Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 3 de janeiro de 2009

Imagem

Frase


"...O parentesco do comunismo com o nazismo é, para a esquerda em geral, um tema sempre delicado e, como qualquer tabu, sabiamente escamoteado...Em resumo, não houve decepções com o nazismo, já que seu líder cumpriu fielmente o que prometera. Já o comunismo é diferente, “pois emprega a dissimulação ideológica, veiculada pela utopia. Promete a abundância e provoca miséria; promete a liberdade, mas impõe a servidão; promete a igualdade e leva à mais desigual das sociedades – com a nomenklatura, classe privilegiada a tal ponto como jamais se conheceu, nem mesmo nas comunidades feudais. Ele promete ainda respeito à vida humana, mas realiza execuções em massa; promete o acesso de todos à cultura, mas leva ao embrutecimento generalizado; promete o “novo homem”, mas o fossiliza”..."

"...o comunismo é uma máquina ininterrupta de produção de mentiras e a maior de todas é a de que através de engenharia social – comandada obviamente por eles mesmos – é possível chegar a uma sociedade onde as diferenças entre os homens serão abolidas e a paz eterna reinará. Esta falsa utopia serve na medida para conquistar idiotas úteis para a luta pela hegemonia e, em última análise, pelo poder total e irrestrito dos doutrinadores, uma vez tornados hegemônicos. Estes sabem que não existe utopia alguma, é puro engodo..."

HEITOR DE PAOLA

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

15 segundos

DO PALÁCIO PARA O EXÍLIO

Perdeu o lugar

O ex-diretor da Abin Paulo Lacerda é demitido por Lula.
Sem condições de ocupar um cargo público no Brasil,
ele ganha do presidente um cargo público em Portugal

Lula Marques/Folha Imagem
DO PALÁCIO PARA O EXÍLIO

Paulo Lacerda despachava havia três meses num porão do Palácio do Planalto: prêmio de consolação no exterior

O delegado Paulo Lacerda é um tira muito resistente. Ex-diretor-geral da Polícia Federal, Lacerda caiu pela primeira vez, em outubro de 2007, quando foi transferido para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas. Há quatro meses, depois de VEJA revelar que a Abin grampeou ilegalmente o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, o delegado caiu pela segunda vez. Lacerda foi afastado temporariamente do comando da agência oficial de espionagem, por ordem do presidente Lula, até que a PF elucidasse seu papel na trama. Na semana passada, antes mesmo de a investigação ser concluída, o delegado caiu pela terceira vez ao ser exonerado definitivamente da Abin. Mas, como sempre acontece quando Lacerda tropeça, ele não ficará ao relento. Por determinação do presidente, o ex-diretor da Abin será nomeado adido policial do Brasil em Portugal. Sua viagem, que inverte a rota dos degredados que aportaram no Brasil no período colonial, deve ocorrer já no próximo mês.

A demissão do delegado e a divulgação de seu novo emprego aconteceram simultaneamente – e não é, logicamente, obra do acaso. O presidente chegou a acreditar que Lacerda seria isentado de responsabilidade pelas ilegalidades da Abin e pretendia aguardar o fim da investigação para reconduzi-lo ao cargo. Mudou de ideia depois que Lacerda foi pilhado contando um festival de mentiras à CPI dos Grampos. Contrariando tudo o que o delegado disse aos parlamentares, já está provado que seus subordinados participaram clandestinamente da operação policial que prendeu o banqueiro Daniel Dantas e manusearam ilegalmente gravações telefônicas. Pelo menos um dos espiões, o agente Márcio Seltz, confessou ter entregado pessoalmente ao diretor da Abin arquivos de conversas telefônicas – episódio que o delegado continua negando. A coincidência entre a demissão e o rápido anúncio do novo cargo atende a um último pedido de Lacerda, que vinha pressionando o Palácio do Planalto a lhe dar uma saída honrosa. Mas por que Lula cedeu ao apelo do delegado, abrigando em um cargo público no exterior alguém que não tem condições de ocupar um cargo público no Brasil, é um mistério.

Existem várias teorias, nenhuma delas comprovada, sobre a origem do prestígio de Lacerda no governo. Afastado temporariamente do comando da Abin, o delegado vinha despachando num porão do Palácio do Planalto sem que se saiba o que fazia por lá. Agora, ao ser transferido para além-mar, Lacerda refaz uma rota muito conhecida por ex-autoridades incômodas. Portugal foi o destino do ex-porta-voz de Fernando Collor, Claudio Humberto, nomeado adido cultural em Lisboa quando o chefe caiu em desgraça. A embaixada brasileira em Lisboa também serviu para abrigar o ex-presidente do PMDB Paes de Andrade, que passou quase quatro anos como embaixador no país. Como adido policial em Lisboa, cargo criado especialmente para Lacerda, mas que não dá direito ao grampo a cobrar, ele receberá salário de 8 000 dólares, equivalentes a 19 000 reais. Na falta do que fazer, poderá passar seu tempo se deliciando com o bacalhau, o pastel de nata e o bom vinho da terrinha.
na Veja

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Mudanças na ortografia

As novas regras ortográficas passam a valer no dia 1º de janeiro de 2009.

Veja as principais mudanças na ortografia

Veja as regras atuais e o que vai mudar na língua portuguesa:

Alfabeto
Nova Regra
O alfabeto será formado por 26 letras
Como é
As letras “k”, “w” e “y” não são consideradas integrantes do alfabeto
Como será
Essas letras serão usadas em unidades de medida, nomes próprios, palavras estrangeiras e outras palavras em geral. Exemplos: km, kg, watt, playground, William, Kafka, kafkiano.

Trema
Nova regra
Não existirá mais o trema na língua portuguesa. Será mantido apenas em casos de nomes estrangeiros. Exemplo: Müller, mülleriano.
Como é
Agüentar, conseqüência, cinqüenta, freqüência, tranqüilo, lingüiça, bilíngüe.
Como será
Aguentar, consequência, cinquenta, frequência, tranquilo, linguiça, bilíngue.

Acentuação – ditongos “ei” e “oi”
Nova regra
Os ditongos abertos “ei” e “oi” não serão mais acentuados em palavras paroxítonas
Como é
Assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, Coréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico
Como será
Assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, Coreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico.
Obs: Nos ditongos abertos de palavras oxítonas terminadas em éi, éu e ói e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis, troféu, céu, chapéu.

Acentuação – “i” e “u” formando hiato
Nova regra
Não se acentuarão mais "i" e "u" tônicos formando hiato quando vierem depois de ditongo
Como é
baiúca, boiúna, feiúra, feiúme, bocaiúva
Como será
baiuca, boiuna, feiura, feiume, bocaiuva
Obs 1: Se a palavra for oxítona e o “i” ou “u” estiverem em posição final o acento permanece: tuiuiú, Piauí.
Obs 2: Nos demais “i” e “u” tônicos, formando hiato, o acento continua. Exemplo: saúde, saída, gaúcho.

Hiato
Nova regra
Os hiatos "oo" e "ee" não serão mais acentuados
Como é
enjôo, vôo, perdôo, abençôo, povôo, crêem, dêem, lêem, vêem, relêem
Como será
enjoo, voo, perdoo, abençoo, povoo, creem, deem, leem, veem, releem

Palavras homônimas
Nova regra
Não existirá mais o acento diferencial em palavras homônimas (grafia igual, som e sentido diferentes)
Como é
Pára/para, péla/pela, pêlo/pelo, pêra/pera, pólo/polo
Como será
para, pela, pelo, pera, polo
Obs 1: O acento diferencial ainda permanece no verbo poder (pôde, quando usado no passado) e no verbo pôr (para diferenciar da preposição por).
Obs 2: É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?

Hífen – “r” e “s”
Nova regra
O hífen não será mais utilizado em prefixos terminados em vogal seguida de palavras iniciadas com "r" ou "s". Nesse caso, essas letras deverão ser duplicadas.
Como é
ante-sala, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-rival, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, supra-renal.
Como será
antessala, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirrival, autorregulamentação, autossugestão, contrassenso, contrarregra, contrassenha, extrarregimento, infrassom, ultrassonografia, semirreal, suprarrenal.

Hífen – mesma vogal
Nova Regra
O hífen será utilizado quando o prefixo terminar com uma vogal e a segunda palavra começar com a mesma vogal.
Como é
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus.
Como será
anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus.

Hífen – vogais diferentes
Nova regra
O hífen não será utilizado quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a segunda palavra.
Como é
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, co-autor, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático
Como será
autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiárido, semiautomático.
Obs: A regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por h: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo.
Fonte: Cláudia Beltrão, professora de português da Central de Concursos


Para você ganhar belíssimo Ano Novo

Receita de ano novo
Carlos Drummond de Andrade


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Faz sentido...

Cirurgia de Dilma foi um sucesso

Muita luz em 2009!



VIDEO - PRIMEIRO SOL DE 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FRASES PARA REFLEXÃO NESTE FIM DE ANO


"...Na medida em que a idéia de igualdade sobrepõe-se à da liberdade e que se aceitou ser o Estado um instrumento legítimo de redistribuição de renda, quebrou-se essencialmente o equilíbrio para que a ordem democrática como aquela conhecida no século XIX pudesse existir...O homem-massa eleitor...é chamado a escolher quem vai colocar “mais” e “melhor” o Estado a serviço de seus apetites, de suas idiossincrasias, de suas ilusões..." autor: NIVALDO CORDEIRO

"...A responsabilidade social nada mais é do que um conceito de origem marxista, fincado na idéia de que o empresário é uma figura maligna, que causa pobreza e exclusão social por intermédio de sua atividade e que deve pelo menos tentar expiar parcialmente a sua culpa empenhando-se na nas ditas “causas sociais”, na esperança (vã) de obter com isto a piedade de seus detratantes..." autor: KLAUBER CRISTOFEN PIRES

"...Quando a anormalidade é excessiva, transcendendo os limites da quota admissível, ela tende a passar despercebida ou a ser simplesmente negada: o intolerável transfigura-se em inexistente..." autor: OLAVO DE CARVALHO
enviada por Gracias a La Vida

Frase


Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada.

Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários.

Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo.

Quem duvida disso não conhece a natureza humana."


autor: MIKHAIL ALEKSANDROVITCH BAKUNIN

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

ESQUERDISTA- o fundamentalista

A maior parte das pessoas na esquerda não se opõe à liberdade.

Elas apenas são favoráveis a todo tipo de coisas que são incompatíveis com a liberdade.
Liberdade significa, no fim das contas, o direito de as pessoas fazerem coisas que nós não aprovamos. Os nazistas tinham o direito de ser nazistas sob Hitler. Somos livres apenas quando somos capazes de fazer coisas que outros não aprovam.

Um dos mais aparentemente inocentes exemplos das muitas imposições da visão da esquerda sobre os outros é a difundida exigência das escolas e universidades do “serviço comunitário”, para admissão de estudantes.

Há escolas de ensino médio em todo o país em que você não se forma, e faculdades em que você não entra, a menos que tenha se engajado em atividades arbitrariamente definidas como “serviço comunitário”. A arrogância de se confiscar o tempo dos jovens – em vez de deixá-los (e a seus pais) livres para decidir como usar seu tempo – só não é maior que a arrogância de se impor o que é ou não é um serviço à comunidade.

Trabalhar num abrigo de sem-teto é amplamente considerado um “serviço comunitário” – como se ajudar e se acumpliciar com a vagabundagem fosse necessariamente um serviço, em vez de um desserviço, à comunidade.


Estará a comunidade mais bem servida com mais desempregados vagando pelas ruas, agressivamente mendigando pelas calçadas, urinando nos muros, deixando agulhas e seringas nos parques onde as crianças brincam? Este é apenas um dos muitos modos em que a distribuição dos vários tipos de benefícios a pessoas que não trabalham rompe a conexão entre produtividade e recompensa.

Mas essa conexão permanece tão inquebrável como sempre esteve para a sociedade como um todo. Você pode fazer de qualquer coisa um “direito” para indivíduos ou grupos, mas nada é um direito para a sociedade como um todo, nem mesmo comida ou abrigo, que têm de ser produzidos pelo trabalho de alguém ou eles não existirão.

Para alguns, o que “direitos” significam é forçar outras pessoas a trabalharem para o benefício deles. Como uma frase de pára-choque de caminhão diz: “Trabalhe duro. Milhões de pessoas on welfare [vivendo dos programas sociais do governo] estão dependendo de você.”
O mais fundamental dos problemas, contudo, não é que atividades particulares são exigidas dos estudantes sob o título “serviços comunitários”.

A pergunta fundamental é: O que, afinal, qualifica professores e membros das comissões de admissão das faculdades a definir o que é bom para a sociedade como um todo, ou mesmo para os estudantes sobre os quais são impostas suas noções arbitrárias?
Qual especialidade eles têm que justifica sobrepor-se à liberdade dos outros?

O que suas imposições mostram, exceto que “os idiotas abundam onde os anjos temem pisar”1?


Que lições os estudantes aprendem disso, exceto a de submissão a um poder arbitrário?

A finalidade é, supostamente, a de que os estudantes adquiram um sentido de compaixão ou nobreza por meio do serviço aos outros.

Mas isso depende de quem define compaixão. Na prática, isso significa forçar os estudantes a se submeterem à propaganda para fazê-los receptivos à visão de mundo da esquerda.
Estou certo de que aqueles favoráveis às exigências de “serviços comunitários” entenderiam o princípio por trás das objeções a esses serviços se exercícios militares fossem exigidos nas escolas de ensino médio.

De fato, muitos que promovem o “serviço comunitário” obrigatório são fortemente contrários ao treinamento militar mesmo voluntário nas escolas de ensino médio e faculdades, embora muitos outros considerem esse treinamento como uma contribuição à sociedade muito maior que alimentar pessoas que se recusam a trabalhar.


Em outras palavras, esquerdistas querem o direito de impor suas idéias do que é bom para toda a sociedade – um direito que eles veementemente negam àqueles cujas idéias do que é bom para a sociedade diferem das deles.

A essência da intolerância é recusar aos outros os direitos que você exige para si próprio.

Tal intolerância é inerentemente incompatível com a liberdade, embora muitos esquerdistas fiquem chocados de serem considerados oponentes da liberdade.

Townhall.com

sábado, 27 de dezembro de 2008

Onde o Ministro põe o dinheiro do povo

Veja onde o ministro Temporão quer colocar o dinheiro dos seus impostos.

Abaixo a ditadura gay, o Bolsa-Boiola e o KY do Temporão
por Hugo Studart
Fonte: Aqui
O ministro da Saúde enlouqueceu de vez. Falta verba para comprar medicamentos para hemofílicos e para bolsas de coletas de sangue. Mas Temporão mandou comprar 15 milhões de lubrificantes KY para distribuir aos gays. Vai torrar cerca de R$ 40 milhões no dia 22 de dezembro. Recentemente, o ministro mandou distribuir pênis de borracha e uma cartilha ensinando as técnicas mais prazeirosas do sexo anal. É o Bolsa-Boiola. Temporão está confundindo a defesa da liberdade de opção sexual com boa administração do dinheiro público. Sucumbiu à "Gaystapo", as patrulhas do movimento GLS. Chegou a hora de reagirmos contra as loucuras desse ministro.

O Artigo 5 da Constituição garante uma série de direitos fundamentais e inalienáveis, como a liberdade de expressão, de opinião, de credo, de organização política, etc e etc. Não fala da liberdade de opção sexual, mas acredito que devemos respeitá-la por interpretação complacente -- ou por simples amor à democracia, aos direitos civis e o respeito ao próximo. Portanto, é dever do Estado proteger as minorias sexuais da discriminação e da violência. Assim como criar políticas próprias de saúde, em especial para o controle da AIDS.

Na quarta-feira 17 de dezembro, o Ministério da Saúde divulgou a última extravagância de seu ministro, José Gomes Temporão -- o edital de licitação número 142/2008, para a aquisição de 15 milhões de sachês de gel lubricante à base de água, o conhecido KY, geralmente usado para facilitar o sexo anal (leia parte do edital ao final deste artigo e a íntegra no documento abaixo).

O pregão do KY será às 10 horas da manhã da próxima segunda-feira 22 de dezembro. Tudo muito rápido, para não dar na vista. O Erário deve gastar cerca de R$ 40 milhões, calcula o funcionário do Ministério da Saúde que me forneceu o edital.

Está sendo preparado por um assessor do círculo íntimo de Temporão um outro edital semi-secreto para a compra de 1 bilhão de camisinhas. Os armazens do ministério estão neste momento abarrotados de preservativos para serem distribuídos à população. Mas Temporão decidiu comprar mais 1 bilhão de camisinhas já lubrificadas. A licitação vai sair do armário na próxima semana. Está programada para o dia 29 de dezembro, no apagar das luzes do ano. Deve consumir outro R$ 1 bilhão dos cofres públicos. Por que tanta pressa? Por que tanto discrição com o dinheiro público?

A fonte das informações acima esclarece que a única prioridade do ministro Temporão é a comunidade gay e o programa DST-Aids. Os hospitais, isso é público, estão derretendo por falta de verba. Falta dinheiro para toda a sorte de medicamentos essenciais. Neste exato instante, por exemplo, faltam nos hospitais públicos bolsa para coleta de sangue e os hemoderivados fatores VIII e IX da coagulação, essenciais para a sobrevivência dos hemofílicos. O dinheiro está sendo desviado para KY, camisinhas e pênis de borracha.

Recentemente, Temporão mandou comprar e distribuir pênis de borracha para usar em educação sexual e cartilhas ensinando as melhores técnicas de penetração anal entre parceiros do mesmo sexo. Ninguém entendeu direito o que a didática do prazer tem a ver com prevenção à Aids. Agora, ao aparecer com o pregão do KY e de outro bilhão de camisinhas, Temporão está instituindo o Bolsa-Boiola.

LEGISLANDO EM CAUSA PRÓPRIA?

Não acredito, em hipótese alguma, que Temporão esteja legislando em causa própria. Nesse caso, seria prevaricação.

Vale lembrar que Roma teve grandes imperadores bissexuais, como Júlio César e Otávio Augusto, ou mesmo homossexuais convictos, como Adriano. Também teve governantes como Heliogábalo, que usava sua condição de gay para legislar em causa própria. No poder, Heliogábalo perdeu o equilíbrio emocional, passou a se vestir de mulher até chegar ao desplante de entregar todo o poder do império a um de seus favoritos, um escravo!. Heliogábalo fez tantas loucuras usando o dinheiro público para proteger seus prazeres que ele e seu amante acabaram trucidados.

Não há nenhum indício de que Temporão esteja prevaricando. Entretanto, como Heliogábalo, ele anda muito mal assessorado. Afinal, desde quando se previne Aids ajudando os gays a praticar uma penetração anal mais prazeirosa? E não me venham com a falácia de suposta homofobia. Estamos aqui discutindo tão-somente a boa gestão do dinheiro dos nossos impostos.

GESTÃO TRANSVIADA

Recentemente, Temporão baixou uma norma mandando o SUS fazer cirurgia de mudança de sexo para os travestis. Com direito a dois anos de acompanhamento psicológico para o transsexual e para sua família, que está perdendo um filho, apesar de estar ganhando uma filha.

Falta dinheiro para transplantes. Falta dinheiro para cirurgias plásticas corretivas, como para crianças queimadas. Ninguém opta por necessitar de um coração, uma córnea, ou por deformar o corpo com o fogo. Os gays, por sua vez, insistem em dizer que o homossexualismo não seria uma distorção psicológica, mas sim uma opção, uma orientação. Se fosse uma psicopatia, então o Estado teria por dever dar tratamento. Mas é uma opção. Os travestis optaram por ser assim.

Então por que o Estado precisa pagar dois anos de tratamento psicológico para os transsexuais e seus pais? Se Temporão fosse um ministro sério, ofeceria acompanhamento psicológico também para os pais daquele garoto de três anos que morreu baleado pela PM do Rio -- cujo policial assassino dias atrás foi absolvido pela Justiça. Eles não optaram por perder o filho, morto por um agente do Estado. Eles sim, precisam de acompanhamento psicológico com dinheiro público.

MANIFESTO CONTRA A GAYSTAPO

A explicação mais plausível para essas opções de Temporão é que ele seja um ministro incompetente. Um fraco. Está sucumbindo ao lobby do Movimento GLS. Houve um tempo em que os homossexuais eram agredidos nas ruas. Depois passaram a ser apenas discriminados em seus empregos. Então surgiram movimentos em defesa dos direitos dos gays, lésbicas e assemelhados.

Organizaram as paradas gays, instituiram o tal Dia do Orgulho Gay, mobilizaram simpatizantes, fizeram lobby nos três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, por direitos justos e legítimos, como plano de saúde para companheiros do mesmo sexo. Ao fim ao ao cabo, os movimentos gays deram uma enorme contribuição para a lapidação das instituições democráticas e o Estado de Direito.

Os gays mobilizados, enfim, têm sido tão importantes nesta virada de século para a afirmação dos princípios fundamentais da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade, quanto o movimento sindical o foi em priscas eras.

Ocorre que de uns tempos para cá, pelo menos no Brasil, o que era um movimento está se transformando numa patrulha ideológica. As campanhas contra a discriminação se transformaram em pressão para que os adolescentes assumam suas porções femininas (ou masculinas, no caso das garotas). Está virando anomalia amar homens e mulheres -- agora só se pode amar "pessoas".

De vítimas, os gays estão se transformando em agressores. Se alguém acredita que ser gay não é o normal, que o normal é ser hetero, é logo taxado de homófobo. Tal qual Hitler com sua Gestapo, estão criando uma Patrulha do Pensamento, a Gaystapo.

Exagero? Homofobia? Ora, ora, lembro-me de um caso exemplar ocorrido meses atrás com o então-presidente da Eletrobrás, Valter Cardeal. Ele é o homem de confiança da ministra Dilma Roussef no setor elétrico. Pois foram pedir R$ 2 milhões ao presidente de Furnas, Luis Paulo Conde, para o patrocínio da Parada Gay do Rio de Janeiro. Conde, titubeante, até pensou em dar o dinheiro. Mas Cardeal vetou.

Ora, desde quando uma estatal elétrica tem a ver com opção sexual? Se está sobrando dinheiro em Furnas, que patrocine escolas e postos de saúde para os desabrigados das barragens e outras vítimas sociais de suas ações predatórias. Isso é o certo. Que patrocinem ações de recuperação do meio ambiente -- ou até mesmo ONGs ou seminários ambientais. Quem tem que patrocinar parada gay é a Johnson&Johnson, fabricante do KY do do Jontex, a Ambev ou a companhia marítima dona dos transatlânticos Eugenio C e Eugenio G.

Pois Valter Cardeal, num rasgo de sensatez, vetou a concessão da verba. Publiquei esse fato na imprensa. No dia seguinte, Cardeal foi alvo de passeadas, ameaças de processo e até de representação da Comissão de Direitos Humanos da OAB. A Gaystapo agiu rápido, implacável como os nazistas. Cardeal foi obrigado a pedir desculpas, voltou atrás e deu dinheiro para os gays. Foi um erro.

É provável que Temporão não esteja prevaricando, mas apenas sucumbindo à Gaystapo. É um ministro fraquinho, incompetente. Qualquer que seja a opção, é hora dos cidadãos que pagam impostos se manifestarem, de exigirem seriedade na gestão das verbas da Saúde. Instituir o Bolsa-Boiola é uma idéia que nem o imperador Heliogábalo teve o desplante de fazer.

EIS O EDITAL DO PREGÃO N.°142/2008

PROCESSO N° 25000.019579/2008-71
Tipo de Licitação: MENOR PREÇO
Data: 22/12/2008
Horário: 10:00 horas
Local: Esplanada dos Ministérios, Bloco “G”, Ed. Anexo, Ala “A”, Sala 423, Brasília/DF

A União, por intermédio da Coordenação-Geral de Recursos Logísticos – CGRL da Subsecretaria de Assuntos Administrativos – SAA do Ministério da Saúde, mediante o Pregoeiro, designado pela Portaria nº 02, de 20 de maio de 2008, publicada no D.O.U do dia 21 de maio de 2008, torna público para conhecimento dos interessados que na data, horário e local acima indicados fará realizar licitação na modalidade de PREGÃO, do tipo menor preço, conforme descrito neste Edital e seus Anexos.

1. DO OBJETO

1.1. O presente Pregão tem por objeto a aquisição do produto abaixo, conforme Termo de Referência – Anexo I:

ITEMPRODUTOQUANTIDADE
01Gel Lubrificante15.000.000 de sachês

1.2. Os interessados em participar desta Licitação poderão obter este Edital na Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Ministério da
Publicar postagem
Saúde, Anexo “A”, 4º andar, Hall, das 8h às 12h e das 14h às 18h, ou no site www.comprasnet.gov.br.

Faz sentido...!

Que falta faz uma PRIMEIRA DAMA...

Carla Bruni, primeira-dama francesa, cumpre uma intensa agenda no Brasil.

Foi recebida em visita a um projeto social pela atriz Camila Pitanga, em momento de rara beleza.

Recepcionada por Lily de Carvalho, viúva de Roberto Marinho, no Pavão-Pavãozinho, para conhecer o projeto Criança Esperança que funciona ali.

Fora da agenda oficial, a esposa de Sarkozy tem dedicado todo o tempo para conhecer e apoiar iniciativas de combate à fome e à desigualdade social.

A primeira dama Marisa Letícia não tem acompanhado a visita, pois em seis anos de "mandato" o assunto jamais lhe interessou.

Deve estar ocupada com as compras de Natal em Brasília ou, quem sabe, dando sugestões para o plantio de sálvias vermelhas nos jardins do Palácio do Planalto.

ESTRATEGIA NACIONAL DE DEFESA

POR RIVADAVIA ROSA

A PROPOSTA de Estratégia Nacional de Defesa - foi analisada com muita propriedade pelo GERHARD ERICH BOEHME com muita propriedade. Faço alguns acréscimos:

O PROPOSTA foi encaminhada ao presidente da República pela Exposição de motivos interministerial n.º 00437 (EM Interministerial no 00437/md/sae-pr), datada de 17 de dezembro de 2008, firmada pelos Ministros da Defesa – NELSON JOBIM e da Secretaria de Assuntos Estratégicos – ROBERTO MANGABEIRA UNGER.

DESTACO:

5. O Plano é focado em ações estratégicas de médio e longo prazo e objetiva modernizar a estrutura nacional de defesa, atuando em três eixos estruturantes: reorganização das Forças Armadas, reestruturação da indústria brasileira de material de defesa e política de composição dos efetivos das Forças Armadas.


6. A reorganização das Forças Armadas passa pela redefinição do papel do Ministério da Defesa e a enumeração de diretrizes estratégicas relativas a cada uma das Forças, com a especificação da relação que deve prevalecer entre elas. Ao lado dessas diretrizes aborda-se o papel de três setores decisivos para a defesa nacional: o cibernético, o espacial e o nuclear.

7. A reestruturação da indústria brasileira de material de defesa tem como propósito assegurar que o atendimento das necessidades de equipamento das Forças Armadas apóie-se em tecnologias sob domínio nacional.

Na parte I - FORMULAÇÃO SISTEMÁTICA – na introdução são elencados os princípios constitucionais da não-intervenção, defesa da paz e solução pacífica dos conflitos e a tradição pacifista e como parte da identidade nacional e valor do povo brasileiro.
A seguir no item 1 – fala da Estratégia Nacional de Defesa e Estratégia Nacional de Desenvolvimento – considerando a estratégia nacional de defesa inseparável de estratégia nacional de desenvolvimento; prossegue argumentando na ‘necessidade de defender-se’, ‘transformação de consciência’, do ‘país tão pacífico’, ‘em meio à paz’, ‘disposição para mudar’, ‘projeto forte de defesa que favorece projeto forte de desenvolvimento.

ASSENTA E ENUMERA os princípios da independência nacional – a serem efetivados/alcançados/assegurados pela mobilização de recursos; capacitação tecnológica autônoma; e ‘democratização de oportunidades educativas e econômicas e pelas oportunidades para ampliar a participação popular nos processos decisórios da vida política e econômica do País.

CONCEITUA - Estratégia Nacional de Defesa, objetivos de “grandes estratégias”, planos para a paz e para a guerra, sua organização em ‘três eixos estruturantes’ - Forças Armadas, reorganização da indústria nacional de material de defesa e a composição dos efetivos das Forças Armadas

ENUMERA em número de 23 - as Diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa – basicamente como força ‘dissuasória’ – organizada sob a égide do trinômio monitoramento/controle, mobilidade e presença, que denomina de ‘triplo imperativo’; fortalecimento dos três setores de importância estratégica: o espacial, o cibernético e o nuclear; unificação das operações das três Forças, reestruturação do Estado-Maior de Defesa em Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

NESSE CONJUNTO DE BONS PROPÓSITOS uma diretriz que reputo da maior importância ‘estratégica nacional’ é a que estabelece: “A subordinação das Forças Armadas ao poder político constitucional é pressuposto do regime republicano e garantia da integridade da Nação.” (item 7)

DEMONSTRA a preocupação em ‘reposicionar os efetivos das três Forças’, nas regiões Norte, no Oeste e no Atlântico Sul, desconcentrando-as do Sudeste e Sul, na foz do Amazonas e nas grandes bacias fluviais do Amazonas e do Paraguai-Paraná, nas reservas estratégicas no centro do País (8), adensar a presença de unidades do Exército, da Marinha e da Força Aérea nas fronteiras (9), priorizar a região amazônica - pelo trinômio monitoramento/controle, mobilidade e presença, reafirmação incondicional de sua soberania sobre a Amazônia brasileira com o significativa bordão – “Quem cuida da Amazônia brasileira, a serviço da humanidade e de si mesmo, é o Brasil.” (10); preconiza que as forças convencionais cultivem alguns predicados atribuídos a forças não-convencionais (12), estabelece que o combatente deve dispor de três ordens de meios e de habilitações – atuar em rede, tecnologias e conhecimentos, e, treinado para abordar o combate de modo a atenuar as formas rígidas e tradicionais de comando e controle; estimular a integração da América do Sul, com o avanço da unidade sul-americana, a constituição do Conselho de Defesa Sul-Americano (18).
Também se insere dentre as diretrizes o Serviço Militar Obrigatório – mediante o recrutamento de ‘todas as classes sociais’.


MEMÓRIA:

“Devemos seguir adiante, penetrar no desconhecido, no incerto e no inseguro, e utilizar nosso entendimento – o que temos – em fazer planos tanto para a segurança como para a liberdade. KARL POPPER

NOS TEMPOS DA REPÚBLICA ROMANA – desde sua origem no século VI a.C., a potestas, a auctoritas e o imperium funcionavam como uma engrenagem bem azeitada. Os magistrados exerciam sua potestas no marco de leis bem definidas e estritamente aplicadas; essas três palavras descreviam o equilíbrio da república bem ordenada: POTESTAS – potestade legal, potestas - aludia à faculdade de emitir ordens que tinham os magistrados quando atuavam no marco da lei; AUCTORITAS – referia-se ao que traduziríamos por autoridade moral que irradiavam os magistrados e os cidadãos de conduta exemplar; e IMPERIUM – o mando militar.

porém - Quando se rompe o equilíbrio entre a potestade, a autoridade e o império – as repúblicas oscilam entre o defeito e o excesso de poder. BASTA recordar os 20 anos de regime militar (1964-1984) em cujo transcurso as Forças Armadas estabeleceram uma ordem republicana – sob a égide do binômio SEGURANÇA-DESENVOLVIMENTO que levou o País à oitava economia do mundo.

NOS TEMPOS MODERNOS - diante da nova (des) ordem mundial – o sonho da paz, democracia e direitos humanos – com desenvolvimento sustentável no Planeta – estão ameaçados por crises – globais e regionais, por um novo tipo de terrorismo (bio, narco ...) pela proliferação de armas de destruição em massa, pelos crimes ambientais, narcotráfico e delitos subjacentes de lavagem de dinheiro, contrabando de armas, corrupção, cuja organização supera os níveis e barreiras sequer imaginados, impondo limitação ao crescimento e ao desenvolvimento econômico – únicos capazes de reduzir a pobreza e as desigualdades.

Ameaças reais como o narcotráfico, o crime organizado, a corrupção, o terrorismo ou o comércio ilegal e o contrabando de armas – têm adquirido crescente mobilidade geográfica.

Para reverter esse processo – torna-se fundamental o desenvolvimento de estratégias de segurança regionais, mas conectadas em nível internacional.

essas novas ameaças exigem respostas que não podem ser exclusivamente militares – o enfrentamento desses desafios impõem um maior intercâmbio de informações, melhoria das capacidades de inteligência, na cooperação internacional contra a lavagem de dinheiro, sobretudo atividades econômicas ilícitas que financiam os conflitos e a trágica proliferação de armas.

Para isso é preciso definir adequadamente as missões das Forças Armadas, da Polícia e dos serviços de inteligência, inclusive inteligência policial, distribuir os recursos adequadamente, com a direção e coordenação das atividades de segurança público – a cargo de autoridades civis.

Os EUA formularam como resposta o conceito de homeland security com a criação do Homeland Security – Departamento de Segurança Interna – a cargo do Ministro da Segurança da Pátria, com a elaboração de uma estratégia de segurança nacional, a nível de segurança internacional e multidimensional.

a estratégia militar norte-americana – preventiva, mas com política de ataques preventivos – com tropas menores tecnologias, equipamentos, técnicas e táticas - “transformacionais” – centradas em rede de informação (network centric); invasão – “entrada forçada”, e inevitáveis “danos colaterais” (morte freqüente de civis) – no enfrentamento do terror – erigido a inimigo externo, cuja tática é o ‘vale tudo’ da guerra assimétrica.

PORÉM – NA REALIDADE LATINO AMERICANA – a Defesa dos valores democráticos, a redução da pobreza e das desigualdades regionais, o incentivo à coesão social – são os reais imperativos de ordem ético-moral para prevenir os conflitos e reforçar a segurança.

A SITUAÇÃO foi e continua sendo agravada com a marginalização de amplos setores da economia pelas excessivas medidas (planos econômicos confiscatórios) com o objetivo de alterar a ordem jurídica vigente (insegurança jurídica) para atender os desejos e interesses de grupos para se auto assegurarem vantagens nem sempre corretas do ponto de vista ético-legal.

A ANOMIA que se desenvolve nas áreas de segurança, saúde, infraestrutura, saneamento básico, manutenção, conservação e asfaltamento de estradas, políticas ambientais – decorrem da alocação insuficiente de recursos orçamentário-financeiros – são os fatores reais que tem provocado conseqüências catastróficas.

RESUMINDO a estratégia – qualquer estratégia que não levar em conta o elemento humano – militar e civil – que cuidam da segurança nacional – sobretudo na Amazônia – com maciços investimentos nas áreas de fronteiras, instalações físicas, moradias, hospitais, escolas, que além de permitir que o cidadão brasileiro habitante/ribeirinho permaneça na área, pode tê-lo como guardião avançado da Pátria, basta treiná-lo e conectá-lo pelos meios de comunicação instantâneo.
Abs RR