Eu sou uma metamorfose ambulante!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Aécio rejeita afirmações de Hélio Costa e ironiza sua aproximação do PT
Aécio rejeita afirmações de Hélio Costa e ironiza sua aproximação do PT
Para ex-ministro, tucano poderia ser candidato de Lula se tivesse deixado o PSDB
Do R7
O ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) divulgou na tarde desta quarta-feira (11) uma nota em que responde às declarações de Hélio Costa, candidato do PMDB ao governo do Estado.
Mais cedo, durante uma sabatina, o ex-ministro afirmara que, caso tivesse deixado o PSDB, Aécio poderia ter sido escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do governo a sua sucessão.
Na nota, Aécio chamou de "mais um equívoco" as afirmações de Hélio Costa. "Coragem na vida pública é honrar compromissos assumidos com a população", diz a nota, "é priorizar a coerência e a lealdade às próprias convicções e princípios".
O ex-governador de Minas, que tentou ser candidato à Presidência pelo PSDB e agora concorre a uma vaga no Senado, disse que sempre repudiou com "veemência o oportunismo político como meio de ascensão política". Em outro trecho, lançou críticas diretas a Hélio Costa, que embora tenha sido ministro das Comunicações do governo Lula já enfrentou problemas com o PT.
"Como muitas pessoas em Minas, eu tenho dificuldade em compreender como o senador [Hélio Costa] não se constrange em caminhar de braços dados com quem já o atacou de forma tão violenta, como é o caso da CUT [Central Única dos Trabalhadores] e do PT, que, em um passado pouco distante, talvez até de forma injusta, chegou a pedir a impugnação da candidatura dele ao governo do Estado", afirma Aécio. Segundo ele, "na vida pública, cada um faz as suas escolhas e tem a sua trajetória própria. E por elas será julgado".
Para que pudesse concorrer ao governo mineiro, Costa precisou vencer a resistência do comitê petista regional, entusiasta da candidata de Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte. A escolha do ministro, porém, foi confirmada após a intervenção da direção nacional do PT. Falou mais alto, neste caso, a aliança com o PMDB para a disputa presidencial.
Durante a sabatina, o candidato peemedebista afirmou que Aécio Neves só não é o candidato do governo à Presidência, em vez da petista Dilma Rousseff, porque faltou a ele "desprendimento político" e "coragem" para deixar o PSDB.
- Cheguei a dizer várias vezes que ele poderia ser candidato do presidente. Faltou visão estratégica, principalmente quando Lula perdeu seus candidatos, José Dirceu e depois Antonio Palocci, e começou a mirar a Dilma. Quem sabe até pela relação dos dois, o presidente gosta muito do estilo do Aécio Neves. Faltou desprendimento político, para não dizer coragem. Aqui.
Mais cedo, durante uma sabatina, o ex-ministro afirmara que, caso tivesse deixado o PSDB, Aécio poderia ter sido escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do governo a sua sucessão.
Na nota, Aécio chamou de "mais um equívoco" as afirmações de Hélio Costa. "Coragem na vida pública é honrar compromissos assumidos com a população", diz a nota, "é priorizar a coerência e a lealdade às próprias convicções e princípios".
O ex-governador de Minas, que tentou ser candidato à Presidência pelo PSDB e agora concorre a uma vaga no Senado, disse que sempre repudiou com "veemência o oportunismo político como meio de ascensão política". Em outro trecho, lançou críticas diretas a Hélio Costa, que embora tenha sido ministro das Comunicações do governo Lula já enfrentou problemas com o PT.
"Como muitas pessoas em Minas, eu tenho dificuldade em compreender como o senador [Hélio Costa] não se constrange em caminhar de braços dados com quem já o atacou de forma tão violenta, como é o caso da CUT [Central Única dos Trabalhadores] e do PT, que, em um passado pouco distante, talvez até de forma injusta, chegou a pedir a impugnação da candidatura dele ao governo do Estado", afirma Aécio. Segundo ele, "na vida pública, cada um faz as suas escolhas e tem a sua trajetória própria. E por elas será julgado".
Para que pudesse concorrer ao governo mineiro, Costa precisou vencer a resistência do comitê petista regional, entusiasta da candidata de Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte. A escolha do ministro, porém, foi confirmada após a intervenção da direção nacional do PT. Falou mais alto, neste caso, a aliança com o PMDB para a disputa presidencial.
Durante a sabatina, o candidato peemedebista afirmou que Aécio Neves só não é o candidato do governo à Presidência, em vez da petista Dilma Rousseff, porque faltou a ele "desprendimento político" e "coragem" para deixar o PSDB.
- Cheguei a dizer várias vezes que ele poderia ser candidato do presidente. Faltou visão estratégica, principalmente quando Lula perdeu seus candidatos, José Dirceu e depois Antonio Palocci, e começou a mirar a Dilma. Quem sabe até pela relação dos dois, o presidente gosta muito do estilo do Aécio Neves. Faltou desprendimento político, para não dizer coragem. Aqui.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Petróleo ameaça legado de Lula, diz artigo no Financial Times
O jornal britânico Financial Times adiantou em seu site um artigo segundo o qual as dificuldades de exploração do petróleo na camada pré-sal ameaçam o legado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por Sílvio Guedes Crespo
No site do FT, Lula agarra-se a plataforma
(imagem: reprodução)
(imagem: reprodução)
Petróleo ameaça legado de Lula, diz artigo no Financial Times
“Seu presidente enormemente popular, Luiz Inácio Lula da Silva, parecia que deixaria o cargo sob um coro de elogios – até que ele mergulhou nas complicações do petróleo de águas profundas”, afirma o autor do artigo, Norman Gall, diretor-executivo da Instituto Fernando Braudel, em São Paulo.
Na opinião do autor, se ocorrer um grande acidente na região do pré-sal, “nem a Petrobrás, nem a Marinha brasileira tampouco embarcações privadas poderiam montar um esforço de emergência na mesma escala vista no Golfo do México [onde explodiu e afundou uma plataforma da petrolífera BP em abril, com vazamento de óleo que dura até hoje]”.
O texto diz que Lula usa como arma política a imagem do Brasil como potência de petróleo.
Reconhece que essa possibilidade “não é ilusória”, mas insinua que o fato de Dilma Rousseff ter ocupado uma cadeira no conselho da Petrobrás influenciou na proposta legislativa que deu à empresa o monopólio sobre as áreas descobertas, propostas essas que, na avaliação do autor, geraram “uma miríade de problemas”.
A necessidade de levantamento de capital para a Petrobrás, junto com os gastos para a Copa e as Olimpíadas, podem gerar um aumento de despesas públicas, “pode significar um retorno lastimável ao passado”.
Como consequência, diz o artigo, “a reputação de Lula pode em breve naufragar tão fundo quanto as reservas de petróleo que entusiasmaram o País”.
Petrobrás na berlinda
A Petrobrás entrou na berlinda nos últimos dias. Ontem (terça-feira, 10), os jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo escolheram a empresa como a principal notícia do dia.
O Estadão informou que a Petrobrás e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) estão brigando.
Dos contratos para compra de equipamentos pela empresa, 65% têm que vir de fornecedores brasileiros, obrigatoriamente.
A petrolífera quer baixar esse número para 35%, mas a ANP não aceita.
Dos contratos para compra de equipamentos pela empresa, 65% têm que vir de fornecedores brasileiros, obrigatoriamente.
A petrolífera quer baixar esse número para 35%, mas a ANP não aceita.
Na Folha, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, disse em entrevista que o governo quer aumentar sua participação na Petrobrás de 32% para 40%.
Já O Globo reportou que a ANP vai inspecionar uma plataforma da Petrobrás por causa de risco de acidente.
Um dos fiscais disse que há perigo de acidente de trabalho de “grandes proporções.
Um dos fiscais disse que há perigo de acidente de trabalho de “grandes proporções.
11 de agosto de 2010
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SERRA - FUTURO PRESIDENTE DO BRASIL
Serra foi fantástico: coerente, competente, centrado, equilibrado.
José Serra dá show de desempenho no Jornal Nacional
Por admx
O candidato do PSDB a presidência José Serra deu hoje entrevista à bancada do Jornal Nacional - o mais assistido do Brasil - dando um show de preparo e competência em se expressar e mostrar os reais problemas que o Brasil precisa enfrentar.Apesar dos escassos 12 minutos, Serra conseguiu ser extremamente claro nos assuntos em que foi provocado. Saúde, estradas, combate a corrupção, pedágios, popularidade do atual presidente foram os assuntos com mais destaque.
Mesmo sendo inquirido pelo casal de apresentadores Fátima Bernardes e Willian Bonner com algumas perguntas espinhosas como, por exemplo, o apoio do PTB do mensaleiro Roberto Jefferson à sua campanha, Serra mostrou sem pestanejar que sua conduta em relação aos apoios políticos na estratégia eleitoral não influencia sua conduta de governante eleito, dando como exemplo suas gestões como prefeito e governador de São Paulo, onde nunca houve denúncias de loteamento e corrupção, mesmo tendo apoio amplo nas casas legislativas.
Dos três candidatos que se apresentaram ao eleitor brasileiro sem máscaras nem marketagem no principal programa jornalístico da TV brasileira, sem dúvida José Serra deixou claro estar preparadíssimo para assumir a responsabilidade de conduzir o país nos próximos quatro anos.
Basta assistir os três vídeos em http://g1.globo.com/jornal-nacional/ e constatar.
11 de agosto de 2010
O Mestre ensina como tratar corretamente a discípula: muita gentileza e nenhuma pergunta
Por Augusto Nunes
O presidente da República conta piadas obscenas na presença de mulheres, relata intimidades conjugais em palavrórios no palanque e, pelos arrulhos que anda trocando com o neocompanheiro, não achou grave a afronta infligida à filha Lurian e a ele próprio por Fernando Collor na campanha de 1989, quando sua ex-namorada Miriam Cordeiro foi alugada pelo adversário para acusar Lula de ter tentado forçá-la a interromper a gravidez com um abordo. Piadas grosseiras, revelações personalíssimas, agressões brutais ─ nada disso pode parecer constrangedor aos olhos e ouvidos femininos.
O que Lula considera intolerável é perguntar a uma mulher que disputa a Presidência da República o que o eleitorado deseja saber.
“Eu esperava que o entrevistador tivesse um pouco mais de gentileza”, queixou-se nesta terça-feira durante a discurseira em Belo Horizonte.
Sempre escondendo o nome do acusado, Lula decidiu que o jornalista William Bonner, no Jornal Nacional de segunda-feira, foi descortês com a entrevistada Dilma Rousseff.
Deveria tratá-la com muita delicadeza, ensinou, “pelo fato de ser mulher e ser candidata”.
Lula assistiu ao mesmo programa em que milhões de brasileiros viram apenas um William Bonner incisivo, como deve ser todo entrevistador, mas exemplarmente educado.
Por que resolveu enxergar agressões inexistentes?
Para agredir a liberdade de imprensa, inibir os donos de empresas jornalísticas e, sobretudo, ameaçar os entrevistadores.
O padrinho só ficará satisfeito quando todos perguntarem o que a afilhada acha da beleza da mulher brasileira, do Carnaval do Rio ou do presidente Lula.
Se acha mesmo que William Bonner protagonizou um caso de descortesia com mulheres, Lula deve apresentar-se imediatamente à delegacia mais próxima pelo caso de polícia que estrelou em 1984.
Acusada de votar em Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, a deputada Bete Mendes ─ mulher, até prova em contrário ─ foi expulsa por Lula do PT.
Em Belo Horizonte, jurou que “aprendeu muito” com Tancredo.
Se fosse sincero, enviaria a Bete Mendes centenas de buquês de rosas semelhantes à que a candidata que inventou ganhou do chefe “pela calma e tranquilidade que teve no Jornal Nacional”.
Mas Lula tem tanto compromisso com a verdade quanto Dilma Rousseff.
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O Brasil pode mais
PRECISAMOS DE 12 MINUTOS DE SUA ATENÇÃO
Na quinta passada tivemos o primeiro debate entre candidatos à presidência na TV aberta.
Foi um grande passo para que as pessoas percebam a diferença entre os candidatos.
Como era de se esperar, o debate foi proveitoso para o nosso candidato.
Mas quem venceu mesmo o debate foi o eleitor: ganhou parâmetros para escolher melhor e para fundamentar sua escolha.
Hoje é mais um dia de grande importância para nós.
Serra estará ao vivo, às 20:15m, no Jornal Nacional.
É uma das maiores audiências da TV brasileira e tem mais alcance do que o próprio horário eleitoral.
Serra estará ao vivo por apenas 12 minutos, tempo suficiente para mostrar sua experiência e competência para conduzir o Brasil.
Por isso, mande um lembrete para as pessoas do seu círculo de amizade que ainda não decidiram em quem votar.
Ligue para eles antes da entrevista.
Fale da importância de comparar os candidatos e suas propostas.
Convença-os da importância de se informar e, depois do jornal, ligue de novo e nos conte o que essa pessoa achou.
Juntos podemos mais. Vamos em frente!
Contamos com você!
Equipe Serra Presidente 45
O Brasil pode mais
Equipe Serra Presidente 45
O Brasil pode mais
O lixo moral do governo Lula e o seu Itamarati
O lixo moral da República dos Megalonanicos.
Ou: a minha vergonha patriótica
Quer dizer que Lula assina as sanções contra o Irã “contrariado”?
Que pena!
O ministro Celso Amorim fique tranqüilo. Não será por falta de vergonha que a gente vai ficar constrangido ao ler coisas assim.
Eu me envergonho em seu lugar — uma vergonha que eu diria ser, assim, patriótica…
Afinal, ele é brasileiro, também sou, e não há nada que eu possa fazer a esse respeito a não ser lamentar e… me envergonhar um pouco!
Lula está contrariado, é?
Eu entendo: não é todo dia que um chefe de estado declara sua “amizade e carinho” por um ditador que manda enforcar adversários e que defende o apedrejamento de viúvas acusadas de adultério.
Num rasgo de humanidade, o “sistema” mudou a acusação para assassinato e a pena para enforcamento.
Quando o aparato repressivo de Ahmadinejad resolve ousar no terreno dos direitos humanos, não tem pra ninguém.
Convenham: é um amor que merecia um melhor destino.
Pois é…
Lula apostava tanto na sua estratégia de tratar um terrorista nuclear como bibelô!
Achou que poderia mesmo assombrar o mundo com a sua “estratégia”.
E aquilo tudo deu em nada. Ou nem tanto: alguma coisa mudou. O presidente brasileiro chegou a ser saudado como uma boa novidade entre os líderes dos países emergentes.
No fim do mandato, sua estatura moral aos olhos do mundo é correspondente à altura de Celso Amorim.
As artimanhas retóricas deste senhor são preciosidades da empulhação.
Vejam lá: “Alguns bancos e algumas empresas que foram suspeitas de terem envolvimento com atividades nucleares (…)”.
“Suspeitas” uma ova!
Essas empresas e bancos são divisões da Guarda Revolucionária Iraniana, onde está lotada a elite militar que governa o país. Hoje, antes de ser uma ditadura religiosa, o Irã é uma ditadura militar com ambições nucleares.
A eleição se tornou mero ritual homologatório no país.
O vencedor será aquele que for “eleito” pela Guarda — se não for no voto, vai na fraude, como se viu.
O aparato militar impõe hoje a sua vontade ao Conselho da Revolução Islâmica, que reúne os aiatolás.
Eles chegaram até a ensaiar alguma resistência à escancarada fraude eleitoral no país — o aiatolá Lula divergiu e disse que tudo não passava de disputa de torcidas —, mas os milicos botaram as armas na mesa.
Ahmadinejad, o “amigo” por quem Lula tem “carinho”, é a face visível desse aparato.
Severos mesmo, como sabemos, Lula e Amorim são com a perigosíssima… Honduras!!!
E só para arrematar: o alinhamento do Brasil com ditaduras antiamericanas não é casual.
Trata-se de um método.
Amorim encaminhou à ONU um documento em que propõe que os violadores sistemáticos de direitos humanos não sejam mais alvos de censura, mas interlocutores de um bom bate-papo.
Segundo este gigante, censuras ou sanções são ineficientes.
Que visão!
O que isso significa?
Que respeitadores e transgressores dos direitos humanos têm o seu lugar garantido no concerto das nações. Alguns porque prezam as liberdades públicas e os direitos individuais; outros porque enforcam e degolam seus adversários, do que decorre um corolário óbvio:
Ou: a minha vergonha patriótica
Por Reinaldo Azevedo
Quer dizer que Lula assina as sanções contra o Irã “contrariado”?
Que pena!
O ministro Celso Amorim fique tranqüilo. Não será por falta de vergonha que a gente vai ficar constrangido ao ler coisas assim.
Eu me envergonho em seu lugar — uma vergonha que eu diria ser, assim, patriótica…
Afinal, ele é brasileiro, também sou, e não há nada que eu possa fazer a esse respeito a não ser lamentar e… me envergonhar um pouco!
Lula está contrariado, é?
Eu entendo: não é todo dia que um chefe de estado declara sua “amizade e carinho” por um ditador que manda enforcar adversários e que defende o apedrejamento de viúvas acusadas de adultério.
Num rasgo de humanidade, o “sistema” mudou a acusação para assassinato e a pena para enforcamento.
Quando o aparato repressivo de Ahmadinejad resolve ousar no terreno dos direitos humanos, não tem pra ninguém.
Convenham: é um amor que merecia um melhor destino.
Pois é…
Lula apostava tanto na sua estratégia de tratar um terrorista nuclear como bibelô!
Achou que poderia mesmo assombrar o mundo com a sua “estratégia”.
E aquilo tudo deu em nada. Ou nem tanto: alguma coisa mudou. O presidente brasileiro chegou a ser saudado como uma boa novidade entre os líderes dos países emergentes.
No fim do mandato, sua estatura moral aos olhos do mundo é correspondente à altura de Celso Amorim.
As artimanhas retóricas deste senhor são preciosidades da empulhação.
Vejam lá: “Alguns bancos e algumas empresas que foram suspeitas de terem envolvimento com atividades nucleares (…)”.
“Suspeitas” uma ova!
Essas empresas e bancos são divisões da Guarda Revolucionária Iraniana, onde está lotada a elite militar que governa o país. Hoje, antes de ser uma ditadura religiosa, o Irã é uma ditadura militar com ambições nucleares.
A eleição se tornou mero ritual homologatório no país.
O vencedor será aquele que for “eleito” pela Guarda — se não for no voto, vai na fraude, como se viu.
O aparato militar impõe hoje a sua vontade ao Conselho da Revolução Islâmica, que reúne os aiatolás.
Eles chegaram até a ensaiar alguma resistência à escancarada fraude eleitoral no país — o aiatolá Lula divergiu e disse que tudo não passava de disputa de torcidas —, mas os milicos botaram as armas na mesa.
Ahmadinejad, o “amigo” por quem Lula tem “carinho”, é a face visível desse aparato.
Severos mesmo, como sabemos, Lula e Amorim são com a perigosíssima… Honduras!!!
E só para arrematar: o alinhamento do Brasil com ditaduras antiamericanas não é casual.
Trata-se de um método.
Amorim encaminhou à ONU um documento em que propõe que os violadores sistemáticos de direitos humanos não sejam mais alvos de censura, mas interlocutores de um bom bate-papo.
Segundo este gigante, censuras ou sanções são ineficientes.
Que visão!
O que isso significa?
Que respeitadores e transgressores dos direitos humanos têm o seu lugar garantido no concerto das nações. Alguns porque prezam as liberdades públicas e os direitos individuais; outros porque enforcam e degolam seus adversários, do que decorre um corolário óbvio:
nessa instância de que Amorim e Lula pretendem ser líderes morais, tanto faz enforcar ou respeitar o oponente.
É o lixo moral!
10/08/2010
Estrangeiros integrantes de ONG, de missões religiosas ou de organizações humanitárias, têm privilégios de locomoção e circulação que não são concedidos aos brasileiros que vivem em Roraima.
Por Armando L. M. de Paiva Chaves
A desapropriação de terras na Raposa-Serra do Sol, constituindo quase 10% do território de Roraima, plantadas com arroz, é assunto muito comentado.
A desapropriação de terras na Raposa-Serra do Sol, constituindo quase 10% do território de Roraima, plantadas com arroz, é assunto muito comentado.
Proprietários há mais de meio século foram desalojados, com indenização zero ou pouco mais, para a constituição de reserva indígena.
Contrariou os desejos da maioria da população, incluindo os índios, que não queriam a demarcação contínua, proposta pela Funai, com apoio das ONG que operam na área, mas na forma de ilhas.
A decisão governamental foi questionada no STF, que não se julgou habilitado para impedi-la, mas estabeleceu numerosas exigências para a vida naquele descomunal território lindeiro com a Venezuela.
Garantiu as prerrogativas de autoridades militares e policiais para continuar exercendo a vigilância na fronteira e prover a segurança interna.
A criação da reserva, além de lesões ao direito de propriedade, representa sério risco para a soberania nacional, por sua localização fronteiriça.
Mas a principal ameaça está na quantidade de estrangeiros que lá operam, a pretexto de dar assistência aos índios.
Identificando-se como integrantes de ONG, de missões religiosas ou de organizações humanitárias, têm privilégios de locomoção e circulação que não são concedidos aos brasileiros que vivem em Roraima.
A restrição, até agora ignorada pelas autoridades constituídas, é inaceitável amputação do direito de ir e vir, constitucionalmente assegurado em todo o território nacional.
...................
Mais grave, entretanto, foi a atitude tomada pelo Palácio do Planalto.
Baixou determinação para o assunto não ser comentado por policiais e militares e recomendou à imprensa que evitasse explorar a notícia.
Baixou determinação para o assunto não ser comentado por policiais e militares e recomendou à imprensa que evitasse explorar a notícia.
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Raposa-Serra do Sol
Gradualidade...
Sobre a campanha política...
Em uma campanha polarizada entre dois candidatos, 30% votam no candidato A, 30% no candidato B, 10% não votam em ninguém e TRINTA POR CENTO tanto podem votar em A quanto em B.
São estes trinta por cento que precisam ser convencidos a votar em Serra.
E estes eleitores não entendem nada de política.
A campanha do candidato NÃO É FEITA PARA NÓS.
Nós votaremos no Serra com campanha ou sem campanha.
Nós já tomamos a decisão.
Do mesmo modo os petistas.
Aliás eles não têm escolha.
Votar na górgona petista é uma obrigação estatutária.
Nós, os votantes do Serra, somamos trinta por cento do eleitorado.
Eles, os votantes da medusa, outros trinta por cento.
Nem nós, nem eles, somos suficientes para decidir uma eleição, já que nenhum dos dois grupos formam a maioria do eleitorado.
Quem decide a eleição são os trinta por cento que votam porque o voto é obrigatório.
É para estes trinta por cento que tanto a campanha do candidato quanto a da candidata é dirigida.
E para este segmento do eleitorado a estratégia deve ser a da gradualidade.
Sobre o Foro de São Paulo...
Pense um pouco.
Desde 1989, data da criação do Foro de São Paulo, que as atividades desta organização de abrangência continental são escamoteadas do noticiário.
Nós, graças ao trabalho do Dr. Graça Vagner, depois do Olavo de Carvalho e devido à nossa decisão de nos inteirarmos do real estado da política do país, sabemos do que se trata este Foro.
Sabemos das relações entre o partido governante e as FARC, por exemplo.
Mas e este contingente de pessoas desinteressadas de política, como poderiam saber , se a única fonte de informação é o noticiário da TV e as manchetes de jornais expostas nas Bancas?
Pois bem, bastou a campanha do Serra tocar no assunto e aquilo que era sonegado ao grande público, por décadas, tornou-se assunto de primeira página.
Mas, antes de se falar do Foro, o candidato tocou de raspão na leniência do governo boliviano em relação ao plantio, refino e tráfico de cocaína.
Perceba, aqui, o gradualismo de que eu falei:
Bolívia, cocaína, Farc, Foro, PT, Pcc, o jovem morto na esquina, o filho viciado em drogas.
Foi necessário quanto tempo para que a ligação entre o partido do governo, os governos revolucionários da América Latina e o tráfico de drogas pudesse se tornar um assunto nacional e com ares de verdade?
O trabalho meticuloso de ocultação de vinte anos tornou-se inútil.
Hoje fala-se abertamente sobre o assunto.
Foi através desta estratégia gradualística que o Duda Mendonça transformou o faraó de garanhuns de um mono revolucionário em um amigo da classe média.
Sobre os ideais revolucionários marxistas...
Quase todos de minha geração passamos durante a adolescência: a apresentação para o marxismo e para as drogas.
Até os fins da década de sessenta, maconha era coisa de bandido, de marginal.
Deixou de ser graça aos da minha geração.
A conversa que ouvíamos no patio da escola era marxismo, anti-americanismo e maconha.
Esquerda, sexo sem limites e drogas faziam parte de um único pacote.
Até os fins da década de sessenta, maconha era coisa de bandido, de marginal.
Deixou de ser graça aos da minha geração.
A conversa que ouvíamos no patio da escola era marxismo, anti-americanismo e maconha.
Esquerda, sexo sem limites e drogas faziam parte de um único pacote.
SERGIO VARUZZA
10 de agosto de 2010
10 de agosto de 2010
“Ninguém pode usar uma máscara por muito tempo: o fingimento retorna rápido à sua própria natureza” (Sêneca)
A outra face de Dilma
“Ninguém pode usar uma máscara por muito tempo: o fingimento retorna rápido à sua própria natureza” (Sêneca)
De olho nos eleitores mais moderados, a candidata Dilma Rousseff tem alterado seu discurso, vestindo uma embalagem mais atraente.
Não foi apenas o cabelo que passou por uma transformação radical.
Agora, Dilma já fala em reduzir a dívida pública para 30% do PIB, em imposto zero para investimentos, em combater as invasões ilegais do MST e na defesa da liberdade de imprensa.
Entretanto, este discurso soa estranho na boca da petista.
A nova personagem não combina nada com a figura histórica.
Para começo de conversa, o governo Lula teve oito anos para fazer as reformas estruturais, reduzir os impostos, atacar as invasões do MST etc.
Não só deixou de fazer isso tudo, como muitas vezes agiu à contramão do desejado.
A carga tributária aumentou, ocorreu uma escalada de invasões do MST, que recebe cada vez mais verbas públicas, e a liberdade de imprensa se viu inúmeras vezes ameaçada:
Ancinav, Conselho Nacional de Jornalismo, tentativa de expulsão do jornalista estrangeiro que falou dos hábitos etílicos do presidente, PNDH-3 e Confecom.
Foram diversas tentativas de controle dos meios de comunicação.
A participação de Dilma em alguns destes projetos foi direta.
O Programa Nacional de Direitos Humanos, com viés bastante autoritário, saiu de seu gabinete.
Além disso, Dilma sempre deixou claro que acredita num Estado centralizador como locomotiva da economia.
Foi durante a gestão de Luciano Coutinho que o BNDES se transformou numa espécie de “bolsa empresa”, torrando bilhões dos pagadores de impostos em subsídios para grandes empresas.
O Tesouro teve que emitir dezenas de bilhões em dívida para bancar os empréstimos do BNDES.
Coutinho é cotado como possível ministro no governo Dilma.
Como acreditar no discurso de redução da dívida pública?
As palavras recentes dizem uma coisa, os atos concretos dizem outra, bem diferente.
O passado de Dilma também levanta suspeita sobre esta nova imagem “paz e amor”.
Dilma foi guerrilheira e lutou para implantar no país um regime comunista.
Com este “nobre” fim em mente, ela se alinhou aos piores grupos revolucionários, aderindo à máxima de que os fins justificam quaisquer meios.
Colina e VAR-Palmares foram organizações que praticaram os piores tipos de atrocidades, incluindo assaltos, ataques terroristas e sequestro.
Claro, devemos levar o contexto da época em conta: Guerra Fria, muitos jovens idealistas iludidos com a utopia socialista, e dispostos a tudo pela causa.
Mas o tempo passou, e vários colegas colocaram as mãos na consciência e fizeram um doloroso mea-culpa, reconhecendo os erros do passado.
Dilma, entretanto, declarou com todas as letras numa entrevista à revista “Veja”: “Jamais mudei de lado.”
Sabendo-se que este lado nunca foi o da democracia, e sim o lado que aponta para Cuba, resta perguntar:
qual Dilma pretende governar o país?
Em um típico ato falho freudiano, a campanha de Dilma apresentou ao TSE o programa de governo do PT, ignorando a aliança com o PMDB.
Neste programa, que contava com a rubrica de Dilma, estavam presentes os ideais golpistas da ala radical do partido, como o controle da imprensa, os impostos sobre “fortunas” e a relativização do direito de propriedade no campo, beneficiando os criminosos do MST.
Chávez, em 1998, declarou que não tinha nenhuma intenção de nacionalizar empresas, de controlar a imprensa ou de destruir a democracia e permanecer no poder.
Ao contrário, ele se mostrou bastante receptivo ao capital estrangeiro.
Na época, ele estava prospectando clientes.
Depois, era tarde demais.
Ele já tinha o domínio da situação, e estava pronto para sacrificar suas vitimas ingênuas.
“Quem espera que o diabo ande pelo mundo com chifres será sempre sua presa”, alertou o filósofo Schopenhauer.
Em uma de suas fábulas, Esopo faz um alerta aos que acreditam nas mudanças da essência dos seres humanos.
Um lavrador, durante um inverno rigoroso, encontrou uma serpente congelada.
Apiedou-se dela e a pôs em seu colo.
Aquecida, ela voltou à vida normal, picou seu benfeitor ferindo-o de morte.
E ele, morrendo, disse:
“É justo que eu sofra, pois me apiedei de uma malvada.”
A História está repleta de casos em que a crença nas lindas promessas de políticos autoritários se mostrou fatal.
Dilma apresenta ao público sua nova face, com um discurso bem mais moderado.
Mas é a outra face que não sai de minha cabeça, aquela que acompanhou a candidata por toda sua vida.
13/07/10
Sinceramente, nem o PT merecia... não desejo isto nem para o meu inimigo!
Ninguém merece isto!!!!
Aquele casaquinho de plumas veio de onde?
E aquele cabelo... parece um bando de serpentes vermelhas voadoras.
Socorro!!!
Gracias Ferraz
Gracias Ferraz
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Um ser primário para um povo primata
O lula é um ser primário, todos sabemos. Portanto, você não pode procurar algo mais profundo que um pires nos seus discursos, daí, aliás, uma razão do sucesso junto ao povo ignorante. Mas para facilitar, vou te dar um roteiro e você pode catar um discurso dele no Youtube e confirmar.
1. O discurso dele é primário, sem profundidade, por isso até um cavalo o entende.
2. Ele é acusador. O lulla sempre diz "eles", ou seja, lula fala sobre um adversário do ouvinte que não tem nome.
Assim, cada um dá o nome que quer para o adversário. Pode ser o dono do bar, o chefe, o "patrão", o policial, o padre, o motorista do ônibus, enfim qualquer um que tenha autoridade sobre aquele que houve.
3. O lula promete, mas sem se comprometer. Ele diz que é possível, ele diz que os outros não fazem "nos últimos 500 anos", ele diz que "a gente precisa fazer".
É um verdadeiro vendedor de ilusões.
4. O lula usa um discurso desonesto propositalmente, de caso pensado, pois sabe que seus adversários teriam muito trabalho para desfazer a empulhação.
Por exemplo a frase "não posso resolver em 500 dias porque levaram 500 anos para estragar".
É um primor de acusação pois:
a) tomou um período de tempo tão vasto que cabe qualquer coisa dentro,
b) acusou "eles", ou seja qualquer um que esteja no imaginário do ouvinte,
c) criou um álibi indestrutível, pois o povo sabe comparar quinhentos dias com quinhentos anos e acaba por concordar que é pouco...
5. O lula ignora olimpicamente as falcatruas que foram feitas durante seu período de mandato, inclusive laboral (o dedo extirpado) e sindical (a chantagem aos empresários).
Se, eventualmente for provado, a exemplo do mensalão que ocorreu na porta ao lado do seu gabinete, ele diz que não sabia de nada. Isto é suficiente para as pessoas que querem acreditar, acreditarem...
Assim, ele permanece "imaculado". Não assumir o erro cometido é a forma mais comum dos criminosos manterem-se "imaculados", pois sempre haverá para o desavisado, o direito da dúvida.
6. O lula sempre apresenta um ar de "vítima altiva". É diferente do Hitler, por exemplo, que apresentava um ar de "vencedor visionário".
A vítima altiva está bem amalgamada no imaginário popular, especialmente pelas novelas e do romanceiro popular.
O lula soube apreender muito bem esta característica do imaginário popular e o interpreta com maestria. Observe sua expressão, os altos e baixos da voz, o olhar de baixo para cima: tudo tão bem ensaiado que parece verdade.
Não fossem os ternos Armani, os wiskys importados, as coberturas onde mora desde sempre, as viagens e a vassalagem permanente até não enganaria... ou enganaria?
Creio que estes seis pontos dão uma boa idéia da retórica utilizada por lula.
Você pode prestar mais atenção nos discursos dele e descobrir mais alguns pontos.
recebido por e-mail
Já disse aqui várias vezes.
O Luiz Inácio (nunca digo Lula pois Lula não existe, é apenas um personagem como o Odorico Paraguassú) é um mero repentista nordestino, como destes abundantes nas feiras.
Toda e qualquer pergunta a ele dirigida é por ele tomada como um mote.
A partir deste mote ele desenvolve o seu repente.
E, como todo repente, o seu também tem uma estrutura: o amontoado de palavras proferidas se destinam a:
1 - culpar algo ou alguém;
2 - eximi-lo de qualquer responsabilidade;
3 - enaltecê-lo, tornando-o um super homem.
Todos os milhares e milhares de discursos proferidos pelo faraó de garanhuns nestes trinta anos podem ser reduzidos à esta estrutura.
Sergio Varuzza
10.08.2010
O Luiz Inácio (nunca digo Lula pois Lula não existe, é apenas um personagem como o Odorico Paraguassú) é um mero repentista nordestino, como destes abundantes nas feiras.
Toda e qualquer pergunta a ele dirigida é por ele tomada como um mote.
A partir deste mote ele desenvolve o seu repente.
E, como todo repente, o seu também tem uma estrutura: o amontoado de palavras proferidas se destinam a:
1 - culpar algo ou alguém;
2 - eximi-lo de qualquer responsabilidade;
3 - enaltecê-lo, tornando-o um super homem.
Todos os milhares e milhares de discursos proferidos pelo faraó de garanhuns nestes trinta anos podem ser reduzidos à esta estrutura.
Sergio Varuzza
Marina Silva
Gostei das perguntas do Jornal Nacional à Marina.
Pelo menos lembraram do mensalão e de que ela continuou no governo, apesar dele.
Já que não querem perguntar das FARCs, das ONGs que dominaram o seu Ministério, das Reservas Indígenas...
Mas essa Marina é ruim e tem uma voz sem firmeza.
Não tem uma postura voltada para as liberdades democráticas.
Não sei o que esse pessoal pensa da vida.
Abraham Lincoln, presidente dos EUA foi criança pobre.
Mas se virou, estudou, foi um grande Presidente do seu país (não de uma hora para outra) e hoje é considerado um grande estadista, muito respeitado no seu país e no mundo.
Mas esses pobres brasileiros, como Marina, quando conseguem projeção na política fazem chantagem com o eleitorado, informando a todo momento sua origem pobre.
O eleitor pobre ou rico tem que votar em quem é bom, em quem goste, e não baseado na origem social do candidato.
Que adianta ser de origem pobre como o Lula e se voltar para ditadores do mundo, como ele vem fazendo?
O político de origem pobre é que tem que ser o mais ferrenho defensor e ou divulgador das liberdades democráticas, penso eu, pois só elas é que darão oportunidades aos mais pobres.
Amanhã é a vez do Serra. Será que vão entrevistar o Plínio?
Carmen Gomes
August 10, 2010
PT e o caroço da azeitona - @marisascruz
PT e o caroço da azeitona
Por @marisascruz
O caroço da Azeitona para o PT, Petistas e Militantes é não serem "O Pai Verdadeiro do Plano Real e pelo Controle da Inflação" marca do Governo Fernando Henrique Cardoso que proporcionou a lulla governar em águas tranquilas.
DILMA disse ter sido o braço direito e esquerdo de lulla e comandante de mais de 30 ministros para tentar desfazer a pecha de POSTE.
Então vamos dar nome a responsável por:
DILMA É RESPONSÁVEL:
-oito anos e apenas 1% de saneamento básico deixando 100 milhões de brasileiros convivendo com esgoto a céu aberto,
-oito anos e 60 milhões de brasileiros sem água potável,
-oito anos e Educação Brasileira está no 85º lugar no Ranking Mundial,
-PAC Minha Casa Minha Vida lançado em 2007 com programa de 1 Milhão de Casas e apenas 100 mil foram construídas,
-PAC dos Transportes - aeroportos, portos e rodovias no caos total,
-Apenas 2% a mais do que foi dado pelo gov. FHC no aumento do Salário Mínimo,
-Saúde na UTI com pacientes nos corredores dos hospitais,
-Fronteiras Abertas para o tráfico de armas e drogas destruindo nossa juventude,
-Lucro dos Bancos na estratosfera,
- 57% de Empréstimos obscuros do BNDES a 2 estatais e 10 empresas privadas (Construtoras, Empreiteiras, Frigoríficos, Tele, Rede de Supermercado, entre outras,
Por Estas e outras tantas que:
"DILMA NÃO É DIGNA DO VOTO DE BRASILEIROS TRABALHADORES E HONESTOS E QUE VIVEM PELA VERDADE E PARA A VERDADE."
10.08.2010
10.08.2010
Uma tentativa de assalto transmitida ao vivo
Uma tentativa de assalto transmitida ao vivo
Por Augusto Nunes
Até ser promovida a candidata, Dilma Rousseff só fez de conta que nunca foi contrária ao Plano Real.
Há dois meses, começou a insinuar que o governo Lula pôde reconstruir o Brasil por ter, primeiro, liquidado a inflação.
Na entrevista ao Jornal Nacional, dispensou-se de pudores: para justificar as anêmicas taxas de crescimento registradas nestes sete anos e meio, garantiu que o chefe herdou um país flagelado pela inflação sem controle.
Está claro que é a cabeça de Dilma que não tem controle, mas é improvável que tenha esquecido o que testemunhou já perto dos 50 anos.
Como recordam até os feirantes amnésicos, a inflação selvagem se aproximava do índice mensal de 40% quando foi domada em meados de 1994 pelo Plano Real, concebido no governo Itamar Franco por uma equipe de economistas liderada pelo ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.
Comandado por Lula, e amparado em argumentos emprestados pela professora Maria da Conceição Tavares ao aluno Aloízio Mercadante, o melhor da turma dos piores, o PT se opôs com virulência à aprovação do plano.
Comandado por Leonel Brizola, o PDT endossou a ideia de matar no berço as medidas que erradicaram a praga inflacionária.
Dilma Rousseff endossou sem ressalvas a posição do partido a que foi filiada até ser atraída por uma proposta de emprego do PT.
Enjaulado abaixo de 1% ao mês durante oito anos, o monstro ameaçou acordar em novembro de 2002, contagiado pela excitação dos investidores internacionais com a vitória de Lula.
O próprio Fernando Henrique Cardoso cuidou de tranquilizar os amedrontados, o presidente eleito reafirmou publicamente que manteria as diretrizes da política econômica e já em dezembro o índice caiu. Lula assumiu um país em ordem.
Com um sorriso de aeromoça, Dilma fuzilou a verdade diante de milhões de espectadores.
Com a naturalidade de quem nunca viu nada de errado na expropriação do patrimônio alheio, protagonizou a tentativa de assalto, transmitida ao vivo, que tem por alvo a maior façanha de Fernando Henrique Cardoso.
Cabe à oposição impedir a consumação do roubo.
E cumpre a José Serra ordenar à adversária, com todas as letras e sem rapapés, que pare imediatamente de contar mentiras.
10/08/2010
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