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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

NO SEGUNDO TURNO, NÃO VIAJE, VOTE! Lula (Hitler) descobre que Dilma não ganhou no primeiro turno


Reunião realizada no Palácio do Planalto após as eleições.



NO SEGUNDO TURNO, NÃO VIAJE, VOTE!
GustavoCLa

15 de outubro de 2010


DILMA E LULA # QUEBRARAM O BRASIL


DILMA E LULA # QUEBRARAM O BRASIL

Carta de leitor da VEJA

12/10/2010 às 23:04

Segundo o site do: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/dividapublica a dívida interna e externa do nosso Brasil querido é de (pasmem)

R$ 2 trilhões e 400 bilhões de reais.

Em janeiro de 2003 quando DILMA e LULA assumiram esse valor era de R$ 857 bilhões de reais, portanto o que o Brasil demorou para acumular em dívidas desde os tempos de Cabral foi triplicado em 7 anos e meio.

É pouco ou quer mais.

Se eles ficarem mais tempo no poder vão ter que vender o Brasil.

Não acreditem em mim consultem o site.

 
 Dívida do Brasil após Lula... e na hora de pagar a conta... quem vai pagar ?
 

Fendel
 

Programa de Propaganda de José Serra - 15/10/2010 (à tarde)



RicardoNoblat

15 de outubro de 2010

Dilma, crie vergonha!

Dilma divulga carta com compromisso contra o aborto


Antes de ser candidata





 Hoje, como candidata,
enganando o povo brasileiro






É claro que Lula vai correr do confronto com FHC; é língua solta, mas não é burro


É claro que Lula vai correr do confronto com FHC;
é língua solta, mas não é burro


É claro que Lula não vai aceitar o debate com FHC quando encerrar o seu mandato.

A razão é simples: ele não topa o confronto em igualdade de condições.

Já imaginaram o “sociólogo” a dizer ao “operário”:

“Não, Lula!

É mentira que você expandiu as universidades federais como você diz.

Você também não criou 14 universidades, mas desmembrou as que existiam.

Não, Lula, não houve expansão.

Formam-se hoje menos alunos nas federais do que quando eu era presidente”.


Imaginem isso dito cara a cara, com os dados objetivos nas mãos, sem a máquina publicitária oficial do petismo para fraudar a verdade.

Penso em FHC com uma cópia da ação que o PT moveu contra a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ou com uma síntese de todas as ofensas de que foi alvo quando criou o Proer, que saneou os bancos brasileiros.

Antevejo Lula confrontado com o seu discurso durante a implementação do Plano Real…


Lula não sobrevive, evidentemente, sem a mistificação estúpida que o acompanha desde quando era sindicalista.

Confrontado com os fatos, constataríamos a brutal quantidade de bobagens que este senhor já disse e fez.

Ele é, por exemplo, o verdadeiro autor da tese de que programas sociais direcionados, como Bolsa Família, não passam de esmola.


As críticas de Lula a FHC só prosperam na covardia:
a luta da máquina oficial contra um só indivíduo.

Em igualdade de condições, o petista não topa o confronto.

O resultado, ele conhece de antemão.
15.10.2010

FHC desafia Lula e comanda união tucana


Fernando Henrique Cardoso teve o relevante papel histórico de "bancar" a estabilização da moeda brasileira, seja enquanto ministro da Fazenda, seja enquanto presidente da República.

De forma injusta Lula e o PT têm desqualificado esse fato histórico. Finalmente FHC reagiu e desafiou Lula para um debate olho no olho depois de sua saída da Presidência da República.

Isso é importante porque mostra o engajamento na campanha de José Serra, o crescimento da auto-estima das forças de oposição ao PT e uma voz unida em torno dos líderes dentro do PSDB.

Não ao acaso os jornais dos últimos dias estão noticiando crescentes adesões de lideranças regionais antes engajadas com Dilma Roussef, como Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e de parte do PMDB gaúcho.

Depois desse estágio o apoio à candidatura se torna uma avalanche irresistível.


nivaldocordeiro | 15 de outubro de 2010

Céu x Inferno - Coturno Noturno

Céu x Inferno


Por O EDITOR
Coturno Noturno

No céu, que é azul, reina a mais absoluta tranquilidade.

O quadro está estabilizado durante toda a semana, mantendo a umidade relativa do ar em confortáveis 52 x 48.

Há um clima de confiança, responsabilidade e um foco total na análise do comportamento dos abençoados e da legião de anjos lá fora.

Fiquemos calmos também e concentremo-nos no nosso trabalho.



Do outro lado, no inferno vermelho, tudo arde em chamas e não há um pedaço do lodaçal que não esteja sendo atacado violentamente pela Besta, que agora pegou as sete chaves da porta e quer revistar tudo antes que saia.

Além disso, fantasmas como o Zé e vampiros como o Gomes voltaram a rondar a casa.

O stress da diabada é evidente, o que repercute no baixíssimo nível das soluções encontradas.

Já que estamos no inferno, vamos dar um abraço no diabo, gritam desesperados.

Este é o clima de lá.



Outubro 15, 2010

Essa gente não se conforma que um torneiro mecânico faça mais e melhor que eles. Estão transferindo para você o ódio que acumularam contra mim”.




Escondido em palanques

Por Augusto Nunes

“As acusações que estão fazendo a Dilma é de uma parte da elite que fazia as mesmas acusações ao Ulysses, ao Tancredo Neves, às Diretas Já, a mim em 89, a mim em 94, a mim em 98, fizeram em 2006 e agora estão fazendo contigo a mesma coisa.

Essa gente não se conforma que um torneiro mecânico faça mais e melhor que eles. Estão transferindo para você o ódio que acumularam contra mim”.


Lula,
nesta quinta-feira em Ananindeua, no Pará, escondido num palanque para escapar do desafio proposto por Fernando Henrique Cardoso: um debate público entre os dois para tratar desses assuntos e de tudo o mais.

PIOR DO QUE ESTÁ....FICA!

Tá bichada Zé ou tem marimbondo no pé


Laranja Madura

Ataulfo Alves


Composição: Ataulfo Alves


Você diz que me dá casa e comida
Boa vida e dinheiro prá gastar
O que é que há, minha gente,
o que é que há
Tanta bondade que me faz desconfiar

Laranja madura na beira da estrada
Tá bichada Zé ou tem marimbondo no pé

Santo que vê muita esmola na sua sacola
Desconfia e não faz milagres não
Gosto de Maria Rosa, mas quem me dá prosa, é Rosa Maria
Vejam só que confusão

Laranja madura na beira da estrada
Tá bichada Zé ou tem marimbondo no pé

Lulistas já encaram a derrota

Lulistas já encaram a derrota

No site da Veja,a boa notícia:


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ministros que formam o chamado "núcleo duro" do governo e o comando da campanha de Dilma Rousseff avaliaram, em reuniões realizadas ao longo da semana, que "a situação é problemática" para a candidatura da petista à Presidência.

A recomendação unânime foi para que Dilma concentre a campanha nas regiões Sul e Sudeste e deixe de lado o Nordeste - onde, conforme os petistas, a eleição "está ganha.
Bye-bye, petralhas.

Danilo Gentili Politicamente Incorreto - o PT já perdeu a eleição.



Danilo Gentili Politicamente Incorreto

 Stand up UOL em Brasília

akivideosbrasil3

1 de outubro de 2010

PV se antecipa a iminente neutralidade de Marina e faz ato pró-Serra

PV se antecipa a iminente neutralidade de Marina e faz ato pró-Serra

Painel da Folha

DE SÃO PAULO

O esperado anúncio da neutralidade da candidata derrotada Marina Silva no segundo turno e a iminência da liberação, pelo PV, do caminho a ser seguido por seus diretórios estaduais levaram um grupo capitaneado por Fernando Gabeira (RJ) e Fábio Feldmann (SP) a marcar para segunda-feira um ato público em São Paulo no qual será referendado apoio de parte dos verdes a José Serra.

Segundo o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL), o argumento a justificar o acordo é a observância dos dez pontos programáticos apresentados pelo partido e a promessa de cooperação tucana no embate que se avizinha no Congresso em torno da votação Código Florestal.

Os "marineiros" pró-Serra dizem reunir 70% do PV.

Oficialmente, o partido tomará a decisão de apoio a um dos candidatos ou de neutralidade no próximo domingo, durante convenção nacional do partido.

Terceira colocada no primeiro turno com cerca de 20 milhões de votos, Marina virou alvo de disputa entre Dilma Rousseff (PT) e Serra para um apoio neste segundo turno.

Para Vargas Llosa, Lula tem conduta 'esquizofrênica' no governo

Em visita ao Brasil após prêmio Nobel, peruano diz que postura democrática do presidente não se reproduz na política externa

Em sua primeira visita ao Brasil desde que foi agraciado com o prêmio Nobel de Literatura na semana passada, o escritor peruano Mario Vargas Llosa, 74, chamou de "esquizofrênica" a conduta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no governo brasileiro.


"Lula fez evolução notável na política interna. Há no Brasil um desenvolvimento que impressiona o mundo inteiro, conduzido por posições democráticas admiráveis.

O que lamento é que (ele) não tenha uma política internacional equivalente", disse Vargas Llosa, que criticou a relação que Lula mantém com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.



"Lá (Irã) estão atirando pedras em mulheres adúlteras!

Como (Lula) vai legitimar um tirano assassino que representa uma forma anacrônica de fanatismo? (...)


Há razões políticas, geopolíticas, mas não há razão ética ou moral que justifique esse tipo de esquizofrenia na conduta de um governante", disse o peruano.


Ele ainda se disse "desconcertado, entristecido e indignado" com o encontro entre Lula e o líder cubano Raúl Castro em janeiro, quando o dissidente político cubano Orlando Zapata morreu em razão de uma greve de fome.

"Por que um democrata no Brasil vai se abraçar com um ditador repelente como o sr. Castro no mesmo momento em que está morrendo um dissidente?"


Vargas Llosa falou nesta quarta-feira a funcionários do Grupo Abril, em São Paulo, em entrevista conduzida pelo jornalista Ricardo Setti.

Ao longo de uma hora, ele tratou da sua reação ao Nobel, da relação entre política e literatura e dos motivos que o fazem estar "mais otimista" quanto aos destinos do mundo e da América Latina.

Correção política

Defensor do liberalismo na economia e na política, Vargas Llosa disse ter ficado "surpreso" com a notícia de que recebera o maior prêmio da literatura mundial, principalmente ao levar em conta os últimos ganhadores.


"A impressão é que eles não queriam dar o prêmio a pessoas controvertidas, principalmente do Terceiro Mundo. Preferiam os que seguiam uma certa correção política. Mas, posto que me deram o prêmio, parece que estavam errados", disse o peruano, provocando risos na plateia.


Vargas Llosa rejeitou a ideia de que a sua atuação política (ele escreve com frequência artigos e ensaios sobre o tema) afete negativamente a sua produção literária.


"A literatura não deve se afastar da vida. (...) Gostaria que a minha obra fosse como uma esponja que absorvesse tudo o que acontece no seu tempo. Não conheço grande literatura que tenha sido indiferente à política."


Desmonte do comunismo

Sobre os rumos da política mundial, o escritor disse estar hoje mais otimista do que há alguns anos, citando o "desmonte" do comunismo.


"Lembro-me de um discurso do Henry Kissinger (secretário de Estado americano entre 1973 e 1977), que não é um tonto, pouco antes da queda do Muro de Berlim (1989).

Ele disse: 'Senhoras e senhores, tenhamos claro que o comunismo está aqui para ficar'. Mas ele desapareceu, e não porque foi derrotado pelo Ocidente, mas por uma putrefação interna, por uma incapacidade de organizar uma economia produtiva, porque o sistema de controle do pensamento e da vida o foi asfixiando."


Vargas Llosa também considera que a América Latina evoluiu substancialmente nos últimos anos, com a expansão e a consolidação da democracia.


"(Na América do Sul) hoje só temos uma semiditadura, a de Hugo Chávez, que foi derrotada nas últimas eleições e tem um fracasso econômico enorme. Dificilmente o regime vai sobreviver muito tempo."


Segundo o escritor, os avanços recentes fazem com que o continente "comece a recuperar o tempo perdido". Mas ele alerta que, apesar do progresso, "não se pode cair na ingenuidade, porque pode haver volta".

Experiência desoladora

Para o peruano, situação muito menos promissora que a América Latina tem a República Democrática do Congo, país que ele visitou durante a produção do seu último livro, O sonho do celta, ainda não publicado no Brasil.


A obra trata da vida do diplomata irlandês Roger Casement (1864-1916), que denunciou os abusos cometidos na colonização do então Congo belga pelo rei Leopoldo 2º, entre os séculos 19 e 20.


Vargas Llosa conta que a viagem ao país africano, que durou 15 dias, foi a experiência "mais desoladora, triste e deprimente" de sua vida.


"Vi um médico congolês que me disse: 'o problema número um deste país são os estupros.

Aqui, há muitos anos que não se estupra por prazer sexual, o estupro é uma arma para humilhar o adversário.

Te digo que num povoado não há uma só mulher que nunca tenha sido estuprada'.

Ele me disse isso e começou a chorar de modo atroz."


Para Vargas Llosa, o cenário é tão grave que os prognósticos de que o país não tem solução "pode ser verdadeiro".

"Mas, se é certo, a culpa maior, a responsabilidade principal de que o país tenha chegado a essa situação de espanto é a colonização belga, é o que os belgas fizeram ali", diz o escritor.


BBC Brasil - Estadão

14 de outubro de 2010

Pe. Léo Fala de Lula.... Lula, é melhor viver nos quintos do inferno diz Pe. Léo



Padre Léo:

“manda me matar, mas não mata um milhão de crianças na barriga da mãe”.