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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Apenas começamos a lutar de verdade


“Minha mensagem de despedida para vocês não é um adeus, é um até logo”

José Serra 

31.10.2010

O "agressor intelectual" do Danilo Gentile foi o Lula


Comentário sobre a agressão sofrida pelo comediante Danilo Gentili, noticiada pelo Blog do Noblat, que teria ocorrido na "festa democrática" em comemoração a eleição "limpa" da Dilma.

Em minha opinião, tal agressão é fruto da postura do
Lula no episódio da "bolinha de papel" que constrói o Lula como O "agressor intelectual" do Danilo Gentile.



31 de outubro de 2010

‘Viveremos os quatro anos mais medíocres da nossa República’


Celso Arnaldo traduz o primeiro falatório de Dilma Rousseff:

‘Viveremos os quatro anos mais medíocres da nossa República’

Não há tempo a perder, avisou o título do post anterior. Nem tréguas a conceder, completa o texto do jornalista Celso Arnaldo Araújo.

Quando Dilma Rousseff apareceu para o primeiro discurso como presidente eleita, o grande caçador de cretinices já estava pronto para o recomeço do duelo entre a razão e a insensatez, entre a lógica e o absurdo, entre a civilização e o primitivismo.

Os pastores da escuridão não poupam os brasileiros decentes.

O país que pensa não lhes dará trégua.
“Primeiro eu queria agradecê aos que estão aqui presentes, nessa noite que pra mim é uma noite que cês imaginam completamente especial. Mas eu queria me dirigi a todos os brasileiros e às brasileiras, os meus amigos e as minhas amigas de todo o Brasil. É uma imensa alegria está aqui hoje. Eu recibi de milhões de brasileiros e de brasileiras a missão, talvez a missão mais importante de minha vida”
As primeiras palavras de improviso da presidente eleita Dilma Vana Rousseff, antes de ler o discurso escrito na véspera pelos assessores, são o prólogo de uma era que se anuncia histórica, como histórica são todas as eras vividas — mas esta por um prenúncio: viveremos os quatro anos mais medíocres da nossa República.

Foram palavras modelares de uma funcionária pública sem obra e sem credenciais pessoais que, herdando o mais alto posto da nação por uma dessas armadilhas do destino que só um ficcionista poderia elocubrar, tem o desplante de afirmar — por absoluta incapacidade de expressão — que a presidência da República é “talvez” a missão mais importante de sua vida.

Qual seria outra?

Dilma Vana Rousseff, presidente da República.

Ao ouvir essa chocante combinação entre nome e posto, me sinto transportado sem escalas a Macondo, “uma aldeia de vinte casas de barro e taquara”, segundo o célebre início de “Cem Anos de Solidão”.

A Dilma Rousseff sistematicamente desconstruída nesta coluna, ao longo dos últimos 15 meses, não teria credenciais para dirigir Macondo.

Ter sido eleita presidente do Brasil, “oitava economia do mundo”, soa como um despropósito até pelos cânones do realismo fantástico, onde o irreal e o estranho são algo cotidiano e comum — não por ser neófita, não por ser a primeira mulher, não por ser petista, não por ser madrinha da Erenice, não por ser escolha arbitrária de Lula, mas por ser a Dilma Rousseff que ela mesma se encarregou de expor e escancarar, sem retoques – produzindo contra si mesma o veredicto de uma flagrante inabilitação para o cargo, em sentença transitada em julgado.
Só numa Macondo governada por Lula – e Macondo é banana, na língua bantu -– a eleição de Dilma Rousseff como presidente do Brasil seria tristemente real.

Como num romance do realismo mágico, sua ascensão é fruto de um tempo distorcido, para que o presente se repita ou se pareça com o passado.

Tomara que exista outra Dilma, que não conhecemos ainda.

Boa sorte, presidente Dilma Rousseff.


01/11/2010

O governo da hidra petista vem ai

O governo da hidra petista
vem ai




Criatura e criador.

Quanto o país pode suportar de mais do mesmo na política?

Quantos governos petistas um país pode suportar?

Se considerarmos que as administrações anteriores de FHC também tinham inclinação esquerdista, e aqueles que o precederam foram marcados por paródias e catástrofes (Itamar, Collor, Sarney...), até quanto viveremos sem pagar o preço por tantos governos equivocados, socializantes, comandados por políticos acostumados a agigantar o Estado em seu próprio benefício (como se fosse possível agigantar o Estado em benefício de terceiros)?

E qual o papel de Dilma nessa história toda?

Certamente se enganará quem imagina que o governo Dilma mostrará unidade.

Nunca uma administração terá assumido o poder, ao menos desde o fim do regime militar, com uma variedade tão grande de interesses a acomodar.



Dilma será a presidente descabeçada de um governo de 7 cabeças:

- a primeira cabeça é a de Lula, habituado (desde a caricatura do “governo paralelo”, encenado após a derrota para Collor) a exercer seu poder (real ou imaginado) como um enviado dos deuses para cumprir desígnios celestiais na Terra.

Lula certamente influenciará o novo governo, tentando encontrar um equilíbrio entre moldá-lo a sua exata semelhança e não criar um novo Lula de saias que pudesse rivalizar-lhe no futuro;





- a segunda cabeça é a do PT, do partido dos sindicalistas, dos sobreviventes do mensalão, erenices, dirceus, etc.


- a terceira cabeça é a de Palloci, representante informal do grande capital, dos banqueiros socialistas, dos internacionalistas bilderberguianos, da “estabilidade econômica” a qualquer preço;


- a quarta cabeça é a dos radicais, dos movimentos sociais, do MST, dos sovietes do jornalismo e da cultura, da militância bolchevique sedenta de sangue e dinheiro fácil;


- a quinta, mas não menos importante, é a do PMDB, partido dos 100 anos no poder, a caneca ideológica onde tudo se serve, tudo se bebe, dos eternos coronéis do nordeste, dos deputados emendeiros, dos segundos escalões sedentos por cargos em ministérios e estatais;


- a sexta cabeça é a da esquerda beautiful people, dos artistas, gayzistas, abortistas e ambientalistas, que enxergarão numa nova administração de esquerda a chance de emplacar, via tapetão, as teses que seriam facilmente derrotadas nas urnas;


- a sétima cabeça, finalmente, é a da intelectualidade silenciosa, de pena na mão, das marilenas chauís tramando revoluções imaginárias enquanto consomem milhões em orçamento para “pesquisa” e “educação”, dos blogueiros engajados sem leitores e dependentes do dinheiro da Petrobras para não morrer de fome.




A principal cabeça estará certamente ausente: Dilma é vazia, está mais para âncora do governo do que para um presidente de fato.

São, por outro lado, muitas cabeças para cortar antes que o país possa imaginar livrar-se da tributação excessiva, da demagogia, do paternalismo, da correção política como norte do Estado, da ameaça constante às liberdades individuais.


Corremos o risco, contudo, ainda que as 7 cabeças sejam cortadas um dia, de ficarmos acéfalos também, sem oposição, sem novas lideranças liberais ou conservadoras.

E aí as cabeças cortadas tornarão a se erguer, como monstruosos zumbis estatizantes, governando o país para sempre, num pesadelo sem fim, numa madrugada de impostos altos e burocracia tirânica por toda a eternidade.


1 de novembro de 2010

Site de Serra é hackeado

Por Gabriel Pinheiro

O site oficial do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, sofreu uma invasão.

Por volta das 19h45, quando a apuração dos votos já dava a vitória à petista Dilma Rousseff, a página do tucano exibia a mensagem: “Dilma sobreviveu após ser torturada com choques elétricos e pau-de-arara.

Já Serra dá piti com bolinha de papel e fitinha”.

Também mostrava uma charge sobre a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa.

Às 20h20, o site estava fora do ar.





Reprodução da página de Serra hackeada

COMENTÁRIO DO LEITOR


Que Lulla seja colocado em seu devido lugar:
o esquecimento…


Meu Deus!

Com é duro não ter memória política!

Como é triste ver pessoas acreditarem que o Brasil foi descoberto em 2002 por esta corja do PT!

Que essa infeliz perceba que ela PERDEU em todo o Sul, Sudeste e nos estados que produzem neste país (São Paulo, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Acre, Rondônia).

Que ela entenda que a classe média não aguenta mais pagar impostos para pagar as sandices e a farra com o dinheiro público deste grupo que quer o poder pelo poder!

O Brasil não é a antiga União Soviética e nem o PT é o antigo PC soviético…

Vamos sobreviver…

Que o Brasil não vire uma Grécia, que esbanjou dinheiro público para fazer as Olímpiadas e quebrou logo depois…

Que Minas Gerais entenda que sozinhos, não elegerão Aécio Neves, pois vão precisar dos paulistas!

Prepare-se classe média:

logo os impostos para estancar a sangria do esbanjamento do dinheiro público para pagar altos salários na cúpula federal estourará…
Logo, logo a CPMF voltará rebatizada e, nordestinos, entendam:

Paulistas não odeiam pobres ou nordestinos:

Paulista simplesmente não suporta quem mente e quem não quer trabalhar

Lutem para serem dignos e abandonarem esse bolsa esmola…

Isto não lhes dá dignidade…

Isto os torna servis…

Que Geraldo Alckmin tenha muita luz para governar São Paulo, pois tempos difíceis virão aí, pois eles não se conformam com uma coisa:

Ganharam o Brasil, mas não conseguem ganhar a cereja do bolo!

São Paulo, construída com gente de todo esse país, resistirá bravamente, pois não será esse pseudo-sindicalismo que sustenta essa gente do PT, com desconstrução de imagens de pessoas de bem, que nocauteará esse grande Estado!
Que Deus nos proteja e que o dinheiro que São Paulo manda para os cofres federais efetivamente reverta em bem comum…

Isso também vale para todos os demais estados onde Serra, nesta disputa desigual, lutou bravamente e venceu!

Que Lulla seja colocado em seu devido lugar: o esquecimento…

O país nao merece jamais outro presidente que confunda o público com o privado como esse ser o fez.

Força Serra, você, diferentemente do quanto disse o molusco (em mais uma oportunidade perdida de de ficar de boca fechada), é muito maior do que tudo isto!


Pequeno é esse ser, que morre de inveja de FHC e que nao se conforma de ter perdido duas vezes no primeiro turno para aquele que foi, sem dúvida, o maior estadista deste país.

Não esmoreçamos agora…

Temos que continuar a fiscalizar este governo de corrupção sem par na história…

Tiveram oito anos para arrumar a infra-estrutura e simplesmente não fizeram nada…
Luana

domingo, 31 de outubro de 2010

Somos cerca de 57.220.095 pessoas sustentando as demais



73% dos eleitores de Serra pagam Imposto de Renda.

São cerca de 57.220.095 pessoas sustentando as demais.

Cerca de 27% são classe média baixa que descontam mais têm restituição total.

Percebem a média de 1500,00 a 2000,00 rais/mês.

Já os de Dilma, apenas 38% pagam IR.

Mario Jorge Tenorio Fortes



São 78.383 692 eleitores que não aceitam a atual situação.

São os que pagam.

Aumenta a responsabilidade desses 78.383.692.

Esperemos que ela cumpra o que está dizendo agora na primeira manifestação.

Quem sabe está redimida de todas as ações reprováveis do passado?

O antecessor teve 58.295.042 votos, em 2006. 60,83%, quando o eleitorado era 125.913.47.

Votos válidos 95.638.220

Iracema Pedrosa

“Fora, Dilma!”, “Fora, socialismo!”, “ Fora, corrupção!”, “Fora,pelegos!”.



Tolerância zero


Que a nossa Onda Azul vire um Tsunami devastador


Em 25 de janeiro de 1999, Tarso Genro(PT) escrevia um artigo na Folha de São Paulo, com o título “Por novas eleições presidenciais”. Um parágrafo chamava atenção:

Após frustrar irremediavelmente a generosa expectativa da nação, resta a Fernando Henrique uma única atitude: reconhecer o estado de ingovernabilidade do país e propor ao Congresso uma emenda constitucional convocando eleições presidenciais para outubro, dando um desfecho racional ao seu segundo e melancólico mandato, que terminou antes mesmo de começar.

Ali foi oficializado, como diretriz partidária e linha de conduta política,  o “Fora, FHC”, que levou à eleição de Lula em 2002.

O PT passaria o segundo mandato inteiro de Fernando Henrique Cardoso sabotando todas as iniciativas e pregando a derrubada do governo. Espalhando a mentira, a calúnia, jogando com todas as armas contra a democracia.

Exatamente como fez agora, na campanha presidencial de 2010, tendo à frente o maior golpista que o Brasil já conheceu em sua história: Luiz Inácio Lula da Silva, um presidente que pisou e rasgou a Constituição Federal por meio dos mais diversos subterfúgios , burlando as leis, fraudando as obrigações do seu cargo, desafiando o Legislativo e o Judiciário.

Hoje, mais de 10 anos depois, é o nosso 2002.

É a nossa vez de não dar trégua.

O que os eleitores que votaram em José Serra querem é tolerância zero. Não queremos discursos de paz.
Queremos uma oposição aberta, dura e sistemática, contra tudo e contra todos do governo Dilma Rousseff, não apoiando nenhuma das suas iniciativas,  pois de outra forma jamais nos livraremos desta praga que tomou conta do país, deste  lulo-petismo que caminha para virar um socialismo bolivariano.

Queremos Oposição com letra maiúscula. Queremos uma defesa radical do estado de direito e da democracia. Não queremos o falso patriotismo que esconde a covardia.  A compreensão que mascara o medo.  A concordância que maquia o jogo interesseiro do poder. Nada de tergiversar. Nada de aliviar. Nada de poupar. Que a oposição que ainda resta respeite os milhões que votaram contra o PT, contra a corrupção, contra esta república pelega. Respeitem os seus eleitores. Respeitem o Brasil.

De agora em diante, queremos tolerância zero.


Nós vamos continuar lutando com mais força . Com mais contundência. Sem complacência. Que José Serra não esqueça o que disse na sua campanha: quanto mais mentiras eles disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles.

A oposição deve mirar-se no que Tarso Genro, representando oficialmente o PT afirmou no seu discurso golpista de 1999:

Trata-se de reconstruir economicamente o país, o que só será possível pelo rompimento do círculo perverso de dependência ao capital especulativo, inaugurando um novo ciclo de desenvolvimento com geração de emprego, uma nova etapa de acumulação pública e privada, de proteção do parque produtivo instalado e de criação de um consistente mercado de massas. E de viabilizar o aprofundamento do Estado democrático de Direito, com a defesa da Constituição e das instituições nacionais e com a plena afirmação da cidadania, constituindo os fundamentos para um novo projeto nacional capaz de reconciliar o Estado com a sociedade e a história com o nosso destino de nação soberana.

É exatamente o que vamos pregar e cobrar neste Blog, a partir de hoje. A prática bem sucedida do mesmo discurso que levou o PT ao poder e que, com estas eleições, ficou comprovado ser o único que pode extirpar este câncer que tomou conta do país. Para começar, aqui vai o nosso primeiro brado, o nosso primeiro convite, a nossa primeira declaração de guerra:





“Fora, Dilma!”, “Fora, socialismo!”,

“ Fora, corrupção!”, “Fora,pelegos!”.


Outubro 31, 2010

Vem aí uma oposição forte e esclarecida para confrontar o governo de Lula, do PT e de Dilma


Mãe' ou Madrasta?


Dilma Roussef é a nova presidente, mas 45% dos brasileiros preferiram a oposição
O editor falou ainda há pouco com seu advogado, o dr. Leudo Costa, que nas duas últimas semanas batalhou tanto quanto pode no STF, para que o ministro Marco Aurélio tomasse conhecimento do Mandado de Inunção protocolado pelo editor, com o objetivo de  obrigar o STM a abrir os processos por crimes militares que a nova presidente, Dilma Roussef, respondeu por suas ações nas organizações terroristas Colina, VAR e VAR Palmares.

O objetivo do pedido foi o de desvendar informações relevantes sobre 12 anos da vida da nova presidente.

Foi tudo inútil.

O dr. Marco Aurélio não se moveu.

. Dilma Roussef é a nova presidente, mas 45% dos brasileiros preferiram a oposição, portanto bem mais do que aqueles 3% que tanto irritam o presidente Lula, já que este seria o número de cidadãos que acham seu governo péssimo.

O editor é um dos 45%.


. O governo do PT e a nova presidente do Brasil podem comemorar a vitória, sim, mas terão que respeitar os 45% dos eleitores que preferiram a oposição.

Mais do que isto: o governo do PT e Dilma Roussef terão pela frente uma oposição mais organizada e mais aguerrida, mas o que se espera é que esta oposição saiba administrar os 56% da população brasileira e os 60% do PIB representados pelos Estados onde elegeram governadores - os mais importantes, modernos, progressistas e representativos do que produz o Brasil.


.A oposição, que não soube cumprir o seu papel durante os oito anos de destrambelhamento político do governo Lula, terá agora a oportunidade de se redimir, porque com certeza percebeu durante a campanha eleitoral que as forças do bem, sobretudo as religiosas (valores morais) e da mídia (valores éticos, a legalidade democrática republicana) que defendem os valores éticos e morais mais profundos da civilização, alinharam-se contra as forças do Eixo do Mal.


- A virada que a oposição conseguiu implementar no Rio Grande do Sul, depois de vencer as vacilações e desuniões do primeiro turno, elegendo Serra, demonstrou claramente que existe uma massa crítica majoritária no Estado, comprometida com as liberdades política e econômica.

Os Partidos que possibilitaram esta vitória no RS, sobretudo o PMDB, mas desde antes o PSDB, PP e também o DEM, compreenderão que este é o papel que os eleitores entregaram-lhes para os próximos quatro anos.

Dilma e Tarso, mais seus aliados do PSB, PCdoB, PSOL, PDT e PTB, foram fragorosamente batidos neste segundo turno.

Eles foram amplamente derrotados.



31 de outubro de 2010

Hoje é o grande dia! Dia da Virada! Rumo à vitória com José Serra!



Faça como o Cristo Redentor!


Vista-se de Azul e mude a nossa história!




Vote na decência, na honestidade, na competência!




Vamos fazer a festa da DEMOCRACIA! 





31.10.2010

Cante você também... SERRA É DO BEM!



O povo vota, o povo escolhe e o povo decide.


"Agora não é hora de políticos falarem. É o povo que tá falando.

Esta é uma das belezas da democracia”.

"O povo vota, o povo escolhe e o povo decide.

Agora o que vamos fazer é aguardar a decisão dos brasileiros".
José Serra


“Economist” defende que a eleição de José Serra seria melhor para o Brasil de que uma vitória de Dilma Roussef na disputa pela Presidência do país.



A mais recente edição da revista britânica “Economist” defende que a eleição de José Serra seria melhor para o Brasil de que uma vitória de Dilma Roussef na disputa pela Presidência do país.

Segundo a revista, “Dilma não é Lula”, e depois de oito anos de governo do PT, o Brasil “se beneficiaria de uma mudança no topo”. Aqui.

Último tracking do PSDB aponta empate técnico com Serra em curva ascendente




Empate técnico com Serra em curva ascendente
domingo, 31 de outubro de 2010

Qual o objetivo de divulgar pesquisas eleitorais às vésperas das eleições?


Só existe um e este não contribui em absolutamente nada com o processo democrático. Ao contrário, elas objetivam justamente influenciar no processo quando são claramente tendenciosas.

O Brasil inteiro assistiu o que estes institutos de pesquisas e seus veículos de comunicação patrocinadores tentaram fazer no primeiro turno.

Através de dados manipulados tentaram eleger, no grito, a candidata do PT.

Uma vergonha.

Um crime.

Uma quadrilha agindo livremente no momento mais importante de uma nação que é a escolha do seu dirigente máximo.

Tentaram.

Forçaram a barra.

Trombetearam manchetes vitoriosas dando a fatura como liquidada.


E mesmo com todo o poder de comunicação dos envolvidos neste processo criminoso de manipulação da opinião pública não conseguiram.

Os eleitores decidiram que haveria um segundo turno.

Todos acreditavam que essa quadrilha iria tomar vergonha na cara neste segundo turno e passaria a se comportar de uma forma técnica e isenta.

Nada!

O processo fraudulento continuou.

Desde o início do segundo turno que a candidata do PT vem numa curva descendente e o candidato do PSDB numa curva ascendente. Esta tendência está em todas elas. Só que eles disfarçam, sonegam, ajustando pontinhos para lá e pontinhos para cá.

Quando o PSDB acordou e resolveu registrar os seus trackings internos para divulgar, o PT foi correndo entrar com uma ação no TSE para impedir a divulgação.

É verdade.

Eles tentaram

Por quê?

Por que coloca em xeque a estratégia petista.

Agora, analise se faz sentido.

Se a candidata petista está em primeio lugar em todos os institutos de pesquisas, qual a influência que um instituto de pesquisa desconhecido iria ter sobre as pesquisas feitas por uma quadrilha tradicional?

É claro.

Nenhuma.

Ocorre que, elas não são verdadeiras.

Elas existem para enganar bobos e aos menos avisados.

A verdade é que as pesquisas internas do PT, os seus trackings, são iguais aos desse desconhecido instituto de pesquisa. Dai o desespero de proibir a sua divulgação.

Mas, estas não são eleições normais em termos éticos e democráticos. A democracia, representada pelo candidato José Serra, enfrenta o jogo mais baixo de todos os já jogados até hoje em eleições no país contra a candidata petista, que tem no PNDH - 3 o processo de implantação do comunismo no Brasil.

Um presidente, usando e abusando de todo o seu poder para tentar desequilibrar o jogo.

Uma Justiça, que atuou apenas para aplicar multas de valor merreca, surda, cega e muda para atos que violaram não só os códigos eleitorais, mas e principalmente, a Constituição.

Institutos de pesquisas pagos a peso de ouro que contam com a conivência de poderoros veículos de comunicação, tentando de todas as maneiras influenciar no voto do eleitor.

Chamar este processo de eleições livres e democráticas é insultar ainda mais os cidadãos brasileiros, que de forma anestégica e impotente assiste a tudo como se isso não fosse influenciar a sua vida pessoal e profissional.

Estes resultados alardeados aos quatro cantos do mundo por essa quadrilha não são verdadeiros.

O tracking do PSDB, segundo importante fonte do partido me assegurou na noite passada, aponta um empate técnico e Serra continua em ascendência.



Acreditam que as movimentações realizadas neste sábado em Minas e em São Paulo, já que no Sul existe um resultado consolidado e o Nordeste aponta para melhores resultados do que os do primeiro turno, seja possível a vitória do Serra levando ainda em conta bons resultados no Norte e Centro-Oeste.

É isso o que diz o tracking do PSDB.

Mesmo assim, está todo mundo de "orelha em pé", pois tudo se pode esperar de um partido que faz mensalão, dossiês, quebra sigilos e não tem uma posição definida sobre nada.

Vamos aguardar, pois urnas, cabeça de juiz e fraldas de bebê só se sabe o que tem dentro depois de abertas.




Ser Mineiro


Ser Mineiro
Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.

Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.

Ser Mineiro é dizer "uai", é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza,
humildade e modéstia,
coragem e bravura,
fidalguia e elegância.

Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.

Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.
Carlos Drummond de Andrade



31.10.2010

Chegou o dia de fazer uma Onda Azul





Chegou o dia de fazer uma Onda Azul

O bater de asas de uma borboleta pode causar um furacão.

Uma pequena pedra jogada na água pode fazer surgir uma onda.

Se todos nós jogarmos a nossa pequena pedra ao mesmo tempo, uma grande Onda Azul vai tomar conta do Brasil.



Eu acredito.

Nós acreditamos.

Chegou o dia.

O Brasil pode mais.

Faça uma Onda Azul você também.




Outubro 31, 2010