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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Prepotência...

Nosso Supremo Mandatário achando uma forma inteligente
de resolver os problemas.

O ESPECTRO COMUNISTA

O espectro comunista

Como é possível que alguém em seu juízo perfeito considere o comunismo um belo ideal humanitário, que um acaso infeliz desviou de seus altos propósitos?

O objetivo final da nova ordem mundial é instalar o sistema “comunismo cooperativo (um sistema de governo comunista,capitalista e espiritual ) em escala global.

Será que eles conseguirão?

O texto abaixo de Olavo de Carvalho pode responder melhor essa pergunta:

“Eis alguns - só alguns - dos objetivos proclamados abertamente pelos líderes e mentores comunistas:”

1. Karl Marx: extermínio de classes sociais inteiras e de uns quantos "povos inferiores".


2. V. I. Lênin: terrorismo sistemático como fórmula de governo.

3. Leon Trotsky: militarização completa do trabalho industrial e agrícola. Supressão da liberdade de escolher emprego.

4. Stálin: "Morte aos pequenos proprietários rurais. Ódio e desprezo aos que os defendem".


5. Che Guevara: Treinar os militantes para que se tornem "eficientes e frias máquinas de matar".

Notem bem: não são crueldades impremeditadas, sobrevindas no calor da batalha. São intenções declaradas.

Como é possível que alguém em seu juízo perfeito considere o comunismo um belo ideal humanitário, que um acaso infeliz desviou de seus altos propósitos?

Foi só por um desejo insano de enganar-se retroativamente a si próprios que muitos comunistas, depois da morte de Stálin, começaram a espremer seus cérebros para explicar como o regime dos seus sonhos pudera "degenerar" em tanta violência e maldade.

Não era degenerescência: era a execução racional e bem sucedida de planos traçados com muita antecedência - desde Marx - e levados à prática com a frieza metódica de uma obra de engenharia.

Fidel Castro, Guevara, Pol-Pot, Lênin, Stálin, Trótski, Marx - quem quer que escreva uma só palavra em favor desses monstros é seu semelhante, distinguindo-se deles em tamanho apenas, não em qualidade.

Ainda que por covardia ou falta de ocasião não venha a realizar pessoalmente seus desígnios macabros, não esconde sua admiração por quem os realiza.

E depois ainda se faz de horrorizado ante quem cometeu crimes incomparavelmente menores, se é que é crime apelar à violência para deter um genocídio anunciado e já em fase avançada de execução.

por Olavo de Carvalho

Como dizem 'o inferno está cheio de boas intenções',enquanto o'paraíso comunista.'

Rivadávia Rosa


Audiência cujo formato favorece a embromação

Questão essencial, de Kátia Abreu, fica sem resposta numa audiência cujo formato favorece a embromação
O formato em que se desenvolve a audiência de Dilma Rousseff no Senado lhe é favorável.

Falam cinco, seis senadores, propõem as questões as mais díspares, e o relevante e o irrelevante se somam.

Querem ver?



A sempre excelente e pertinente Kátia Abreu (DEM-TO) falou o essencial sobre o PAC, crítica que tenho feito desde o primeiro dia. O PAC não tem dinheiro novo. O que o governo fez foi, digamos, dar nome novo ao dinheiro que já havia — e também àquele que ainda não há: os investimentos privados que se esperam. O caso da Petrobras é exemplar: o que se conta como obra do PAC já fazia parte do planejamento estratégico da empresa. O que interessa, aí sim, é a execução do programa. Dos R$ 16 bilhões previstos para o PAC no ano passado, foram executados apenas 28%. A senadora lembrou também que o percentual de investimento público no governo Lula em relação ao PIB é igual ao de outros governos.

Kátia Abreu fez a sua exposição. A ela se seguiu Delcídio Amaral (PT-MS), que falou um troço lá sobre meio ambiente e comunidades indígenas. Depois veio outro para pedir algumas obrinhas para o Distrito Federal, como se fosse um vereador no Senado. Aí falou o notório Wellington Salgado (PMDB-MG), com aquela cabeleira acaju e óculos de “gatoso” (gato idoso), que resolveu dar um presente a Dilma. Falou em seguida o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que acusou o andamento lento das obras. Seguiu-se Arthur Virgílio (PSDB-AM), que voltou à questão do dossiê e confrontou as oito versões existentes até hoje para a estrovenga do dossiê. Voltou Agripino Maia (DEM-RN), para lembrar que a versão oficial para o dossiê não convence.

E a questão correta, irrespondida e irrespondível, da senadora Kátia Abreu? Ficou para as calendas. Dilma não respondeu. Limitou-se a dizer que este governo tem, sim, a compulsão de distribuir renda... Mas, na aparência e para a chamada crítica política, Dilma está dando um banho. E é o que se vai dizer amanhã. Conhecendo a tigrada, já antecipo, sei lá, quatro ou cinco análises afirmando que não adianta bater no governo: quanto mais apanha, mais cresce.

Por Reinaldo Azevedo

Vídeo: Lula e o dossiê montando
por Dilma Roussef


Não há como afastar o abalo à ordem econômica. Não é possível permitir a liberdade de quem retirou e desviou por cima R$ 2 milhões dos cofres públicos

Deputado acertou estratégia com acusado

Em 27 de abril, deputado disse ao advogado Ricardo Tosto, solto um dia antes, que iria desqualificar operação

O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força
(PDT-SP), caiu no grampo da Polícia Federal discutindo abertamente com um dos alvos da Operação Santa Tereza "formas de desqualificar a investigação" sobre suposto esquema de desvio de verbas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Foi no dia 27 de abril, domingo.

Paulinho diz que "vai usar de suas influências para que a Câmara dos Deputados intime o superintendente da Polícia Federal e o ministro da Justiça para darem explicações".


A informação sobre os movimentos de Paulinho consta de documento de oito páginas que a Procuradoria da República entregou à Justiça Federal, em 2 de maio. Nesse ofício, a procuradoria reúne argumentos para requerer a decretação da prisão preventiva de toda a organização. Sustenta que acusados estão usando de "seu poder político" para desclassificar a Santa Tereza.

"A prova cabal dessa afirmação é a conversa interceptada entre Paulinho (deputado Paulo Pereira da Silva) e Ricardo Tosto", assinala a procuradoria, referindo-se ao conselheiro afastado do BNDES, o interlocutor do parlamentar.

O contato de Paulinho, que a PF gravou, ocorreu quatro dias depois que a missão federal saiu às ruas e prendeu 10 acusados - inclusive Tosto, que deixou a cadeia um dia antes do telefonema com Paulinho, e o lobista João Pedro de Moura, amigo e ex-assessor do deputado.

Os telefones de Paulinho não estavam no grampo, mas os de seu interlocutor estavam. Por isso a conversa de Paulinho, naquele domingo, caiu na malha da Inteligência da PF.

Para reforçar seu pedido, a procuradoria federal anotou: "Não há como afastar o abalo à ordem econômica. Não é possível permitir a liberdade de quem retirou e desviou por cima R$ 2 milhões dos cofres públicos para a satisfação de suas necessidades pessoais em detrimento de muitos. O abalo à credibilidade da Justiça é evidente."

O juiz federal Marcio Catapani ordenou a prisão de 4 dos 13 investigados, entre eles João Pedro, o aliado de Paulinho.
por Fausto Macedo e Roberto Almeida
Leia mais no Estadão

BNDES E NASSIF: JORNALISMO DE SERVIÇOS? MAS PRA QUEM?

Conhece?
Vale a pena dar uma espiada!

BNDES E NASSIF: JORNALISMO DE SERVIÇOS? MAS PRA QUEM?

FRASE: Resistindo...


“Não sei, não vi, vou apurar doa a quem doer,
é manobra da oposição,
querem prejudicar o PAC” etc etc.

CBN - A rádio que toca notícia - VivaMúsica


Adágio para Cordas, de Samuel Barber

Ouça, na íntegra, a música 'Adágio para Cordas', de Barber, com a Orquestra Filarmônica de Nova York regida por Leonard Bernstein


Quanto mais investigamos, mais cheira mal...


Os deputados Índio da Costa (DEM-RJ) e Carlos Sampaio (PSDB-SP), sub-relatores da CPI do Cartão, apresentaram nesta terça-feira, em entrevista coletiva, dois "casos emblemáticos" de tráfico de influência no uso dos cartões corporativos em pagamentos a empresas que têm em seu quadro societário servidores públicos.

Caso o relator não use as denúncias no relatório final da comissão, os deputados prometeram encaminhá-las diretamente ao Ministério Público.

" Quanto mais investigamos, mais cheira mal " -

Quanto mais investigamos, mais cheira mal - afirmou Índio da Costa.
Os parlamentares afirmaram que ainda precisam de outros documentos para realizar investigações mais amplas, como as notas fiscais que justificam os gastos feitos em dinheiro vivo. Mas, segundo os deputados, o governo está demorando a enviar essas informações ao Congresso.

O primeiro caso apresentado diz respeito à empresa Gilvana Elétrica LTDA.
Os parlamentares chegaram a essa empresa devido a um gasto de R$ 250 realizado com cartão de crédito corporativo, em outubro de 2006.

Ao investigar a empresa, descobriram que ela tem em seu quadro societário Raimundo Luiz da Silva, funcionário do Hospital Universitário de Brasília, usuário de cartão corporativo e que teria realizado saques de R$ 17,7 mil em dinheiro vivo.

Servidor comprou na própria loja

Ao prosseguirem com as investigações, os parlamentares identificaram que a empresa Gilvana Elétrica realizou um total de R$ 113.493,68 de negócios junto ao governo federal, lidando com diversos órgãos como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Ministério da Saúde. Mas, a maior parte dos recursos - R$ 77.423,64 -, vinha da Fundação Universitária de Brasília, órgão vinculado ao HUB, local onde o sócio da empresa, Raimundo da Silva, trabalha.

" Comprei lá sim, mas foram só besteirinhas.

Não sei o montante, mas não foi o tanto de grana que falaram " - Eu não sabia que não podia usar o cartão na loja. Comprei lá sim, mas foram só besteirinhas. Não sei o montante, mas não foi o tanto de grana que falaram - afirmou o servidor.

Raimundo diz ter 5% das cotas da elétrica, sediada na Vila Planalto, bairro de classe média-baixa próximo à Praça dos Três Poderes.

Ele nega ter se beneficiado e diz ter esquecido a senha do cartão. - Sou um burocrata. Só fui à Gilvana para comprar parafuso, ferramenta, latinha de tinta. Não derramei dinheiro corporativo aqui - afirmou o servidor. Aqui.

Burgueses do capital alheio...

Dossiê: crise na Casa Civil

A ministra Dilma Rousseff durante solenidade em Tóquio - Reuters
Dilma depõe nesta quarta

A ministra Dilma Rousseff depõe nesta quarta-feira na Comissão de Infra-Estrutura (CI) do Senado num momento em que enfrenta uma crise explosiva dentro da Casa Civil.

Funcionários deslocados para montar o dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique ameaçam denunciar a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, como a responsável pelo episódio, caso sejam indiciados pela Polícia Federal.

O caso está mobilizando dirigentes petistas e já chegou ao gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi informado sobre a rebelião e pediu a emissários para apurar o tamanho da crise.

A rebelião cresceu depois que vazaram informações preliminares de que a sindicância interna restringiria a suspeita a dois funcionários escalados em fevereiro pelo secretário de Controle Interno, José Aparecido Nunes Pires, como revelou 'O Globo' há um mês.

Eles foram selecionados para montar um banco de dados com informações de gastos com contas do tipo B entre os anos 1998 e 2002.

No Planalto, o clima é de ameaça.

Funcionários graduados da Casa Civil já relataram a dirigentes petistas que não estão dispostos a arriscar suas cabeças por causa de Erenice, assessora de confiança de Dilma.

Nessas conversas, relataram que o levantamento encomendado pela secretária-executiva foi realizado de forma amadora.

Esses funcionários alertaram ministros e assessores do presidente Lula sobre o papel de Erenice em toda a operação.Leia mais no Globo.

por Gerson Camarotti

O bicho vai pegar...!

Um novo vírus da dengue ameaça Brasil

Em depoimento à Comissão de Seguridade Social da Câmara, o ministro José Gomes Temporão (Saúde) lançou um alerta: o Brasil está na bica de receber um novo vírus da dengue –o vírus do tipo 4, ainda mais letal do que os três que já vicejavam no território nacional.


A ameaça vem, segundo o ministro, da Venezuela, que já convive com o vírus do tipo quatro.

"A população brasileira não tem imunidade a esse novo vírus", disse Temporão.


Ele realçou que o risco se deve ao intenso afluxo de viajantes que cruzam as fronteiras entre Venezuela e Brasil. Daqui para lá e de lá para cá.


De acordo com o relato do ministro, a dengue infelicita 3.970 mil municípios brasileiros. O flagelo é permanente e duradouro: "Não teremos uma vacina nos próximos cinco anos, pelo menos.”


O que fazer?

“Só nos resta o combate ao vetor [o mosquito Aedes aegypti].

É preciso ação intersetorial coordenada para combater o mosquito, de forma ininterrupta, o ano todo.

" Hoje, 86% dos casos da doença surgem entre janeiro e maio de cada ano. Mas a coisa pode se complicar: "As mudanças climáticas, devido ao aquecimento global, podem piorar o quadro", disse Temporão.

CBN - A rádio que toca notícia - Lucia Hippolito

Análise Lúcida Sobre Lula

ANÁLISE LÚCIDA SOBRE LULA

Todos conhecem o filme Forrest Gump, que narra a história de um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele absurdamente favoráveis.

Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões que apresentarei abaixo.

1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi por uma junção entre sua persistência malufiana e o 'mudancismo' do eleitor, que só pelo desejo de mudar nem se sabe o quê vota alternadamente em candidatos como Collor e Maluf, e depois em Lula & companhia.

2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter virado presidente: Se ele é competente ou não, o terceiro mundo que se dane. Ele recebe essa corda toda e acredita.

3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o bolsa-escola em bolsa-esmola.

4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa , mas na verdade contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma imprensa domesticada e cordial.

5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu desempenho.

6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso nem sabem o que acontece.

7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política econômica , mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a única herança do governo anterior que ele não estragou.

8) Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso tenha sido conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo, mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional.

9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa a ninguém transformá-lo em mártir, dando-lhe chance de retornar à cena política, ao mesmo tempo que ninguém quer ver o escroto do Alencar tomar o poder e arruinar a política macro-econômica.

Wagner Valenti Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada


É impressionante que uma critica dessas venha de um professor da USP, toda dominada pela esquerda e por pseudo-intelectuais.
O professor vai comer o pão que o diabo amassou por dizer a verdade e pela ousadia de pensar diferente dos esquerdopatas de plantão.
Parece que ainda há esperança para a USP.
Recebida por e-mail

O burro vai falar...

Uns dizem que a história vem da China Antiga, outros a atribuem à Idade Média na Europa, mas óbvia continua sendo sua aplicação entre nós.

Um camponês foi condenado à morte pelo rei, mas viu um burro pastando nos jardins de Sua Majestade e pediu o adiamento por dois anos da aplicação da sentença, anunciando dispor do dom de fazer os burros falar.

Na dúvida, o rei concedeu a moratória, e a mulher do camponês o interpelou, perguntando se estava maluco.
Resposta:

"Dentro de dois anos, três coisas podem acontecer: o rei morrer, o burro morrer ou eu morrer...".

A mesma coisa acontece com o PT.

Está condenado à derrota na próxima sucessão presidencial, pela absoluta falta de candidatos em condições de vitória.

Assim, os companheiros precisam de tempo, podendo três coisas acontecer, até 2010:

o presidente Lula aceitar o terceiro mandato, um candidato surgir entre os partidos aliados da base governamental, ou o partido desaparecer.

O Alto Comando petista trabalha com as três hipóteses, mas, assim como o camponês sabia da impossibilidade de fazer o burro falar, o PT tem consciência de que nenhum candidato viável emergirá de seus quadros...

Bispo denuncia que há 300 pessoas 'marcadas para morrer' no Pará


" Não me preocupa tanto a minha segurança pessoal.
Se existem 300 homens e mulheres marcados para morrer,
isso indica uma sociedade doente, pobre e moribunda."

Bispo da Diocese da Ilha de Marajó, no Pará,
dom José Luiz Azcona.