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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Conta. mais .. conta mais, Jeff!

"A transparência do governo Lula "
é pior do que lingerie de bordel.


- Vocês vão ver que é muito pior.

Até botox de homens e mulheres vai aparecer -
o escândalo do cartão corporativo é muito pior do que vem sendo divulgado até agora."

disse o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) nesta terça-feira ao chegar para depor no início desta tarde à 7ª Vara Criminal Federal.

Leia mais: Globo on line

E mais:
Roberto Jefferson volta a afirmar existência do mensalão e diz que presidente Lula é quase um 'monarca absoluto'
Ouça aqui
CBN

Não pode. É errado...diz FHC


"- Eu vejo toda hora nos jornais que temos que preservar a família dos presidentes. Claro, deve-se preservar a intimidade das famílias,

mas não os gastos das famílias se eles forem feitos com dinheiro público.

Se alguém da minha família, não houve isso, mas se tivesse usado conta B, cartão corporativo, seja lá o que for, para comprar o que é pessoal e indevido, não pode.
É errado."

Pensem bem:

As maravilhas do poder


...o motivo pelo qual o partido totalitário e asseclas lutam encarniçadamente pela sua perpetuação comporta visão bem mais prosaica e realista, que é a seguinte: o partido totalitário quer se perpetuar no poder porque o poder é, antes de tudo, o Privilégio Colossal. Seguramente, a máquina do poder legalmente estabelecida é a mais perfeita e diabólica engrenagem que o ser humano construiu para viver como um nababo em cima da exploração dos seus semelhantes.

Pensem bem: o sujeito, em cima de promessas alvissareiras e de um programa utópico de governo, se elege presidente da República. Ato contínuo nomeia para cargos públicos à sua disposição os companheiros de partido, aliados ideológicos, simpatizantes, amigos, familiares, aspones, puxa-sacos e apaniguados de toda espécie. Em seguida, compra avião de luxo, se atribui gratificações pagas em dólar, viaja pelo mundo, tem centenas de serviçais e seguranças para servi-lo a todo instante. No dia-a-dia, o eleito bebe vinho raro (Romanée-Conti, R$ 11 mil a garrafa), uísque importado, come do bom e do melhor (“picanha argentina” e “carne de coelho” amaciada, segundo mostra o site Transparência, gerido pela Controladoria-Geral da União). Para manter a boa imagem, depois de dormir envolto em lençóis de fio egípcio, ele calça sapatos finos, veste roupas bem talhadas (um terno por dia), etc. – todo esse mundo faraônico de privilégios sem sacar um tostão do considerável salário que recebe sem produzir coisa alguma, a não ser discurso e conversa mole. Mais ainda: para impressionar a tribo atordoada de tanto pagar impostos, o sujeito arma um aparato de propaganda inexcedível, com direito a criação de uma rede de TV Pública.

Moral da história: não há quem segure a comilança dos cartões corporativos em Brasília.

Trechos do artigo de Ipojuca Pontes

Leia!: Mídia sem Máscara

a dar com pau...


Mastro da bandeira nacional é "criadouro em potencial" para mosquito da dengue
Avaliação é de gerente da Vigilância Ambiental que visitou o local, em Brasília.

G1

"welfare state".



O cânone stalinista
DEMÉTRIO MAGNOLI

Há 50 anos, no 20 de março de 1956, tornavam-se públicos trechos do chamado "Discurso Secreto de Nikita Kruschev", pronunciado semanas antes perante o 20º Congresso do PCUS (Partido Comunista da URSS). A peça histórica denunciava as perseguições políticas de Josef Stalin e o "culto à personalidade" do ditador morto, deflagrando a "desestalinização". O próprio Kruschev tinha sido um dos colaboradores principais de Stalin -e um agente dos expurgos.

A "desestalinização" foi feita pelos stalinistas soviéticos e difundida como nova doutrina oficial pelos partidos comunistas em todo o mundo. A narrativa que ela construiu tinha que preservar o sistema totalitário na URSS, restringindo a crítica aos "excessos" ou "desvios" de Stalin. À sua sombra, os intelectuais comunistas elaboraram uma interpretação da história do século 20 que se congelou como cânone, "naturalizando-se" em manuais históricos e econômicos.

O primeiro pilar da narrativa é a tese de que o "welfare state" se estabeleceu como fruto da existência da URSS. As classes dirigentes européias e americana teriam cedido aos trabalhadores os direitos sociais, trabalhistas e previdenciários para reduzir a atração produzida pelo socialismo soviético. O argumento só se sustenta na base da liquidação da história dos movimentos políticos e sindicais que conquistaram, em cada nação, o "welfare state".

O segundo pilar da narrativa é a tese de que a ditadura de Stalin salvou a humanidade do nazismo. Essa proposição aparece, sob forma "sofisticada", na apresentação à nova edição da biografia clássica de Trótski escrita por Isaac Deutscher.

O texto, de Emir Sader, explica que a URSS conseguiu "desenvolver-se suficientemente para poder assestar o golpe decisivo na espinha dorsal do exército de Hitler e assim mudar a história do século 20", e conclui que "o preço a pagar pelo desenvolvimento compulsivo imposto por Stalin, no entanto, foi o da ruptura com a democracia e os espaços de debate".

Ou seja: o totalitarismo mais sanguinário do século (a "ruptura com os espaços de debate", na versão ultra-stalinista do autor) propiciou um "desenvolvimento compulsivo" que redundou na vitória contra Hitler.

Na "era de Stalin", o Estado soviético falsificava a história por meio da tesoura, da cola e dos líquidos fotográficos. Os intelectuais da "desestalinização", carentes do poder de um Estado totalitário, usam o silogismo e a teleologia. O ódio à história é igual. Antes da guerra, Stalin expurgou os melhores generais soviéticos e assinou um tratado de paz e amizade com a Alemanha nazista, deixando seu país à mercê das forças de Hitler. A URSS "assestou o golpe decisivo na espinha dorsal" da Alemanha não graças a Stalin, mas apesar dele, à custa de incomensuráveis perdas humanas e com o auxílio indispensável de armas e suprimentos americanos.

O cânone stalinista sobreviveu ao desmoronamento da URSS, pois, mais que uma interpretação da história, ele é a bússola da razão política dos herdeiros do "socialismo real". No seu âmago, encontram-se o desprezo às liberdades e a noção de "eficiência histórica" das ditaduras. São componentes ideológicos vitais para os líderes, partidos e intelectuais devotados a incensar o regime ditatorial chinês e aplaudir os julgamentos sumários e fuzilamentos cubanos.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2303200607.htm

Dê aos socialistas o gosto pelo poder e eles, como cães robustos, não mais largarão o osso”

H. L. Mencken, jornalista norte-americano (1880-1956)


Pensando bem...

Em comparação a Lulla, Collor não passa de um aprendiz de trombadinha...
A voz do povo

Aí tem.... se tem!

Coisa esquisita

A Sociedade Rural do Paraná estranha que sua sede (Av Tiradentes, 6275, Londrina) conste como o “endereço residencial” de meia dúzia de titulares de cartões corporativos da Presidência. Promete investigar.
Mais dois

O mistério continua: Adhemar P. Freire, titular de cartão corporativo, e seu chefe Gilton Saback Maltez, diretor de Orçamento e Finanças da Presidência da República, também têm como endereço a Sociedade Rural do Paraná, segundo o portal InfoBusca, de informações cadastrais.

http://www.claudiohumberto.com.br/Default.aspx

Paraná gastou R$ 20 milhões com cartões corporativos em 2007

11,8 mil servidores com cartão para gastos com hospedagem,
alimentação e transporte no Paraná


Segundo dados da Secretaria de Fazenda do estado, são liberados valores para gastos com hospedagem, alimentação e transporte a 11,8 mil servidores, número superior aos 11,5 mil do governo federal e quatro vezes maior do que em 2001, quando eram 3 mil os servidores autorizados a usar o cartão no estado.

úmero no estado, que supera o do governo federal, é quatro vezes maior que em 2001

O Globo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Lula vive e se comporta como um rei absolutista medieval de forma nababesca...

Lula compra R$ 70 mil mensais em roupas no cartão, e oposição consulta STF sobre limites de gastos secretos


Nosso “Rei” dificilmente ficará nu (repetindo o que acontece na famosa fábula em que só um menino enxerga que o monarca está pelado). Afinal, nossa alteza real, o chefão da Nação, tem um cartão de crédito corporativo que lhe permite torrar uma média de R$ 70 mil por mês só comprando roupas novas.

Eis um dos motivos pelos quais os partidos oposicionistas decidiram consultar o Supremo Tribunal Federal sobre os limites de investigação de uma comissão de inquérito em relação a dados sigilosos do Palácio do Planalto. Querem saber se a lei permite provar que o “rei está nu”. O poderoso Lula da Silva compra 10 ternos por mês, em uma das finas alfaiatarias de São Paulo. O elegante “uniforme oficial” de nossa majestade é vendido entre R$ 4.200 e R$ 6 mil a unidade. Cada terno comprado pelo atual Presidente da República, em seu cartão protegido legalmente pelo sigilo, vem com duas camisas de puro algodão que custam entre R$ 400 e R$ 600 reais por unidade.

Cada sapato adquirido por ele custa R$ 1.200. Sem falar nas camisas especiais que ele manda importar do Panamá – cujo preço é o segredo dos segredos. As despesas do Chefão com suas roupinhas foram motivo de fofocas entre alguns senadores, neste fim de semana.

Por Jorge Serrão

A quem eles tentam enganar...?

Tiroteio

O governo, que distribui os modestos cartões do Bolsa Família, instituiu o Boca Família, em que se gasta à vontade no cartão corporativo.

Do presidente do DEM, deputado RODRIGO MAIA (RJ),
sobre as despesas pagas com os cartões corporativos do governo federal.


É a contribuição do socialismo moreno para a humanidade:
Bato sua carteira em nome do bem comum.


"Sou, mas quem não é?"

'Não vejo escândalo nos cartões', diz chefe de gabinete de Lula


Gilberto Carvalho diz ainda que presidente não teme instalação de CPI para investigar os gastos do governo

SÃO PAULO - O chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, disse nesta segunda-feira, 11, que as denúncias a respeito de uso indevido dos cartões corporativos por membros do governo federal não configuram nenhum escândalo, conforme afirmou o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Roberto Antonio Vallim Bellocchi, na abertura do Ano Judiciário, na capital paulista.

"Não vejo escândalo.

Vejo erros que foram cometidos e que vão ajudar, inclusive, pedagogicamente a uma prática melhor de governo", disse ele, durante o encerramento da sessão solene na Justiça.
Leia mais:

deu no Estadão


A hipocrisia e a moral indecentes...

Poema do dia...

Nossa vida em comum


mdagraça ferraz
gracias a la vida

Nossa vida em comum
é feita de adiamentos
Há jejum de aconteceres
Nunca deixamos romper
o que de nós ama
e está a nos doer

Nossa vida minha e tua
está sempre a nascer
no rio curto que prolonga
a promessa - e jamais
deságua na entrega

Nós nos adiamos
- cegos e ignorantes...
E vamos nos empurrando
cada dia mais distantes,
até morrermos de até quando.


desgaste da nossa delicadeza...


- Nós, da imprensa, somos uns criminosos do adjetivo. Com a mais eufórica das irresponsabilidades, chamamos de "ilustre", de "insigne", de "formidável", qualquer borra-botas.


- A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose. Os admiradores corrompem.

- O brasileiro não está preparado para ser "o maior do mundo" em coisa nenhuma. Ser "o maior do mundo" em qualquer coisa, mesmo em cuspe à distância, implica uma grave, pesada e sufocante responsabilidade.

- Assim como há uma rua Voluntários da Pátria, podia haver uma outra que se chamasse, inversamente, rua Traidores da Pátria.

- Está se deteriorando a bondade brasileira. De quinze em quinze minutos, aumenta o desgaste da nossa delicadeza. Em nosso século, o "grande homem" pode ser, ao mesmo tempo, uma boa besta.
Nelson Rodrigues

enviada por Gracias a La Vida


Recados do ano...


Ou os senhores assumem o papel de oposição ou entreguem de vez o Poder Legislativo ao Executivo..."

"Não queremos um amontoado de homens submissos, acovardados, rastejantes diante das ordens da “metaRmofose ambulanto” do Maluco Beleza, sacou??"

(Maria Lucia Victor Barbosa e R.Azevedo)

Retrato simplificado da realidade sócio-econômico e política brasileira

Ao Vencedor, as Bananas!


Abuso e ganância de poder; autoritarismos;
Farra com dinheiro público
(até usando cartões de crédito chapa branca);
pagamentos de mensalões;
propinodutos diversos;
corrupção generalizada;
privatarias, negociatas e entreguismo;
assistencialismo eleitoreiro;
terrorismos tributários e administrativos;
impunidade, banditismo, reprodução da violência, beirando o terror;
ignorância e falta de Educação,
saúde ou infra-estrutura social básica;
desrespeito à cidadania e aos valores éticos e humanos;
falta de vontade nacional para solucionar, desenvolver e progredir.

Vícios, erros e idéias fora do lugar que se repetem ao longo da História.

http://alertatotal.blogspot.com/

Por Jorge Serrão

Os abusos com cartões

O pior são os estados

Os cartões de crédito foram introduzidos sob o argumento de que permitiriam uma redução dos custos de transação em compras emergenciais e/ou de pequena monta.

A única forma de avaliar se esse uso tem sido ou não eficiente é pela comparação entre os preços unitários praticados com seu emprego (quanto custa um resma de papel para impressora, por exemplo) e os preços unitários praticados no processo de compra por licitação pública.

Para que se consiga determinar a vulnerabilidade dos cartões a esse tipo de desvio de finalidade, seria preciso conhecer os números agregados
Em 2007, as despesas realizadas com esses cartões superaram os R$ 100 milhões (mais do que o gasto com os cartões do governo federal).

Quase 45% desse montante saiu como retirada em dinheiro vivo. Minas Gerais é outro estado em que se usam cartões, sendo bem provável que a prática tenha sido adotada em outros estados e municípios.

Pois bem: será que os governos desses estados e municípios publicam alguma coisa na Internet?

A resposta é não. Governos estaduais e municipais são buracos negros.
Tendo em vista a enormidade de recursos de que dispõe, o governo paulista leva o prêmio de opacidade governamental. Muito pouco de relevante se publica a respeito do desempenho do governo. Já propaganda disfarçada é o que não falta.

Sem informação, não há condições de se realizar controle independente.
Nesse sentido, o governo federal está quilômetros à frente.

(Claudio Weber Abramo)

O problema não é o cartão

O mais novo escândalo que abala o cotidiano do governo e, por que não dizer, da República, tem revelado, no meu entender, uma série de posições e opiniões inadequadas, inconseqüentes e até mesmo bizarras. Estas opiniões e posições têm sido alardeadas por políticos - da oposição e da situação -, pela imprensa e pela opinião do público em geral.

O uso dos cartões corporativos é uma prática difundida em vários países, tanto em governos como em empresas. O problema não está no cartão corporativo, mas evidentemente no uso do mesmo e na surpreendente falta de transparência dos gastos e saques realizados por este meio.

Por que razão defino tal fato “surpreendente”?

Leia a matéria na íntegra.
(Marcos Fernandes Gonçalves da Silva)

Os abusos com cartões

Como uma arma criada para moralizar os gastos públicos acabou tendo o efeito oposto O cartão corporativo não existe só no Brasil. Ele é adotado por governos considerados inovadores na administração pública, como Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.

Passou a se disseminar por vários países como forma de manter sob controle os gastos cotidianos dos funcionários públicos. Serve para comprar material de escritório, pagar combustível, refeições, passagens, diárias de hotel e toda sorte de despesas legítimas e necessárias para o funcionamento do governo.

Além de evitar a burocracia por facilitar pequenos gastos, ele ajuda na fiscalização. Inspecionar extratos de um cartão é muito mais simples que verificar as dezenas de notas fiscais que o servidor público teria de apresentar para comprovar suas despesas pelo método tradicional.
No Brasil, esse dinheiro de plástico, adotado no fim de 2001, tem sido usado com maior freqüência a cada ano.

Em 2007, as autoridades e os funcionários do governo federal pagaram R$ 78 milhões de despesas usando o cartão, mais que o dobro do valor registrado no ano anterior.

Desse montante, 75%, ou R$ 58 milhões, foram sacados em caixas eletrônicos, para gastos com dinheiro vivo, de difícil comprovação.