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quarta-feira, 17 de março de 2010

José Dirceu e PT ganharam 'por fora' R$ 5,5 mi, diz corretor

Depoimentos apontam Vaccari Neto como responsável dos negócios dos fundos de pensão ligados ao partido

Agência Estado

Em depoimentos prestados ao Ministério Público Federal (MPF) em 2005, o corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro acusou o deputado cassado e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu de ter se beneficiado pessoalmente em negócios fechados por fundos de pensão sob controle do PT.

Funaro afirma que em duas operações do Portus - fundo de pensão dos servidores do setor portuário - Dirceu e o PT teriam recebido, "por fora", comissões de R$ 5,5 milhões, valor superior ao divulgado na época.


Nos depoimentos, Funaro aponta o atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, como responsável por gerenciar os negócios dos fundos de pensão ligados ao partido. Vaccari é alvo de um pedido de quebra de sigilo bancário feito pelo promotor José Carlos Blat, por suspeita de envolvimento em um suposto desvio de recursos da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) para o PT.

Investigado por participação no escândalo do mensalão, Funaro mantém há quatro anos acordo de delação premiada com o MPF. Nos depoimentos, ele detalha as operações que teriam beneficiado Dirceu e o PT e causado prejuízos milionários a fundos de pensão como o Portus e o Petros, dos funcionários da Petrobras.

Os personagens citados pelo corretor são os mesmos que protagonizaram o escândalo do mensalão. Em novembro de 2005, Funaro se refere a Vaccari como homem de confiança de Dirceu e Delúbio Soares, o tesoureiro do mensalão.

Um dos negócios a que o corretor se refere é a venda de ações de um shopping na cidade catarinense de Blumenau.

Funaro afirma que o Portus vendeu sua participação no Shopping Neumarkt justamente no momento em que o ativo estava melhorando sua rentabilidade e que o negócio foi fechado "com o intuito de receber recursos para o ministro José Dirceu".

O grupo Almeida Júnior, dono do Neumarkt, confirma o negócio, mas nega ter dado propina a Dirceu e ao PT.
Defesa

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu delegou a tarefa de responder às acusações do corretor de valores Lúcio Funaro a seu advogado, José Luís de Oliveira Lima.

"(Funaro) É uma pessoa com a qual o ministro jamais teve qualquer contato pessoal, telefônico ou por terceiros e essas afirmações são levianas, desprovidas de qualquer documento", declarou o advogado. "Esse senhor não merece credibilidade."
A assessoria da Direção Nacional do PT avisou que o tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, não vai se pronunciar sobre as denúncias envolvendo fundos de pensão.

O advogado do tesoureiro, Luiz Flávio D?Urso, não respondeu aos telefonemas feitos pela reportagem.

16 de março de 2010 

sábado, 13 de março de 2010

As cadeias estão à espera dos arrudas protegidos pelo rei




Há três meses, os milicianos do PT endossam sem retoques todas as acusações que atingem José Roberto Arruda e, desde a véspera do Carnaval, festejam a merecida transferência para a cadeia do governador do Distrito Federal.

Nenhum companheiro ressalva que o chefe da Turma do Panetone “ainda não foi condenado em última instância”.
Nenhum enxergou “manobras partidárias” no “mensalão do DEM”. Nenhum debitou na conta de “perseguições políticas” as descobertas da Polícia Federal.


Como determina a novilíngua lulista, tais expressões são reservadas a bandalheiras produzidas por filiados ao PT ou parceiros incorporados à base alugada.

Se envolve bandidos de estimação, qualquer pontapé no Código Penal ganha imediatamente o selo de ”trama forjada para prejudicar Dilma Rousseff”.

A frase significa apenas que os acusados não têm nada de consistente a dizer em sua defesa. Compreensivelmente, tem sido declamada pelo bando que desviou milhões de reais da Bancoop.

Formuladas pelo promotor José Carlos Blat e divulgadas por VEJA, as denúncias foram reduzidas a ”perseguição política” e “manobra partidária” por João Vaccari, ex-presidente da entidade e hoje tesoureiro do PT nacional.

A entrevista concedida ao Estadão pelo sucessor de Delúbio Soares confirma que um dos efeitos perversos da
Era da Impunidade é o desembaraço com que gente com contas a acertar na Justiça procura passar de acusado a acusador.

Grosseiro na forma e fraudulento no conteúdo, o falatório debocha do Ministério Público, zomba das centenas de cooperados iludidos e tenta confundir o noticiário da imprensa com mentiras de ruborizar uma Dilma Rousseff. Vaccari garante, por exemplo, que as acusações de Blat não se refletiram em decisões judiciais. Falso. Mais de 70 juízes já se pronunciaram sobre o caso. Todos entenderam que a entidade pecou.
Enfiado até o pescoço nas operações suspeitíssimas, o Alto Companheiro também sustenta que todas as ações da diretoria foram autorizadas pelos cooperados em assembléias exemplarmente democráticas.

Falso.

Os dirigentes sempre se valeram de critérios arbitrários para decidir se alguém poderia ou não participar das reuniões.

Tudo somado, está claro que a população carcerária requer a urgente incorporação dos arrudas governistas.

A prisão do governador foi um sinal animador.

A solidão do preso, uma ilha perdida no oceano de corruptos à solta, pode comprovar que só vai para a cadeia gente que, além de filmada enquanto rouba, dispensa cautelas para tentar subornar testemunhas inconvenientes.

Arruda foi preso por excesso de atrevimento, não por falta de provas. Essas andam sobrando para meliantes de todas as tendências partidárias. Como sobra dinheiro para construir presídios, tampouco faltarão celas.

O que não pode faltar é coragem para prender também os amigos do rei.
12 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

A Bancoop foi à lona. É a notícia do dia.



Clique e leia o depoimento de um brasileiro que foi roubado pela Bancoop, para alimentar o Caixa 2 do PT, em 2006.

O Brasil vai deixar isto acontecer de novo em 2010?

Espalhe o cartaz pela rede.

Basta de PT!


A Bancoop foi à lona.

Toda a denúncia está postada pelo
Coturno Noturno e outros Blogs, como Reinaldo Azevedo.

É a notícia do dia.


É a notícia a espalhar pela Blogosfera.


Ontem, o PT e Lula já atacavam a Imprensa.


Sabiam o que vinha hoje.


Na semana passada, o Coordenador da Campanha Chavista da Dilma foi denunciado em capa da Isto É por mandar mais de R$ 60 milhões para fora do país, no mensalão do PT.


Hoje é o Tesoureiro da Campanha Chavista da Dilma que é desmascarado.

Acima, um cartaz comemorativo a mais uma falcatrua do PT, deste bando de corruptos que tomou conta do Brasil.

Vamos espalhar por aí!

Faltam 300 dias exatos para dar um chute neste bando de ratos!