quarta-feira, 24 de junho de 2009
Portal da Transparência do Senado Federal
Portal da Transparência do Senado!!!
O Portal da Transparência do Senado Federal, sítio eletrônico à disposição da sociedade na Rede Mundial de Computadores – Internet, tem por finalidade veicular dados e informações detalhados sobre a gestão administrativa e a execução orçamentária e financeira do Senado Federal, compreendendo, entre outros, os gastos efetuados por seus órgãos, inclusive os supervisionados, bem como por suas unidades integrantes.Sarney, o homem incomum
Conservador, patrimonialista e cheio dessa falsa erudição tão típica aos escritores de quinta, José Sarney foi o último pesadelo coletivo a nós impingido pela ditadura, a mesma que ele, Sarney, vergonhosamente abandonou e renegou quando dela não podia mais se locupletar.
Talvez essa peculiaridade, a de adesista profissional, seja o que de mais temerário e repulsivo o senador José Sarney carregue na trouxa política que carrega Brasil afora, desde que um mau destino o colocou na Presidência da República, em março de 1985, após a morte de Tancredo Neves.
.......................................
Há poucos dias, vi a cara do senador José Sarney na tribuna do Senado. Trêmulo, pálido e murcho, tentava desmentir o indesmentível.
Pego com a boca na botija, o tribuno brilhante, erudito e ponderado, a raposa velha indispensável aos planos de governabilidade do Brasil virou, de um dia para a noite, o mascate dos atos secretos do Senado.
Ao terminar de falar, havia se reduzido a uma massa subnutrida de dignidade, famélica, anêmica pela falta da proteína da verdade.
Era um personagem bizarro enfiado, a socos de pilão, em um jaquetão coberto de goma.
Na mesma hora, pensei no povo do Maranhão.
Brasília, eu vi
terça-feira, 23 de junho de 2009
Não tem cura: Quá...quá...quá...quá...! País da piada pronta!
Por Eugênia Lopes, no Estadão Online:
O presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB-AP), acaba de convocar ao seu gabinete e demitir o diretor-geral do Senado, Alexandre Gazineo, e o diretor de Recursos Humanos da Casa, Ralph Siqueira.
A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa de Sarney. Os dois diretores são suspeitos de participação no esquema de edição de atos secretos no Senado para nomeações ou para criação de cargos e privilégios.
O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), anunciou que Haroldo Tajra irá substituir provisoriamente Alexandre Gazineo no cargo de diretor-geral do Senado.
Ele informou também que Dóris Peixoto será a nova diretora de Recursos Humanos no lugar de Ralph Siqueira. Dóris é ligada à família Sarney e foi chefe de gabinete de Roseana Sarney.
Ex-diretor adjunto desde 1995, Gazineo substituiu Agaciel Maia, em março último, mas sua situação ficou difícil depois de constatado que ele assinou a maior parte dos atos secretos. O servidor afirma que não participava nem da elaboração nem do encaminhamento dessas medidas sigilosas, que terminavam sendo engavetadas por Agaciel e pelo ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi. Os dois serão investigados na sindicância aberta por Sarney.
As demissões são medidas para conter a crise que atinge a Casa, mais recentemente marcada pela descoberta dos atos secretos, usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários, revelados pelo Estado.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Por Reinaldo Azevedo
Ao Leitor de nosso Blog, Sr Raoni: Mas nós queremos é isto mesmo - A PRIVATIZAÇÃO.
Raoni deixou um novo comentário sobre a sua postagem"O patife do Berzoini chama oposição de salafrária":
Se você se importa tanto com a Petrobrás, cite em seus textos que o governo fraudulento e corrupto do PSDB chefiado pelo sociólogo envergonhado,FHC, queria privatizar (como sempre) a estatal, lembra-se da história da PETROBRAX??
Se ele tivesse se mantido no poder hoje até nós iriamos ser privtizados, seríamos cobrados por empresas privadas até mesmo para RESPIRAR, enquanto o Sr. FHC e companhia estariam na FRANÇA OU NA SUIÇA...
VIVA O BRASIL,
VIVA A PETROBRÁS
VIVA LULA
VIVA DILMA PRESIDENTE
Mas nós queremos é isto mesmo - A PRIVATIZAÇÃO.
Só a privatização irá salvar o patrimônio brasileiro da cobiça dos anões esquerdistas que hoje usam-na para seus enriquecimentos pessoais, fora, atividades ilícitas e imorais, como por exemplo, pagamento de FESTAS E LAMBANÇAS para a *curriola governamental conforme já divulgado.
Queremos que estas empresas deixem de FINACIAR com o dinheiro do povo sofrido a CANALHICE de muitos - hoje, petistas....
na visão sociopatológica que predomina na esquerda - só a 'direita' comete crime. O duplo discurso (bipolaridade política) - permite essa (im) postura, em que a culpa dos males é sempre dos outros.
Eles criticam raivosamente as ditaduras militares, exceto a ditadura militar de Cuba (eufemismo pois toda ditadura comunista é militarizada) a cujo democida devotam um descarado amor patológico.
Assim pela 'lógica neo-regressiva totalitária : ‘Quando os outros matam são assassinos, porém quando são eles próprios que matam estão ‘lutando para a libertação do povo’, em nome do povo, o sempre e respeitável e distinto povo.
NA REALIDADE ESTAMOS DIANTE DE UMA ORGANIZAÇÃO.
UMA organização QUE PODE SER CONSIDERADA societas sceleris, tipo mafiosA - que (des) governa o Brasil.
A GOVERNANÇA DO DUPLO DISCURSO (bipolaridade) – é uma nova/nueva patologia sociopolítica criminosa do século XXI, estruturada segundo o modelo societas sceleris (mafioso)
– que quando na oposição com relação à corrupção é a grande inquisidora, acusadora radical, detentora do monopólio da ética na política e defensora intransigentes da democracia, dos direitos humanos ...; porém
- no governo/poder praticam exatamente aquilo que condenavam, só que de forma sistemática e organizada; auto proclamada ética, democrática, transparente e PROGRESSISTA – é na realidade aética, totalitária, criminosa e neo-regressiva como revela o maior saque aos cofres públicos da história da República.
*curriola ( bando; corja;súcia )
O risco Lula
Com a habitual precisão, o editorial deste jornal, na sexta-feira, dizia:
“O presidente Lula é um político que não tem princípios. Tem fins.”
A análise focalizou questões éticas e políticas, mas pode ir além. Essa atitude do presidente tem impacto também na administração e na política econômica de seu governo.
O modo como o presidente desclassifica denúncias de corrupção ou de mau uso do dinheiro público levanta uma dúvida enorme sobre os gastos da Presidência da República, seus palácios, seus gabinetes, suas viagens, sua manutenção.
Se Lula acha, por exemplo, que não tem nada demais na distribuição de passagens aéreas por deputados e senadores, quais critérios utilizará quando se tratar da lista de passageiros dos aviões a serviço da Presidência?
Se ele não se escandalizou com a nomeação de parentes, amigos e correligionários no Senado, por que se escandalizaria com a mesma prática no Executivo, aí incluídas as grandes estatais?
Boa parte das despesas “presidenciais” é secreta, por supostas razões de segurança nacional. Mas há um evidente exagero aí. Está certo que não se pode divulgar o nome, o celular e o endereço dos seguranças da família do presidente, mas não haveria qualquer ameaça se fosse divulgado o valor detalhado dos gastos com isso.
Digamos, também, que seja um risco informar onde a Presidência faz suas compras, mas, de novo, não há ameaça na divulgação exata e transparente do volume de despesas com cada item.
Tome-se o exemplo da Inglaterra, onde o risco de terrorismo é obviamente muito maior do que aqui. Lá, os gastos da família real são divulgados detalhadamente e aprovados, item por item, pelo Parlamento.
Essa abertura vale inclusive para o primeiro-ministro. É assim também nos EUA, onde, aliás, há regras muito mais rigorosas sobre o que os contribuintes pagam para o presidente (e sua família) e o que ele tem de cobrir, na física. Outro dia, aliás, Obama publicou a declaração de renda dele e de sua mulher.
E como a atitude do presidente é um sinal para toda a gestão, se Lula estiver imprimindo uma gestão, digamos, mais tolerante, isso se espalha por toda a administração. Note-se: Brasília normalmente tende à mordomia. Se o presidente também a pratica e a estimula, a coisa desanda.
Já na política econômica temos uma bela ironia: a atitude de Lula de guiar-se pelos fins produziu um bom resultado. O presidente, quando na oposição, atacava ferozmente a política econômica construída nos anos FHC.
Assim como já disse que Sarney era “grileiro” e “grande ladrão”, também dizia, para ficar em um exemplo apenas, que o Banco Central (BC) estava a serviço dos banqueiros nacionais e internacionais.
Citava como “prova” a nomeação de executivos do sistema financeiro para as diretorias do BC. Quando Armínio Fraga veio de uma diretoria do fundo de investimentos de George Soros para a presidência do BC, era a raposa tomando conta do galinheiro.
Passa o tempo, Lula se elege. E quem traz para o lugar de Armínio? Um ex-presidente mundial de um banco global: Henrique Meirelles, ex-CEO do Bank of Boston. Por que Lula fez isso? Porque criaria uma enorme crise de confiança na moeda se nomeasse um dos economistas que o acompanhavam.
Em 30 de setembro de 2002, quando estava claro que Lula venceria as eleições, o dólar foi a R$ 4, os juros em reais foram para 29% ao ano - em dólares, para absurdos 35% -, a Bolsa caiu para os 8 mil pontos e o risco Brasil foi a 2.400 pontos. Puro medo do que poderia ser um governo do PT.
Foi por isso que Lula jogou fora o discurso econômico dos anos anteriores, abandonou seus economistas e jurou manter as bases da política do Real.
Deu provas disso ao montar uma equipe econômica que não devia nada ao time anterior, exagerando no BC: pôs logo um raposão, um chefão da banca internacional. Seu governo praticou a política econômica clássica com rigor extremo.
eguiu o figurino: líderes sobre os quais há desconfiança no mercado precisam ser mais realistas que o rei. Tony Blair, ao assumir o poder na Inglaterra, decretou a independência do banco central. Lula não fez isso, mas deu toda autonomia a Meirelles e, como prova de austeridade, ampliou o superávit primário. E deu certo também graças à ajuda da economia mundial, que passou a crescer forte, em toda a parte.
Pulando a história, Lula tem hoje credibilidade no mercado internacional. É visto como o melhor exemplo da esquerda responsável. Parece, porém, que isso subiu à cabeça de Lula. O presidente parece achar que, agora, pode dizer e fazer o que lhe vem à telha.
Protestos e conflitos no Irã? Bobagem, coisa de perdedor. E assim vai, recusando-se, por exemplo, a condenar ditadores. Na política internacional, isso não tem problema. Ao contrário do que pensa o próprio Lula, a posição dele não tira o sono de ninguém. Aqui dentro, porém, o fato de Lula se guiar pelos fins já causa problemas na economia.
É o caso da poupança. A lógica do Real e do processo de “desinflação” exige o fim da indexação, inclusive da poupança.
É condição para a queda dos juros até no nível internacional. Mas “mexer na poupança” é um risco político-eleitoral. A mudança proposta - e ainda não implementada - é um quebra-galho, dá para levar até uma taxa básica de juros na casa dos 8%. Mas é um atraso de política econômica.
O que levanta a desconfiança. Se Lula aderiu a essa política econômica não por convicção, mas para acalmar o mercado e evitar um colapso financeiro, por que não abandonaria essa mesma política para ganhar a eleição para Dilma?
A resposta dos analistas é a seguinte: porque voltaria a instabilidade, a inflação e tudo o mais. Mas hoje o País tem uma sólida estabilidade macro e Lula ganhou, sim, credibilidade. Isso pode ser destruído, mas leva algum tempo.
Detonar os gastos públicos, abandonar o superávit primário, forçar uma queda artificial dos juros, isso pode desestabilizar aos pouquinhos.
Quando se percebe, já era.
(O Estado de S. Paulo - 22/06/2009)
SENADO DE DESONESTOS
A frase mais ouvida, nos dias atuais, é: "eu não sabia", ou "a culpa não é minha".
Mas todos os *fautores dos atos ilícitos FORAM BENEFICIADOS.
Logo, são CÚMPLICES.
E basta isso. Essa história de abrir processo administrativo, sugerir medidas moralizadoras (sic) serve apenas para ganhar mais tempo, até que sobrevenha outro escândalo.
A verdade é uma só:
O SENADO ESTÁ COMPLETAMENTE TOMADO POR BANDIDOS DESONESTOS E IRRESPONSÁVEIS QUE PENSAM APENAS NOS BOLSOS DELES E DOS FAMILIARES.
O Corregedor do Senado, ROMEU TUMA, TAMBÉM PRATICOU ATOS CRIMINOSOS, ILEGAIS.
Por isso afirma que "nada há a apurar" contra o amigo Sarney.
Senador quer indenização por gastos com publicidade paga pelos cidadãos?
Indenizada pelos cidadãos?
Que absurdo!
Que roubalheira!
Que falta de vergonha!
O Congresso faz o que o Chefe Lula quer e manda.
A popozuda idem.
Brasil de poderes podres.
O povo que relaxe e goze.
Fem.: fautriz.
Cúmplice da bandalheira e da impunidade
A lista negra - Blog do Coronel
Senadores beneficiados por atos secretos:
- Aldemir Santana (DEM-DF)
- Antonio Carlos Júnior (DEM-BA)
- Augusto Botelho (PT-RR)
- Cristovam Buarque (PDT-DF)
- Delcídio Amaral (PT-MS)
- Demóstenes Torres (DEM-GO)
- Edison Lobão (PMDB-MA)
- Efraim Moraes (DEM-PB)
- Epitácio Cafeteira (PTB-MA)
- Fernando Collor (PTB-AL)
- Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
- Gilvam Borges (PMDB-AP)
- Hélio Costa (PMDB-MG) licenciado (ministro)
- João Tenório (PSDB-AL)
- José Sarney (PMDB-AP)
- Lobão Filho (PMDB-MA)
- Lúcia Vania (PSDB-GO)
- Magno Malta (PR-ES)
- Marcelo Crivella (PRB-RJ)
- Maria do Carmo (DEM-SE)
- Papaléo Paes (PSDB-AP)
- Pedro Simon (PMDB-RS)
- Renan Calheiros (PMDB-AL)
- Roseana Sarney (PMDB-MA) renunciou para assumir o governo do MA
- Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
- Serys Slhessarenko (PT-MT)
- Valdir Raupp (PMDB-RO)licenciado (ministro)
- Wellington Salgado (PMDB-MG)
Senadores que assinaram atos secretos quando integravam a Mesa Diretora da Casa:
- Antonio C. Valadares (PSB-SE)
- César Borges (PR-BA)
- Eduardo Suplicy (PT-SP)
- Garibaldi Alves (PMDB-RN)
- Heráclito Fortes (DEM-PI)
- Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
- Paulo Paim (PT-RS)
- Romeu Tuma (PTB-SP)
- Tião Viana (PT-AC)
- Aqui.
350 servidores do Senado têm salário maior que STF

Pagamento acima de R$ 24.500 se baseia em parecer posterior ao teto constitucional
Funcionários engordam vencimentos ao participar de função comissionada e de comissões, cujo adicional é tratado como indenização
O relatório da comissão de sindicância ligada à primeira secretaria do Senado deve ser divulgado nesta terça-feira. O material será repassado aos integrantes da Mesa Diretora.
A reunião está prevista para o final da tarde e deve decidir ainda o futuro do diretor-geral Alexandre Gazineo.
Senadores pressionam para que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), demita Gazineo como resposta à crise que atinge a imagem da instituição.
Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", desde 1995, pelo menos 37 senadores e 25 ex-senadores figuram como beneficiários ou signatários de atos secretos do Senado. A reportagem informa ainda que frequentam a relação políticos filiados a nove legendas: PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR.
O Senado aumentou o valor da verba indenizatória a que seus integrantes têm direito de R$ 12 mil para R$ 15 mil por meio de ato secreto.

Decisão de 2005 com reajuste de R$ 12 mil para R$ 15 mil só foi publicada neste ano
O então diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, não soube explicar por que o ato não foi publicado em 2005, quando a medida foi tomada
ANDREZA MATAIS
A medida, no entanto, só foi tornada pública no dia 14 de maio deste ano.
O ato previu ainda o pagamento do valor reajustado de forma retroativa, com validade a partir de janeiro de 2005.
Em março daquele ano, o então diretor-geral do Senado, Agaciel da Silva Maia, chegou a anunciar que a Casa havia voltado atrás na intenção de aumentar o valor da verba indenizatória de R$ 12 mil para R$ 15 mil.
O procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Marinus Marsico, e o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, consideram que os atos não publicados não têm validade. Com isso, os pagamentos feitos aos senadores desde 2005 que ultrapassaram os R$ 12 mil podem ser considerados irregulares.
O benefício exclusivo dos senadores foi criado em janeiro de 2003 depois que a Câmara tomou a mesma medida em dezembro de 2002. A verba indenizatória é usada para reembolsar despesas como aluguel de escritórios nos Estados, combustível e divulgação da atividade parlamentar. O dinheiro só pode ser pago mediante a apresentação de nota fiscal.Em 2005, o aumento da verba veio a público após a divulgação de um e-mail enviado aos chefes de gabinetes pela Secretaria de Fiscalização e Controle. "Conforme deliberação da Comissão Diretora do Senado Federal, nos autos do processo administrativo 002.438/05-4, informo a Vossas Senhorias que o valor mensal da verba indenizatória pelo exercício da atividade parlamentar foi alterado de R$ 12 mil para R$ 15 mil, com efeito retroativo a partir do mês de janeiro de 2005", diz a nota.
Mesmo assim, o ato em si continuou sigiloso.
Em 2005, Renan Calheiros (PMDB-AL) havia acabado de chegar à presidência do Senado. Na oportunidade, ele anunciou um corte de R$ 30 milhões nas despesas da Casa. Depois, assinou o reajuste da verba indenizatória. Pressionado pela imprensa, Renan escalou Agaciel para dar explicações.
O então diretor respondeu: "Foi um engano. Para sair o aumento, tem que haver um ato da Mesa, o que não foi feito. Agora, mais cedo ou mais tarde, isso tem que acontecer, porque a Câmara já deu esse aumento", disse Agaciel.
Ao longo de 2005, a Casa passou a informar que a verba indenizatória era de R$ 15 mil, mas o ato que autorizou o reajuste só veio a público em maio deste ano.
Primeiro vice-presidente em 2005, Tião Viana (PT-AC) classificou de "bandidagem" a não publicação do ato, mas se eximiu de responsabilidade. "Se alguém fez isso, a culpa não é minha." Suplente da Mesa que assinou o ato do aumento, Serys Slhessarenko (PT-MT) afirmou, por meio de assessoria, que hoje deverá anunciar medidas contra atos secretos.
Os outros cinco integrantes da Mesa -Renan Calheiros, Efraim Morais (DEM-PB), Siqueira Campos (PSDB-TO) e Aelton Freitas (PR-MG)- não foram localizados ontem.
Agaciel Maia não soube explicar por que o ato não foi publicado na data em que a medida foi tomada.
"Se não colocou na rede [de intranet], a responsabilidade não é minha", disse.
O retrato da nação
O retrato da nação
Clique aqui para ampliar.
Alertada pela Tia Cris, descobri que a funkeira Valesca Popozuda posou para a Playboy do mês com o presidente - não exatamete "com ele", mas com a foto dele.
O resultado é uma definição simplesmente perfeita da lucidez política nacional.
A considerar as últimas pesquisas de popularidade, esta é a posição de 80% dos brasileiros em relação a Lula.
Existe uma "quadrilha" atuando no Senado...
Agaciel Maia, ex-diretor-geral do Senado, chantageia senadores.- Estou aqui apontando dois ladrões comprovados: o senhor (João Carlos) Zoghbi e o senhor Agaciel Maia.
O Senado é um pilar da democracia do Brasil, e não podemos deixar o Senado perecer - disse ele, acrescentando que "há senadores com mandato por trás de Agaciel".
( Áudio: Virgílio diz que Agaciel Maia chantageia senadores )








