudo bem e muito certo, mas não precisa estraçalhar a nossa língua portuguesa, certo?

Dedicar um tempinho ao estudo seria salutar além do bom exemplo, certo?

Para aprender conjugação de verbos, colocação pronominal, a diferença entre adjetivo e advérbio, aplicação correta do singular e plural, pelo menos para melhorar o discurso não lido, que ninguém vai lhe exigir escrita de textos, de argumentos e fundamentos das leis, decretos e nomeações que assina, paratanto tem uma excelente quantidade de assessores, certo?

É, o rei por sua vez também devia conhecer como estão sendo tratados, nos aeroportos espanhóis, os (as) brasileiros (as) quando chegam na Espanha.

E os imortais da egrégia academia???

Bem, esses estão mais preocupados com a imortalidade, não devem ter prestado tanta atenção no discurso sobre ortografia.

Compra da Fannie Mae foi "estopim" da crise global

Colunista do "The New York Times" explica os fundamentos da atual crise econômica

Ninguém merece...!

EDITORIAL: Mais um golpe de Chávez


Mais um golpe de Chávez
O Estado de S. Paulo

Quando convocou o referendo de 2 de dezembro, para aprovar a
Constituição bolivariana que lhe daria a presidência vitalícia, o
caudilho Hugo Chávez acreditava que era imbatível nas urnas.

Mas a maioria dos venezuelanos decidiu não dar mais poderes ao coronelgolpista e rejeitou por expressiva maioria a Constituição liberticida.

Agora, faltando pouco mais de um mês para as eleições para
governadores e prefeitos, Chávez mostra que aprendeu a lição.

Como do resultado do pleito depende o êxito do seu projeto de se perpetuar no poder e ampliar ainda mais os seus já amplos poderes ditatoriais, não
está deixando nada ao acaso.

Como eleições podem ser perdidas, por que depender do resultado das urnas?

A primeira providência foi afastar da disputa eleitoral o maior número
possível de adversários.

Para isso, a Controladoria-Geral da República declarou inelegíveis 238 políticos de oposição, sob as mais variadas alegações. Essa decisão foi referendada pelo Supremo Tribunal de Justiça.

Depois disso, a polícia secreta de Chávez "descobriu" que o general Raúl Isaías Baduel, ex-comandante do Exército bolivariano, tramava um complô para a deposição do caudilho.

Baduel, que durante quase uma década apoiou Chávez e desde o final do ano passado estava na oposição, foi preso e responde a processo por tentativa de
magnicídio.

Em várias cidades, políticos e jornalistas independentes têm sido fisicamente agredidos por grupos das milícias bolivarianas.

Além disso, há dias Hugo Chávez anunciou, em seu programa de rádio e
televisão semanal, que os governadores e prefeitos de oposição,
eleitos no dia 26, não receberão um tostão dos recursos federais que a
lei determina que sejam transferidos para os entes subnacionais.

Mas tudo isso era pouco.

Na semana passada, a Assembléia Nacional - que é inteiramente subserviente a Chávez, assim como o Supremo Tribunal de Justiça - aprovou em primeiro turno um decreto-lei que permite que o presidente da República governe de fato, por intermédio de prepostos, Estados e municípios, passando por cima da competência legal das autoridades eleitas.

O decreto-lei é uma aberração jurídica que derroga direitos e
prerrogativas consagrados na Constituição em vigor - que o próprio
Chávez escreveu pouco depois de assumir a presidência, há quase dez
anos.

O documento fazia parte do "pacotaço" de decretos-leis, baixados
sob a vigência da Lei Habilitante, pela qual o Legislativo subserviente transferiu temporariamente para o caudilho o poder .

Vinte e seis decretos-leis reproduziam dispositivos bolivariana rejeitada em dezembro, que violavam direitos individuais, políticos e de propriedade.

O vigésimo sétimo era apenas uma ementa - "Lei Orgânica para a Ordenação e a Gestão do Território" -, com a explicação de que o governo divulgaria oportunamente o seu conteúdo.

COMENTÁRIO

Imagino que o nosso guia, deva dar um upgrade no rating da democraciavenezuelana, o que chamava de excesso de democracia, vai ficando
modesto.
por Rafael

O jogo sujo das bolsas e o “Proer” do governo Lula

"O PT é o partido que tira de quem trabalha para distribuir para quem não trabalha."
Frase de uma taxista de Porto Alegre


Dependência global

Se nossa economia ia bem, com recorde até no aumento do PIB, por que importou a crise dos “grandes mercados”?

Como Lula não entende bulufas de economia e sua equipe econômica é medíocre e deslumbrada, o verdadeiro rei do pedaço é o banqueiro Henrique Meireles, uma das figuras mais sinistras em tempos de crise.
Seu prontuário não é nada tranqüilizador.

Foi o grande vilão na crise argentina de 2001 e sempre atuou com grande desenvoltura em causa própria. Logo nos primeiros meses á frente do Banco Central, o BankBoston, que presidiu, bateu todos os recordes em lucratividade no Brasil: R$ 162 milhões – um crescimento de 410% em relação ao mesmo período no ano anterior.

Foi ele o primeiro a envolver o Brasil numa crise que estaria restrita à bolsa, devido à sua anexação ao jogo especulativo internacional, hipertrofiada, paradoxalmente, a partir da ascensão do Partido dos Trabalhadores.

Quando Lula assumiu, 12 mil pontos já eram considerados números de alta. O volume de negócios raramente chegava a R$ 1 bilhão. A partir das garantias políticas oferecidas, tendo como fiador o ex-presidente do BankBoston, a Bovespa alcançou mais de 70 mil pontos, índices jamais imaginados, como volumes de negócios superiores a R$ 5 bilhões por dia.

A bolsa passou a ser a grande referência de uma economia atrelada a uma gangorra internacional. Nem no tempo de Collor, nem na era FHC a vitalidade econômica foi tão globalizada, no que isso representa de dependência e risco.


Nesse ambiente de nervosismo, Meireles arrancou de Lula a Medida Provisória 442, que lhe dá poderes excepcionais para prestar socorro a bancos eventualmente em dificuldade. Não se sabe quem ai mal das pernas, mas a mão amiga do governo petista não vai faltar.

Isso é a própria repetição do PROER, aquele programa de FHC que injetou dinheiro público nas instituições financeiras, bancando a transferência de carteiras e clientes.

Como é que o PT, que esperneou contra o PROER, vai se explicar agora, nessa medida que revela outra vez, com mais saliência, o seu estelionato político?

E os chamados partidos da base aliada, vão ficar dizendo sim, senhor, por conta de algumas sinecuras e das delícias desses podres poderes?
Lembra quando a Varig estava precisando de uma injeção do governo, do qual é credora?

Do alto de sua arrogância, dona Dilma foi logo proclamando: esse é um problema do mercado, não há como usar dinheiro público num empréstimo a uma companhia octogenária, com mais de 15 mil empregados e dependentes do seu fundo de pensão.
Insisto que toda essa queda na bolsa é manipulada mais uma vez, nessa gangorra perversa em que perdem os poupadores ingênuos e ganham os especuladores espertos.
Se você tem dúvida sobre isso, dê um tempo. Em breve, estará sendo processada mais uma expropriação do dinheiro e da esperança de quem acreditou nesse cassino.
coluna@pedroporfirio.com

Trechos do artigo de Pedro Porfírio. Aqui.

DEBATE - Gabeira falou:

- Só troquei de partido uma vez.

E quando troquei, o partido onde eu estava era do governo.

Enquanto tem pessoas que trocam de partido para assumir cargos no governo, ironizou, referindo-se a Paes, que era secretário de Esportes, Turismo e Lazer do Estado do Rio.

Debate na Band parecia 'Pânico na TV'

Debate na Band parecia 'Pânico na TV'


O debate realizado na noite deste domingo, em São Paulo, o primeiro na campanha de segundo turno, entre os candidatos a prefeito Marta Suplicy (PT) e Gilberto Kassab (DEM), até poderia ser rebatizado de "Pânico na TV", não por lances que lembrem o humorístico, mas pelo tom agressivo da petista.

Claramente preocupada com as pesquisas de intenção de voto que colocam seu adversário 17 pontos percentuais à frente, segundo levantamento do Datafolha, ela adotou um tom áspero, enumerando acusações contra seu oponente.

Mas, ao final, ambos avaliaram positivamente suas participações.

Clima tenso norteia debate do segundo turno carioca

Drogas e prisão de políticos dominaram discussões.
Foto: Henrique Esteves/Futura Press
Foto: Henrique Esteves/Futura Press
Apoios no 2º turno também foram motivo para ataques.
Fernando Gabeira e Eduardo Paes participam de debate na TV

No primeiro debate de TV da eleição carioca, os candidatos do PMDB, Eduardo Paes, e do PV, Fernando Gabeira, tiveram discussões tensas em torno de temas como a prisão de políticos peemedebistas e a legalização das drogas, antiga bandeira do deputado verde.


Paes associou Gabeira ao prefeito Cesar Maia, do DEM, que manifestou apoio ao PV no segundo turno, enquanto Gabeira ironizou o fato de o adversário, quando estava no PSDB, ter sido um ferrenho adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e agora buscar o apoio do petista. O debate foi promovido pela Rede Bandeirantes.

"Várias pessoas de seu partido estão na cadeia", disse Gabeira, ao citar a prisão do ex-secretário de Saúde do Estado Gilson Cantarino, suspeito de integrar um esquema de desvio de recursos durante os governos de Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha. Cantarino já foi solto e garante não ter nenhuma ligação com os desvios.
Da Agência Estado

O homem perfeito para derrotar Lula

Henrique de Campos Meirelles, de 63 anos, é o homem fundamental para o destino do chefão Luiz Inácio Lula da Silva, no curtíssimo, no médio ou no longo prazos. Meirelles será o principal concorrente ao projeto de retorno presidencial de Lula, em 2014.

Motivo simples de explicar. Meirelles pretende ser governador de Goiás em 2010.

Quatro anos depois, seu alvo será o Palácio do Planalto. Meirelles sonha com a cadeira presidencial desde 2002, quando se aposentou da presidência mundial do BankBoston.


Talvez a equipe estratégica do chefão Lula já saiba destes planos.

Há bastante tempo, a vontade de detonar Meirelles do BC é imensa. Ele também está doido para deixar o cargo. Mas a detonação da crise financeira internacional, mexendo na liquidez de grandes bancos, o obriga a ficar onde está.

Para pavor do chefão Lula, que não entende direito o que o Presidente (do BC) lhe explica, Meirelles é o homem mais poderoso do Brasil e tem papel estratégico no mundo de hoje.


Simplesmente porque Meirelles preside os destinos econômicos do único País, junto com os EUA, que será o grande credor líquido no final da presente crise financeira global.
O Brasil não pode e nem vai quebrar porque é o fornecedor das principais commodities (alimentos e minerais) que sustentam o resto do mundo. Meirelles teve as informações privilegiadas sobre o caos no mundo financeiro.


Eis por que Meirelles adotou uma política monetária ortodoxa no BC.

Blindou o sistema financeiro nacional e fez reservas internacionais em dólar em um volume que ninguém entendeu e apenas poucos ousaram criticar. Meirelles guardou (aplicou, né?) mais de US$ 200 milhões do Brasil nos confrinhos dos banqueiros amigos.

Tudo porque tinha a informação privilegiada de que a crise viria não na forma de uma “marolinha”, mas de um tsunami sem hora para acabar.


Lula anda brigado com Meirelles que hoje manda no Brasil de verdade. Agora, vai ter de aturar o Presidente de fato do País. Meirelles acaba de conquistar o prêmio de "Financista do Ano". A honraria foi concedida pela revista especializada "Latin Trade", editada em Miami.

Em Washington, ontem, também faturou o prêmio de banqueiro central do ano da América Latina. Durante a premiação, Meirelles deixou claro que o BC do Brasil tem tomado decisões dentro da área de competência e "certamente o presidente Lula tem dado apoio e concordado com as decisões do BC".


Ou seja, Lula não manda. Apenas obedece.

O chefão está PT da vida com Meirelles, que pode atrapalhar seus planos de voltar ao Planalto em 2014. Se Meirelles se sair bem na condição da crise atual, alimentará ainda mais sua fama de bom gestor. E mesmo não sendo tão popular quanto o chefão, Meirelles terá o apoio fundamental para ser presidente do Brasil: o dos banqueiros internacionais socialistas fabianos.
Eles escolhem quem vai ocupar a Presidência da República.

O povinho apenas vota no boneco do ventríloquo, seja ele quem for.

O adversário de Lula tem um histórico de poder. Em 1984, Henrique Meirelles conseguiu a façanha de ser alçado ao posto máximo do BankBoston.

Curiosamente um banco que, até 1947, sequer aceitava estrangeiros nem como clientes.

Antes de nomeá-lo, a cúpula do BankBoston consultou o Federal Reserve, o banco central privado americano, sobre a hipótese de escolher um brasileiro para presidente.

Nunca um estrangeiro, fosse ele sul-americano, asiático ou europeu, havia dirigido uma casa bancária de tal porte nos Estados Unidos.
Leia mais.
Por Jorge Serrão

Comentário

Não sei como Meirelles tem paciência suportar Lula. Só pode ser extremo patriotismo.

Ele é obrigado a mandar Lula calar a boca várias vezes, e assim mesmo, paga enormes micos. Lula dizendo asneiras como se Meirelles concordassem com elas, fazendo-o passar por incompetente.

Paulo Sérgio

DIREITOS HUMANOS

Por el crimen del capitán Viola reclaman detener a Fidel Castro

por Rivadavia Rosa

A viseira ideológica do esquerdismo – que só vê crimes por parte dos regimes de direita, enquanto que como esquerda se julga com imunidade para assassinar, roubar, saquear os cofres públicos e cometer os maiores latrocínios contra a humanidade e, assim descaradamente se julgam ‘autorizados’ para assassinar, seqüestrar, roubar, saquear os cofres públicos e cometer os maiores 'latrocínios contra a humanidade, em nome de uma suposta 'missão' – não pode prevalecer.

ESTA VISÃO SOCIOPATOLÓGICA está se revertendo em face de interpretação JURÍDICA dos fatos, que não mais admite a perversa e criminosa memória seletiva.

A HISTÓRIA REGISTRA as tentativas fracassadas de expansão do totalitarismo comunista – sublevações comunistas na Espanha, Guatemala, Argentina, Chile, El Salvador, Nicarágua (sucesso relativo), Haiti, Colômbia, inclusive no Brasil – que foram denominadas descaradamente de tentativas de instaurar una democracia.
a expansão desse sistema totalitário foi tentada por duas vezes no BRASIL, em 1935 (Intentona Comunista – sob o comando de MOSCOU) e em 1964 (sob as ordens de MOSCOU-HAVANA), mas sempre sob a alegação de defesa da liberdade e da soberania, financiadas e com apoio logístico de MOSCOU-HAVANA-PEQUIM. OS SOBREVIVENTES OU FAMILIARES QUE FRACASSARAM NESSE DESIDERATO INSENSATO E CRIMINOSO, sobretudo os pseudos democratas de 1964 – com raras exceções – estão sendo beneficiados na mais absoluta torpeza com polpudas indenizações e pensões.

Na Argentina está havendo uma tentativa judicial de responsabilizar o democida Fidel Castro – pelo homicídio do capitão Humberto Viola e de sua filha María Cristina em consecuencia de un atentado terrorista que se adjudicó el Ejército Revolucionario del Pueblo (ERP), el 1º de diciembre de 1974.

domingo, 12 de outubro de 2008

Antes que nos esqueçamos do real sentido da palavra democracia

por Rivadavia Rosa

A democracia (definição etimológica do grego - demos - povo + kratos - força, poder) - existe onde são tratados como iguais as pessoas que são iguais enquanto cidadãos, mediante a célebre fórmula “um homem, um voto”.

Porém, onde é necessário premiar o esforço, a democracia privilegia a meritocracia, de acordo com a qual cada pessoa, deve ser tratada como igual em sua dignidade e em suas necessidades básicas (algo no qual obviamente estamos longe), mas se permite chegar até onde seja possível mediante o desprendimento de seu potencial e esforço pessoal.

assim NA Igualdade de oportunidades - o critério, o ponto comum de partida - não deve obedecer a um critério igualitário, mas ao mérito de cada um. O acesso à universidade, por exemplo, deve ser mais democrático para facilitar o ingresso de todos aqueles que querem estudar e merecem estudar, porém também deve ser rigorosamente meritocrático na previsão das vagas, nas avaliações (notas) e nas disciplinas. Só assim contribuirá para a realização da democracia enquanto forma de governo.

No entanto há dissimulações, falsificações, democracias fingidas e autênticas.

ARISTÓTELES – descreve uma forma de governo em que a demagogia conduz a uma degeneração da democracia - com o termo OCLOCRACIA - do grego - ochlokratía - oclo – óchlos = multidão, turba; kratía = governo (“governo em que prepondera a plebe, a multidão ou em que o poder é por ele exercido” – AURÉLIO).

A DEMOCRACIA – em suas denominações de especial, relativa, pura, é um jogo de palavras, utilizada pelos ditadores para evitar o sistema político que exige eleições livres, parlamento livre, imprensa livre, respeito aos direitos humanos, Estado de Direito ...
nA democracia corrompida – qualquer que seja o governo, mesmo despótico diz que é democrático. Os líderes autoritários pretendem que seu regime seja especial e sua democracia é erigida a uma democracia superior às demais:

a verdadeira democracia (wahre Demokratie - in A Crítica da Teoria do Estado de Hegel - Kritik der Hegelschen Staatslehre - também conhecida como o "Manuscrito de 1843" ou o "Manuscrito de Kreuznach", publicada pela primeira vez em 1927, por Riazanov, na Rússia; em 1928, lançada na Alemanha, por Landshut e Mayer) – é preconizada por Karl Marx – em contraposição à democracia política (a nossa atual) – e que seria atingida – depois de abolido o Estado (o comunismo em sua projeção histórico-política e pela supressão das classes e da propriedade privada levaria não só a extinção do Estado, mas também ao desaparecimento do Direito e, todos viveríamos no paraíso, sem nenhuma preocupação, nem com trabalho: “… na sociedade comunista, em que cada um não está em um círculo exclusivo de atividade, mas pode se aperfeiçoar em qualquer ramo, a sociedade regula a produção geral e assim me dá a possibilidade de fazer isto hoje, aquilo amanhã, de caçar pela manhã, pescar à tarde, cuidar do rebanho no fim do dia, inclusive criticar a alimentação, sem no entanto me tornar caçador, pescador, pastor ou crítico, apenas seguindo meu prazer” ( Karl Marx - In “A ideologia Alemã – 1.ª parte) muito embora sua praxis tenha se revelado na maior tragédia provocada pela ação (des) humana no século passado.

NA ESTEIRA da pureza democrática, especialmente dos devotos da ditadura, digo, democracia e direitos humanos de Cuba e da Venezuela, com alguns surtos desde, o mais ético do mundo ao excesso de democracia:

“Sou um democrata puro e absoluto. Porém sou o único: não tenho com quem falar.” Vladimir Putin, ex-presidente e atual primeiro-ministro da Rússia.
"Se acusa a nuestro país de falta de democracia, pero en actos como éstos nos damos cuenta de que somos los más democráticos del mundo, pues tenemos dos presidentes: a Fidel y a Chávez", afirmou o vicepresidente cubano Carlos Lage em Caracas, in VI reunión de la Comisión Mixta Cuba-Venezuela realizada em 2005.
“A democracia proletária é um milhão de vezes mais democrática que qualquer democracia burguesa; o governo soviético é um milhão de vezes mais democrático que as repúblicas burguesas”. Wladmir Illich Ulianov Lênin (1870-1924) – arquiteto da construção dos fundamentos do regime totalitário que governou a URSS durante mais de sessenta anos.

com efeito - pode haver Falsificação democrática – e até o perfeccionismo democrático, pois o funcionamento da democracia por ser uma invenção humana apresenta numerosas imperfeições. Assim não se pode evitar suas imperfeições. WINSTON CHURCHILL disse que “a democracia é o pior dos sistemas de governo excetuados todos os demais”. Até o justo proclama o texto bíblico – pode pecar sete vezes ao dia. Porém, uma coisa é o justo pecador porque participa inevitavelmente da condição humana e outra coisa é o injusto. Há um abismo entre imperfeição e falsificação ideológica.

a Democracia autêntica – é um regime dotado de elementos essenciais: escolha popular dos governantes, em eleições livres e honestas; o Poder Executivo assim eleito deve ser controlado mediante o funcionamento independente dos outros poderes que integram o equilíbrio republicano – o Poder Legislativo e o Poder Judiciário.

mas ainda há o Democratismo - que é a tendência de não fortalecer a democracia como forma de governo, mas democratizar tudo que há no interior da democracia, chegando-se ao ponto de refutá-la por via do absurdo.

A característica das democracias fingidas não é opor-se à democracia, mas ao contrário, disfarçar-se de democracia.

E O RESPEITÁVEL E DISTINTO POVO/PUEBLO, ator principal? – Buenas – a palavra povo é polissêmica (muitas significações) – remete a uma série de figuras – teológica, histórica, racial, sociológica, etnológica.

COM O SURGIMENTO DO FASCISMO – a palavra povo (todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente) – incorporou novos significados – como o de uma massa humana única que é facilmente idealizada numa retórica de tipo moral, a que se atribui uma sede de justiça, e de mudanças; com esse discurso os fascistas – ouvindo suas vozes e até seu ronco (vox populus, vox dei) manipulam sentimentos e símbolos – conduzindo a plebe ignara para os descaminhos da tragédia. Assim e com esse objetivo os populistas e demagogos – autodenominam-se os representantes únicos dessa enteléquia (realização acabada da potência) chamada povo, assumindo uma autoridade que não pode ser questionada.

E elles ainda diziam e dizem que são democratas puros e até em excesso...

o certo é que Depois da queda dos regimes totalitários que dominaram o século XX – o NAZISMO (Queda de Hitler - 1945) e o COMUNISMO (Derrubada do Muro de Berlim -1989) – a democracia é o único regime político admitido universalmente neste glorioso século XXI, por isso e justamente por isso que ela vem sendo usada, abusado e corrompida em detrimento da própria prevalência da idéia democrática, estratégia muito utilizada pelos Estados abusivos (estados abusivos, roque states) – por violar os espaços dos direitos humanos e internacional (Cuba, Coréia do Norte, Irã, Venezuela); outros Estados falidos (estados falidos, failed states) por não assegurarem sequer a ordem interna; e ainda por Estados podres – dominados pela corrupção.

contudo O REGIME democrático é o único que permite a convivência sem nos matarmos uns aos outros, por divergência ideológica. Isso, porém, não quer dizer que seja a verdade das estruturas (e instituições) humanas e políticas – mas é efetivamente uma convenção que funciona melhor; ou na percepção de KARL R. POPPER é o único caminho para qualquer reforma, já que permite a reforma sem violência (in A sociedade aberta e seus inimigos).
Abs RR