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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Programa de propaganda de José Serra - 10/10/2010 (à noite)



RicardoNoblat
10 de outubro de 2010

Pesquisas: as manipulações estão de volta.


Cuidado com a lavagem cerebral



Dilma no debate da Band deu uma amostra de quem ela é realmente.

Uma mulher agressiva.

Abaixo, você assiste a um vídeo que mostra os perigos da continuação desse governo petista - o comunismo.


Sem exceção, todos os institutos de pesquisas erraram feio neste primeiro turno. Erraram até na boca de urna. Isto confirma a tese deste blogueiro de que pesquisa eleitoral no Brasil virou peça de marketing político.

No nosso entendimento, elas deveriam ser proibidas, banidas da política brasileira. Não contribuem em nada com o processo e virou arma nas mãos de políticos populistas.

Portanto, se não contribuem para a democracia, devem ir direto para a lata do lixo.

O que estes institutos de pesquisa fizeram neste primeiro turno, tentando convencer a opinião pública de que a candidata do PT estava eleita no primeiro turno, foi um ato criminoso, pura má fé e propaganda subliminar.

Agora, neste segundo turno, já começam a por as unhas de fora novamente.

É a velha história de que erramos, mas não erramos tanto.

Pura hipocrisia. Erram e erraram feio.

Anotei alguns depoimentos de quem entende um pouquinho do assunto de uma reportagem da
Folha:

Jairo Nicolau, professor de ciência política da Uerj, por exemplo, diz que, além de problemas metodológicos, o excesso de pesquisas aumenta as chances de erro e que a mídia, ao dar demasiado destaque aos resultados, acaba gerando uma sensação de "absolutização".


As pesquisas deveriam ser apenas para consumo interno dos partidos. Mas, os veículos de comunicação deram outra conotação - a política e não a técnica.
Os institutos de pesquisas eleitorais dizem que não é possível resultados precisos e defendem a metodologia que permite facilmente a manipulação de dados.

José Ferreira de Carvalho, professor aposentado da Unicamp, afirma que "os erros observados nas eleições não são casuais".
"Eles refletem um problema metodológico grave dos institutos, que aplicam à amostragem por cotas [como sexo, idade, escolaridade e renda] uma fórmula que vale apenas para a amostragem probabilística."


O professor está certo. Essa amostragem por cotas é a amostragem pela qual eles manipulam os dados e fizeram a Dilma líder das pesquisas durante todo o primeiro turno.
Na amostragem probabilística, todos os eleitores têm chances iguais de serem sorteados pelos pesquisadores. Na por cotas, há uma delimitação prévia do total de indivíduos por alguns critérios.
E esses critérios, geralmente, são os determinados pelo "cliente". Por exemplo: o que justifica ouvir 80 pessoas no Recife e apenas quatro em Fortaleza? Não há lógica a não ser a da manipulação.

Cristiano Ferraz, professor de estatística da Universidade Federal de Pernambuco, afirma que as pesquisas baseadas em cotas "não são científicas". "Estudos mostram que as flutuações nas estimativas por cotas são bem maiores do que na aleatória (probabilística)."


Por esta declaração do professor Ferraz cai o mito de que essas pesquisas têm bases científicas. Isto credencia um pouco mais as enquetes, via internet. E como já disse, basta que um bom estudante de programação crie um software competente capaz de ser mais fiel do que estas manipuladas.

Marina Silva disse que não fossem as pesquisas, o resultado da eleição poderia ser diferente
- Fizemos aliança com núcleos vivos da sociedade. Não tínhamos alianças pragmáticas da política velha, mas um novo tipo de aliança e tivemos uma grande resposta.

Eu dizia o tempo todo que o que tinha nas ruas era maior do que o que aparecia nas pesquisas e de que o Brasil ia ter uma surpresa em relação a isso e de fato teve.

E se, lamentavelmente, não tivéssemos esse descompasso com as pesquisas, a motivação da sociedade seria maior porque hoje encontro pessoas dizendo que se arrependeram porque confiaram nas pesquisas.


Fonte: Folha SP

Esta é a prova viva da influência das pesquisas manipuladas no voto das pessoas. A cada semana o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão, que fala para mais de 40 milhões de brasileiros, dizia com base nestas pesquisas criminosas, que Dilma ia ganhar no primeiro turno. É propaganda subliminar pura.

Essa pesquisa do DataFolha que mostra Dilma com 54% dos votos válidos contra 46% de Serra, é mais uma manipulação de dados. Ela não reflete a verdadeira situação deste segundo turno até o momento. Lendo a manchete você acha que ainda estamos no primeiro turno. Para os institutos de pesquisas estamos sim. Eles vão insistir que Dilma é a grande líder e não é. Basta analisar os dados que eles não divulgam. Por exemplo:

A eleição está completamente aberta. José Serra conquistou 8,7 milhões de votos em 5 dias. Dilma Rousseff conquistou apenas 1,2 milhão.



A diferença entre os dois candidatos, hoje, é de 7,7 milhões de votos em favor da petista. No primeiro turno, foi de 14,5 milhões. Caiu pela metade em apenas 5 dias. Ainda restam 22 dias de campanha. Basta que Serra conquiste mais 4 milhões de votos para vencer a eleição.



Sabe quem diz isso? Essa pesquisa DataFolha. Só que eles não contam isso para você. Entendeu?
E tem mais: Serra cresceu 5,1% no Sul, contra 1% de Dilma;

Serra cresceu 14,6% no Centro-Oeste e Norte, enquanto Dilma cresceu 0%.



E ainda, se Serra cresceu 12,5% no Nordeste, contra 5,4% de Dilma e se Serra cresceu 9,4% no Sudeste, enquanto Dilma avançou 0%, Dilma não tem como crescer muito mais na sua região mais forte: o Nordeste.

Serra ainda tem muito a crescer no Sul e no Sudeste, com a entrada da força política de Minas, São Paulo, Paraná e Santa Catarina na campanha.

Pelo crescimento de Serra, é bem provável que a margem de erro esteja totalmente a seu favor. Neste caso, a diferença seria de pouco mais de 2 milhões de votos.



E para completar, se a pesquisa manipulada do DataFolha estiver correta, 51% dos votos da Marina já migraram para o Serra e pouco mais de 30% para Dilma.



Então, vamos ver se estes institutos de pesquisas tomam vergonha na cara e mostram para a sociedade o quadro real e não aquele de interesse de um candidato.
Já foram desmoralizados no primeiro turno, vão querer ser desmoralizados no segundo?

Esses dados explicam a agressividade da candidata petista no debate da Band.

É a agressividade de quem sabe que seus votos estão fluindo aos milhões para o seu opositor.

E aí ela usa a velha arma petista de quem ao mesmo tempo em que acusa se faz de vítima.

Mas, o eleitor já manjou esta técnica há muito tempo.


Ninguém tem mais peninha, porque o PT não teve peninha de ninguém.

Dilma no debate da Band deu uma amostra de quem ela é realmente.

Uma mulher agressiva.

Abaixo, você assiste a um vídeo que mostra os perigos da continuação desse governo petista - o comunismo.



Assista clicando em play:



11.10.2010

Dilma surtou de vez



Sem querer tergiversar, a Dilma surtou de vez


Dilma Rousseff conseguiu mostrar exatamente o que ela é.

Mais transparência, impossível.

Enquanto isso, José Serra cresceu e mostrou que é o futuro presidente.

Até porque não dá para entregar um país como o Brasil para uma neurótica com surtos psicóticos agressivos.


Imagina esta aloprada com todo o poder nas mãos?

Dilma Rousseff no debate da Band fracassou espetacularmente


Atacar primeiro não é para amadores



Tomar a iniciativa e partir para o ataque num debate eleitoral não é para amadores, ensinou outra vez o duelo transmitido pela Band.

Candidata de primeira viagem, espantosamente desarticulada, desprovida de raciocínio ágil, sem vestígios de carisma, Dilma Rousseff desencadeou a ofensiva já na primeira pergunta a José Serra.

Levou o troco mas foi em frente.

Nas duas horas seguintes, sempre na fronteira do chilique, a veia da pálpebra esquerda latejante de cólera, sobrancelhas em arco de normalista contrariada, tentou combater simultaneamente o português, a lógica e os fatos — além do adversário experiente e tranquilo.

Fracassou espetacularmente.



Abalroada por contragolpes sucessivos, levada às cordas por alusões ao bando de Erenice Guerra e ao descompromisso com a coerência, Dilma evocou duas vezes uma mesa atulhada de árabes e judeus, conjugou a cada dois minutos o verbo tergiversar, embaralhou temas distintos ao perguntar ou responder, frequentemente não conseguiu dizer coisa com coisa e, depois de 120 minutos de agressividade e grosserias, queixou-se do baixo nível da campanha.

Não aprendeu a atacar nem sabe defender-se.

Nitidamente superior em todos os quesitos, nem por isso Serra foi brilhante.

Pode melhorar muito.

Pode ser bem mais contundente.

Aparentemente, ele preferiu usar o primeiro duelo como laboratório para aperfeiçoar a estratégia e a tática que adotará nos próximos.

Além de confirmar que Dilma é a adversária que todo candidato pede a Deus, o debate na Band mostrou que o eleitorado terá de escolher entre um administrador competente e uma gerente debutante.

Os confrontos seguintes consolidarão a certeza de que disputam o segundo turno um político com currículo respeitável e uma novata que oculta a folha corrida.

Cumpre a Serra deixar claro que, entre os dois candidatos à Presidência da República, só um pode garantir que não vai desonrar o cargo.


Direto ao Ponto

11/10/2010

domingo, 10 de outubro de 2010

Comentarista aprofunda a análise e afirma que Serra já está na frente na Datafolha.


Comentarista aprofunda a análise e afirma que Serra já está na frente na Datafolha

Do comentarista RR3C:

Quem vê pesquisa não vê urna ou tá lá no UOL!

Dados do primeiro turno (%):
  • Dilma – 46,91%
  • José Serra – 32,61%
  • Marina – 19,33%
  • Brancos + nulos - 8,64%
Dados da pesquisa do Datafolha, conforme publicado pelo próprio instituto, para Dilma Rousseff:
  • Perde 9% de sua votação no primeiro turno (Ad)
  • Ganha: 22% dos votos de Marina (Bd) e 2% dos votos de José Serra (Cd)
Ad = 0,09 x 0,4691 = 4,2219%
Bd = 0,22 x 0,1933 = 4,2526%
Cd = 0,02 x 0,3261 = 0,6522%

Dados da pesquisa Datafolha, conforme publicado pelo próprio instituto, para José Serra:
  • Perde 5% de sua votação no primeiro turno (As)
  • Ganha: 51% dos votos de Marina (Bs) e 5% dos votos de Dilma (Cs)
As = 0,05 x 0,3261 = 1,6305%
Bs = 0,51 x 0,1933 = 9,8583%
Cs = 0,05 x 0,4691 = 2,3455%

Matematicamente ambos os candidatos tem, hoje, os votos que receberam no primeiro turno, subtraindo-se as perdas e somando-se os ganhos. Desta forma, desprezando considerações sobre nulos e brancos que somaram 8,64% no primeiro turno, a pesquisa do Datafolha encontrou, forçosamente, os seguintes percentuais.

Dilma Roussef - Vd - (%)

Vd = 46,91 – 4,2219 + 4,2526 + 0,6522 = 47,5929%

José Serra – Vj – (%)

Vj = 32,61 – 1,6305 + 9,8583 + 2,3455 = 43,1833%

No universo do voto válido teriam: Serra 47,57% e Dilma 52,42%, números que deveriam ser publicados como:
  • Dilma – 52%
  • Serra - 48%
Entretanto, considerando o erro introduzido pelo Datafolha em relação a sua última pesquisa antes do primeiro turno, o percentual de Dilma Rousseff deve ser reduzido em 6,18% (A pesquisa dava Dilma com 50% e a votação mostrou 46,91%, portanto erro de 6,18%).

Desta maneira, matemática e coerentemente pode-se dizer para todo o Brasil que pela última pesquisa do instituto Datafolha, José Serra já está na frente de Dilma:
  • Dilma – 52% menos 6,18% = 48,78%
  • Conseqüentemente José Serra – 51,21%
Quem se habilita a conferir estes números e resultados? Tem mais, como não quer perder a pose, o instituto publicou um resultado diferente deste encontrado pelo próprio instituto nas entrelinhas da pesquisa.

Ao resultado publicado, considerando-se o erro introduzido pela pesquisa em relação à votação de Dilma e Serra, teríamos.
  • Dilma (48pp menos 6,18%) = 45%
  • Serra (41pp mais 5,2%) = 43%
Pois é. Quem pode afirmar que o Datafolha não manipulou números mais do que no primeiro turno para agradar quem lhe paga? Se a Dilma aparecesse com 1% a menos, qualquer um diria: considerando o erro do Datafolha no primeiro turno.

Atualizando:


Rerisson C.
disse...

Conta errada aqui (provavelmente erro de digitação):
"A pesquisa dava Dilma com 50% e a votação mostrou 46,91%, portanto erro de 6,18%" 50 - 46,91 = ???

Resposta e esclarecimento:

50 - 46,91 = 3,09
100 - 93,82=6,18

Se sobre 50% houve um erro de 3,09%, sobre 100% este erro é de 6,18%, ok?



Outubro 10, 2010

Dilma deveria vibrar com denúncias que podem, se confirmadas, reduzir o desvio de recursos da empresa. Não é mesmo?


Dilma "defende" a Petrobrás


- Aquela matéria [do Globo] é ridícula.

Em algum momento foram questionados ministros e empresários, que tinham empresas, como Luiz Fernando Furlan e Roberto Rodrigues? - questionou Dilma, em referência, respectivamente, aos ex-ministros do Desenvolvimento e da Agricultura no primeiro mandato do governo Lula.


Confrontada com o fato de que o questionamento não se devia ao fato de o Cássel ter uma empresa, mas sim porque fez negócio com a Petrobras, ela não quis responder.


Dilma disse ainda que é preciso ter muito cuidado com denúncias em campanha eleitoral.


- Tem que ter cuidado com esse tipo de matéria. Isso se chama é especulação contra a maior empresa do Brasil - disse.

Comento:

Ora bolas, Dilma, as denúncias não são contra a Petrobrás, mas contra os CORRUPTOS que abusam da Petrobrás, uma empresa de capital aberto com milhares de acionistas minoritários!

Qualquer sócio gosta de descobrir falcatruas que desviam dinheiro das suas empresas.


Portanto, a senhora, que é do Conselho de Administração da estatal (e muito bem paga para isso), deveria vibrar com denúncias que podem, se confirmadas, reduzir o desvio de recursos da empresa.

Não é mesmo?

October 08, 2010

Dilma defende aborto em Sabatina da Folha



Durante sabatina realizada pela Folha de São Paulo em outubro de 2007, Dilma Rousseff defendeu a desciminalização do aborto.

spreadmachine


outubro de 2010


DATAFOLHA RETOMA SAFRA DE MENTIRAS

A Folha de São Paulo de hoje traz a primeira pesquisa depois das eleições do primeiro turno.

E, de novo e de novo, retoma a sua ladainha mentirosa de que Dilma Rousseff está ganhando, com vantagem acima da margem de erro.

Esses números não passam de propaganda eleitoral.

Saíram das mesmas pranchetas que davam a vitória à candidata de Lula no primeiro turno.


O ponto mais saliente, a sublinhar a mentira, é que o Sudeste dá pequena vantagem a José Serra, dentro da margem de erro.

Ora, aqui foram eleitos Geraldo Alckmin e Aloysio Nunes Ferreira.

Aqui a classe média é mais numerosa e poderosa.

O teto de votos do PT em São Paulo é a votação de Mercadante, fragorosamente derrotado.

E penso que esse percentual vai regredir, porque a sucessão de escândalos continua (a manchete principal do Estadão de hoje é a mais nova falcatrua revelada no mandarinato de Erenice Guerra).

Em Minas Gerais, onde o massacre político do PT foi mais completo, José Serra deve apresentar crescimento espetacular, seja porque as forças em torno de Aécio Neves cerraram fileira em torno do seu nome, seja porque os traidores do primeiro turno não têm mais motivos para trair, a suposta certeza de que a candidata governamental ganharia fácil. A “traição de resultados” foi eliminada do mapa político.

Só faltou a Folha de São Paulo informar que o eleitorado nordestino estaria dando 150% de voto ao PT.



O número que inventaram é escandalosamente exagerado.

Em contrapartida, no Sul não tiveram como não registrar uma boa dianteira para José Serra.


Devemos lembrar que a questão do aborto e do PL 122 está longe de esgotar os seus efeitos eleitorais. Até mesmo dirigentes da Federação Espírita juntaram-se aos cristãos de todas as denominações que estão denunciando as maquinações petistas contra as liberdades religiosas e a favor das abominações anti-bíblicas.

O PT julgava que essa questão era problema apenas para um pequeno segmento de cristãos “xiitas”, passando por sobre do sentimento do Brasil profundo, do Brasil moral, do Brasil não afetado pelo niilismo revolucionário.



Ela vai decidir as eleições em favor de José Serra.

A maioria moral está mobilizada contra Dilma.


Minta quanto mentir o Datafolha e demais institutos de pesquisa que não conduzirão os votos dos eleitores, agora perfeitamente alertados contra as manipulações e tramóias desses institutos.

A pesquisa hoje publicada é tão respeitável como um papel higiênico usado.

Digna de um imundo cesto de lixo.



10/10/2010

Frank Sinatra e Rita Hayworth - The Lady Is a Tramp ou “A Dama é um vagabunda”


"The Lady Is a Tramp"
Frank Sinatra, ao lado de Rita Hayworth canta "The Lady Is a Tramp" música de Richard Rodgers e Lorenz Hart em "Pal Joey" (Meus dois carinhos), filme dirigido por George Sidney em 1957.

georgesquerelle007

*"The Lady Is a Tramp", em tradução literal quer dizer,
“A Dama é um vagabunda”






Charge


CHARGE DO HUMBERTO
Jornal do Comércio (PE)

Porto Alegre amanheceu "decorada" assim...

@O_VERDADEIRO_PT:

Porto Alegre amanheceu "decorada" assim:

http://twitpic.com/2wel9b

#DILMANAO

O plano que Dilma deu à luz e que deveria ter sido abortado





Quando veio à luz o malfadado Plano Nacional-Socialista de Direitos Humanos, o tal PNDH3, afirmei aqui que aquilo tudo tinha, evidentemente, as digitais de Paulo Vannuchi e Tarso Genro, então ministro da Justiça, mas que havia sido a Casa Civil a lhe dar aquela assombrosa inteireza. E Dilma Rousseff era a titular da pasta.

Vamos lembrar alguns problemas daquele documento:

- defesa da legalização do aborto;
- ameaça à liberdade de imprensa (risco de censura em nome dos direitos humanos);
- ameaça à propriedade privada, limitando as ações de reintegração de posse e tornando invasor parte da negociação;
- perseguição a símbolos religiosos — na verdade, a crucifixos;
- revanchismo contra os militares

A perseguição as crucifixos foi eliminada; as outras propostas foram apenas amenizadas.

No dia 30 de junho, Nilmário Miranda, representante da candidata do PT à Presidência da República, participou de um seminário da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. E ficou claro, ali, quem foi que deu à luz o PNDH3. São eles a dizer, não eu:

Fala Nilmário

“Acho que o que a Dilma Rousseff se propõe está no Plano Nacional de Direitos Humanos Três. Foi um plano concebido em conferência e dialogando com várias conferências, mas pelo governo; foi o governo. E passou pela Casa Civil quando ela era ministra”. Fim de papo!

O vídeo está aqui.

Petista confessa:
Programa de DIlma é PNDH3


10/10/2010

Seguidores de Lula

Programa de Propaganda de José Serra - 09/10/2010 (à noite)


RicardoNoblat


9 de outubro de 2010

Escândalo na Casa Civil


Nova denúncia envolve turma de Erenice nos Correios


Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, direção indicada por ela aprovou um contrato com uma empresa aérea superfaturado em 2,8 milhões de reais

Na Veja

O presidente dos Correios, David José de Matos, e a diretoria da estatal aprovaram um contrato superfaturado em 2,8 milhões de reais para favorecer uma empresa de carga aérea.

A contratação, feita pela nova direção da estatal nomeada pela então ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, manobrou para ressuscitar, em agosto, uma licitação que havia sido cancelada três meses antes pelo comando demitido da estatal.

Os documentos que registram a transação foram obtidos pelo jornal O Estado de S.Paulo e estão publicados em sua edição deste domingo.

Os documentos obtidos pelo jornal paulista mostram que a nova diretoria, empossada no dia 2 de agosto, entregou para a Total Linhas Aéreas um contrato de R$ 44,3 milhões.

E concluiu o negócio em apenas duas semanas, em meio à crise que derrubou Erenice da Casa Civil da Casa Civil
depois das revelações feitas por VEJA de que um esquema de tráfico de influência operava dentro do ministério.

A licitação nos Correios foi assinada pelo presidente Davi de Matos e seus diretores aprovarem no dia 15 de setembro.



Um dia depois, Erenice foi forçada pelo Palácio do Planalto a pedir demissão.

O contrato foi publicado no Diário Oficial da União de 4 de outubro, um dia depois do primeiro turno da eleições.

No período de um ano, a Total vai transportar cargas dos Correios no trecho Fortaleza-Salvador-São Paulo-Belo Horizonte.


Histórico – A Total havia sido desclassificada da licitação em 2 de junho, quando o pregão para o serviço estipulava o pelo preço máximo de 41,5 milhões de reais. A única empresa a se apresentar foi a Total, mas com uma oferta de 47 milhões de reais, que foi recusada pelos Correios. Como a Total não aceitou baixar o preço, a licitação foi anulada.


Já em agosto, com a ajuda do Coronel Eduardo Artur Rodrigues da Silva, então nomeado diretor de operações e um dos personagens principais na crise dos Correios, a Total conseguiu o contrato por 44,3 milhões de reais.


O artigo 48 da Lei de Licitações determina que sejam desclassificadas "propostas com valor global superior ao limite estabelecido".

Já o artigo 40 veda faixas de variação em relação a preços de referência.

O coronel Artur, no entanto, à frente da Diretoria de Operações, recomendou a contratação por um preço 2,8 milhões de reais acima do primeiro valor estipulado.

Num relatório de 13 páginas para justificar sua posição, ele afirma que os métodos dos Correios para chegar a uma estimativa "não são absolutamente precisos". "Fato este que permite a homologação excepcional de licitações por valor acima do previamente estimado em decorrência da variação normal de mercado e desde que haja interesse público", diz.


O parecer do ex-diretor foi submetido em 15 de setembro ao comando dos Correios.

David José de Matos, amigo e colega de Erenice desde os tempos em que trabalharam na Eletronorte, dirigiu a reunião que aprovou a contratação da Total por 44,3 milhões de reais, vigorando por 12 meses.

O contrato foi publicado na semana passada. Na ata estão os nomes dele, do coronel Artur e dos diretores Décio Braga de Oliveira, Ronaldo Takahashi de Araújo, José Osvaldo Fontoura e Nelson Luiz de Freitas.

No dia seguinte à assinatura, Erenice Guerra pediu demissão da chefia da Casa Civil, em meio ao escândalo envolvendo assessores e parentes dentro do governo.

O coronel Artur demitiu-se no dia 19 de setembro, depois de vir a público que ele era testa de ferro de um empresário argentino na empresa aérea MTA, que também mantém contratos com os Correios.



10.10.2010