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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

STF começa a julgar Palocci no caso de quebra de sigilo

da Folha Online, em Brasília
da Folha de S.Paulo

O STF (Supremo Tribunal Federal) começou a julgar por volta das 14h30 desta quinta-feira o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda) no processo de violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.

A expectativa é que Palocci seja poupado pelo Supremo de responder a uma ação penal.


O relator do caso é o presidente do STF, Gilmar Mendes, que não abriu mão de apresentar o seu voto mesmo estando no comando da Corte --normalmente os presidentes repassam a um colega os processos sob sua responsabilidade.

O gesto sinaliza o peso político da questão.

Se escapar, Palocci terá de optar entre muitos projetos políticos desenhados para ele pelo PT: candidato ao governo de São Paulo, ministro agora ou numa eventual nova gestão petista no Planalto ou até como plano B à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência.

O ex-ministro foi indiciado em 2006 pela Polícia Federal sob suspeita de ter encomendado a quebra do sigilo bancário do caseiro.

Segundo reportagem da Folha, publicada em fevereiro, Palocci alegou ao STF, em defesa preliminar no inquérito que tramita em sigilo no tribunal, que não há provas de que deu a ordem para a quebra.

Em sua defesa, protocolada em 2008 pelo advogado Roberto Batochio, Palocci diz que faltou à PF investigar outros possíveis focos da quebra de sigilo, como a própria PF e a Receita Federal.

O depoimento do caseiro à CPI dos Bingos, em 2006, expôs contradições de Palocci contidas num depoimento dado à CPI dias antes.

O depoimento do caseiro ligou Palocci a um grupo de lobistas de Ribeirão Preto (SP) dos quais procurava se afastar. Dias depois, o sigilo da conta de Francenildo foi quebrado. Em seguida, os dados foram divulgados pela revista "Época".

A PF concluiu que a quebra era uma tentativa atabalhoada de altos funcionários do governo de desqualificar o caseiro.

O dinheiro depositado na conta de Francenildo, R$ 25 mil, tinha origem de fácil comprovação: eram pagamentos feitos pelo seu pai biológico, um empresário de ônibus do Piauí, que assumiu a autoria dos depósitos, sem relação com senadores da oposição na CPI.

A ação precipitou a queda do ministro. Palocci, o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso e o assessor de imprensa do ex-ministro na época, Marcelo Netto, foram indiciados pela PF. No caso de Palocci, a acusação é de violação de sigilo funcional e prevaricação (deixar de cometer ato de ofício).

O inquérito foi remetido ao STF.

Mercadante é a metástase, imposta por Lula, o radioativo, a todos os que o cercam.

RUBINHO E MERCADANTE,
ANVERSO E REVERSO DA BRASILIDADE!


“O Mercadante renunciou
à renúncia,
desistiu de desistir,
revogou o irrevogável e
mijou pra trás...”

José Simão, humorista


Por Waldo Luís Viana*


Rubinho Barrichello é a cara do Brasil. Modesto, intenso, bom moço, bom pai e filho, vive a carreira com dedicação e é emérito piloto, apesar das piadas que lhe fazem por não conseguir ganhar sempre no automobilismo. Não é gênio como Aírton Senna, mas já foi vice-campeão mundial no esporte. Todos o respeitam no meio em que trabalha e ele próprio cuidou de nos confessar, recentemente, que ama o país e adora ser brasileiro.

Aloísio Mercadante é o reverso cru dessa medalha intensa. Falso doutor e falso líder, melífluo no falar, mas fâmulo e sacripanta no fazer – o jovem já velho senador produziu dos piores monumentos à indignidade humana, nesta semana. Tentou renunciar e renunciou à renúncia. O que era irrevogável e partia das entranhas foi apascentado pelo gosto do pior sabujismo, que é a doutrina preferida dos intelectuais orgânicos do PT.

Lula não gosta de intelectuais orgânicos. Só criam problema para a sua personalidade grotesca, cheia de complexos psicanalíticos que os brasileiros tão bem conhecem e aprenderam a aguentar. Enquanto nossas meninas do vôlei ganham torneio internacional e nossos atletas voltam de Berlim sem medalha por falta de mais apoio e patrocínio, enquanto o bom Brasil funciona, o mau Brasil de Mercadante e Lula, da corrupção mastodôntica e dos piores exemplos de dignidade se espraia pelo poder Legislativo e se instala como cancro cancerígeno dentro do PT. E Mercadante é a metástase, imposta por Lula, o radioativo, a todos os que o cercam.

Livrar-se do PT e de suas lutas antigas e incômodo programa – eis a tarefa, legada pelo presidente, aos próprios petistas em nome do poder pelo poder. Continuar mandando é a suprema fruição, porque o povo até gosta de tal opressão, em troca de migalhinhas.

Ficamos assim: o bom Brasil, enquanto pode, vai andando apesar deles. O país da Petrobrás, do BNDES, da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, o quadrilátero da prosperidade que segurou a crise internacional, e que não começou com o PT, continua vivo. Temos, também, personalidades de excelência nessa nação, distribuídos entre a medicina, o direito, a música, a engenharia, a arquitetura, a cultura, o humor, o canto e a música – a ponto de, por alguns instantes, conseguirmos esquecer da política e de sua podridão.

Ocorre que, ao contrário de Rubinho, que permanece lutando pela competência e não desiste nunca, Mercadante resolveu ficar, desmoralizando até o Dia do Fico, completamente envolvido num day after de imensa tristeza durante outro mês de agosto que tivemos que atravessar.

Ter desistido da renúncia é quase tão grave quanto a própria renúncia de Jânio Quadros e o suicídio de Getúlio (menos, Waldo, Mercadante é personagem bem menor!) – todos acontecimentos terríveis vividos também no mês cruel. O líder do PT, fragilizado e sem credibilidade, vai exibir o cenho de um partido em frangalhos, que nada conseguirá produzir a não ser servir de cadeira mole para o chefe sentar, quando bem quiser.

Aliás, esse partido chegou ao paroxismo em matéria de culto à personalidade. Nem partidos leninistas da Europa ou da Ásia movimentaram-se em torno de um líder com tanta subserviência. E a contradição maior no cenário (sempre, a velha dialética!) é que um partido de esquerda, que deveria honrar mais o homem social que o individual, acaba imprensado e destruído pelo próprio presidente-fundador. Imagine o que possa acontecer ao partido se Lula, o radioativo**, desaparecer?

A esse ridículo culto à personalidade, Mercadante se submeteu com uma cartinha e a espinha inclinada, como é do seu estilo. É um injustiçado em matéria de cargos pelo próprio presidente, que não quer a falsa erudição do companheiro por perto, enchendo o saco no Executivo e prefere que ele fique no Legislativo, chateando os outros.

Esse personagem, agora de ópera-bufa, vai se movimentar no Senado, pedindo desculpas, com sorriso amarelo e bigode arriado. Todos os que lhe virarem as costas irão comentar, entre gargalhadas, o nível a que chegou o parlamentar. Será um mágico em exercitar argumentos retorcidos para justificar o injustificável. Sua palavra valerá tanto quanto bexiga furada ao vento. Ninguém mais levará a sério o Mercadante que deseja prosseguir na carreira.

E qual carreira? A que precisa de votos está completamente comprometida. Dez milhões de votos, nunca mais, ficou como doce lembrança da biografia que ele cuidou, diligentemente, de conspurcar. O povo paulista gosta de novidades e vai se divertir com outros, retirando do cenário, em 2010, dois senadores paulistas.

Mercadante é o reverso da brasilidade porque provou que não tem coragem e corrige os rumos como autômato, com alguém torcendo a chave em suas costas para que ele exiba o tal discurso afinado. Como fingir grandeza, sem grandeza, desprendimento, sem desprendimento, ardor, se exibe uma personalidade calculista e fria, mas, paradoxalmente, sem qualquer racionalidade?

Já se diz até, a boca pequena, que na longa conversa com Lula resolveu, pela gravidade dos acontecimentos, desistir de disputar nova eleição, em troca do Banco Central, em fim de mandato. Assim, de posse das “inside informations” da República poderá vislumbrar boa e gorda aposentadoria.

Essa é a diferença entre ele e Rubinho. Este não precisa pensar em aposentadoria, porque está cumprindo o dever e nos enche de admiração e orgulho. Mercadante, ao contrário, é digno de compaixão, porque passou a demonstrar um apego inoxidável a cargos e vaidades, como um coronel nordestino de alma envelhecida. Mercadante nada mais tem a legar a ninguém.

Se já não tinha ideias confiáveis ou conhecidas, agora vai gritar sem ninguém ouvir, vai tentar criar espetáculo, quando o show será dos outros e rearticular um partido que não discute nada, apenas pergunta o que o chefe maior deseja. Mercadante representa o amém dos néscios e o velório das ditaduras.

O bom Brasil continuará funcionando e respirando para além dele. E os cidadãos, naturalmente, irão buscar outros exemplos para os filhos, decalcados naquele país de excelência que tem aí tantos exemplos e atitudes, como as de Barrichello, que nos enchem de alegria e orgulho.

Para viver sem grandeza, como personalidade pública, seria melhor morrer ou desistir. Mas isso o senador paulista, em fim de mandato, realmente demonstrou que não entende. Não entende do Brasil profundo e de nossa brasilidade...


* Waldo Luís Viana é escritor, economista (mesmo!) e poeta.
Preserva intacta a capacidade de vomitar...


Patrocínio da Petrobras a sindicatos sobe 13 vezes em 1 ano


A empresa aumentou, entre 2002 e 2003, de R$ 178 mil para R$ 2,4 milhões o valor dos patrocínios destinados a projetos de sindicatos e centrais sindicais que representam trabalhadores e à União Nacional dos Estudantes (UNE)

Em nota, a estatal afirma ao jornal que o "número de projetos patrocinados para entidades de classe de trabalhadores e também patronais cresceu na mesma proporção do número de patrocínios em geral. O aumento do investimento em patrocínios acompanha o aumento do faturamento e do lucro líquido da empresa".

O jornal diz também que a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a UNE e a União Geral dos Trabalhadores foram algumas das entidades que começaram a receber recursos da estatal a partir de 2003. O presidente da CUT, Artur Henrique, afirma à Folha que, nos anos anteriores, as solicitações não tinham sequer retorno.

As informações são da Folha de S.Paulo.

JB

Supremo julga Palocci e Planalto já faz plano para 2010


Presidente acredita na absolvição de Palocci para trazê-lo oficialmente de volta aos holofotes
AE - Agência Estado
De olho na eleição de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanhará pela televisão a partir das 14 horas desta quinta-feira a sessão do Supremo Tribunal Federal que decidirá sobre a abertura ou não de uma ação penal contra o seu ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, acusado da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa, em 2006. Lula acredita na absolvição de Palocci e aposta nisso para trazê-lo oficialmente de volta aos holofotes, como candidato ao governo de São Paulo. O presidente entende que a biografia do deputado petista - um ex-ministro com trânsito no empresariado paulista - teria o condão de derrotar qualquer candidato da oposição no principal colégio eleitoral do País. Palocci, que se elegeu para a Câmara em 2006, é um dos mais frequentes interlocutores de Lula e chegou a ser cotado para voltar ao governo, na vaga de José Múcio Monteiro, que deixará a Secretaria de Relações Institucionais para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU).

Mas o presidente Lula insiste em que o melhor é que ele se candidate ao Palácio dos Bandeirantes. Como alternativa à possibilidade, Lula chegou a conversar com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), que deveria transferir seu título eleitoral para a capital paulista. Mas Ciro rejeitou a ideia. Ontem, um assessor direto de Lula avisou que o presidente está buscando um nome para substituir o ministro Múcio e assegurou que não é o de Palocci.

Lula preferia que Ciro ficasse fora da disputa presidencial e as eleições do ano que vem tivessem um caráter plebiscitário, com apenas dois candidatos fortes - um a favor do governo e outro contra. Com a provável entrada de Marina Silva na disputa, como candidata do PV, o quadro mudou.

Lula repreende Mantega e exige "retomada" da Receita

Presidente diz que crise permitiu a funcionários contestarem autoridade do governo

Após falar com Lula, ministro minimiza crise e diz que nada mudou na fiscalização;

"Está se criando a ideia falsa de que há confusão", diz Mantega

POR KENNEDY ALENCAR LEANDRA PERES VALDO CRUZ

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma bronca ontem no ministro da Fazenda, Guido Mantega, responsabilizando-o pela rebelião na Receita Federal.

Determinou que retomasse o controle do órgão rapidamente e evitasse "bate-boca" com a ex-secretária da Receita Lina Vieira. O presidente disse a Mantega que ele errou ao demitir Lina sem ter um nome para substituí-la de imediato.

Na visão do presidente, o vácuo de poder na Receita permitiu que funcionários ligados a Lina e que ocupavam funções de segundo escalão no órgão contestassem a autoridade do governo.

Nas palavras de um auxiliar direto de Lula, Mantega deixou a tropa sem comando e aumentou a mágoa de Lina, surpreendida pela demissão em julho. Para o presidente, a inabilidade de Mantega resultou numa vingança contra o governo.

Essa vingança, no entender presidencial, foi a entrevista da ex-secretária à Folha na qual ela disse que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pediu a ela que apressasse as investigações da Receita sobre as empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Potencial candidata do PT ao Palácio do Planalto em 2010, Dilma nega o encontro e o pedido.

Desde que Lina foi demitida, os superintendentes e principais dirigentes da Receita ameaçam sai. Num primeiro momento, afirmaram que iriam sair se o futuro secretário fosse ligado a gestões anteriores. Com a nomeação de Otacílio Cartaxo, que era sub de Lina Vieira, o governo achou que contornaria a oposição.

Mas o depoimento de Cartaxo à CPI da Petrobras dando respaldo à mudança na regra contábil que permitiu à estatal deixar de pagar R$ 2,1 bilhões em impostos reacendeu a disputa interna.

Essa semana, cerca de 60 servidores pediram demissão de seus cargos. Doze integrantes da cúpula da Receita assinaram manifesto falando em interferência política, abrindo uma crise sem precedentes na história do fisco.

Lula deu ordem a Mantega para dar sequência ao processo de mudanças no comando do órgão e, com isso, tentar restaurar o clima de "normalidade". Para Lula, alimentar a crise com Lina traz o risco de aumentar ainda mais o que ele chamou de "vitimização" da ex-secretária da Receita.

Depois da reunião com Lula, Mantega minimizou a crise. "A Receita está funcionando normalmente. Está se criando a ideia falsa de que há confusão", disse. Ele afirmou que nada mudou nas prioridades de fiscalização do órgão. Lina Vieira cita entre as realizações de sua gestão uma mudança no foco das auditorias.

O aumento na fiscalização de grandes contribuintes teria causado incômodo e seria um dos motivos de seu afastamento do cargo.

"É uma balela dizer que não estamos fiscalizando os grandes contribuintes. Há mais de dez anos existe um programa, que foi reforçado no meu comando", disse o ministro.
Mantega negou também que haja uma paralisação das atividades do órgão por causa dessas mudanças de pessoal.

Segundo ele, é normal que o novo secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, realize trocas. De acordo com o ministro, os demissionários são pessoas que já seriam mesmo afastadas.

Um assessor de Mantega disse à Folha que o ministro não está interessado em ficar "desmontando a administração de Lina" publicamente, pois teme um aprofundamento da crise.

A base governista derrubou ontem a tentativa da oposição de manter a crise na Receita na pauta do Congresso. Por votação simbólica, derrubou na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle o requerimento para o depoimento de Iraneth Dias Weiler, chefe de gabinete de Lina Vieira que, em entrevista à Folha, havia confirmado a versão dela sobre o encontro com Dilma.

Colaboraram EDUARDO CUCOLO e MARIA CLARA CABRAL , da Sucursal de Brasília

Textos curiosos pela NET: Pequena biografia da Dilma



Por Anônimo

Circula na Internet um resumo biográfico de Dilma Roussef, ministra da Casa Civil, que o presidente Lula da Silva quer empurrar guela abaixo dos brasileiros como sua sucessora. Infelizmente a mídia não divulga essas informações, deixando a população na ignorância. Eis o texto, sem autor assinando, que se espalha pela net:

O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim e ao cabo, fez negócios em São Paulo.

Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e Lúcia. Igor morreu em 1977.

Era uma família "bon vivant", com casa enorme, três empregadas, refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central.

Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium. Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária - e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação Nacional -. Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai.

Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e, pouco depois, estava em suas mãos o livrinho: "Revolução na Revolução", de Régis Debray, francês que mudou-se para Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi preso na Bolívia.

Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão; então, chegou, de chofre, e disse para o marido: "Estou com o Carlos!".

Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, já havia tido outras sete mulheres, aos 31 aos de idade. Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, cujo estatuto dizia:

Art.1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo."

Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ, que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre, a maçarico, pelo metalúrgico Delci.

Mas a organização se dividiu entre "basistas" - que defendiam o trabalho das "massas" e junto às "bases", e os "militaristas", que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista.
A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão". Então foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto.

Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro - mantinha com ela três contatos semanais -, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta, juntamente com Antônio de Pádua Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa.

Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romande tórrido com a atriz Bete Mendes, da TV Globo. Dilma saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre, reatar com o marido infiel. Mas hoje, Carlos Araújo mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em Porto Alegre.

Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos. Diz que é feliz, mesmo a ex-esposa sendo Ministra e candidata do apedeuta/fronteiriço à Presidência da República.

Eis aí uma "síntese/sintética/resumida" da vida da Dilminha que, logo....logo...será apresentada pelo Lula como a "da paz e do amor".

Quem sabe, antes, possa dar tempo de dar uma chegada a um "Camp Quest" qualquer, dawkinsiano por certo, para, cética e racionalmente, ficar com a "mente ainda mais aberta", em cursilho prepararatório para a Presidência da República.

E em se tratando deste povinho brasileiro (batuque, bola, bolsa e bunda), tudo pode se esperar, infelizmente.

Vamos dar uma força pro bigodudo, gente!


17 ADESIVOS PRO CARRO DO ZÉ SARNEY

1 – Meu outro carro é um trem da alegria

2 – Ato secreto é que nem circo: atrás do pano é que está o espetáculo

3 – Guiado por mim, dirigido por Renan

4 – Dilma 2010 (mas aceito oferta melhor)

5 – Feliz era Adão, que não tinha oposição

6 – Dinheiro não traz felicidade, mas dá pra comprar o Maranhão e o Amapá

7 – Se me vires abraçado com mulher feia, deixa que é parente!

8 – Mantenha distância senão eu solto o Collor

9 – O único senador que andou na linha o trem matou

10 – Estou rezando 1/3 para a oposição continuar ½ boca.

11 – Se saco fosse buzina, ninguém dormia na casa do Lula

12 – O senado é igual sapo: leva o país pro brejo

13 –Só Jesus salva! Mas o Lula também dá uma força.

14 – É melhor ser rico culpado do que pobre coitado

15 – Conselho de Ética é igual biquíni: esconde o essencial

16 – O povo me chama de cachorro, mas o Lula me chama de gato

17 – Meu bigode não vale um fio de barba

http://www.sitedoaran.com.br/

E aí Sr. Lula da Silva, será que vamos ganhar o troféu da Gripe Suina?

Brasil é o país com maior número de mortos pela nova gripe, diz Saúde


Mortes pelo vírus no Brasil chegam a 557, diz boletim.


O Democratas não desiste e quer a verdade sobre esta história

TODOS ELES MENTEM, DESCARADAMENTE...


O edital que contratou a empresa responsável pela instalação do sistema de segurança no Palácio do Planalto previa back-up das imagens registradas pelo circuito interno e dos registros de acesso de pessoas e de veículos, informa o site (Contas Abertas).

Pelo edital, os registros de acesso de pessoas e de veículos deveriam ser guardados em um banco de dados por no mínimo seis meses e depois deveriam ser transferidos para um back-up.


As informações do edital contrariam a nota divulgada pelo Gabinete de Segurança Institucional, comandado pelo General Jorge Félix.

O Democratas quer cópia das imagens do circuito interno para comprovar se a ex-secretária da Receita Lina Vieira esteve na Casa Civil para se encontrar com a ministra Dilma Rousseff. No encontro, segundo a ex-secretária, a ministra pediu para que a fiscalização sobre as empresas da família Sarney fossem encerradas rapidamente.

O Democratas não desiste e quer a verdade sobre esta história. Tanto que protocolou na Procuradoria Geral da República representação contra o general Félix para saber onde estão as imagens do sistema de segurança da Presidência da República.


Na representação, o DEM diz que é preciso "investigar se, por algum motivo, os registros da entrada e saída da ex-Secretária da Receita Federal no Palácio do Planalto foram propositadamente violados e/ou apagados".

O DEM alega ainda que a Procuradoria deve investigar a ocorrência dos supostos crimes de "supressão de documento" e de "extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento".

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Metamorfose ambulante

O Bolsa Família, segundo Lula, em 2009 e em 2000

Cartão vermelho para o Lula... o ridículo!

Cartão vermelho de Suplicy para Sarney irritou Lula, diz fonte

Por Tânia Monteiro - AE

Em reunião com ministros, presidente se disse 'estarrecido'
com atitude do senador de São Paulo

Causou enorme irritação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos ministros do
Planalto o gesto do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que, na terça-feira, 25, subiu à tribuna para exigir novamente a renúncia do presidente do Senado, José Sarney, a quem deu um cartão vermelho.

Lula, que chegou na noite de ontem de São Paulo ficou "estarrecido" com a atitude de Suplicy. De acordo com um ministro, Suplicy estava "surfando" na onda dos ataques a Sarney, que dá ibope, tentando se aproveitar da situação, como sempre faz.

Este ministro considerou a postura de Suplicy "inaceitável".

Os adjetivos usados por Lula, ministros e assessores do presidente a Suplicy não foram os mais delicados. Ele chegou a ser classificado como "moleque", ao tentar reacender uma polêmica que estava encerrada.

Mas estes mesmos auxiliares do presidente comentam que Suplicy pode ter dado "um tiro no pé" porque sua atitude foi considerada completamente extemporânea.

Um assessor do presidente fez questão de insistir que a posição do senador petista "não corresponde a posição do governo, nem do partido, é do próprio Suplicy".

E o Planalto mandou inúmeros recados a Sarney de que desaprovaram a atitude do petista.

"Vamos deixar muito claro que não é nossa posição. Nossa posição está na carta do Berzoini"
, reiterou este assessor, ao comentar o que foi repassado a Sarney e a solidariedade dada a ele.

Lula já havia chamado a atenção de Suplicy anteriormente pelas "cenas" que costuma fazer no Senado.

Em uma das conversas, Lula chegou a dizer ao senador petista, que a postura dele, tentando demonstrar indignação com o que acontece naquela casa, de que nada sabia e nada conhecia, não é digerida porque ninguém acredita que uma pessoa que trabalha há 24 anos em uma Casa não saiba das mazelas que ali existem.

"Nem se ele fosse inocente, como quer tentar demonstrar"...

Comentário do Blog:

Nunca antes na história deste país existiu um sujeitinho
mais prepotente do que este Lula

Caso Lina Vieira: Edital desmente versão de governo

Edital desmente versão de governo
por Jose Agripino

O Palácio do Planalto diz que as imagens que poderiam comprovar ou desmentir o encontro da ex-secretária da Receita Federal, Lina Viera, com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, não existem mais. Entretanto, o governo é desmentido pelo próprio edital de contratação da empresa que faz a segurança do Palácio.

Pelo documento, as imagens devem ficar armazenadas eternamente. É a segunda mentira proferida pelo governo no mesmo caso. A primeira foi negar a existência da reunião.

De acordo com o edital, vencido pela empresa Telemática Sistemas Inteligentes (TSI), os registros de acesso de pessoas e veículos ao Palácio do Planalto deveriam ser guardados em um banco de dados específico, com capacidade de armazenamento por um período “mínimo de seis meses”.

A partir de então, os dados deveriam ser “transferidos definitivamente para uma unidade de backup”. Ou seja, as imagens ainda deveriam existir.

“Ou o governo comprou gato por lebre ou tem os registros e não quer mostrar ao Brasil”, afirmou o senador José Agripino.

“Essa sucessão de evidências, de fatos e desmentidos mostra que o encontro ocorreu e foi tratado aquilo que a secretária falou”, completou o senador.

De acordo com Lina Vieira, Dilma queria que a ex-secretária “agilizasse” as investigações contra a família Sarney.

Segundo o edital, o banco de dados faz parte do Centro de Supervisão, que concentra “todos os servidores, matrizes de gravação, estações de operação e monitoramento, gravadores digitais, controles e equipamentos de recepção”.

O edital informa, porém, que as gravações das câmeras deveriam ser armazenadas “por um período não inferior a 30 dias, devendo ainda os mesmos (gravadores digitais) ser apoiados por um sistema de backup”. Aqui.

Comentário:

Acontece que a nosssa oposição é tão ingênua que não atenta pra certos detalhes.

Se quisessem, já teriam desmascarado de uma vez por todas essa lenga lenga, mas ficam sangrando até não dar em nada, como fizeram nos escândalos do governo que surgiram no primeiro mandato.

Sangraram tanto que o defunto secou e não deixou rastro.

Sueli Guerra

Pega ladrão!...

"O Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum."

(Luis Inácio Lula da Silva, presidente da República, de Astana, no Cazaquistão, onde realizava a última etapa de sua turnê de passeio pela Europa e pela Ásia Central, saindo em defesa de José Sarney, presidente do Senado, acusado de atos secretos de nomeação de parentes sem concurso e com altíssimos salários)


Para ser Presidente da República, no Brasil, não é exigido que o candidato tenha diplomas.

Basta ter a idade mínima de 35 anos e (mal) saber ler e escrever para tirar título de eleitor.


Não seria lógico, portanto, ao semi-analfabeto Luis Inácio, que tivesse conhecimento do texto constitucional que estabelece:

Todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza
(Art. 5º. Da Constituição Federal).

Se esse cidadão não se arvorasse de sábio, não abriria a boca para falar de improviso e dizer o que ele pensa realmente e que está intrínseco em seu discurso:

EM SEU ÍNTIMO MEGALOMANÍACO, ELE ACREDITA PIAMENTE QUE TANTO ELE COMO SARNEY NÃO SÃO PESSOAS COMUNS E ESTÃO ACIMA DA LEI...

Pobre Brasil!....
Por Cesar Augusto Serau

Lula é 'menos democrata que os militares da ditadura' - Itamar Franco

Itamar diz que Lula é 'menos democrata que os militares da ditadura'

por José Meirelles Passos


O ex-presidente Itamar Franco acusou nesta quarta-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ser "menos democrata do que os militares da ditadura", por estar interferindo "de forma violenta, acintosa e indevida" no Legislativo - em especial no Senado.

Logo em seguida ele também criticou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), por aceitar as interferências presidenciais.

- O Senado hoje é totalmente manipulado pelo presidente da República. Isso, no regime militar, não assistimos tão fortemente como se assiste hoje.

Por que se dá isso?

Porque o próprio presidente do Senado se diminuiu ao ir trocar ideias com o presidente da República.

O processo legislativo é do Legislativo, não é do presidente da República
- afirmou Itamar durante homenagem que recebeu na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

Lembrado de que o governo do general Ernesto Geisel decretou o fechamento do Congresso em 1977, Itamar rebateu:

- É claro que naquela época eles podiam cassar mandatos. O presidente (Lula) ainda não chegou a esse absurdo. Não sei se até 2010 ele vai cassar. Aqui.


Irrevogável é uma coisa inintendível, entendeu?


Brasília – Detrito Federal – urgente –

Os fabricantes de dicionários estão preocupados, depois que o Mercadante acabou com o significado da palavra “irrevogável” –

“Vamos ter que fazer uma edição nova às pressas para colocar o novo significado inaugurado pelo Senador Nunca Mercadantes Neste País”.