Cachoeira: laranjal
Nos últimos dias a CPI do Cachoeira conseguiu comprovar a transferência de mais 72 milhões de reais da Delta, de Fernando Cavendish, para empresas-fantasma de Carlinhos Cachoeira entre 2009 e 2012.
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sábado, 4 de agosto de 2012
IIrrigação de laranjas: CPI descobre novas transferências milionárias da Delta para Cachoeira
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
A hora do troco
Garotinho pediu contribuição e não foi atendido
Brasil

Por Lauro Jardim
Hoje em lados opostos, Anthony Garotinho e Fernando Cavendish já tiveram excelentes relações — afinal, a Delta foi uma das grandes empreiteiras do governo Garotinho.
O rompimento entre ambos deu-se no início do governo Sérgio Cabral.
Motivo: Garotinho reuniu alguns empreiteiros num jantar e pediu contribuição financeira para campanhas. Cavendish disse “não”, imaginando que “rei morto, rei posto”.
Pior: deixou o encontro no meio num clima pouco amigável.
6 de maio de 2012
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sábado, 5 de maio de 2012
Relações azedas

Cavendish: inferno astral
Por Lauro Jardim
Desde que as fotos e vídeos de seus jantares na Europa foram divulgados, Sergio Cabral deixou de falar com Fernando Cavendish.
A propósito, Anthony Garotinho tem dito aos mais próximos que o seu arsenal é composto de 40 vídeos e cerca de 200 fotos.
4 de maio de 2012
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terça-feira, 1 de maio de 2012
“Let’s win some money”
Um trecho inédito do mesmo pacote de vídeos já levado ao ar por Anthony Garotinho traz uma nova e curiosa informação sobre a viagem de Sérgio Cabral e Fernando Cavendish pela Europa.
Na agora famosa mesa do restaurante Le Louis XV-Alain Ducasse em que o casamento de Cavendish foi marcado e Adriana Ancelmo comemorou o aniversário, um dos convidados diz em inglês:
- Let´s win some money in the cassino.
A frase – em português, “vamos ganhar algum dinheiro no cassino” – sugere que, além de shows, jantares e passeios, o grupo de Cabral (que incluiu ainda o secretário Sérgio Côrtes) pode ter gasto algumas horas (e bons trocados) se divertindo na jogatina.
Para Garotinho, os vídeos e fotos da viagem de Cabral e Cavendish pela Europa já são elementos suficientes para fundamentar um pedido de quebra de sigilo telefônico de Cavendish.
O requerimento faz parte do conjunto de medidas que Garotinho pretende adotar para levar Cabral e os contratos da Delta com o governo do Rio de Janeiro para a mesa de investigação da CPI mista do Cachoeira no Congresso.
Na agora famosa mesa do restaurante Le Louis XV-Alain Ducasse em que o casamento de Cavendish foi marcado e Adriana Ancelmo comemorou o aniversário, um dos convidados diz em inglês:
- Let´s win some money in the cassino.
A frase – em português, “vamos ganhar algum dinheiro no cassino” – sugere que, além de shows, jantares e passeios, o grupo de Cabral (que incluiu ainda o secretário Sérgio Côrtes) pode ter gasto algumas horas (e bons trocados) se divertindo na jogatina.
Para Garotinho, os vídeos e fotos da viagem de Cabral e Cavendish pela Europa já são elementos suficientes para fundamentar um pedido de quebra de sigilo telefônico de Cavendish.
O requerimento faz parte do conjunto de medidas que Garotinho pretende adotar para levar Cabral e os contratos da Delta com o governo do Rio de Janeiro para a mesa de investigação da CPI mista do Cachoeira no Congresso.
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domingo, 21 de agosto de 2011
O bilionário acasalamento de cabrais e cavendishs irriga os canteiros de obras
Depois de deixar eventuais explicações por conta da assessoria de imprensa, Sérgio Cabral saiu de seus cuidados para comentar a descoberta de que o governo do Rio acabou de beneficiar a Delta Construções, pertencente ao empresário Fernando Cavendish, com outro lote de “contratos para obras emergenciais” ─ sem licitação, naturalmente ─ que somam R$ 37,6 milhões.
“Eu tomei conhecimento com a imprensa, não estava nem sabendo”, desconversou Cabral.
“Eu tomei conhecimento com a imprensa, não estava nem sabendo”, desconversou Cabral.
Por Augusto Nunes
Com apenas 10 palavras, o declarante conseguiu, simultaneamente, agredir a língua portuguesa, atropelar a verdade, menosprezar a inteligência alheia, zombar da polícia, do Ministério Público e da Justiça ─ e deixar claro que se trata de um reincidente patológico.
Ele prometera criar juízo ao emergir do período de luto decretado em 17 de julho pela queda de um helicóptero no litoral da Bahia.
Pelo jeito, piorou.
Só no primeiro semestre deste ano, Cabral irrigou com R$ 58,7 milhões os canteiros de obras sem licitação da Delta.
Abalroado pelo acidente que escancarou as relações mais que promíscuas que o ligam à família do amigo, anfitrião, patrocinador, agente de viagens e contraparente Fernando Cavendish, encomendou um código de conduta para vigiar-se.
A nova safra de negócios malandros confirma que a encomenda foi mais um monumento ao cinismo.
Os contratos foram assinados por Luiz Fernando Pesão, secretário de Obras, vice-governador e candidato à sucessão do chefe e amigo. Um porta-voz da secretaria lembrou que as obras “têm alta complexidade” e que parte do dinheiro vem do governo federal.
Uma nota da Delta engrossou o discurso sobre o nada: “A motivação para a escolha da Delta para obras emergenciais é o fato da empresa ter capacidade e agilidade para atender a essas demandas”.
Deve ser a única no mundo.
Nos últimos quatro anos e sete meses, a empresa Cavendish faturou, em contratos com o governo do Rio, R$ 1,3 bilhão.
A coisa fica mais espantosa quando exposta pela procissão de zeros à direita: 1.300.000.000.
O bilionário acasalamento de cabrais e cavendishs não é caso para código de conduta.
É coisa para o Código Penal.
21/08/2011
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