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terça-feira, 18 de março de 2014

GOVERNO CAI NA REAL




Com a faca no pescoço e a agência de classificação de risco Standard & Poor’s no seu cangote - ou seja, com ameaça de reduzir a nota soberana do País por causa do desequilíbrio das contas públicas -, finalmente o governo petista tenta respeitar o mercado e confessa (o que insistia em embromar) que o setor elétrico neste ano de 2014, com o objetivo de cobrir a defasagem de custo, vai receber recursos do governo na ordem de R$ 21 bilhões.

E somados aos mais de R$ 10 bilhões de 2013 ressarcidos às produtoras e distribuidoras de energia, por causa daquela inconsequente e populista decisão de Dilma de reduzir para o consumidor final o preço da energia elétrica na marra, o contribuinte brasileiro carregará nas costas somente neste quesito mais de R$ 30 bilhões de prejuízo.

Mas a estratégia de última hora do governo petista é marota.

Não vai ficar barato para nós, brasileiros.

Porque neste ano o Planalto deve aumentar impostos como do PIS/Confins sobre produtos importados e ainda estimular mais um Refis, perdoando multas e juros de dívidas tributárias dos inadimplentes com o Fisco.

E, como pouca desgraça não dá Ibope, Dilma também já confirmou que em 2015, ou seja, depois das eleições, lógico, o governo vai azedar o bolso dos trabalhadores.

Aquela farsa de desconto nas contas de luz era só de brincadeirinha, e um grande aumento no preço da energia elétrica deverá ocorrer.

E, se Dilma não se reeleger, certamente o reajuste pode vir antes de terminar o ano, incluindo todos os custos que o governo reprimiu desde 2013, como o do transporte urbano e o reajuste dos combustíveis.

Portanto, "vingança" não se resume somente ao nome da bela canção de Lupicínio Rodrigues, mas a uma tendência da era Lula.

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