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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A explicação do SIFU do Lula

As baixarias do Lula, do MAG top-top, da Martaxa relaxa e goza e de tantos outros companheiros, todas estão de acordo com a orientação gramscista.
Leiam este artigo e entenderão que tudo isso não faz parte de "gafes" e sim, de uma técnica para plantar a esculhambação, confundindo as pessoas de inicio mas com o tempo, acostumando-as ao desmonte dos valores, do respeito, da boa educação e de tudo o as esquerdas consideram "comportamento burguês".

Muito esclarecedor está este artigo.
por Ana Prudente

GRAMSCISMO E COINCIDÊNCIAS

É Larry Rother quem conta em livro publicado recentemente no Brasil: - "Dois repórteres da `Folha' e do `Estado de S. Paulo' (`Viagens com o presidente', de Eduardo Scolese e Leonencio Nossa), contam: `Ao chegar a um jantar na embaixada brasileira em Tóquio, Lula pediu uma dose caprichada de uísque com gelo e antes mesmo do jantar mandou servir o segundo, o terceiro e o quarto copos, usando linguagem chula, que deixou constrangidos os presentes, diplomatas, ministros, senadores:

`Tem hora que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a puta que o pariu. A verdade é que temos que ter muito saco para aturar a Argentina. O Chile é uma merda. Querem mais é que a gente se foda'".


A cantilena da imprensa sobre o “sifú” que o ilustre presidente cuspiu na cara Brasil que via o noticiário no “horário nobre” da TV, me arrancou um “puta merda!” - interior, envergonhado, triste. Lembrei o que me contou um daqueles jovens que nos anos 60 do século passado - (parece muito tempo! Tempo suficiente para enrolar uma nação em papel vermelho) sobre palestras num dos cursos de guerrilha em Cuba.
Tentarei reproduzir o mais fielmente possível: “Entre as marchas, confecção de bombas ofensivas e incendiárias, tiro com tudo quanto era arma, a gente também ouvia as palestras do político.

Era um oficial do exercito cubano que contava histórias exemplares para ilustrar o comportamento revolucionário diante dos burgueses.”
“Eu ouvia pensando que eram piadas ou que o sujeito queria aliviar a tensão e o cansaço do grupo. Hoje sei que ele estava aplicando as lições de Gramsci contra a ética e os bons costumes.

Contou que um “companheiro” fingiu vomitar no prato num restaurante luxuoso, somente para escandalizar os burgueses... que um outro aproximou-se de um lord inglês homossexual, deixou-se fotografar em intimidades e depois utilizou as fotos para chantagear. Quebrou a cara porque o tal Lord apenas comentou sorrindo: “Ficaram lindas!”(as fotografias) e convidou-o para fazer outras mais”.
Gramsci: ética aristotélica e valores devem ser atirados à lata do lixo. Infiltração em todas as áreas e provocar os comportamentos amorais, na contra mão dos costumes conservadores e do respeito. Inverter tudo.

E a infiltração está aí, até no exemplo do primeiro (ou será segundo, terceiro, décimo...) mandatário desta republiqueta em que transformaram um Brasil que já tentou ser soberano.
A infiltração nas faculdades está nos computadores do farquista Reyes: os militantes das farc eram enviados para universidades brasileiras e mexicanas, para aliciar jovens militantes. Nesta onda há muitos sumidos das famílias e a polícia não os encontra.

Sexo, drogas, Gramsci, palavras chulas e semi analfabetos na universidade, são hoje a regra de ouro, boa para petistas e outros comunistas.
Família, religião (ópio do povo) já estão bastante desmoralizadas. A violência corriqueira, completa o quadro de terrorismo imposto para abrir caminho para os discursos “light” e salvadores. Os capitalistas, os banqueiros, o imperialismo, tudo”direitista”, “nazi-fascista”, “explorador” leva a bronca. Devem ser atirados à “lata de lixo da história”.

É o que querem, é o que fazem.
Imagino, agora, (amanhã não sei) que a ausência da prática e consciência política, a falta de manifestação e mecanismos de exigência práticos, perpetua o poder de oligarcas. E que os acadêmicos, formadores de opinião, professores, padres e anexos, estão todos com os olhos cheios de poeira... A democracia não é entendida, nem praticada.

É apenas uma utopia.


"Burgueses não pegam na enxada / Burgueses não plantam feijão / E nem se preocupam com nada / Arrasam aos poucos a nação", diz a letra de uma das canções ensinadas aos "sem-terrinha".
A Juventude Revolucionária Oito de Outubro (JR8) é a organização de frente para a atuação do Movimento Revoucionário Oito de Outubro no movimento estudantil.

O V Encontro Nacional da JR8 reuniu jovens de vários estados do país na Praia Grande (SP), entre os dias 8 e 11 de abril, para debater temas como conjuntura nacional, movimento estudantil, socialismo, cultura, e eleger a nova Coordenação Nacional da JR8.


Com a palavra de ordem “1, 2, 3, 4, 5 mil, a JR8 é a energia do Brasil”, a juventude reafirmou a bandeira da libertação nacional e a construção do socialismo, e elegeu como coordenador nacional Pedro Campos Pereira.
O novo coordenador da JR8 prestou homenagens a Márcio Cabreira, que deixou a direção da coordenação nacional.

“A JR8 que temos hoje é fruto dessa força e dessa capacidade de compromisso com o povo e, muito especialmente, o nosso camarada Márcio representa e sintetiza essas qualidades, a de um revolucionário, de um socialista”,
“A cultura pode tanto atuar pela revolução ou pela conservação das relações sociais”, disse Valério.

“Por exemplo, o Império Romano, em relação à cultura, incorporava palavras, culto aos deuses e costumes de outras culturas. Por quê? Porque sabia que quanto mais identificação o dominado tivesse com o dominador, melhor”.

Um fato inusitado nunca esclarecido:

em maio de 1972, o Consulado da Inglaterra no Rio de Janeiro retirou do país o jovem cidadão inglês Thimothy William Watkin Ross, professor de inglês em um colégio em Santa Teresa, que com o codinome de “Samuca” era militante do MR8, tendo participado de diversas ações armadas. Antes disso, um diplomata do Consulado havia estado no “aparelho” onde “Samuca” residia, tendo retirado todos os documentos que lá se encontravam, muitos deles já destruídos, levando-os para o Consulado. Esses documentos foram retirados de dentro do Consulado, contra a vontade dos diplomatas, por uma equipe da Inteligência da Força Aérea.

Ou seja, um cidadão inglês atuando em um grupo terrorista nacional sob a virtual proteção do Consulado!
A partir de uma profunda autocrítica realizada por esses militantes, no Chile, o MR8, em um Pleno, realizado em dezembro de 1972, abandonou a luta armada, definindo-se pelo trabalho de massa, considerado uma absoluta necessidade histórica. Retemperado pela autocrítica e rejuvenescido pela nova linha política, o MR8 voltaria, no ano seguinte, 1973, às suas atividades no Brasil, gradativamente deixando de ser uma organização guerrilheira e transformando-se em um balcão de negócios. Inicialmente tornando-se a chamada “Juventude do PMDB”, ou seja, a ala esquerda do PMDB, sobrevivendo graças ao auxílio financeiro recebido, durante anos, de um ex-governador de São Paulo, auxílio que permitiu a manutenção, desde então até hoje, de um jornal – “Hora do Povo” – editado às terças e sextas-feiras.
(Mídia sem Mascara, Carlos Azambuja)

Assinado por quem já esteve lá.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Faz sentido...!


Em fim de governo só quem bate à porta é o vento...!

É, para bom entendedor meia palavra basta!

O próprio eneadáctilo confessou a fórmula para a popularidade instantânea:

Do discurso de Lulla ontem. Está mais do que explicado os índices de popularidade dele. Um verdadeiro e confesso estelionato eleitoral. Bota aí que 70% me aprovam...


"(...) Contou ter recebido "outro dia" o dirigente da "federação do comércio de um determinado estado". Repreendeu-o:

"Você faz uma pesquisa, constata que aumenta a desconfiança do consumidor, divulga a pesquisa da desconfiança e não divulga nada para restabelecer a confiança. Que vendedor é você?"

Ensinou: "Ele deveria ter a pesquisa para tomar a decisão de chamar um publicitário e dizer: 'Faça uma pesquisa para motivar esse povo, se não eu vou fomentar que ele compre menos'."

É, para bom entendedor meia palavra basta!
Sergio Varuzza

domingo, 7 de dezembro de 2008

LULA É DIFU

Lula é bagagem. Lula sempre foi assim. Em uma palavra: Lula é difu! (de alguma arquibancada do futebol).


O presidente de vocês - daqueles que o elegeram, daqueles que compartilham a sujeira com ele, daqueles que o acobertam na mídia, daqueles que batem palmas, que se ajoelham, que se vergam em busca de recursos e desinformação, daqueles que lhe dão 70% de aprovação -, chegou ao seu nível moral mais baixo, abaixo até do ponto de ebulição do álcool!

Nada está abaixo do Lula. O Lula do sifu, do porra, do cacete, "sabe", se colocou em uma posição inferior, não como presidente a República, mas como gente mesmo! Se o álcool não lhe trava a língua nem lhe faz escolher palavras do seu enorme minidicionário – o que sabemos que o álcool não faz com ninguém – ainda assim existem os assessores, aspones e toda a sorte de lacaios pagos a peso de ouro para vigiar e reparar o rei nudista. Descuidado, impregnado de falsa santidade, que se acha um profeta sábio a dar lições de moral aprendidas no PCC a presidentes eleitos, como Barack Obama. Lula tem carreira, tem trajetória, tem currículo e folha corrida de safadezas verbais e não-verbais. A linguagem chula é a sua primeira natureza. Lula, o pele vermelha e calórica, é isso há muitos anos.

Mas não é de sua incontinência verbal (verborréia) que estou a tratar e sim da sua vulgaridade ímpar, desmedida, tantas vezes por nós denunciada: Lula é um homem sem caráter; traidor dos amigos da quadrilha, porque não se faz o que ele fez com o José Dirceu, com o Gushiken, com o Genoíno. Nem na prisão deixam de valer os códigos de ética e de moral - uma moral suja, um ética suja, mas ainda assim uma moral e uma ética de petralhas. Lula, o vermelho, não tem nada disso. Pior do que imoral Lula é ilegal! Lula é um vício de origem. Os que dele se acercam devem saber disso. Se sabem, são viciadores também.

Tampouco se diga que ele fala a linguagem do povo para se fazer querido por ele. Conversa mole, conversa de institutos de pesquisa, conversa de datalulas cuja ética ainda está para ser revelada. Lula está deixando o povo brasileiro com a sua cara, a sua fuça, a sua carantonha vulgar e baixa. A nossa tão propalada "macunaimidade" era regional, pontual. Com Lula ela virou instituição nacional permanente. Não é para isso que trabalha incansavelmente a Saúde/Educação do imoral Temporão e seu pênis pedagógico? O povo pode parecer com o Lula, mas ainda não é o Lula. É diferente, o povo ainda pode lavar a cara todas as manhãs que a sujeira sai. Mas com Lula não, no máximo pode ser maquiado pela enésima vez pelos puxa-sacos de sua laia, engolir uns Engov’s e seguir a sua rotina de laxista irresponsável.

O "inaudível" sifu pronunciado publicamente entrou para história do Brasil, a história da infâmia do Brasil. Mais uma da enorme série de Lula, o serial killer da vergonha, o personagem central dessa quadra de desonra, de baixeza da vida nacional. Lula e seus lacaios deixaram as instituições assim, desonrados: o Parlamento, a Justiça, a Democracia, a Soberania Nacional, a Imprensa. A marca venal é desse tamanho e contamina a sociedade inteira comprometendo o seu futuro. E ainda essa gente assemelhada a ele quer apagar o passado brasileiro, e destruir os registros da nossa moral e os documentos da nossa boa fé, da nossa honestidade como povo. Tudo isso para quê? Para elevar um sujeito vulgar e desprezível à condição de líder máximo do socialismo no Brasil.

É exatamente esse sentimento que me faz voltar a todo o momento não a ele, Lula, o infame, mas para a mídia e os intelectuais de miolo mole que o protegem, que fingem que nada vêem, que nada ouvem. A legião dos infames que o cercam e o embelezam não pára de crescer!!!

Esse artigo é para vocês, jornalistas, que o acham "pop" e "extravagante".

EDSON F. NASCIMENTO - RIBEIRÃO PRETO-SP

"Eu continuo a ser uma coisa só: UM PALHAÇO. O que me coloca em um nível muito MAIS ALTO do que o de qualquer político. Afinal de contas, TUDO é uma grande piada!"
* SIR CHARLES SPENCER CHAPLIN *


Frase da semana


O governo precisa de uma resposta lógica e eficiente à crise.

Do contrário, o país ouvirá do médico aquele diagnóstico que o presidente Lula definiu com uma falta de compostura que presidentes não deveriam ter, mas que já está se tornando habitual.

Míriam Leitão

Busquemos outras ‘guerras’: a guerra à pobreza e ao aquecimento global

Recessão ou depressão

Busquemos outras ‘guerras’: a guerra à pobreza e ao aquecimento global

A história da presente crise financeira é a história de uma morte anunciada. São incontáveis as referências feitas nos últimos anos aos "déficits gêmeos" da economia americana: na balança comercial e nas contas públicas. Os críticos do governo Bush, com Paul Krugman à frente, cansaram de clamar contra os gastos excessivos nas guerras, combinados com cortes de impostos para as camadas mais ricas da população e com uma política monetária complacente. O que não se conhecia a fundo era o mau uso que bancos e instituições assemelhadas faziam dessa situação de dinheiro farto, acompanhada de desregulamentação financeira. Daí emergiu o monstro da crise, muito mais feio do que se podia imaginar.

Havia sinais antecedentes. Em maio de 2007 assisti a uma conferência no Citigroup em Nova York. Ali, pela primeira vez, escutei falar em "subprime mortgage", da boca de Bob Rubin, ex-secretário do Tesouro de Clinton, à época conselheiro sênior do Citi. Disse ele que, por sorte, os bancos não carregavam o risco dessas hipotecas, que haviam sido "empacotadas", junto com outros títulos, e revendidas a terceiros e quartos compradores por intermédio de "veículos especiais estruturados", que recebiam o aval das agências de avaliação de riscos, apesar de misturarem títulos bons com hipotecas altamente arriscadas.

Parecia certo o que Rubin dizia: a farra dos papéis tóxicos se fazia à margem da contabilidade dos bancos. Mas, quando veio a quebradeira, eles tiveram que reconhecer a responsabilidade por tais operações e incorporar os prejuízos aos seus balanços. Caso contrário, o Tesouro e o FED, restritos por lei a injetar recursos apenas nos bancos, estariam de mãos atadas e o colapso do sistema financeiro seria inevitável.
Daí por diante foi o corre-corre conhecido: os bancos de investimento estavam atolados em papéis podres, e não só hipotecários. A falência de um deles desencadeou o fechamento de vários outros, atingiu algumas seguradoras e as agências semi-oficiais de garantia de hipotecas populares.

Na mesma época, Bill Rhodes, vice-presidente sênior do Citi, escreveu um artigo dizendo com todas as letras que em algum momento nos próximos dois anos haveria uma crise. Em agosto de 2007, as primeiras explosões foram escutadas pelos mercados, embora muitos governos permanecessem surdos a elas. As bolsas começaram a registrar o desfazimento do sonho dourado do crescimento econômico contínuo, do fim dos ciclos. Quando, em setembro/outubro daquele ano, os bancos começaram a cobrar taxas significativamente mais altas do que as oficiais nos empréstimos entre eles e, finalmente, pararam de emprestar uns aos outros, estava instalada a bruxa: a desconfiança.

A reação dos bancos centrais e dos Tesouros tem sido gigantesca. Em pouco tempo as contas passaram a ser feitas na casa das centenas de bilhões de dólares. O total "enxugamento da liquidez" deu lugar ao "empoçamento" do dinheiro: os bancos retêm os recursos recebidos, com medo de emprestar e não receber depois ou por temerem ter de cobrir novos prejuízos que venham a surgir, como a cada dia surgem.
Incerteza, medo, falta de confiança, paralisia dos créditos. Nesta hora todos gritam: mais ajuda! Mais governo! Só o governo restabelece a confiança. Não por acaso Gordon Brown, de lame duck (pato manco) do governo inglês, passou a herói do capitalismo financeiro. Nada de conceder empréstimo aos bancos a juros baratos, como queriam fazer os americanos. É preciso injetar dinheiro do Tesouro diretamente nas veias dos bancos, comprando-lhes ações, consolidando os capitais. E depressa, antes que quebrem e a economia real sofra mais ainda com a falta de crédito e suas conseqüências, a principal das quais será o aumento do desemprego. Ou seja, socializemos as perdas, antes que venha o caos!

Provavelmente não virá o caos, mas a recessão bate às portas do mundo. Até a China, que seria a esperança contra a crise, está retraindo fortemente o crescimento. O risco agora é outro: o de depressão. Para comparar, na crise de 1929 as bolsas subiram fortemente até agosto. Despencaram em outubro. Como os bancos centrais fizeram o oposto do que agora estão fazendo, a paralisia de crédito foi fatal. Mas a economia real só caiu mesmo entre 1930 e 1932. O New Deal criou uma rede de proteção social e deu impulso a obras de infra-estrutura, mas não conteve a crise, que se prolongou até 1937/38. Foi a preparação para a guerra, com os déficits justificados por ela, junto com imensos empréstimos aos países aliados, com prazos de carência até o fim da guerra e com taxas de juros irrelevantes, que reanimaram a economia americana e, mais tarde, a do mundo.

Seria insensato pregar a guerra entre os países como modo de evitar a depressão. Busquemos outros tipos de "guerra": a guerra à pobreza e ao aquecimento global, por exemplo. Barack Obama vem apontando nessa direção. Não basta falar das redes de proteção social, por mais imperativas que sejam, como são, para evitar a tragédia social. É preciso investir produtivamente, e há como fazê-lo; a busca de energias alternativas, a manutenção das infra-estruturas existentes (sociais e físicas) e a abertura de novas, sobretudo apelando à inovação tecnológica, talvez seja a receita para evitar que a recessão se transforme em depressão. Tomara a isso se acrescente uma mudança cultural que refreie a civilização do consumo e do desperdício e volte a injetar no sistema econômico um mínimo de ética e na sociedade uma preocupação maior com a eqüidade.

Fernando Henrique Cardoso é sociólogo e ex-presidente da República

Equador, calote e auditora cidadã ( ESCANDALOSO)

A assessora do calote

Post publicado no Blog do Luis Nassif
Por Andre Araujo

A registrar, o Equador contratou o escritorio de advocacia americano Foley Hoag, de Boston, para defender seus interesses na questão da divida externa com o Brasil, de US554 milhões, sendo que US$462 milhões são devidos ao BNDES. Esse mesmo escritorio defende a Venezuela e a Bolivia em demandas contra credores.

Há sinais de que o eixo bolivariano quer dar um beiço no Brasil, no que estão sendo técnicamente aasessorados pela auditora fiscal do Ministério da Fazenda do Brasil, Maria Lucia Fatorelli Carneiro, sindicalista e com forte ligações com o PT e PSOL, cedida a esses paises para ajuda-los a montar a tese do colote.

O Brasil é o maior credor governamental do Equador, com 40% da divida total de US$1,3 bilhões.
Chegamos assim à curiosa situação pela qual assessoramos um pais devedor a nos dar calote, com o apoio de uma funcionária publica paga pelo Tesouro brasileiro. O fato é tão surrealista quanto a politica externa da chancelaria paralela para a America do Sul, cujo plano de liderança continental vai acabar nos tribunais, com o Brasil processado por advogados americanos. Nelson Rodrigues não bolaria coisa melhor.

Comentário
A notícia é verdadeira. A Receita Federal, que explora os contribuintes brasileiros até o último centavo, presta assessoria aos cucarachas na elaboração de argumentos jurídicos para o calote contra o Brasil. Esses fatos deveriam ser pelo menos investigados e registrados nos anais da democracia pelos poucos parlamentares da oposição, com vistas a futura aplicação de legislação sobre traição à Pátria e a punição aos traidores. Seria interessante só para constar e incomodar, ainda que com pouca possibilidade de aprovação, elaborar projeto de Lei sobre o crime de traição, ampliando o seu conceito de modo que se estenda a toda a pessoa que, vinculada, financiada ou de qualquer modo apoiada por entidade ou governo estrangeiro, exerça atividade política no Brasil com o objetivo de mudar as nossas leis e costumes, ou influir nas decisões do governo, obstar ou limitar a ação do governo em assuntos de segurança nacional ou de segurança pública, de modificar nossas fronteiras, de reduzir, compartilhar ou subordinar a soberania nacional em todo ou em parte do nosso território, de outorgar a tribunais internacionais a jurisdição inata dos tribunais brasileiros, de transferir a organizações internacionais as atribuições ou a competência administrativa das autoridades brasileiras, de prestar assistência, apoio, ajuda, orientação ou informação a governo ou entidade estrangeira em conflito, contenda ou lide contra interesses nacionais brasileiros, etc.

Dentro dessa definição, seria também crime agir no Brasil em nome de qualquer instituição estrangeira, ongue, igreja, ou o que quer que seja, sem previamente registrar-se e identificar-se perante as autoridades brasileiras nessa qualidade, de agente remunerado de governo ou instituição estrangeira. Igualmente seria considerado como crime de traição receber treinamento ou instrução militar, ou de qualquer especialidade ligada à segurança nacional, ou ainda cursos de militância política no exterior, sem o devido conhecimento e autorização do governo brasileiro. Pessoas enquadradas nessas últimas categorias ficariam automaticamente impedidas de pertencer a partidos políticos brasileiros ou exercer atividades políticas no Brasil, exceto o direito de votar nas eleições.
A lei deveria enquadrar retroativamente os incursos nessas atividades, no sentido de obrigá-los a registrar-se como traidores involuntários ou agentes estrangeiros, quando de fato o forem, e a abandonar imediatamente as atividades anti-brasileiras nela enquadradas, prestando imediatamente contas às autoridades brasileiras, mediante relatos circunstanciados de suas ações de traição, e prestando juramento de abandoná-las totalmente, sob pena das mais severas sanções, que não excluíriam a pena de morte.

Os indivíduos, entidades ou igrejas enquadrados nessas atividades poderiam receber, caso a caso, autorização para operar no Brasil, desde que submetam relatos periódicos às nossas autoridades e se sujeitem à sua fiscalização.

E, acima de tudo, em todos os comunicados, atividades e manifestações públicas, tais entidades seriam obrigadas a apresentar-se como estrangeiras e a declarar suas fontes de financiamento, os propósitos estatutários dos seus mantenedores no exterior, bem assim os nomes e a qualificação dos seus apoiadores internacionais.
A traição seria considerada crime imprescritível, e a lei se aplicaria retroativamente na tipificação da reincidência e da contumácia em caso de crimes cometidos após a sua vigência.
Antonio G.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Eca...!

GOVERNO INSISTE NO GENOCÍDIO LENTO E SILENTE DOS APOSENTADOS

por Luiz A. Góes

Tenho que dar um conselho a todos: nunca se aposentem, ou pelo menos agüentem firme sem se aposentarem enquanto puderem, porque está demonstrado que os governos ditos "democráticos" do Brasil, particularmente o atual, estão mesmo a fim de acabar com os aposentados, matando-os de fome e impossibilitando que se tratem quando adoecerem.

O esforço que o atual (des) governo faz para impedir que os aposentados pelo menos deixem de perder os direitos – pelos quais trabalharam toda a vida – nada pedem além do que aquilo que lhes pertence – chega a ser "comovente", para usar uma palavra amena.

Não podendo impedir a aprovação dos projetos em andamento para pelo menos tentar devolver uma parte dos ditos direitos aos aposentados, depois de tudo o que lhes tem sido roubado ao longo dos anos, o "magnífico retirante" deu a ordem: engavetem esses projetos. E a turma da tal "base" – um verdadeiro "baseado" – vai obedecer, porque estão mais do que drogados pelas benesses e favores que lhes são reservados em substituição ao mensalão.

Mas, não contente com essa tunga continuada, de repente o "magnífico retirante" ficou com pressa para aprovar uma reforma tributária que apenas aumenta ainda mais a balbúrdia fiscal brasileira, além, é claro – quem poderia esperar outra coisa? – de acrescentar mais um grande imposto de âmbito federal ao já numeroso elenco deles, o que vai seguramente resultar em aumento ainda maior da carga tributária.
Em artigo reproduzido a seguir, que me foi gentilmente enviado por um de meus correspondentes internautas, o tributarista Ives Gandra Martins analisa de modo sucinto, mas brilhante, essa ‘reforma’, que melhor se poderia chamar de maracutáia tributária proposta pelo insigne (des) governante.

Talvez esteja com pressa para ter como arrancar mais grana do povo, particularmente das classes que trabalham, prevendo que a tal "marolinha" vai fazer estragos muito grandes justamente em seus últimos dois anos e ameaçar o "brilho" de sua imagem para as próximas eleições. Sim, porque alguém duvida que ele tenha a intenção de ficar? De insigne (des) governante vai ser promovido a insigne ficante.

E para ficar quer fazer uma reforma política de última hora, a qual, como bem tem advertido o jornalista Carlos Chagas, terá como ponto central "mudar o regime", acabando com a reeleição e estabelecendo mandatos mais longos para presidente, governadores e prefeitos – mudança essa que permitirá a invenção da "apagatória", ou seja, a legislação que apagará tudo o que ficou para trás e permitirá a todos, particular e principalmente ao insigne ficante, concorrer sem qualquer problema porque afinal "o regime mudou".

Cada insigne ficante tenta resolver o problema a seu modo. O Chávez, na Venezuela, está de novo tentando perpetuar-se no poder, com outras maracutáias pseudo-eleitorais. O insigne ficante vai tentar ao seu modo no Brasil, com essa "reforma política", perdão, maracutáia política. Aposto que combinaram que o que for bem sucedido ensinará ao outro como fazer o truque, perdão mais uma vez, dar o golpe "de mestre".

Quem viver verá. Os aposentados, nesse ponto, levam alguma vantagem, porque muitos já terão partido para melhor quando essas coisas aconteceram, já que estão chegando ao fim das suas picadas. Essa é, seguramente, a única vantagem que ainda têm e que ninguém, nem mesmo o insigne ficante, pode lhes tirar.



Considerações sobre a reforma tributária
Ives Gandra Martins - professor de direito e escritor.



Nada obstante todo o louvável esforço do deputado Sandro Mabel para melhorar o confuso projeto de reforma tributária enviado pelo governo federal ao Congresso – foram muitas as modificações positivas – dúvidas remanescem.

De início, tem-se a impressão – detectada entre todos os tributaristas de prestígio do país – que haverá aumento de carga tributária. Ganha a União Federal um novo imposto (IVA) incidente sobre todas as operações de circulação de bens e serviços, que será o mais importante imposto de seu elenco, abrangendo operações sobre bens e serviços, com espectro muito mais abrangente que o IPI, ICMS e ISS – que serão mantidos. Continua, por outro lado, a ter o direito de gerar quantas contribuições desejar, por força do artigo 149 da C.F., além daquelas mencionadas no parágrafo 4º do artigo 195.

Não equaciona, outrossim, o problema dos estados, não havendo, fora as linhas gerais do projeto, textos capazes sequer de sinalizar um roteiro para a aplicação do novo ICMS, dos seus fundos de desenvolvimento e equalização ou do funcionamento do ‘Confazão’, que obrigará todos os estados a terem a mesma regulamentação, não feita por legisladores, mas por funcionários das secretarias dos estados do país. É que, por mais abrangente que venha a ser a lei complementar, será sempre insuficiente para efeitos de regulamentação.

Sofre, o projeto, se não bastasse, a pressão de muitos estados, que são contrários à reforma neste momento. O governo deve pensar em sair da crise, que é grande, e para a qual ainda não conseguiu definir um plano estratégico capaz de minimizar os seus efeitos. Não desesperadamente, sem textos, projetos ou propostas regulamentadoras, insistir numa reforma que, em tese sendo para simplificar, tem mais dispositivos constitucionais do que todos os sistemas constitucionais tributários de todos os países civilizados ou emergentes da atualidade. Se aprovada, sua implantação seria extremamente complexa.

Poder-se-ia ter eliminado o imposto sobre grandes fortunas. Trata-se de tributo ideológico – cadáver tributário em outros países – em face do viés governamental de retirar dos contribuintes que geram desenvolvimento, parte do que lhes tenha sobrado, após a enxurrada de tributos sobre a renda, patrimônio e circulação de bens e serviços.

A melhor forma de afastar-se a poupança e o investimento é um tributo com este perfil, que está sendo abandonado em todos os países que o adotaram. Até mesmo na França há movimentos para aboli-lo, como se percebe de estudos de autoria de Rogério Gandra da Silva Martins, Soraya David Monteiro Locatelli, Fátima Fernandes Rodrigues de Souza e Patrícia Fernandes de Souza Garcia, que integram livro coordenado por Paulo Rabello de Castro, meu filho Rogério e por mim (Tributos no Brasil: Auge, declínio e reforma, FECOMERCIO, 2008).

Conseguiu, todavia, o deputado Sandro Mabel colocar no anteprojeto a formulação de um Código de Defesa do Contribuinte, assim como um teto para evitar o aumento da carga tributária, além de outros limites ao poder impositivo.

Pessoalmente, por ser contra mais um imposto circulatório – passariam a ser quatro (ICMS, IPI, ISS e IVA Federal) – e a reformulação proposta para o ICMS, gostaria que a reforma fosse aprovada SÓ NOS ASPECTOS POSITIVOS PROPOSTOS pelo deputado Sandro Mabel.

Saudações,
VIANNA

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Sifu...


E soltou a língua: "diarréia do mercado", "sifú"...

QUIXOTE FOI LOUCO MAS NEM TANTO

Discurso do Lula sobre a crise global.

montagem de Silsaboia

-Um médico não diz ao paciente que ele 'sifu'
-Sou otimista, adoro uma crise, adoro ser provocado'
-Às vezes, eu me sinto como se fosse o Dom Quixote,
-Parte da elite brasileira é colonizada intelectualmente'
-O mercado teve uma diarréia daquelas, insuportável'
-O Brasil vai sair dessa crise 'por cima da carne seca'

Agora eu digo:
Que merda é essa?

Silsaboia

Havia nesta personagem uma pureza, uma bondade, um idealismo verdadeiro.
Muito diferente de outros...

por Gracias a la Vida
O PERIGOSO JOGO DO POPULISMO
AO BLEFAR E CRIAR EXPECTATIVAS!

1. Enquanto, no mundo todo, os líderes de todos os países procuraram criar um clima de atenção e responsabilidade em relação à crise e o fazem acompanhar com uma gestualidade própria (ex-blog já reproduziu estudo a respeito da função da gestualidade em política), por aqui o presidente Lula faz exatamente o contrário.

Na boca do vulcão, mantém uma coreografia glacial e mistura má fé, ao criar otimismo com ilusão da boa fé da população. No início da erupção consegue 70% de ótimo+bom segundo o Data-Folha publicado hoje.


2. Ontem, Lula passou dos limites. Foi ao Rio lançar mais um programa de bolsa, outro para jovens, mudando o nome, mas mantendo a mesma lógica assistencialista. Absolutamente nada o programa agrega ao já existente "pró-jovem".

Mas não se conteve, mesmo nesse momento em que 40 mil famílias brasileiras amargam o desemprego nos últimos dias, e centenas de milhares de catarinenses, campistas e capixabas sofrem com a tragédia ambiental que viveram e vivem.


3. Lula, cinicamente, vai ao Morro do Alemão no Rio, lançar mais essa "bolsa" e diz que serão 15 milhões de reais em 18 comunidades do Estado, ou menos de 70 mil reais por comunidade/mês em um ano. Escolheu logo aquele local em que um ano e meio atrás, enviou a Força Nacional para cercá-la, ocupá-la, estabelecer confronto com traficantes, gerando a morte de culpados e inocentes que ficaram acima de 100 vítimas.

Até o início da eleição (claro), mantinha ali trincheiras da FN na Estrada do Itararé em frente às duas comunidades que visitou, as mais importantes do morro: Nova Brasília e Grota.


4. Ali retornou para tirar fotos e fazer demagogia com a boa fé de gente trabalhadora e humilde e com isso se beneficiar das fotos generosas que sempre consegue, numa espécie de factóide cúmplice. E arrematou dizendo que os jovens fariam policiamento comunitário no "Alemão". Boas fotos na rua de entrada.

Ao lado, os traficantes riam gostosamente, depois de guardarem as armas pelo tempo da encenação.


5. Em seguida foi para uma reunião com artistas para lançamento de mais um fundo, agora de apoio ao audiovisual, num momento em que os patrocínios relativos sofrem interrupção por parte de empresas estatais. E ali se derramou em chulices e piadinhas que estarreceram os presentes e chocaram quem as viu pela TV no JN.


6. É possível que para os menos avisados tenha até agradado. Só que ficam ainda menos avisados. O jogo do populismo nesse momento, na busca insaciável de popularidade, é aventureiro, irresponsável, e principalmente desrespeitoso com a população que ouve e torce de boa fé. Certamente não foi a mesma reação a dos desempregados e desabrigados pelas enchentes.


7. Não é a primeira vez que se joga com as expectativas. Apenas como mais um exemplo, o Plano Cruzado, onde pelo menos havia a boa fé dos executores, produziu uma das maiores gangorras entre popularidade e rejeição, no menor intervalo de tempo. Mas agora se joga com a impossibilidade para ganhar tempo e se lança a população numa névoa de encobrimentos e ilusões.

Blefar no pôquer pode dar certo. Blefar com a sociedade, não: todos terminarão pagando para ver.


E POR FALAR EM APROVAÇÃO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA! SARNEY FOI RECORDE HISTÓRICO NO ESTADO DO RIO!


Em 14 de junho de 1986, o Ibope divulgava pesquisa fechada no dia anterior de avaliação de governo. O presidente José Sarney tinha 81,6% de ótimo+bom, 15,5% de regular e 2,5% de ruim+péssimo. É verdade: em pleno Plano Cruzado.
Ex-Blog do Cesar Maia


A Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) prevê uma "carnificina" sobre o quadro geral de empregos no país após as festas de fim de ano. O setor é responsável hoje por 294,7 mil empregos diretos.

Ontem, durante apresentação do balanço, o setor colocou sobre os ombros do governo, e em parte do sistema bancário brasileiro, a responsabilidade de evitar demissões em massa na indústria de bens de capital.

Dados do Departamento de Economia e Estatística da associação mostram retração de 10,3% no nível de atividade do setor em outubro em comparação a setembro. O faturamento da indústria de máquinas em outubro foi de R$ 7,33 bilhões. Na terça-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) havia registrado recuo de 1,7% na atividade industrial em outubro.

Na avaliação do setor, entretanto, a indústria chegou a uma "encruzilhada". Até outubro, os dados acumulados são excepcionais, fruto de forte investimento. Entre janeiro e outubro, o faturamento global de R$ 65,4 bilhões representou alta de 24,8% em termos reais (já descontada a inflação). Segundo Carlos Pastoriza, vice-presidente da Abimaq, esses dados estão no "retrovisor". "A crise global mudou as expectativas."

Texto: Agnaldo Britto, na Folha

OS 6 MILAGRES DO COMUNISMO


-Não há desemprego. Mas ninguém trabalha;
- Ninguém trabalha. Mas todos recebem salário;
- Todos recebem salário. Mas há nada para comprar com o dinheiro;
- Ninguém consegue comprar. Mas todos são donos de tudo;
- Todos são donos de tudo. Mas ninguém está satisfeito;
- Ninguém está satisfeito. Mas 99% do povo vota pelo sistema.
por Bennett Owen