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terça-feira, 17 de abril de 2012

CONVOCO UMA TESTEMUNHA PARA AJUDAR A MANDAR OS MENSALEIROS PARA A CADEIA: LULA!


Chega de mistificação!



Convoco uma testemunha de acusação para mandar para a cadeia os mensaleiros.

Chama-se Luiz Inácio Lula da Silva.

Convoco um petista para atestar as falcatruas cometidas pelos mensaleiros.

Chama-se Luiz Inácio Lula da Silva.

Convoco um protagonista daquela quadra da história para chamar pelo nome os mensaleiros.

Chama-se Luiz Inácio Lula da Silva.

No dia 12 de agosto de 2005, dois meses depois da entrevista concedida pelo então deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) à Folha, denunciando o esquema do mensalão, o presidente da República houve por bem se manifestar oficialmente a respeito na abertura da reunião ministerial, ocorrida na Granja do Torto.

Segue um vídeo com pequenos trechos.

Retomo em seguida.


             


Voltei
No post anterior, vocês encontram a íntegra do discurso. Sim, já havia ali, como você vão perceber, certa malandragem retórica ao destacar as “conquistas” do governo, como a sugerir certo mecanismo de compensação; como se a alegada eficiência da administração pudesse desculpar as falhar éticas. Afinal de contas, era um petista falando… Uma coisa, no entanto, resta inequívoca: o próprio Lula atestava a existência das lambanças. E, por isso mesmo, ele se desculpou. Mais ainda: no esforço — bem-sucedido, diga-se — de se livrar de um processo de impeachment, alegou que não sabia de nada e se disse… traído!

Assim se manifestava o Lula de 12 de agosto de 2005:

“Estou indignado pelas revelações que aparecem a cada dia e que chocam o país. O PT foi criado justamente para fortalecer a ética na política e lutar ao lado do povo pobre e das camadas médias do nosso país. Eu não mudei e, tenho certeza, a mesma indignação que sinto é compartilhada pela grande maioria de todos aqueles que nos acompanharam nessa trajetória.”



Já o Lula de abril de 2012 lidera uma pressão gigantesca sobre os ministros do Supremo para adiar o julgamento para 2013 — se possível, para que ele jamais seja julgado. A decisão, hoje, cabe a um único homem: Ricardo Lewandowski, o ministro revisor, em cujas mãos está a reputação do próprio tribunal, que pode ser desmoralizado.


O Lula de 12 de agosto de 2005 se dizia, além de indignado, empenhado em punir os responsáveis pelos crimes que “apareciam a cada dia e que chocavam o país”. Assim:

“Esta é a indignação que qualquer cidadão honesto deve estar sentindo hoje diante da grave crise política. Se estivesse ao meu alcance, já teria identificado e punido exemplarmente os responsáveis por esta situação.”



Já o Lula de abril de 2012 está indignado é com o eventual cumprimento da lei e aposta todas as suas fichas na impunidade. Antes mesmo da manifestação dos ministros do Supremo, o Apedeuta fez, sim, o que estava a seu alcance para passar a mão na cabeça dos criminosos. Os que deixaram o partido estão de volta à legenda. Os que permaneceram continuaram prestigiados.


Tão logo se deu o esfriamento da crise, o governo federal, com o concurso de Franklin Martins, armou uma operação para hostilizar a imprensa e acusá-la de golpismo. O Lula indignado, que pedia desculpas e se dizia traído cedeu lugar à personagem arrogante, que passou a tratar popularidade como sinônimo de inocência ou de absolvição.


O Lula de 12 de agosto de 2005 já exercitava a tese vigarista de que o mensalão era um mal decorrente do sistema político, que tinha de ser corrigido. Ainda assim, falava na necessidade de punir corruptos e corruptores.

Relembro:

“O Brasil precisa corrigir as distorções do seu sistema partidário eleitoral, fazendo urgentemente a tão sonhada reforma política. É necessário punir corruptos e corruptores, mas também tomar medidas drásticas para evitar que essa situação continue a se repetir no futuro.”


Já o Lula de abril de 2012 pretende usar a CPI destinada a investigar gangue de um bicheiro e suas conexões com o Poder Público para esconder os crimes de outra gangue, justamente a dos mensaleiros — aquela que o levou a pedir desculpas e a a dizer que se sentia traído. Há nove anos no poder, o partido pouco se moveu em favor da reforma política — e o pouco que fez apontava para um modelo ainda pior do que o que temos hoje.


O Lula de 12 de agosto de 2005 acenava para um Brasil livre de larápios:

“Queria, neste final, dizer ao povo brasileiro que eu não tenho nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro que nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas. O governo, onde errou, tem que pedir desculpas, porque o povo brasileiro, que tem esperança, que acredita no Brasil e que sonha com um Brasil com economia forte, com crescimento econômico e distribuição de renda, não pode, em momento algum, estar satisfeito com a situação que o nosso país está vivendo.”



Impressionante! Trezes meses e três dias depois desse discurso, os aloprados foram flagrados pela Polícia Federal tentando comprar um dossiê fajuto para incriminar o então candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra. Eram os tais “aloprados”, como o próprio Apedeuta os designou. Participaram da operação pessoas do círculo de confiança do então presidente:

- Jorge Lorenzetti - compadre de Lula e seu churrasqueiro;

- Freud Gody - segurança pessoal de Lula e seu faz-tudo;

- Oswaldo Bargas - sindicalista da CUT e amigo pessoal de Lula;

- Ricardo Berzoini - presidente do PT, indicado por Lula;

- Expedito Veloso - militante petista, membro do grupo de campanha de Lula e diretor do Banco do Brasil. Hoje, vejam que coisa!, ele trabalha no governo do Distrito Federal, do notório Agnelo Queiroz.

- Hamilton Lacerda - assessor pessoal de Aloizio Mercadante (que disputava o governo com Serra) e homem que carregava a mala com o dinheiro. Já está de volta ao partido e vai concorrer a vaga na Câmara Municipal de São Caetano;

- Valdebran Padilha - militante do PT. Em 2010, foi preso em outra operação da Polícia Federal.


Menos de quatro anos depois, em 2010, outro grupo de petistas é flagrado tentando montar um novo dossiê contra Serra. Na turma, ninguém menos do que Idalberto Matias Araújo, o tal Dadá, homem de Carlinhos Cachoeira, o que nos traz de volta a 2012.


Encerrando


Chegou a hora de pôr um fim a esse capítulo da história, com a punição dos culpados, segundo o testemunho do próprio Lula. Que o ministro Ricardo Lewandowski cumpra a tempo a sua obrigação para que aquele pedido de desculpas de 2005 encontre a devida correspondência na esfera jurídica.

Chega de mistificação!

Que Lewandowski honre logo a disposição para a justiça daquele presidente de 2005!!!


17/04/2012





Por expropriação da YPF, Espanha anuncia medidas "contundentes"


Ministro espanhol diz que ato é um "claríssimo gesto de hostilidade" e espera que não tenha início uma escalada de retaliações


O governo espanhol condenou nesta segunda-feira a decisão "arbitrária" das autoridades argentinas de expropriar a YPF e anunciou que adotará medidas "claras e contundentes" em defesa dos interesses da Repsol e de todas as empresas espanholas no exterior.

Esta posição do Executivo diante da tomada de controle da YPF por parte do governo argentino foi exposta em comparecimento diante dos jornalistas no Ministério das Relações Exteriores do titular deste departamento, José Manuel García Margallo; o da Indústria, José Manuel Soria, e o secretário de Estado de Comércio, Jaime García Legaz.

Para o Executivo espanhol, segundo García Magallo, a medida das autoridades argentinas rompe o clima de cordialidade e amizade que presidiu as relações entre ambos os países.
Por sua vez, Soria assinalou que se trata de uma decisão hostil contra a Repsol e, portanto, contra a Espanha e o governo espanhol.

Apesar de entender que a Argentina quebrou as regras do diálogo, Soria confiou em que este "claríssimo gesto de hostilidade" não seja "o início de uma escalada que só contribuiria para agravar mais uma situação já por si só grave".

Os ministros das Relações Exteriores e Indústria compareceram diante da imprensa após a reunião de urgência que mantiveram no Palácio da Moncloa com o presidente do Governo, Mariano Rajoy, para analisar a situação gerada pela decisão do Executivo argentino de expropriar YPF.

Brasil e EUA consideram acordo de livre comércio, diz Hillary


Durante o anúncio, secretária de Estado americana lista uma série de investimentos conjuntos Terra

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, defendeu nesta segunda-feira uma maior relação entre as economias do Brasil e dos Estados Unidos.

Hillary disse considerar um acordo de livre comércio entre os dois países.

"É claro que a nossa relação implica em maior crescimento, mas precisamos resolver alguns problemas, como eliminar a bitributação, considerar um acordo de livre comércio, ver se os EUA e Brasil podem basear o crescimento econômico",
disse a secretária.

A uma plateia de empresários, Hillary defendeu a parceria entre os governos e o setor privado, responsável pelo crescimento e pela geração de emprego e renda. "Com uma economia próspera nós podemos investir mais em nossa população e sermos administradores da economia global", disse.

A secretária destacou a classe média brasileira como uma importante riqueza do Brasil. O crescimento da classe C no País assegurou a estabilidade econômica brasileira durante a crise econômica mundial.

Hillary listou uma série de investimentos americanos que serão feitos em conjunto com o Brasil, como por exemplo um centro de inovação da Microsoft instalado no País, investimento da Cisco e também um investimento da Boeing com a Embraer para produção de biocombustível para aviões.

Nesta manhã, a secretária de Estado americana disse que conversou com a presidente da Petrobras, Maria das Graça Foster, com quem falou sobre as explorações de petróleo na camada pré-sal, classificada por ela como um "futuro fabuloso que está diante do Brasil".

Em visita de dois dias a Brasília, Hillary terá além dos compromissos com empresários, compromissos com o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, e também reunião de diálogo de parceria global entre os dois países.

Na pauta bilateral, serão tratadas as reformas de instituições, questão de paz e segurança internacional.

A visita da secretária faz parte de uma sequencia de viagens que começou na Colômbia e ainda incluirá a Bélgica.

Hillary vem ao Brasil uma semana após a visita da presidente Dilma Rousseff a Washington, onde foi recebida pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil.

Em 2011, o fluxo de comércio entre os dois países atingiu US$ 60 bilhões, o que representa aumento de 37% em relação ao registrado em 2007.

O Brasil é a sexta maior fonte de visitantes para os Estados Unidos.

Os Estados Unidos são a segunda maior origem de visitantes para o Brasil.

Empresa de fachada do grupo de Cachoeira comprou terras no DF


Alberto & Pantoja Construções utilizou parte dos recursos para comprar fazenda em Brasília
No endereço onde funcionaria a Brava Construções e a Alberto & Pantoja Construções, na verdade, funciona há dois anos uma oficina de lanternagem
O Globo / Sergio Marques


RIO - Financiada principalmente por repasses feitos pela Delta Construções que somam R$ 39 milhões, uma das três empresas de fachada controladas pelo grupo liderado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira, a Alberto & Pantoja Construções, utilizou parte dos recursos para comprar uma fazenda de 4.093 hectares em Brasília. A fazenda Gama custou R$ 2 milhões e estava em situação irregular. O negócio, em dezembro de 2010, chamou a atenção porque, segundo a Polícia Federal, “tratava-se de contrato de risco, uma vez que não existia registro da área nos cartórios do Distrito Federal e a propriedade da área também era questionada pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap)”.


A Alberto & Pantoja Construções e a Brava, outra empresa do grupo de Cachoeira citada no inquérito, têm o mesmo endereço em Brasília - onde funciona uma oficina mecânica. No relatório da Operação Monte Carlo, a PF diz que a Fazenda Gama foi paga pela empresa Alberto & Pantoja, que recebeu milhões da Delta entre 2010 e 2011.

A Pantoja era controlada por Geovani Pereira da Silva, identificado como tesoureiro de Cachoeira. Com base nas intercepções telefônicas e na quebra de sigilo fiscal, a PF descobriu que Geovani fez diversos repasses para servidores públicos e empresários.

Três empresas, ligadas a um único empresário, receberam R$ 483 mil como parte do pagamento na venda da Fazenda Gama. Cachoeira incluiu ainda um avião Cessna como parte da transação.


Como O GLOBO mostrou domingo, o relatório da PF afirma que Geovani Pereira fez 113 saques em dinheiro, totalizando R$ 11 milhões. O dinheiro saiu das contas das empresas ligadas a Cachoeira entre 13 de agosto de 2010 e 18 de abril de 2011, e da própria conta pessoal de Geovani.

Nesta segunda-feira, o desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, atendeu a pedido dos advogados de Cachoeira para transferi-lo do presídio de Mossoró (RN) para Brasília. Segundo a advogada do bicheiro, Dora Cavalcanti, a transferência deve ser nesta terça ou quarta-feira. Ele está preso desde 28 de fevereiro.

Pressão para legalizar a terra

A aquisição da Fazenda Gama foi feita por Cachoeira, Claudio Abreu - diretor da Delta na época - e Rossini Aires Guimarães. Após a aquisição, a PF identificou, em intercepções telefônicas, um esquema para registrar a fazenda no Incra, no Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e na Terracap, do Distrito Federal. O ex-funcionário da Terracap Rodrigo Mello conversou diversas vezes com Gleyb Ferreira, um dos integrantes do grupo de Cachoeira. Pelas investigações, a PF concluiu que Gleyb repassou R$ 25 mil a um servidor que teria ajudado na regularização da fazenda. Ao “Correio Braziliense”, Rodrigo negou ter recebido dinheiro de Gleyb.

Em outra gravação, Cachoeira reclama com Gleyb da demora do Ibram. Segundo a PF, não foi possível identificar o servidor, mas há citação do pagamento de R$ 40 mil. Com a demora dos documentos, Cachoeira cobra:

— Qual que é o prazo agora que eles (Ibram) pediram? — diz Cachoeira.

— Agora vai lá pra dentro, né ? Ele deve dar uma andada o mais rápido possível pra subir os trem (sic) aqui. Se lembra aquele dia, demorou quatro dias pra subir porque não tinha pasta dentro do órgão pra subir a documentação — responde Gleyb.

— Pois é, mas nós não estamos pagando o cara lá com esse trem, uai? O que, que demora é essa? — devolve Cachoeira.

— Tamo (sic) pagando para aprovação, o andar, o tramitar, é todo mundo lá, né? — retruca Gleyb.

Depois das revelações da Operação Monte Carlo, a Delta informou que o ex-diretor Claudio Abreu foi afastado. A Delta não respondeu sobre a compra da Fazenda Gama.
 

16/04/12



segunda-feira, 16 de abril de 2012

A CPI do Cachoeira foi Lula quem fez,


Comentário

Pobre Dilma.

Vista de longe parece que manda com mão de ferro nos seus ministros, no partido que poderia chamar de seu e nos outros que a apoiam.

Vista de perto não é assim.

Por Ricardo Noblat

Tem uma pessoa que, bem ou mal de saúde, manda mais do que ela.

Pior: que lhe dá ordens quando quer.

E a quem Dilma obedece por lhe dever favores.






Você sabe quem é...


Aprovada por 77% dos brasileiros, tudo estava ótimo para Dilma até aqui. Desde que a economia não desandasse...

Os partidos reclamavam dos seus maus modos, mas não tinham o que fazer. Ministros tremiam à sua passagem, mas tocavam a vida.

O Congresso estava relativamente em paz – salvo uma marolinha ou outra, o que é natural.

Até que...

Até que Lula se recuperou do câncer na laringe e resolveu mostrar uma vez mais quem é que manda de fato.
Reunido há duas semanas em São Paulo com José Dirceu, Lula estava mais furioso com o noticiário político do que o seu ex-ministro da Casa Civil e coordenador da campanha que o levou em 2002 a se eleger presidente da República pela primeira vez.

Foi durante a reunião que nasceu a ideia de se criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as bandidagens cometidas pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e quem mais tenha se relacionado com eles.

Lula resgatava ali compromisso assumido com Dirceu em novembro de 2010: ao deixar o governo, batalharia para desmontar “a farsa do mensalão”.

Rui Falcão, presidente do PT, foi orientado a reunir os ministros do partido para ouvi-los a respeito da CPI. Dilma estava viajando. Os ministros aprovaram a idéia da CPI.

A Polícia Federal colecionava material contra a gang de Cachoeira desde 2009.

A parte do material que envolvia Demóstenes foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro Ricardo Lewandowski, indicado para relator do caso, negou-se a repassá-la ao Conselho de Ética do Senado, onde Demóstenes será julgado por quebra de decoro.

Uma CPI tem poderes para requisitar o material.

Lula e Dirceu viram na CPI do Cachoeira a oportunidade de extrair uma série de vantagens políticas.


A principal: o barulho político provocado por ela deverá impedir o julgamento do Caso do Mensalão pelo STF ainda neste semestre.
Se de fato o julgamento dos 38 acusados ficar para o segundo semestre, dê como certo que ele só ocorrerá no final de 2013.

Em dezembro último, o ministro Joaquim Barbosa entregou 122 páginas com um resumo do processo do mensalão ao colega Lewandowski, encarregado de revisá-lo. Sem que Lewandowski dê a revisão por terminada, não haverá julgamento.


Há 20 dias, em conversa com um amigo, o ministro antecipou que dificilmente concluirá seu trabalho antes do recesso da Justiça, em julho.

No segundo semestre, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá sessões diárias por conta das eleições de outubro próximo. Seis dos 11 ministros do STF fazem parte do TSE – três como titulares e três como suplentes. Estarão sobrecarregados.

Cezar Peluzo se aposentará compulsoriamente em três de setembro ao completar 70 anos de idade. Em novembro será a vez de Carlos Ayres Brito, presidente do STF a partir desta semana.

Digamos que Dilma leve de quatro a cinco meses para preencher as vagas de Peluzo e de Ayres Brito.

Nada mais razoável que os novos ministros precisarem também de quatro a cinco meses para estudar os 233 volumes do processo e mais os 495 anexos, num total de 50.118 páginas.

Calcularam? Estamos no segundo semestre do próximo ano. Alguns crimes, a depender das penas, estarão prescritos.

Lula quer a cabeça de Marconi Perillo (PSDB), governador de Goiás, suspeito de tenebrosas transações com Cachoeira. Em 2005, Marconi revelou que alertara Lula para o esquema do mensalão.

Lula não perdoa Marconi por isso. Em troca, e sem verter uma lágrima, entregará a cabeça de Agnelo Queiroz (PT), governador do Distrito Federal, enrolado com Cachoeira e problemas domésticos.


Está pouco se lixando para a Delta, empreiteira das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, que anda devagar. E de obras em nove de dez Estados.

Se a Delta for para o vinagre, que vá pelo que fez ou deixou de fazer nos Estados - principalmente no Rio de Janeiro.

Oposição ama CPIs – governos, não.


Dilma está empenhada em abortar a CPI de Lula.

Com delicadeza.

O deputado baiano ACM Neto, do DEM, foi visto na semana passada desfilando sorridente no Congresso. Media quase dois metros.

16 de abril de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

IBOPE e a arte da mentira


Vídeo sobre a falsa aprovação "recorde" de Dilma Rousseff




por

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5702087-EI7896,00-Governo+D...