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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz Natal!

Natal, tempo de paz, de luz,

de alegria e gratas recordações.


Tempo em que relembramos nossa infância repleta de fantasias,

expectativas impregnadas de amor e saudades.


Tempo em que revivemos o carinho de nossos pais,

o aconchego da família e todas as pessoas queridas

que marcaram positivamente nossas vidas.

Feliz Natal!


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Colômbia nega incursão com avião de espionagem na Venezuela

Claudia Jardim
De Caracas para a BBC Brasil


Chávez afirmou que, se forem vistos, aviões espiões serão derrubados

O ministro da Defesa da Colômbia, Gabriel Silva, negou nesta segunda-feira que seu país tenha violado o espaço aéreo venezuelano com uma aeronave não-tripulada, usada para espionagem, argumentando que seu país "não tem essa capacidade".

A acusação, feita no domingo pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, foi qualificada de falsa e infundada pelo ministro.

"Vai ver os soldados venezuelanos confundiram o trenó de Papai Noel com um avião espião", afirmou Silva em Bogotá.

A Colômbia argumenta que os aviões não tripulados do país têm autonomia máxima de 40 km e que são utilizados para a vigilância de torres de eletricidade e oleodutos.

No domingo, Chávez disse que o avião não-tripulado, de tecnologia americana, entrou na Venezuela para fazer espionagem.

"Era um pequeno avião, de dois ou três metros, controlado por controle remoto. Mas eles filmam tudo e até atiram bombas. Essa é a tecnologia ianque", disse Chávez, durante o programa dominical de rádio e TV Alô Presidente.

"Ontem (sábado) à noite ordenei: se um aviãozinho desses aparecer, derrubem-no!", acrescentou.

'Agressão externa'

O novo atrito entre Caracas e Bogotá ocorre depois de o governo colombiano ter dito que está se preparando para uma "agressão externa" e anunciado o envio de reforços para uma base militar localizada na fronteira com a Venezuela.
 

Chávez, por sua vez, disse que esses movimentos de tropas colombianas na fronteira são parte dos "preparativos de agressão" à Venezuela por parte da Colômbia e dos Estados Unidos.

"Quase todos os dias dizem que eu estou preparando um ataque contra a Colômbia, mas são eles (Colômbia e Estados Unidos) que buscam uma desculpa para dizer que a Venezuela é o agressor."

"Não estamos preparando um ataque contra a Colômbia nem contra ninguém", acrescentou.

A crise entre os dois países vem aumentando desde que a Colômbia firmou um acordo militar com os Estados Unidos que permitirá a militares americanos ter acesso a sete bases militares em território colombiano.

Para o governo de Hugo Chávez, o acordo desestabiliza a região e é parte de um "plano de guerra" contra a Venezuela. Desde então, Chávez decidiu congelar as relações diplomáticas com a Colômbia e reduziu 70% do comércio bilateral com o país vizinho.

Já a Colômbia afirma que o acordo - que causou também preocupações em outros países da região, incluindo o Brasil - não prevê operações militares fora de seu território. 



2014 O terceiro mandato

Que 2012 que nada! 

O bicho vai pegar é em 2014... 

Vai vendo...   




segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Oremos!

Oração para Santa Missa deste ano



Pelo Marcos Valério e o Banco Rural
Pela casa de praia do Sérgio Cabral
Pelo dia em que Lula usará o plural
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo nosso Delúbio e Valdomiro Diniz
Pelo “nunca antes nesse país”
Pelo povo brasileiro que acabou pedindo bis
Senhor, tende piedade de nós!

Pela Cicarelli na praia namorando sem vergonha
Pela Dilma Rousseff sempre tão risonha
Pelo Gabeira que jurou que não fuma mais maconha
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo casal Garotinho e sua cria
Pelos pijamas de seda do “nosso guia”
Pela desculpa de que “o presidente não sabia”
Senhor, tende piedade de nós!

Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar
Pelo espírito pacato e conciliador do Itamar
Pelo dia em que finalmente Dona Marisa vai falar
Senhor, tende piedade de nós!

Pela “queima do arquivo” Celso Daniel
Pela compra do dossiê no quarto de hotel
Pelos “hermanos compañeros” Evo, Chaves e Fidel
Senhor, tende piedade de nós!

Pelas opiniões do prefeito César Maia
Pela turma de Ribeirão que caía na gandaia
Pela primeira dama catando conchinha na praia
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo escândalo na compra de ambulâncias da Planam
Pelos aplausos “roubados” do Kofi Annan
Pelo lindo amor do “sapo barbudo” por sua “rã”
Senhor, tende piedade de nós!

Pela greve de fome que engordou o Garotinho
Pela Denise Frossard de colar e terninho
Pelas aulas de subtração do professor Luizinho
Senhor, tende piedade de nós!

Pela volta triunfal do “caçador de marajás”
Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais
Pelo Galvão Bueno que ninguém aguenta mais
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna farra dos nossos banqueiros
Pela quebra do sigilo do pobre caseiro
Pelo Jader Barbalho que virou “conselheiro”
Senhor, tende piedade de nós!

Pela máfia dos “vampiros” e “sanguessugas”
Pelas malas de dinheiro do Suassuna
Pelo Lula na praia com sua sunga
Senhor, tende piedade de nós!

Pelos “meninos aloprados” envolvidos na lambança
Pelo plenário do Congresso que virou pista de dança
Pelo compadre Okamotto que empresta sem cobrança
Senhor, tende piedade de nós!

Pela família Maluf e suas contas secretas
Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca
Pela mãe do presidente que nasceu analfabeta
Senhor, tende piedade de nós!

Pela eterna desculpa da “herança maldita”
Pelo “chefe” abusar da birita
Pelo novo penteado da companheira Benedita
Senhor, tende piedade de nós!

Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana
Pelo “compañero” Evo Morales que nos deu uma banana
Pela mulher do presidente que virou italiana
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo MST e pela volta da Sudene
Pelo filho do prefeito e pelo neto do ACM
Pelo político brasileiro que coloca a mão na “m”
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Ali Babá e sua quadrilha
Pelo Gushiken e sua cartilha
Pelo Zé Sarney e sua filha
Senhor, tende piedade de nós!

Pelas balas perdidas na Linha Amarela
Pela conta bancária do bispo Crivella
Pela cafetina de Brasília e sua clientela
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo crescimento do PIB igual do Haiti

Pelo Doutor Enéas e pela senhorita Suely
Pela décima plástica da Marta Suplicy
Senhor, tende piedade de nós!

Para que possamos ter muita paciência
Para que o povo perca a inocência
E proteste contra essa indecência
Senhor, dai-nos a paz!

Coisas de megalomaníaco...

Lula diz que resolverá caso Battisti

PRESIDENTE LULA

O presidente Lula afirmou nesta segunda (21) que ele decidirá o futuro do ex-terrorista Cesare Battisti “sem a interferência do Supremo Tribunal Federal (STF)”.

O italiano está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília, onde aguarda a decisão final sobre o refúgio político que foi concedido pelo Ministério da Justiça, mas negado pelo STF.

Agora, Lula terá a palavra final sobre o tema.
 

Para que o presidente decida sobre o caso, a Suprema Corte precisa proclamar o resultado do julgamento em acórdão.

Segundo o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, a publicação deve sair até o primeiro semestre de 2010.

Lula ainda disse que não aceitará “palpite de ninguém” e garantiu:


“Quando a bola chegar para mim, eu vou saber chutá-la”.


Efeito pé-frio

domingo, 20 de dezembro de 2009

“Acho a dupla Serra/Aécio quase imbatível”

Os tucanos voam mais alto

A oposição sai na frente no primeiro confronto entre chapas completas rumo ao Planalto. Até mesmo Aécio Neves, que anunciou estar fora da disputa, aparece como um candidato forte Octávio Costa e Sérgio Parellas





Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro, com uma amostra nacional de dois mil entrevistados em 170 municípios. As chapas avaliadas em três cenários diferentes foram escolhidas depois de uma consulta informal de ISTOÉ aos partidos políticos e seguiram o critério dos nomes mais cogitados pelas legendas

Personagem quase lendário da história de Minas Gerais, o ex-governador Benedito Valadares ensinou que a política se move como nuvem. E ganha novas formas a cada instante, para perplexidade do próprio meio político. Na quinta-feira 17, o jovem governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), encarregou-se de mostrar que a lição de Valadares está mais viva do que nunca: num movimento surpreendente, anunciou sua desistência de concorrer à Presidência da República em 2010, abrindo caminho para a candidatura do governador de São Paulo, José Serra. Aguardada apenas para meados de janeiro, a súbita definição de Aécio sobre seu futuro eleitoral veio exatamente quando seu nome dá sinais de rápido crescimento nas consultas de opinião. Segundo pesquisa realizada para ISTOÉ pelo instituto Vox Populi, entre os dias 11 e 14 de dezembro – a primeira feita no País depois da mais recente rodada de programas eleitorais de televisão e com chapas fechadas –, Aécio Neves, como candidato do PSDB, venceria a corrida presidencial, com o deputado do PSB e ex-ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, de vice. De acordo com a pesquisa, se as eleições fossem hoje, a dupla Aécio/Ciro bateria a chapa da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), por 35% a 21% dos votos. Esta é a primeira vez que Aécio aparece em uma pesquisa à frente de Dilma. Em seguida, ficaram a senadora Marina Silva (PV-AC) e o sócio da Natura, empresário Guilherme Leal, com 13%.


Se os candidatos a presidente e a vice fossem estes, em quem você votaria?

Em todos os cenários da pesquisa ISTOÉ/Vox Populi, os candidatos tucanos aparecem como vencedores. A chapa Serra com a vice Kátia Abreu, senadora pelo DEM de Tocantins, é a que alcança o maior índice: 44%, contra 21% da dobradinha Dilma/Temer e 10% da dupla Marina Silva/Guilherme Leal.

Na pesquisa estimulada com apenas cabeças de chapa, a situação se agrava para a ministra Dilma, quando Ciro não figura entre os candidatos. Neste caso, Serra praticamente liquida a eleição no primeiro turno. Aparece com 46% das intenções de voto, contra 21% de Dilma e 11% de Marina.

Mas, com Ciro na disputa, a vantagem de Serra diminui. Fica com 39%, ao passo que Dilma aparece em segundo com 18% seguida de Ciro com 17% e Marina com 8%. Em outra simulação, quando Serra é substituído por Aécio como o candidato do PSDB, o governador de Minas também mostra força no jogo sucessório. No cenário com a presença de Ciro e Dilma, Aécio aparece em primeiro lugar, com 24%, em empate técnico com o pré-candidato do PSB, com 23%. Em terceiro, vem a ministra com 17% e depois Marina com 11%.

Na amostragem sem o nome de Ciro, o governador de Minas permanece na frente, mas sobe para 28% das intenções de voto.

Em segundo, aparece Dilma com 24% e em terceiro, Marina com 15%. Outra questão pesquisada, a de quanto cada candidato é conhecido pelo eleitor, revela: Aécio é o que possui os menores índices de identificação pelos entrevistados, ou seja, o que teria maior potencial de crescimento a partir de uma intensa campanha eleitoral (confira os resultados nos quadros ao longo da reportagem).




estratégia Aécio, ao lado de Guerra, e Serra (à esq.): desgaste do paulista criaria oportunidade para retorno do mineiro à disputa presidencial

A despeito de o vento estar a favor, dentro da melhor tradição mineira, o jovem governador entendeu que o tempo da política tem dinâmica própria. E o importante agora é evitar que a divisão no ninho tucano se aprofunde.

“Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar para a construção das bandeiras da social-democracia brasileira”,
disse ele, em carta ao presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE). Nos bastidores, porém, políticos próximos a Aécio garantem que a desistência foi estratégica.

Seu real objetivo seria expor José Serra a chuvas e trovoadas, forçando-o a assumir a candidatura. Tudo que ele não quer, pois considera temerário bater de frente com a popularidade recorde do presidente Lula.

Serra prefere entrar em cena só a partir de março, para, então, competir com sua adversária de fato, a ministra Dilma Rousseff. Acredita-se que, ao entrar na disputa, Serra pode se desgastar rapidamente, o que, mais à frente, forçaria o PSDB a retomar o projeto de candidatura de Aécio para presidente.

Em torno de abril de 2010, o governador mineiro retornaria ao jogo sucessório como a salvação da lavoura tucana. Foi exatamente esta a leitura que o presidente do PT, Ricardo Berzoini, fez ao comentar a desistência: “Aécio ainda não fechou a porta. Caso Serra desista da disputa no ano que vem, pode ser que Aécio, sob muita insistência do PSDB, volte como candidato.”

Nível de Conhecimento dos Candidatos
Ao ouvir o nome de alguns políticos o entrevistado respondeu quanto conhece cada um deles



ESPONTÂNEA
Nesta pesquisa, os entrevistados respondem sem ver uma lista de candidatos
Se a Eleição para presidente da República fosse hoje,em quem você votaria?

Além de retornar fortalecido, Aécio retomaria sua proposta de construir um amplo arco de alianças em torno de sua candidatura. Ao saber da mudança de cenário na sucessão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), lamentou: “Tenho pelo governador Aécio uma grande admiração, uma profunda amizade e acho que ele é um dos maiores homens públicos do País. É uma pena que não o tenhamos entre as pessoas que estão concorrendo à Presidência.”

Há alguns dias, Aécio defendeu que o PSDB amplie o leque de aliados e se aproxime até mesmo de partidos que hoje engrossam a base governamental. Citou, entre outros, o PSB, o PDT e o PCdoB.
A menção ao PSB não foi gratuita. A relação entre Ciro Gomes e Aécio Neves cresceu nos últimos meses, depois que o pré-candidato do PSB anunciou que deixaria a disputa se o governador de Minas formalizasse a sua candidatura. Desde já, como mostra a pesquisa, os dois formam uma chapa forte.

ESTIMULADA
Nesta pesquisa, uma lista de nomes é mostrada aos entrevistados
Se a eleição para presidente fosse hoje e os candidatos fossem estes, em qual deles você votaria?



Aécio afirmou que não descarta a candidatura ao lado de Ciro, com quem tem afinidades pessoais. Na noite da quinta-feira 17, Ciro deu a entender que aguarda a volta do político mineiro à corrida presidencial. “Já vivi na pele, portanto compreendo que Aécio Neves deve estar sofrendo todo tipo de constrangimento, especialmente oriundos de clandestinidades e manipulações de setores da mídia. Mas o povo mineiro deve anotar tudo isto e reanimar seu jovem governador a voltar à luta”, disse. Pelo sim, pelo não, Ciro também afirmou que, sem Aécio no páreo, “fica mais grave ainda a necessidade” de sua candidatura.

falta acelerar Dilma com Temer: pesquisa revela que ministra já é conhecida por 57% dos eleitores, mas não cresce nas intenções de voto



Apesar das insinuações do amigo Ciro a pressões da cúpula tucana pela consolidação da candidatura de Serra, Aécio fez questão de mostrar-se fiel ao partido. Antes de anunciar a desistência na presença do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), ligou para o governador José Serra, que preferiu não participar do comunicado oficial no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte. Aécio também informou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre sua decisão. FHC respondeu com elogios:

“O gesto do governador demonstra generosa compreensão do momento político. Não só Minas, mas todo o Brasil vê no governador qualidades de liderança que o credenciam a assumir as mais altas responsabilidades da República.”

Na carta que encaminhou à direção do PSDB, Aécio insiste na política mais ampla de alianças, mas não chega a esclarecer os motivos da desistência. Em entrevista, porém, afirmou que pesou o desempenho de Serra nas pesquisas eleitorais. “Senti que havia certa preferência, a partir de indicadores de pesquisa, em torno do governador José Serra”, explicou.


SEM AMADURECER Marina com Guilherme Leal, da Natura:
chapa verde patina entre 9% e 13% das intenções de voto

Entretanto, para o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, a candidatura Serra não navega em águas tão plácidas quanto parece. Ele lembra que na eleição de 2006 Serra também aparecia como favorito bem à frente de Lula, mas, ao fim e ao cabo, ele nem sequer saiu candidato à Presidência. Desistiu e foi substituído por Geraldo Alckmin. Além disso, Coimbra considera que o governador de São Paulo tem patinado nas últimas pesquisas.

Serra é disparado o nome mais conhecido da população, graças ao recall de sua passagem pelo Ministério da Saúde, à candidatura ao Planalto em 2002 e também à importância do atual cargo. Mas parece ter atingido um teto, em torno de 40%. “Uma candidatura que tem esse conhecimento de 99% tem muito pouco a crescer. Dificilmente ele mudará o desempenho atual”, avalia Coimbra. O recall conseguido por Serra, acrescenta o diretor do Vox Populi, pode ser uma faca de dois gumes.

“É complicado se reapresentar ao eleitor. No Nordeste, por exemplo, as pessoas acham que Serra é médico. Na campanha, quando descobrirem que ele não é, pode não ser bom eleitoralmente para ele.”

Já o potencial de crescimento de Aécio Neves é muito maior. Hoje, ele é conhecido por apenas 53% dos eleitores. Sua aparição no programa oficial do PSDB já se refletiu em mais cinco pontos percentuais nas intenções de voto. Para Coimbra, os números envolvendo Serra e Aécio levam a uma conclusão importante.

A candidatura Serra, ao contrário do que acontecia há alguns meses quando sua vantagem era enorme, não deve mais ser considerada “inexorável” pela cúpula do PSDB. “O partido pode, de fato, pensar em Aécio como candidato altamente competitivo”, defende Coimbra.



O próprio governador de São Paulo faz questão de manter a cabeça fria diante de seu favoritismo, embora reconheça que as pesquisas são o indicador disponível e os políticos sempre se movem por elas, mesmo sabendo das suas limitações.

“Sempre fico mais feliz quando o resultado das pesquisas me favorece mais. Sempre fico menos feliz quando me favorece menos. Mas, racionalmente, sempre penso que não tenho razão nem num caso nem noutro. Falta muito tempo para a eleição e os eleitores só vão se concentrar no assunto depois da Copa do Mundo”, disse Serra à ISTOÉ.

Cientes de que Serra pode mesmo ter atingido seu índice máximo na preferência do eleitor, setores do PSDB ligados ao governador paulista voltam a sonhar com a chapa pura tucana. O próprio Serra fez uma aposta em conversa com interlocutores na quinta-feira 17, no rastro da desistência de Aécio.

Acredita que conseguirá convencer o governador de Minas a aceitar a vaga de vice até meados de abril de 2010. “Não somos semeadores da discórdia e do ressentimento. Somos brasileiros que apostam na construção e não no conflito. Os termos em que ele (Aécio) se manifestou confirmam a afinidade de valores e as preocupações que inspiram nossa caminhada política”, afirmou Serra em nota oficial. Serra também aproveitou para afagar o mineiro.

“Aécio tem todas as condições de ser o candidato a presidente por seu preparo, experiência política, visão de Brasil e desempenho como governador.” Parlamentares do PSDB afirmam que o episódio do mensalão do DEM no Distrito Federal praticamente anula a possibilidade de os democratas indicarem o vice para a chapa de Serra, o que abriria caminho para a dobradinha Serra/Aécio.

“À medida que decidir compor chapa com Serra, as chances da oposição seriam exponenciais”, disse o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN). “Acho a dupla Serra/Aécio quase imbatível”, fez coro o deputado Ronaldo Caiado (GO), um dos principais líderes do DEM. O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), porém, recebeu a saída de Aécio com pouco entusiasmo: “Agora Serra é o candidato e vamos trabalhar para que suas chances de vitória aumentem.”

No PSDB, surgem comentários sobre atrativos que estariam sendo oferecidos a Aécio. Em caso de vitória da chapa puro-sangue tucana, Aécio ganharia poderes extraordinários na vice-presidência da República, com vários ministérios sob sua batuta.

Na opinião do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, aliado de Serra, a chapa puro-sangue tem vitória líquida e certa. “Faria de Serra o novo presidente da República.” Entusiasta da dobradinha tucana, Virgílio revela: “Falei com Aécio pelo telefone e ele me disse uma frase importante: que só não vale a gente perder essa eleição”. O problema será convencer Aécio. Ele já cansou de repetir, em público e privado, que a hipótese de entrar como vice na chapa de Serra está totalmente fora de cogitação – por esse motivo, a chapa Serra/Aécio não foi incluída na pesquisa ISTOÉ/Vox Populi.

Na carta em que anunciou a desistência, Aécio deixa transparecer irritação pelo fato de seu partido não ter realizado as prévias para a definição do candidato tucano à eleição presidencial. “Acredito que teria sido uma extraordinária oportunidade de aprofundar o debate interno e criar um sentido de solidariedade, comprometimento e mobilização.”

Para Aécio, caso seja inviabilizada a candidatura ao Palácio do Planalto, não lhe restará senão a alternativa de se concentrar na candidatura ao Senado por Minas. O governador avalia que a candidatura ao Senado é conveniente a si próprio e também ao seu vice, Antonio Anastásia, candidato à sua sucessão. O entorno de Aécio em Minas faz o mesmo raciocínio. “Aécio na vice de Serra é sonho de uma noite de verão”, disse à ISTOÉ um deputado muito próximo ao governador mineiro.

AFINADOS
Aécio com Ciro: dobradinha também daria vantagem à oposição com um índice de 35% dos votos


O PT acompanhou atento ao movimento de Aécio Neves. E fez festa. Acredita que a candidatura de Dilma poderá crescer em Minas. “A decisão de Aécio abre um grande espaço para a nossa campanha em Minas, além de ampliar nosso potencial de alianças em favor da ministra”, afirmou o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante.

Para o presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra, o gesto de Aécio era esperado e nada será alterado em relação aos planos traçados para a campanha da ministra Dilma Rousseff. “A nossa ideia é confrontar os dois projetos de governo: o do presidente Lula e o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, explicou Dutra. Essa tarefa agora ficará mais fácil, segundo Mercadante. Mas a julgar pelo levantamento ISTOÉ/Vox Populi, a estratégia do Palácio do Planalto de dar um caráter plebiscitário à eleição presidencial pode estar equivocada.

Na sondagem com chapas, quando Ciro Gomes/Paulinho da Força Sindical e Dilma/Temer estão na disputa como candidatos da base governista, a dupla Serra/Kátia Abreu cai de 44% para 38%. Segundo Coimbra, Ciro Gomes tira votos de Serra principalmente na região Nordeste, o que pode favorecer a candidatura de Dilma, ao contrário do que pensa o Palácio, que continua a pressionar Ciro a deixar a disputa. “A estratégia do governo de tirar Ciro do páreo da corrida presidencial não está se revelando a mais adequada no momento”, afirma Coimbra.

A pesquisa ISTOÉ/Vox Populi também revela que, ao contrário do que apostava o staff de campanha de Dilma, a ministra que já é “bem conhecida” por 57% do eleitorado, não está crescendo nas intenções de voto. Não deu resultado, pelo menos por enquanto, o jogral de Lula e Dilma na tentativa de mostrar intimidade entre os dois e vender a pré-candidata como a grande responsável por três dos principais programas do governo: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Minha Casa, Minha Vida e o Pré-Sal.

“O resultado também me frustrou. Imaginava que ela cresceria de maneira significativa. Mas ela não cresceu. Se isso se repetir mais adiante, poderá gerar consequências no meio político”, diz Coimbra em alusão a um possível movimento do PMDB em direção aos tucanos nos próximos meses. “Isso vai inquietar o aliado.” 


Independentemente dos passos do PMDB, a equipe de Dilma continuará apostando no prestígio de Lula e nas realizações de seu governo para deslanchar sua candidatura.

Na pesquisa espontânea ISTOÉ/Vox Populi, em que os entrevistados respondem sem que lhes seja apresentada uma lista de candidatos, a popularidade de Lula é evidenciada. Mesmo sem ser candidato, Lula aparece em primeiro, com 15% dos votos, contra 11% de José Serra, 7% de Dilma e 4% de Aécio.

Nesse cenário, tanto Ciro como Marina Silva foram citados por 1% das pessoas ouvidas. O mesmo índice alcançou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin. 


Ainda faltam dez meses para as eleições presidenciais e seis meses para a oficialização das candidaturas nas convenções partidárias. Ou seja, há um longo horizonte pela frente. E a política, como ensinou Valadares, movimenta-se como uma nuvem. O cenário mudou esta semana com a desistência de Aécio Neves. E, certamente, ainda voltará a mudar.


 
ISTOÉ

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A CARTA DE AÉCIO


Aécio não é mais pré-candidato à Presidência.

“Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009.

Presidente Sérgio Guerra,

Companheiros do PSDB,

Há alguns meses, estimulado por inúmeros companheiros e importantes lideranças da nossa sociedade, aceitei colocar meu nome à disposição do nosso partido como pré-candidato à Presidência da República.

Como parte desse processo, defendi a realização de prévias e encontros regionais que pudessem levar o PSDB a fortalecer a sua identidade e integridade partidárias.

Assim o fiz, alimentado pela crença na necessidade e possibilidade de construirmos um novo projeto para o país e um novo projeto de País.

Defendi as prévias como importante processo de revitalização da nossa prática política. Não as realizamos, como propus, seja por dificuldades operacionais de um partido de dimensão nacional, seja pela legítima opção da direção partidária pela busca de outras formas de decisão. Ainda assim, acredito que teria sido uma extraordinária oportunidade de aprofundar o debate interno, criar um sentido novo de solidariedade, comprometimento e mobilização, que nos seriam fundamentais nas circunstâncias políticas que marcarão as eleições do ano que vem.

A realização dos encontros regionais foi uma importante conquista desse processo. O reencontro e a retomada do diálogo com a nossa militância, em diversas cidades e regiões brasileiras, representaram os nossos mais valiosos momentos. A eles se somaram outros encontros, também sinalizadores dos nossos sonhos, com trabalhadores, empresários e outros setores da nossa sociedade.

Ouvindo-os e debatendo, confirmei a percepção de um País maduro para vivenciar um novo ciclo de sua história. Pronto para conquistar uma inédita e necessária convergência nacional em torno dos enormes desafios que distanciam nossas regiões umas das outras, e em torno das grandes tarefas que temos o dever de cumprir e que perpassam governos e diferentes gerações de brasileiros.

Ao apresentar o meu nome, o fiz com a convicção, partilhada por vários companheiros, de que poderia contribuir para uma construção política diferente, com um perfil de alianças mais amplo do que aquele que se insinua no horizonte de 2010. E as declarações de líderes de diversos partidos nacionais demonstraram que esse era um caminho possível, inclusive para algumas importantes legendas fora do nosso campo.

Defendemos um projeto nacional mais amplo, generoso e democrático o suficiente para abrigar diferentes correntes do pensamento nacional. E, assim, oferecer ao país uma proposta reformadora e transformadora da realidade que, inclusive, supere e ultrapasse o antagonismo entre o “nós e eles”, que tanto atraso tem legado ao País.

Devemos estar preparados para responder à autoritária armadilha do confronto plebiscitário e ao discurso que perigosamente tenta dividir o País ao meio, entre bons e maus, entre ricos e pobres. Nossa tarefa não é dividir, é aproximar. E só aproximaremos os brasileiros uns dos outros, através da diminuição das diferenças que nos separam.

O que me propunha tentar oferecer de novo ao nosso projeto, no entanto, estava irremediavelmente ligado ao tempo da política, que, como sabemos, tem dinâmica própria. E se não podemos controlá-lo, não podemos, tampouco, ser reféns dele…

Sempre tive consciência de que uma construção com essa dimensão e complexidade não poderia ser realizada às vésperas das eleições. Quando, em 28 de outubro, sinalizei o final do ano como último prazo para algumas decisões, simplesmente constatava que, a partir deste momento, o quadro eleitoral estaria começando a avançar em um ritmo e direção próprios, e a minha participação não poderia mais colaborar para a ampla convergência que buscava construir.

Durante todo esse período, atuei no sentido de buscar o fortalecimento do PSDB.

Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar, com meu esforço e minha lealdade, para a construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira.

Busco contribuir, dessa forma, para que o PSDB e nossos aliados possam, da maneira que compreenderem mais apropriada, com serenidade e sem tensões, construir o caminho que nos levará à vitória em 2010.

No curso dessa jornada, mantive intactos e jamais me descuidei dos grandes compromissos que assumi com Minas, razão e causa a que tenho dedicado toda minha vida pública.

Ao deixar a condição de pré-candidato à Presidência da República, permito-me novas reflexões, ao lado dos mineiros, sobre o futuro.

Independente de nova missão política que porventura possa vir a receber, continuarei trabalhando para ser merecedor da confiança e das melhores esperanças dos que partilharam conosco, neste período, uma nova visão sobre o Brasil.

É meu compromisso levar adiante a defesa intransigente das reformas e inovações que juntos realizamos em Minas e que entendemos como um caminho possível também para o País. Continuarei defendendo as reformas constitucionais e da gestão pública, aguardadas há décadas; a refundação do pacto federativo, com justa distribuição de direitos e deveres; e a transformação das políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança, em políticas de Estado, acima, portanto, do interesse dos governos e dos partidos.

Devo aqui muitos agradecimentos públicos.

À direção do meu partido e, em especial, ao senador Sérgio Guerra pelo equilíbrio e firmeza com que vem conduzindo esse processo.

Aos companheiros do PSDB, pelas inúmeras demonstrações de apoio e confiança.

Manifesto a minha renovada disposição de estar ao lado de todos e de cada um que julgar que a minha presença política possa contribuir, seja no plano nacional ou nos planos estaduais, para a defesa das nossas bandeiras.

Aos líderes de outras legendas partidárias, pela coragem com que emprestaram substantivo apoio não só ao meu nome, mas às novas propostas e crenças que defendemos nesse período.

Nos reencontraremos no futuro.

A tantos brasileiros, pelo respeito com que receberam nossas ideias.

E a Minas, sempre a Minas e aos mineiros, pela incomparável solidariedade.

Aécio Neves”

Plenário retifica proclamação de resultado do caso Battisti e esclarece que presidente deve observar o tratado Brasil-Itália




O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (16), por votação majoritária, retificar a proclamação do resultado do julgamento do pedido de Extradição (EXT 1085) do ativista político italiano Cesare Battisti, formulado pelo governo da Itália.

A decisão foi tomada na apreciação de uma questão de ordem levantada pelo governo italiano quanto à proclamação do resultado da votação, no dia 18 de novembro passado. A proclamação dizia que, por maioria (5 a 4), a Suprema Corte autorizou a extradição, porém, também por maioria (5 a 4), “assentou o caráter discricionário” do cumprimento da decisão pelo presidente da República. Ou seja, que cabia ao presidente da República decidir sobre a entrega ou não do ativista italiano.

Pela decisão desta tarde, ficou determinado que será retirada da proclamação do resultado a discricionariedade do presidente da República para efetuar a extradição e constará que ele não está vinculado à decisão da Corte que autoriza a extradição.


Questão de ordem

A questão de ordem suscitada pelo governo italiano dizia respeito ao voto do ministro Eros Grau e provocou discussões quanto a seu cabimento. Os ministros Marco Aurélio e Carlos Ayres Britto, votos vencidos quanto à retificação da proclamação, sustentavam o não cabimento da discussão, antes da publicação do acórdão.

Segundo eles, o governo italiano deveria esperar a publicação do acórdão (decisão colegiada) para, se considerar que há erro, omissão ou contradição na decisão da Suprema Corte, opor embargos de declaração.

O ministro Cezar Peluso, no entanto, informou que a questão de ordem quanto à proclamação, em caso de erro, é cabível no prazo de 48 horas após a proclamação, de acordo com o artigo 89 do Regimento Interno da Corte (RISFT), e que o pedido foi formulado tempestivamente pelo governo italiano.


Ministro Eros Grau

Na sessão desta quarta-feira, o ministro Eros Grau repetiu o voto proferido durante o julgamento do pedido de extradição e disse que não era preciso mudar uma só palavra nele. Recordou que, inicialmente, votou-se o cabimento da extradição. Disse que votou contra, juntamente com os ministros Marco Aurélio, Cármen Lúcia e Joaquim Barbosa.

Em seguida, conforme recordou, votou-se se a decisão do STF vinculava o presidente da República, ou seja, obrigava o presidente a extraditar Battisti. Seu voto foi que não vinculava, sendo que também os ministros Marco Aurélio, Cármen Lúcia e Joaquim Barbosa, além do ministro Carlos Britto, votaram no mesmo sentido.

“O presidente da República tem a possibilidade de entregar ou não o extraditando”, afirmou o ministro Eros Grau. “Nesse ponto, eu acompanhei a divergência do ministro Marco Aurélio, do ministro Carlos Britto, no sentido de que o presidente pode ou não determinar a extradição.”

“O único ponto que precisava ser esclarecido é que, no meu entender, ao contrário do que foi afirmado pela ministra Cármen Lúcia, em primeira mão, o ato não é discricionário, porém há de ser praticado nos termos do direito convencional”, observou o ministro Eros Grau, lembrando que, neste ponto, seguia jurisprudência firmada por voto do ministro Vítor Nunes Leal (aposentado), em outro caso de extradição.

O ministro disse querer deixar claro, "para evitar confusão", que o resultado é o seguinte: “Eu acompanhei, quanto à questão da não vinculação do presidente da República à decisão do Tribunal, a divergência. Mas, com relação à discricionariedade ou não do seu ato, eu direi: esse ato não é discricionário porque ele é regrado pelas disposições do tratado”.

Entretanto, da proclamação constou que cinco ministros teriam votado no sentido de que o cumprimento da decisão é um ato discricionário do presidente da República. E é aí que o voto do ministro Eros Grau divergiu. O relator, ministro Cezar Peluso, chamou atenção para este fato, observando que o voto de Eros Grau não se encaixava em nenhuma das duas correntes.

Hoje o ministro Eros Grau confirmou que seu voto foi no sentido de que a execução da decisão do STF, ou seja, a entrega de Battisti, não é um ato discricionário do presidente da República.

No entender dele, não vincula o presidente à decisão do STF, mas o presidente tem que agir nos termos do tratado de extradição entre Brasil e Itália, firmado em 17 de outubro de 1989 e promulgado pelo Decreto nº 863, de 9 de julho de 1983.

“O presidente autoriza ou não, nos termos do tratado”,
observou o ministro Eros Grau.

Segundo o ministro Cezar Peluso, o presidente da República somente pode deixar de efetuar a extradição se a lei o permite. E entre essas hipóteses, conforme lembrou – e isto constou também do seu voto –, estão basicamente duas: 1) se o Estado requerente não aceitar a comutação da pena (na extradição, o país requerente só pode aplicar penas previstas pela legislação brasileira): 2) quando ele pode diferir a entrega, após processo pendente no Brasil contra o extraditando.

FK,RR/LF

Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Os crimes são perpetrados por meios virtuais - mas os efeitos são reais.



DESTACO DO LIVRO ELETRÔNICO As múltiplas faces dos Crimes Eletrônicos e dos Fenômenos Tecnológicos e seus reflexos no universo Jurídico

(...) as pessoas estão sempre esperando que alguém esteja fazendo alguma coisa de bom pela segurança da empresa. Entendem sua responsabilidade como limitada e de pequena relevância perante o todo. Se todos estiverem pensando assim, ninguém fará nada e quando acontecer um incidente, o espanto será geral. DAWEL, George. A Segurança da Informação nas Empresas. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005.

A Internet não pode ser vista e propagada como um ambiente sem lei. É preciso existir muito mais do que um mínimo de controle legal sobre o tráfego de informações aliado a tecnologia para que ela seja segura. Entre os meios de segurança de tráfego de informações encontra-se a criptografia de mensagens.

Trata-se de um conjunto de métodos e técnicas destinadas a proteger o conteúdo de uma informação por meio da cifragem de um texto a ser enviado. Enquanto em trânsito pela rede, a mensagem trafega em código desconhecido, que será decifrado assim que chegar ao seu destinatário final. A criptografia assegura, por meio da utilização de uma chave publica e outra privada6, a privacidade da informação, mantendo o conteúdo da mensagem oculto de qualquer um que não seja seu destinatário. Quando não é feita a criptografia do conteúdo de uma mensagem, qualquer pessoa pode ter acesso a ela porque o fundamental protocolo que transmite a informação que trafega pela rede chamado de TCP/IP.

O TCP/IP - Protocolo de Controle de Transmissão/Protocolo Internet (Transmission Control Protocol/Internet Protocol) - encapsula as informações a serem transmitidas pela Internet. Acrescenta cabeçalhos utilizados para especificar os endereços dos computadores destinatários e remetentes, para dividir e remontar as informações em pequenos pacotes, para aumentar ou diminuir a velocidade de transmissão conforme a confirmação ou não dos pacotes recebidos. Para alguns pesquisadores que viveram o nascedouro da internet no Brasil e nos Estados Unidos, o protocolo não sofreu alterações substanciais em sua infra- estrutura básica e não foi gerado para prover alta performance em transações de dados sigilosos, sendo assim um meio vulnerável a transição de dados7.

Dessa maneira, quando enviamos uma mensagem não encriptada8 ela pode ser interceptada durante seu percurso por um terceiro que não seja seu destinatário, que pode lê-la ou alterá-la. A idéia e que se encontre um sistema no qual as mensagens possam percorrer a rede de um modo seguro. Segundo o professor da Universidade de Brasília Pedro Rezende9 em 70% dos casos de escolha de senha, esta cifragem pode ser quebrada por crackers (hackers criminosos), usando programas que aplicam ataques de dicionário em tais cifragens. E quando a senha for robusta, o atacante pode ser valer de programas chamados cavalos-de-tróia, amplamente difundidos no mundo do cibercrime e facilmente programáveis na linguagem da comunicação de processos do Windows (Vbscript), em uma linguagem de programacao ativo no Internet Explorer ou no Outlook, para interceptarem do teclado a digitação da senha transmitindo-as ao atacante, até através de carona em conexões a sites suspeitos.

Os algoritmos que executam a criptografia podem ser simétricos ou assimétricos. O primeiro e um tipo de chave mais simples onde o emissor e o receptor usam a mesma chave. O segundo ja e mais complexo, pois se trabalha com duas chaves: publica e privada. Segundo Fleury (1998)

se hoje temos computadores para criptografar dados e processar informações que antes eram impossíveis, os mesmos computadores são usados para quebrar algoritmos e descobrir a chave que foi usada. Uma chave com poucos caracteres e fácil de s adivinhada, pode-se tentar algumas possibilidades ate que se consegue chegar na chave certa.

É preciso que os Tribunais e o Governo brasileiro estejam atentos. Para alguns, fala-se na possível quebra da criptografia, mas muito se tem a estudar a respeito da matéria. Para o primeiro bloco de pesquisadores, o rompimento das chaves e tarefa quase impossível diante das diversas combinações a serem feitas para se conseguir êxito. Outros pesquisadores se mostram mais céticos e acreditam que a criptografia pode ser quebrada com relativa facilidade.

Ha uma modalidade usada de encriptacão conhecida como assinatura digital, um código destinado a garantir que o remetente de uma mensagem e quem ele realmente diz ser ou que a mensagem original não foi alterada. Ou seja, trata-se de um código que confere validade a operação. As mensagens enviadas por e-mail passarão a ser enviadas com a assinatura do remetente e caso ocorra alguma alteração na mensagem original a assinatura será deformada.

A autoridade certificadora atualmente no Brasil e a ICP-Brasil, regulada pela medida provisória no 2.200-2 de 24 de agosto de 2001, mencionada anteriormente, enuncia em seu Artigo 1o:

Art. 1o - Fica instituída a Infra-Estrutura de Chaves Publicas Brasileira11 - ICP-Brasil, para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras.

Trata-se de um conjunto de entidades, padrões técnicos e regulamentos, elaborados para suportar um sistema criptográfico com base em certificados digitais. A ICP-Brasil foi criada pelo Governo Federal com a intenção de regulamentar as atividades de certificação digital no Pais, fornecer maior segurança nas transações eletrônicas e incentivar a utilização da Internet como meio para a realização de negócios.

Dadas as inovações tecnológicas que tem sido propostas e incorporadas pelo governo brasileiro, cabe ao Direito acompanhar essas mudanças tecnológicas e atentar-se as novas ameaças e realidades. Existem hoje no Direito conflitos que se colocam em função da tecnologia e para os quais a lei nem sempre esta preparada para resolver. O Judiciário possui um papel fundamental para se lidar com essa nova realidade.

A Internet não é um espaço sem lei:

Leis, decretos, medidas provisÓrias, normas, foram instituídos e novos projetos estão em tramitação legislativa:

Decreto n.o 3.505, de 13 de junho de 2000 que institui a Política de Segurança da Informação nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal.

Decreto n.o 3.587, de 5 de setembro de 2000 que estabelece normas para a Infra-Estrutura e Chaves Publicas do Poder Executivo Federal – ICP-Gv.

Lei n.o 8.159, de 8 de janeiro de 1991 que dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados.

Decreto n.o 3.865, de 13 de julho de 2001 que estabelece requisito para Contratação de Serviços de Certificação Digital pelos Órgãos Públicos Federais.

Medida Provisória n.º 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, institui a Infra-Estrutura de Chaves Publicas Brasileira – ICP-Brasil, transforma o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação em autarquia.

Tramitam Projetos de Lei no Senado, dentre eles, o PLC 89/03, PLS 76/00 e PLS 137/00 – que tipificam os crimes de "roubo" de senhas pela Internet, a falsificação de cartões de credito, a difusão de vírus, a divulgação de bancos de dados, o racismo e a pedofilia praticados pela Internet, entre outros delitos, cujo relator é o Senador Eduardo Azeredo.

Para acompanhá-los basta acessar página web do Senado e se cadastrar.

Abs Rivadávia

Inacreditável!

AUXILIO-RECLUSÃO


Bandido com 5 filhos, além de comer e beber nas costas de quem trabalha, comandar o crime de dentro das prisões ainda recebe auxilio de R$ 3.760,60.

Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual?

QUE PAÍS É ESSE???

VOCÊS SABIAM DO AUXÍLIO RECLUSÃO?

(... e vamos lá pessoal... não deixem de cantar o Hino Nacional, pelo menos 15 vezes ao dia...)

Vocês sabiam que todo presidiário com filhos tem uma bolsa que, a partir de 1/2/2009, é de R$ 752,12 por filho, para sustentar a família já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso?

(Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS)

CONFIRA NO SITE
 
A - Pergunta que não quer calar 1 :

Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebem uma bolsa de R$752,12 por filho,
para seu sustento?

B - Pergunta que não quer calar 2 :

Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?

É por essa e outras que a criminalidade não diminui...

Ela dá lucro!

ESTE É MAIS UM DOS ABSURDOS QUE PROTEGEM OS BANDIDOS.

TEMOS QUE NOS PROTEGER COM GRADES, ALARMES E AFINS, ENQUANTO OS BANDIDOS ANDAM LIVREMENTE PELAS RUAS, E, AINDA COM PROTEÇAO DOS DIREITOS HUMANOS.

PRECISAMOS FAZER ALGUMA COISA, É MUITO DESCASO COM O CIDADÃO TRABALHADOR, QUE PAGA POR TODA ESTA IMORALIDADE, TEMOS QUE ACABAR COM ESSA POUCA VERGONHA.

IMAGINE SÓ SE NÓS TRABALHADORES TIVÉSSEMOS ESSES DIREITOS!
NESSE PAÍS SÓ TEM VALOR SE FOR MARGINAL.


AFINAL...

QUE PAÍS É ESSE???

Recebida por e-mail

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Serra e Schwarzenegger enaltecem papel dos Estados na COP15 Schwarzenegger e Serra debatem na COP15.

Agência Estado/Efe
COPENHAGUE (Dinamarca) - Em um evento paralelo nesta terça-feira, 15, dentro da cúpula da ONU sobre a mudança climática (COP-15) em Copenhague que contou com a participação de Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB) afirmou que os Estados são "referência e exemplo" na luta contra as mudanças climáticas.

Pré-candidato à presidência das eleições de 2010, Serra disse que os Estados querem ser "parte da solução" e de um novo modelo de desenvolvimento, encorajando aos líderes mundiais a fazerem o mesmo.
Agência Estado

José Serra e Arnold Schwarzenegger participaram juntos de evento paralelo dentro da cúpula da ONU

Entre as medidas impulsionadas por São Paulo, Serra citou no evento a redução do desmatamento, uma política regional "sem precedentes nos países em desenvolvimento" que aspira a redução das emissões em 20% em 2020 com relação a 2005 e o uso do etanol, que representa um quinto da produção mundial.

Um investimento de US$ 100 milhões em programas científicos contra a mudança climática e o objetivo de reflorestar 1 milhão de hectares de superfície em 2020 são algumas das aspirações do estado de São Paulo, destacou Serra.

Estados como 'laboratórios'

Em seu discurso, Schwarzenegger seguiu a mesma linha e defendeu o papel de cidades e Estados como "laboratórios de novas ideias" contra a mudança climática, cuja importância está refletida no fato dos mesmos serem receptores de 80% das ações para minimizar as emissões de gases do efeito estufa.

Embora tenha destacado a importância de conseguir um acordo na cúpula climática de Copenhague, Schwarzenegger dividiu o "poder" entre os indivíduos, cidades, Estados, cientistas e empresários para poder mudar as coisas e afirmou que isso já está ocorrendo.

"Na Califórnia não ficamos sentados esperando por Washington", afirmou Schwarzenegger, que explicou que 27% da energia no Estado partem de fontes renováveis e que o objetivo é chegar a 45% em dez anos. Para Schwarzenegger, se a cúpula da ONU ficar sem acordo isso não significa um fracasso, porque na visão dele o êxito já foi alcançado ao possibilitar uma nova maneira de olhar o mundo, como ocorreu com Kioto em 1997.

Ao finalizar o discurso, o ator lembrou sua célebre frase do filme "O Exterminador do Futuro": "eu voltarei". Aqui.

A VANGUARDA DO ATRASO

confecom

Estão vendo estes senhores aí acima? 

A partir da esquerda, vêem-se Luiz Dulci, secretário geral da Presidência; Michel Temer, presidente da Câmara; o presidente Lula; o ministro Hélio Costa (Comunicações) e Franklin Martins, ministro da Comunicação Social e, em muitos assuntos, primeiro-ministro.

Estão na abertura de um troço chamado 1ª Confecom — Conferência de Comunicação. Foi convocada pela Presidência da República, sob os auspícios da esquerda do PT, que ainda não desistiu de controlar a imprensa no Brasil, e sob a coordenação de Franklin Martins, que ainda não desistiu de ser Franklin Martins — desde quando seqüestrou o embaixador americano Charles Elbrick com uma arma na mão e péssimas idéias na cabeça.

As péssimas idéias continuam. A arma, agora, e a burocracia do estado se fingindo de controle democrático. Oficialmente, estão sendo gastos R$ 8 milhões nessa porcaria. Duvido que seja só isso.


E tudo para quê?

As esquerdas querem “rediscutir” a “mídia” no Brasil.

A palavra de ordem é colocá-la sob o que chamam “controle social”.

Como elas se querem a representação da própria sociedade, a proposta singela é tomar de assalto as empresas de comunicação e impor a sua própria agenda.


Chamar isso de “democratização” é mais uma das vigarices dessa turma.

A democracia supõe justamente a convivência com a diversidade e a divergência, como AINDA se tem na imprensa hoje em dia, apesar de infiltrada por esses mesmos valentes.

Mas eles acham pouco.

Quando Franklin e mais alguns resolveram seqüestrar o embaixador, acreditavam que a pistola era a expressão material da razão teórica que levavam na cachola: eles eram a ponta de lança da revolução proletária.

Os meios hoje são outros, mas o espírito é o mesmo.

Esses caras se pretendem a vanguarda da história e acreditam que são mesmo os instrumentos que vão conduzir o Brasil a um futuro glorioso, livre dos seus inimigos.

“Seus”?

De quem?

Inimigos deles ou inimigos do Brasil?

Para eles, é tudo a mesma coisa.

Esses coronéis da ideologia confundem seu pastelão moral e ideológico com a história do país.


Os petistas, em matéria de convicção democrática, vivem no mesozóico. Se vocês quiserem saber o que é o paleozóico a que Franklin Martins e seus red caps querem regredir, cliquem aqui.

Todas as inacreditáveis propostas estão ali expostas, em 14 cadernos temáticos e outros cinco que buscam sistematizá-los. Peguei-me lendo o troço, mesmerizado por aquilo que deve ser a maior coleção de asneiras jamais reunidas numa única página da Internet.

Noto que o espírito da pretendida revolução já anima a TV Pública, a Lula News, a TV Traço, a emissora que ninguém vê — apesar de custar aos nossos bolsos algo em torno de R$ 700 milhões.

É isto: Franklin quer reduzir tudo àquele verdadeiro apagão de Ibope a que ele e Tereza Cruvinel condenaram a Lula News.


Não há uma miserável proposta das centenas ali elencadas que não seja pautada pela idéia da vigilância, da punição e, obviamente, do “controle social”. Transcrevo alguns exemplos:


No caderno que trata da produção para TV e rádio

- Aprovar legislação que determine cotas percentuais mínimas, nas emissoras de televisão de sinal aberto e fechado, para a veiculação de animação produzida nacionalmente, garantindo participação majoritária de produções independentes, ou seja, sem relação direta ou indireta com empresas que já produzem ou distribuem conteúdo, e garantindo formas de financiamento compatíveis com o fortalecimento do setor.


- Definição, em lei, de percentual mínimo de programas que devam ser adquiridos junto a produtores independentes. Na aquisição de programas de produtores independentes, também, deve ser assegurado um número mínimo de produções que abordem a temática étnica. Isto é importante para elevar a auto-estima do povo negro e combater o racismo.


- Que, em programas e programações de rádio e televisão, haja um percentual mínimo de 30% de conteúdos com produção da própria região onde está localizada a emissora, sendo ao menos uma hora desse conteúdo veiculado entre 19h e 22h nas programaçes de TV e entre 9h e 13h nas programações de rádio.


- Garantia, por parte do Estado, de incentivos para produção independente viabilizando o conteúdo regional observando os critérios de representabilidade dos segmentos sociais, para a disponibilização dos recursos.

No caderno que trata das fontes de financiamento

- Implantação de uma política de fomento à produção popular, que apoie e financie iniciativas de realização de conteúdos escritos e audiovisuais por segmentos historicamente marginalizados na sociedade brasileira.


- Instalar centrais públicas de produção popular financiadas pelo fundo de comunicação pública gerido por um conselho comunitário de comunicação.


- Criar o Fundo de Amparo às Políticas Públicas de Comunicação, com foco no mercado de produção independente e nos segmentos sociais e garantir que um percentual da verba pública gasta com publicidade seja direcionado ao fundo;


- Financiamento de produção independente e de instituições de caráter sócio-educativo com garantia de veiculação na mídia.


- Viabilização de uma produção audiovisual de qualidade, desde que as plataformas pagas de distribuição desses conteúdos sejam organizadas de modo a garantir a distribuição de conteúdos brasileiros, de origens diversificadas, com a proibição do controle por determinado grupo econômico de mais que 25% da grade de programação de toda e qualquer plataforma de distribuição (TV a cabo, DTH, MMDS, televisão pelo celular etc.).


Voltei

E a coisa segue por aí, com propostas que pedem a revisão de concessão de TV e rádio, que impõem severos limites à publicidade ou que pretendem criar “um fundo de financiamento para a capacitação de profissionais de comunicação para que a pauta da diversidade cultural, convenções e protocolos vigentes acerca da questão sejam assimilados pela classe“.

Entenderam?


Lula, como vimos, discursou na abertura do evento. Criticou as entidades empresariais, que caíram fora da arapuca. Disse que não adianta fazer como “avestruz”, fugindo dos “problemas”.

Quais?

Quem está com um “problema” é o PT, que pretende impor o que chama “controle social da comunicação” ao arrepio do que diz a Constituição.

É por isso que o passo seguinte à tal conferência é pressionar em favor de emendas constitucionais que, finalmente, oficializem o CONTROLE PETISTA da comunicação.


Lula sabe mesmo o que diz.

Em agosto deste ano, no auge da crise que colheu o senador José Sarney (PMDB-AP) por causa dos tais atos secretos, ele concedeu mais uma rádio ao filho de Renan Calheiros (PMDB-AL), que liderou a tropa-de-choque para manter o presidente do Senado no seu posto.


E Lula quer rediscutir o papel da “mídia”.

Como sempre, não é só ato em si que assombra, mas também a moral que o embala.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009 | 7:15

Só fala m.....!


“… o Meio Ambiente é uma ameaça para o futuro do nosso Planeta…”


Depois da guerrilha, a "Didi" resolveu atirar pérolas na COP. Arrasa filha!



A ministra Dilma Rousseff ao falar ontem para a delegação brasileira cometeu um ato falho. Disse que o meio ambiente é uma ameaça ao desenvolvimento sustentável.

Confira aqui a falta que faz um "não". 

Para pregar na parede...


SLOGAN PARA A CAMPANHA ELEITORAL



"APAGÃO" JÁ GEROU UM SLOGAN PARA A CAMPANHA ELEITORAL:

DILMA 2010 - APAGUE ESSA IDEIA!!!!