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terça-feira, 28 de junho de 2011

Descubra se seu e-mail foi invadido por crackers

Algum serviço que você usa já foi violado?

Na semana passada, o Brasil virou alvo de uma inédita ofensiva de crackers contra sites do governo federal. Na ocasião, páginas da Presidência, Receita Federal, Ministério do Esporte e IBGE apresentaram instabilidade ou saíram do ar.

Segungo as autoridades, não houve furto de dados confidenciais.

Contudo, episódios como esses podem de fato evoluir para a invasão de sistemas e apropriação criminosa de informações, como dados bancários, senhas de e-mail e outros.

Um serviço desenvolvido por um especialista de segurança australiano promete descobrir se algum serviço que você usa já foi violado.

Daniel Grzelak é o criador do site “
Devo mudar minha senha?” (Should I Change My Password?, em inglês).

Trata-se de um banco de dados que reúne informações sobre os vazamentos conhecidos realizados por crackers – inclusive as 62.000 senhas de Twitter, Facebook e Gmail publicadas pelos crackers do LulzSec na semana passada.

A cada nova ação criminosa, o serviço é alimentado com os dados.

Para saber se sua conta foi invadida, basta acessar o site e digitar o e-mail (sem fornecer a senha) em uma caixa de texto. Um sinal verde exibido pelo programa (como mostra a imagem acima) signfica que o banco de dados não possui informações acerca da invasão e do vazamento relativos àquela conta específica. Isso, contudo, não é uma garantia total de segurança, uma vez que os criminosos podem simplesmente não ter divulgado informações eventualmente furtadas.

Caso seja exibido o sinal vermelho, contudo, aí, sim, há uma certeza: a conta já foi invadida. Neste caso, é urgente trocar a senha e investigar as consequência do vazamento dos dados contidos ali.

Leia mais:

Charge

calado !!!

www.sponholz.arq.br



Eike perdeu...







Ingressos da Copa

Uma joint venture entre os grupos Águia e Traffic adquiriu os direitos de comercialização de um pacote de uns 100 mil ingressos especiais da Copa no Brasil, em 2014.
Os bilhetes se destinam aos convidados vips de empresas.


Trata-se...

É o chamado Programa de Hospitalidade, pelo qual o felizardo assiste aos jogos na maior mordomia.
O pacote inclui ingresso, camarote, bufê, transporte e estacionamento.


Eike perdeu...




Este pacote de ingressos vips foi disputado por Eike Sempre Ele Batista.
Em maio, o empresário, apressadinho, chegou a anunciar nos EUA: “Quem quiser ingressos para 2014, só na minha mão, cavalheiros.”

Lagarde é eleita diretora-geral do FMI

Francesa ganhou do mexicano
Agustín Carstens

Lagarde, a primeira mulher da história da instituição a assumir o cargo
(Francois Mori/AP)

A francesa Christine Lagarde foi eleita nesta terça-feira para o cargo de diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Lagarde é a primeira mulher a alcançar o posto e sucede o francês Dominique Strauss-Kahn no cargo.

Kahn pediu demissão
após o escândalo sexual em que se envolveu nos Estados Unidos.

O FMI anunciou que seu conselho escolheu Lagarde sem detalhar se havia sido unanimidade.

O Brasil apoiou a candidatura da francesa.

Na disputa, estava o mexicano Agustín Carstens.
Na Veja

Diga aí, Cabral!


Comentário


Governador Sérgio Cabral: minha solidariedade.

Fora a perda de um filho, nada dói mais do que ver um filho sofrer. Tenho um que perdeu a namorada em acidente de carro. E foi ele quem encontrou o corpo.

O senhor fez bem em licenciar-se do cargo para ficar ao lado do seu filho. Pezão, o vice, dá conta do recado. É eficiente. Está acostumado.

Só não escale Pezão para responder perguntas que apenas ao senhor cabe responder. Não são poucas. E estão na boca das pessoas que ainda se preocupam com as parcerias público-privadas entre políticos, seus amigos e benfeitores.
Sou do tempo em que os políticos escondiam amantes, tesoureiros de campanha e empresários do peito.
Amantes ainda são mantidas à sombra – embora algumas delas, de um tempo para cá, tenham protagonizado barulhentos escândalos. Outras morrem sem abrir o bico.
Tesoureiros?

Esses se expõem ao sol sem o menor pudor. São reconhecidos em toda parte. E fingem que abdicaram de cometer antigos pecados.

Pois sim! Acredite...

Quanto a empresários do peito... Liberou geral.


Direto ao ponto: por que o senhor viajou a Porto Seguro, acompanhado de parentes, em jatinho cedido por Eike Batista, dono de muitos negócios que dependem do interesse ou da boa vontade do governo do Rio de Janeiro?
Foi o senhor que pediu o jatinho emprestado?

Foi Eike quem ofereceu?

Se ele ofereceu como soube que o senhor precisava de um?


Há vôos comerciais diários para Porto Seguro. Por que não embarcou em um deles pagando do próprio bolso a sua passagem e as de seus familiares?
O jato de Eike decolou com o senhor do aeroporto Santos Dumont às 17h da última sexta-feira dia 17.

O vôo 3917 da TAM decolou antes – às 10h15.

Nele, o senhor teria chegado ao seu destino às 14h16.

Não considera indecoroso viajar a custa de um empresário que em 2010 doou para sua campanha R$ 750 mil?

Um empresário beneficiado por isenções concedidas por seu governo?

Foi por isso que sua assessoria, no primeiro momento, negou que o senhor tivesse voado para Porto Seguro?

Foi por isso que o senhor preferiu voltar em um jatinho alugado por seu governo?


Se a autoridade máxima de um Estado pede ou aceita favores de empresários não será compreensível que seus secretários também aceitem, igualmente os subsecretários, chefes de gabinetes, chefes de repartições – e assim por diante?

Que diferença existe entre um agrado feito com dinheiro e outro com gasolina e conforto?

O que o levou a Porto Seguro foi a comemoração de mais um aniversário do empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta Construções, cujos contratos abocanhados para obras durante seu governo valem em torno de R$ 1 bilhão. Somente no ano passado a Delta ganhou 18 contratos – 13 deles sem licitação.

Em momento algum o senhor imaginou que não pegaria bem comparecer a um evento promovido por quem tanto lhe deve?

Um homem público não deveria saber distinguir entre prestadores de serviços ao Estado e amigos pessoais?

A mistura do público com o privado não acabaria por causar sérios danos à sua imagem?

Quem acreditará que Cabral, amigo de Cavendish, nada tem a ver com Cabral, governador do Rio e cliente de Cavendish?

E onde mesmo seria a festa de aniversário do empresário?

No Jacumã Ocean Resort, de propriedade do piloto Marcelo Mattoso de Almeida – um ex-doleiro acusado de fraude cambial há 15 anos.

Marcelo foi dono da empresa First Class, acusada de ter cometido crime ambiental na praia do Iguaçu, na Ilha Grande, em Angra dos Reis.

Sinto muito, governador, mas é com esse tipo de gente que o senhor anda?

É a esse tipo de gente que o senhor não se constrange em ficar devendo favores?

Eike Batista disse que cedeu seu jatinho ao senhor com “satisfação” e “orgulho”. E que é livre para selecionar suas amizades.

Lembrou-me a rainha francesa Maria Antonieta, no Palácio de Versalhes, mandando o povo comer brioches às vésperas da revolução que a guilhotinou.

Se quiser ser levado a sério, o homem público que deve seu mandato ao povo está proibido de desfrutar do mesmo grau de liberdade.

Reflita com calma a respeito, Cabral.

E não deixe uma só dessas perguntas sem resposta.

Aloprados - As confissões de Expedido Veloso



As confissões de Expedito Veloso
- agora em áudio -

Veja Online

As gravações em que o aloprado revela os bastidores da montagem do dossiê que seria usado contra José Serra na campanha de 2006


Há duas semanas, VEJA publicou as confissões de Expedito Veloso, um dos envolvidos no escândalo dos aloprados -- a tentativa de petistas comprarem um dossiê forjado para prejudicar o tucano José Serra nas eleições para o governo paulista de 2006.

Em gravações obtidas pela revista, o ex-diretor do Banco do Brasil esclarece quem foram os patrocinadores de uma das mais sórdidas patranhas políticas do Brasil recente.

Veloso fez parte do grupo que que negociou o falso documento com uma dupla de empresários corruptos, os irmãos Darci e Luiz Antônio Vedoin.

Esse grupo era encabeçado pelo então senador Aloizio Mercadante -- que se aliou nessa empreitada, de maneira surpreendente, com o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, morto em 2010.

Convidado a falar numa comissão do Senado nesta terça-feira, Aloizio Mercadante deve tratar do escândalo oficialmente pela primeira vez. Nesta segunda-feira, o ministro da Ciência e Tecnologia, negou mais uma vez qualquer envolvimento com o episódio.

Durante um almoço com empresários em São Paulo, ele afirmou: "Eu vi uma nota que o Expedito publicou. Ele disse que nunca citou nomes, nunca falou de dinheiro, não tem nenhuma informação sobre isso, que a responsabilidade é dos jornalistas e da revista. Expedito nunca foi meu assessor, assim como Quércia nunca foi meu aliado".
Saiba quem é quem no
escândalo do dossiê:

Expedito Veloso - ex-diretor do Banco do Brasil, analisou os documentos que seriam usados na fraude. Depois, arrependido pelo fato de o esquema não ter poupado colegas do partido, revelou detalhes do caso em conversas gravadas.

Hamilton Lacerda - um dos coordenadores da campanha de Aloizio Mercadante. Foi filmado no hotel onde estava o dinheiro que serviria para pagar o dossiê e procurou a revista IstoÉ para tentar divulgar o material.

Gedimar Passos - policial federal aposentado. Foi preso em flagrante em um hotel de São Paulo com 700.000 reais em dinheiro vivo. Era o encarregado de pagar pelo dossiê. Integrava a campanha à reeleição do presidente Lula em 2006.

Valdebran Padilha - tesoureiro informal do PT em Mato Grosso. Foi por intermédio dele que o comitê paulista negociou com os empresários mato-grossenses Darci e Luiz Antônio Vedoin. Foi preso em 2006 com Gedimar Passos. Era ele quem deveria receber o pagamento pelo dossiê. A polícia apreendeu com ele 1 milhão de reais.

Darci e Luiz Antônio Vedoin - empresários e líderes da máfia dos sanguessugas, vendiam ambulâncias superfaturadas.

Ofereceram ao PT o falso dossiê para tentar incriminar o PSDB e cobraram 1,7 milhão de reais para falsificar documentos e conceder uma entrevista na qual acusariam José Serra de envolvimento com as fraudes no Ministério da Saúde.

Enviado por Lunar5135

 27/06/2011


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fome dois ponto zero

Quem achava que o conto de fadas do filho do Brasil e da primeira presidenta já tinha chegado ao seu final feliz, enganou-se.

Essa história emocionante não para de nos proporcionar desfechos surpreendentes.

A reabilitação política do nosso Delúbio, o heróico sobrevivente do mensalão, não foi nada. A FAO, órgão da ONU para agricultura e alimentação, acaba de anunciar seu novo diretor-geral: o brasileiro José Graziano.

Graziano ficou conhecido como uma das figuras mais badaladas do início do governo Lula. Era o responsável pela implantação do famoso programa Fome Zero, idealizado para ser o carro-chefe do governo popular.
O programa foi muito bem sucedido na missão de fazer chegar a todos os brasileiros o slogan Fome Zero.

O único problema do genial plano de José Graziano foi a constatação de que ele era inexeqüível.

Talvez por esse detalhe, Graziano tomou posse com Lula em 2003 e em 2004 já não era mais ministro.

E não foi mais nada nos oito anos de governo Lula, continuando a não ser nada no nascente governo Dilma. Como se vê, as credenciais do professor Graziano com seu Fome Zero permaneceram decisivas ao longo dos anos. Nem o Ministério da Pesca lhe foi oferecido.

E eis que a FAO elege José Graziano seu diretor-geral. Quem destacou as razões da escolha, em nota oficial, foi sua própria madrinha, Dilma Rousseff. Eis o atributo principal:

“Sua reconhecida contribuição na formulação da bem-sucedida estratégia governamental de assegurar o direito dos povos à alimentação”.
Ou seja: José Graziano vai dirigir o braço da ONU para a alimentação do mundo com base na experiência do Fome Zero – o programa imaginário que o próprio Lula jamais ousou voltar a mencionar em seus inúmeros palanques.

Moral da história: companheiro que está no sereno – não perca as esperanças! O governo popular trabalha, dia e noite, por uma boquinha para você.
Ou até, quem sabe, uma bocarra.

E viva o grande banquete das Nações Unidas, onde os amigos dos amigos nunca passam fome.



27/06/2011

Brasileiros foram os mais barrados nas fronteiras aéreas da UE


Em 2010, UE também detectou 13.369
brasileiros vivendo ilegalmente na região

Marcia Bizzotto
De Bruxelas para a BBC Brasil

Os brasileiros são os estrangeiros que mais tiveram a entrada recusada nos aeroportos da União Europeia em 2010 e o sexto grupo com mais permanências ilegais detectadas.

De acordo com a agência europeia de controle de fronteiras, Frontex, no ano passado 6.072 brasileiros foram barrados pelas autoridades europeias ao tentar entrar no bloco por via aérea, o equivalente a 12% do total de entradas recusadas.

Quase 30% dos casos envolvendo brasileiros ocorreu na Espanha, onde 1.813 pessoas foram enviadas de volta ao Brasil principalmente por não poder justificar o motivo da viagem ou as condições de estadia no país.

Os brasileiros também foram os mais barrados nos aeroportos da França em 2010, com 673 casos.
Queda

O Brasil mantém a primeira posição entre as entradas negadas nos aeroportos europeus desde que a Frontex começou a contabilizar o dado, em 2008, mas a agência destaca que o número de casos caiu 24% no ano passado em relação a 2009.

“A razão está relacionada à crise econômica. Com menos oportunidades de emprego, a UE se tornou um destino menos atrativo para os imigrantes. Por isso houve uma queda significativa no tráfego aéreo para a UE, inclusive a partir do Brasil”, explicou à BBC Brasil Izabella Cooper, porta-voz da Frontex.

Em segundo lugar, muito atrás do Brasil, estão os Estados Unidos, com 2.338 cidadãos barrados às portas da UE em 2010, o equivalente a 4,8% do total, seguidos de Nigéria, com 1.717 barrados, e China, com 1.610.

Apenas outros dois países latino-americanos estão entre as dez nacionalidades mais recusadas nas fronteiras aéreas europeias: Paraguai, em sexto lugar, com 1.495 entradas negadas, e Venezuela, em décimo, com 1.183.

De maneira geral, considerando também fronteiras terrestres e marítimas, os brasileiros foram a quarta nacionalidade mais recusada pela UE no ano passado, com 6.178 negativas, o equivalente a 5,7% do total.

 27 de junho, 2011

Dossiê dos aloprados: Mercadante sai em defesa de Ideli

Utilizando-se da clássica defesa petista, o ministro afirma que a revelação do envolvimento de Ideli no escândalo é 'tentativa de atingir o governo Dilma'


A nova ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti
(Antonio Cruz/ABr)

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, já deu início ao movimento para tentar livrar a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, das investigações a respeito do envolvimento dela no escândalo do Dossiê dos Aloprados.

Mercadante foi o principal mentor da fabricação de um falso dossiê contra o tucano José Serra, em 2006.

Em sua edição desta semana, VEJA revela que Ideli também esteve envolvida no caso, participando das negociações para a compra do falso dossiê.

Em entrevista ao jornal O Globo, Mercadante saiu em defesa da colega, utilizando-se da tradicional argumentação petista: tudo não passa de uma tentativa de atingir a nova ministra e o governo Dilma Rousseff.

Como mostra reportagem de VEJA, Ideli participou de uma reunião, em 4 de setembro de 2006, na qual ficou incumbida da tarefa de divulgar o falso dossiê contra Serra. Participaram do encontro, além de Ideli e Mercadante, o sindicalista Osvaldo Bargas, o petista Expedito Veloso – responsável por revelar o envolvimento do ministro na fraude –, e o ex-chefe de inteligência da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o catarinense Jorge Lorenzetti.

Mercadante admitiu a participação de Ideli nessa reunião – mas negou que Lorenzetti – que chegou a ter a prisão decretada por envolvimento no caso – tenha participado do encontro.

“O Lorenzetti nunca esteve no meu gabinete.

E qual a razão para citar o Lorenzetti?

Por que construíram essa mentira?

Para tentar colocar a Ideli.

Como Lorenzetti era de Santa Catarina, e como Ideli acabou de virar ministra, é uma forma de tentar envolver o governo Dilma que não tem nenhuma relação com esse episódio”.

Na versão do ministro, a reunião teria servido para que Bargas e Veloso o alertassem que um depoimento no Conselho de Ética do Senado poderia envolver seu nome no escândalo da máfia dos sanguessugas.

Mercadante afirmou que decidiu, então, conversar com Ideli para perguntar se deveria rebater as acusações também no Conselho de Ética – e ela afirmou-lhe que não.


QUEBRANDO A BANCA



Da série “Capa da ‘Playboy’ que gostaríamos de ver por aí”…
Do Kibe Loco

27 de junho de 2011


Rumor de que Chávez trata um câncer acirra divisão política na Venezuela


Políticos governistas desmentem a informação e dizem que presidente voltará ao país em poucos dias

CARACAS - A discussão sobre o real estado de saúde do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que está internado em Cuba desde o dia 10, ganhou novos contornos ontem, com a publicação pelo jornal venezuelano El Universal de que o líder teria câncer de próstata.




Efe
Visita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, recebeu o líder cubano Fidel Castro no hospital no dia 17, em Havana

No artigo intitulado Verdades da enfermidade de Chávez, o jornalista Nelson Bocaranda Sardi, conhecido opositor do regime, escreveu que o líder teve a doença diagnosticada durante visita a Havana e continuou na ilha para iniciar seu tratamento.

Os chavistas, porém, rebateram a afirmação do jornalista. Segundo o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Fernando Soto Rojas, o presidente não tem câncer. "Eu seria o primeiro a informar ao país (sobre a doença)", afirmou.

Em sua coluna, uma das mais lidas da Venezuela, Bocaranda descreveu que uma tontura repentina, "quando estava conversando com Fidel (Castro)" foi a causa da cirurgia de retirada de um abscesso pélvico anteriormente divulgada pelo governo de Caracas.

O texto afirma que, nesse primeiro momento, o presidente foi atendido por um médico espanhol que trata de Fidel.

"Uma tomografia revelou um dano maior em sua próstata e se determinou, após a operação do abscesso, que uma extirpação deveria ser feita."

Segundo Bocaranda, um "urologista caraquenho (...) dirigiu por vídeo a cirurgia prostática com (o uso de) um robô" controlado pelo médico espanhol.

Segundo Bocaranda, um imunologista venezuelano que atua em Miami e em Boston, nos EUA, "foi levado a Havana para realizar os cortes para a biópsia por congelamento".

O exame teria sido realizado em um centro de análises americano, onde o câncer foi descoberto e especialistas determinaram "que se devia começar o tratamento de imediato".
"Radiação e bloqueio hormonal começaram a ser aplicados", afirmou o jornalista, que disse ter informações contraditórias sobre quais foram exatamente os procedimentos aplicados em Chávez.

"Minhas fontes cubanas me assinalam que (o presidente venezuelano) fará uma rápida aparição pública antes de voltar a Caracas"
, disse Bocaranda, acrescentando que o líder deve estar de volta à Venezuela na quinta-feira.

No sábado, o diário americano El Nuevo Herald, de Miami, havia afirmado que o estado de saúde do presidente venezuelano é "crítico". Em sua página no Twitter, porém, Bocaranda disse ontem que "o presidente Chávez já está de pé. Acelera seu regresso após a recuperação. Volta com todos os seus familiares antes do (dia) 30".

Bocaranda afirmou que o Hospital Militar Carlos Arvelo, em Caracas, acelerou uma reforma na área presidencial para receber o líder esta semana. 




A intenção de Chávez seria voltar a tempo para a Cúpula da América Latina e do Caribe sobre integração e desenvolvimento (Calc) e os desfiles militares que marcarão os 200 anos da independência venezuelana, no dia 5.

Segundo o texto de Bocaranda, as informações divulgadas pelo governo de Caracas sobre telefonemas que Chávez teria realizado a vários de seu ministros durante sua internação eram falsas "em sua maioria".

"Só o vice-presidente, não juramentado como presidente, Elías Jaua, e o chanceler, Nicolás Maduro, falaram (com Chávez) em oportunidades contadas". O jornalista disse ter preservado os nomes dos médicos com quem obteve essas informações para evitar que eles sejam perseguidos.

De acordo com o artigo, quatro filhos, uma ex-mulher, a mãe e um irmão do presidente o acompanharam "em diferentes momentos de sua recuperação no centro de saúde cubano".

Pelo Twitter, Chávez agradeceu no sábado a companhia de sua filha Rosinés e três netos. "Ah, que felicidade ganhar esse banho de amor!"

Ao vivo na TV, a mãe do líder venezuelano, Elena Frías de Chávez, desejou saúde para ele ontem. "Uma saudação e a bênção para meu filho querido. Que o poder de Deus o cure rápido e o traga para mim", afirmou, após um encontro do governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

Religiosos realizaram ontem diversos rituais cristãos e indígenas pedindo a melhora de Chávez.

EFE e AFP




PONTOS-CHAVE


Saúde afetou a rotina de líder venezuelano

Problema ortopédico
Em maio, um problema no joelho fez com que Hugo Chávez cancelasse uma visita à presidente
Dilma Rousseff, com quem se encontrou no mês seguinte

Viagem
Chávez deixou a Venezuela no dia 5 e, pouco depois de o presidente chegar a Cuba, seu governo anunciou a cirurgia para a retirada de um abscesso Polêmica
A oposição critica a ausência de Chávez.
O vice-presidente Elías Jaua diz que, mesmo internado, o líder continua comandando o governo

27 de junho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

A competência generosa

Artigo de José Serra sobre o ex-ministro Paulo Renato Souza,
morto na noite de sábado aos 65


Por José Serra
Estadão

“Zé, vou te dizer uma coisa: poucas vezes estive tão bem, tão feliz, como agora.” Ouvi isso do Paulo Renato num momento do balanço de vida que fizemos na noite do domingo passado, no seu apartamento.

O pretexto do encontro foi a reativação do Instituto Social-Democrata, que ele presidia. Mas esse tema exigiu pouco das três ou quatro horas em que lá estive.

Ele acabara de voltar de um hospital de Porto Alegre, onde fora acompanhar a mãe, que tinha sofrido uma cirurgia. O relato da viagem deu lugar a uma conversa descontraída, sem agenda, de amigos antigos e profundos, com um pouco sobre tudo — o estado das artes de cada um de nós, a situação dos filhos, episódios comuns do passado, pessoas que desapareceram prematuramente e até a saúde pessoal dele.

Ali estava o Paulo, fisicamente bem disposto, animado com o novo trabalho e, naquela altura da vida, sem amarguras ou ressentimentos, satisfeito com o que fizera pela educação no Brasil e em São Paulo, entusiasmado com a visita da sua filha mais jovem, que mora no México, com seus dois netos, mostrando-me até o quarto que tinha preparado para hospedá-los.

Aliás, ele sempre foi um pai atento e carinhoso para seus três filhos.

Uma das virtudes do Paulo Renato sempre foi o espírito prático – estudar bem os assuntos, avaliar, fazer acontecer. Mostrou isso como aluno no curso de pós-graduação de economia da Universidade do Chile, funcionário qualificado da OIT na área de políticas de emprego, professor universitário, membro da equipe da Secretaria de Planejamento, secretário de Estado, Reitor da Unicamp, gerente de operações do Banco Interamericano de Desenvolvimento e coordenador do programa de governo do candidato Fernando Henrique Cardoso na campanha eleitoral de 1994.

Atuou da mesma maneira no MEC, na Secretaria da Educação em São Paulo e como deputado federal na última legislatura.

Ele tinha enorme capacidade para aprender questões novas para organizar propostas ou decisões. Lembro-me de dois exemplos menores, mas muito ilustrativos. Professor da Unicamp num certo período, coordenou pesquisas para a Coalbra, empresa federal presidida pelo Sérgio Motta, ainda no governo Figueiredo, em plena crise do petróleo, destinada a implantar fábricas de extração do álcool da madeira no Brasil!

Num projeto sobre Reforma Tributária, começo dos oitenta, organizado por mim no Cebrap, coube ao Paulo uma das partes mais difíceis: diretrizes para distribuir 20% do então ICM entre municípios de um Estado, fora dos critérios do valor adicionado por cada um deles.

Ele não era versado em sistema tributário, muito menos no tema que lhe coube: pouco conhecido, difícil, importante, mas chato. Em pouco tempo, porém, conseguiu sintetizar o assunto e fazer uma proposta engenhosa.

Paulo Renato foi o segundo ministro da Educação mais longevo de nossa história – durantes os oito anos de mandato de Fernando Henrique Cardoso —, ficando atrás apenas de Gustavo Capanema, durante a ditadura do Estado Novo.

Sua gestão fez enorme diferença para a educação brasileira. Ele conseguiu aprovar a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação e abriu o caminho para as grandes avaliações sobre a situação do nosso sistema de ensino, criando o ENEM e o SAEB, inicialmente tão hostilizados pelas corporações mais partidárias (e reacionárias) da área educacional.
Com sua equipe, Paulo Renato concebeu e implantou o Fundef — marco do reforço da educação básica no Brasil, e contra o qual votaram as bancadas do PT da Câmara e no Senado. O fundo levou mais recursos e descentralização para o ensino fundamental e associou-se a uma das fases de maior expansão do número de crianças na escola, que chegou no limiar dos 100% — ou seja, à universalização do ensino básico.

Foram dele, também, o estabelecimento dos Parâmetros Curriculares Nacionais, o primeiro programa de disseminação massiva do Ensino Técnico no Brasil e a criação do programa Bolsa-Escola, que, junto com a Bolsa Alimentação e outros programas do período, deram lugar ao Bolsa Família.

Note-se que o Bolsa- Escola partiu do zero e avalie-se, então, o tamanho da competência dos seus gestores iniciais, que o implantaram, com o ministro Paulo Renato à frente.

No seu segundo período como secretário da Educação em São Paulo — tinha sido secretário também do Franco Montoro —, entre 2009 e 2010, quando fui governador, Paulo Renato construiu os pilares das reformas mais profundas em nível estadual já feitas no Brasil nas últimas décadas – iniciadas, diga-se, antes de ele assumir a secretaria por pessoas de sua equipe no ministério, como a Maria Helena Castro.

Entre muitas outras coisas, foi introduzido o mérito – avaliado individualmente e por meio de resultados — como fator relevante de promoção e remuneração.

Foi consolidado o programa Ler e Escrever (incluindo a elaboração de material didático para alunos e professores) e criada a Escola do Professor, que ministra quatro meses de cursos posteriores à aprovação de candidatos nos concursos do magistério, a fim de aprimorar suas condições pedagógicas.

Na secretaria, Paulo mostrou mais uma vez quatro outros atributos que marcaram sua vida pública: saber juntar gente preparada para acompanhá-lo; não temer dar-lhes oportunidades de realização e prestígio; manter-se calmo em momentos difíceis e ter coragem de impulsionar mudanças complexas e fundamentais, correndo riscos e enfrentando interesses.

Não se creia que era politicamente inábil.
Ao contrário, sabia persuadir e negociar com adversários, até em razão de sua atitude de respeito aos outros, paciência infinita e personalidade cordial, sem falar do seu espírito prático.

Oitenta por cento das tensões havidas na área educacional durante essa fase das reformas deveram-se a motivações puramente eleitorais, em face da sucessão presidencial e estadual.

No encontro de domingo à noite, evocando sua passagem pelo Institute for Advanced Study de Princeton, onde eu morava e trabalhava, durante todo o verão de 1977, Paulo lembrou da motivação original da viagem: operar os olhos de dois de seus três filhos, feridos pela explosão de um artefato deixado num lugar descampado pelo militares que promoveram o golpe de 1973 no Chile, em alguma de suas ações de controle de território ou pura repressão.
Num passeio campestre de toda a família, em 1975, ocorreu a tragédia, por sorte sem consequências graves no longo prazo.

Eu sugeri que ele escrevesse sobre esse período (e outros) de sua vida e relatasse, do seu ângulo, a experiência que viveu no Chile do general Pinochet, incluindo suas ações de solidariedade aos perseguidos na época, como eu próprio.

Ele respondeu que seria até prazeroso fazê-lo, que já tinha até pensado em anotar fatos e ideias. Quis a fatalidade que isso agora fique por conta dos seus amigos. O relato de uma vida que fez tanto bem ao nosso povo.

26 de junho de 2011

Chávez trava uma 'grande batalha por sua saúde', diz chanceler da Venezuela

Segundo Nicolás Madura, Chávez, que permanece hospitalizado, se mantém informado sobre tudo o que ocorre no país

Estadão Online

O chanceler da Venezuela, Nicolás Madura, confirmou em entrevista ao canal estatal do país que Hugo Chávez trava uma "grande batalha por sua saúde", afirmou neste sábado, 25, o jornal peruano 'El Comercio'.

O presidente venezuelano está internado há duas semanas em Cuba e poucas informações foram divulgadas sobre a cirurgia a que foi submetido, devido a um edema em sua pelve.

"A batalha que o presidente Chávez está enfrentando por sua saúde deve ser uma batalha de todos, uma batalha pela vida, pelo futuro imediato de nossa pátria. Isso é o que podemos transmitir a todos os nossos compatriotas", disse Madura.

O chanceler disse que acompanhará o presidente venezuelano em sua batalha e que "a grande vitória" sobre a doença será de todo o povo. Madura disse ainda que Chávez, mesmo hospitalizado, continua no comando do governo e se mantém informado sobre tudo o que ocorre na Venezuela. "O que nos resta é ficar ao lado do presidente".

Neste sábado, o jornal 'El Nuevo Herald', de Miami, publicou que o estado de saúde de Hugo Chávez é considerado crítico. Chegou a ser divulgado que o presidente venezuelano estaria com câncer de próstata, mas a informação não pôde ser confirmada pelas fontes do jornal. Elas disseram apenas que o estado é "crítico, complicado" e que a filha de Chávez, Rosinés, e sua mãe, Marisabel Rodríguez, saíram da Venezuela "às pressas" há dois dias, em direção a Cuba, em um avião da força aérea venezuelana.

O ministros das comunicações da Venezuela, Andrés Izarra, no entanto, negou a informação por meio de sua conta no Twitter (@IzarraDeVerdad). "O comantante está se recuperando bem de sua operação".

Já o secretário executivo da aliança opositora, Ramón Guillermo Aveledo, afirmou que a "falta de transparência e o nervosismo oficial" são os fatores que geram os rumores. "Os governos democráticos oferecem informações médicas, enquanto outros apenas fotos", disse o porta-voz do partido Mesa de la Unidad Democrática (MUD) em comunicado em que deseja uma rápida recuperação para o presidente.

Uma fonte ligada aos serviços de inteligência militar venezuelanos, em Caracas, disse nesta sexta ao Estado, por telefone, que não há no Exército, por enquanto, nenhuma movimentação significativa que aponte para complicações irreversíveis do quadro clínico de Chávez. Os quartéis, no entanto, acompanham com atenção a recuperação do presidente.

A oposição venezuelana, por seu lado, tem criticado Chávez em razão de sua recusa de passar os poderes para Jaua durante o período de recuperação.

25 de junho de 2011

IDELI, A ALOPRADA, TEM DE IR PARA A RUA, JUNTO COM MERCADANTE!


Ideli Salvatti, a ministra das relações nada institucionais:

"Quem? Eeeuuu???"



Todos já sabiam que Ideli Salvatti não reunia condições, digamos assim, intelectuais de ser a coordenadora política do governo.

Sua inteligência política sempre foi correspondente à sua elegância em plenário, ao tempo em que funcionava como pit bull do lulismo para as tarefas mais escabrosas: melar a CPI do mensalão, defender José Sarney, alinhar-se com Renan Calheiros…


Era passar a missão, e Ideli executava.

Muito bem!

A VEJA desta semana traz uma revelação escabrosa:


ELA PARTICIPOU, COMO SENADORA E LÍDER DO PT, DE UMA REUNIÃO COM O ALTO COMANDO DOS ALOPRADOS NO GABINETE DE ALOIZIO MERCADANTE E FOI A PRIMEIRA A MOBILIZAR A IMPRENSA PARA FAZER A “DENÚNCIA”. MAIS: MANIPULOU OS DOCUMENTOS FALSOS DO CRIME.

Aconteceu no dia 4 de fevereiro de 2006, 11 dias antes de estourar o imbróglio.

Lá estavam, além dos atuais ministros, Expedito Veloso, Osvaldo Bargas e Jorge Lorenzetti.

Leiam trecho da reportagem de Hugo Marques e Gustavo Ribeiro:

(…)

Logo depois do encontro, do gabinete da senadora foi iniciada a preparação do que deveria ser a etapa derradeira do plano - a publicação do falso dossiê.

As negociações do PT com os empresários que atuariam na farsa já estavam acertadas.

Os criminosos queriam 20 milhões de reais pelo serviço, mas acabaram aceitando o valor de 1,7 milhão de reais oferecido pelo partido, dinheiro que Mercadante se comprometeu a conseguir com a ajuda do ex-governador Orestes Quércia, segundo as revelações de um dos participantes da reunião, o bancário Expedito Veloso.

Na reunião, os cinco - Mercadante, Ideli, Expedito. Lorenzetti e Bargas - manusearam uma lista com números de cheques e fotos de um empresário já falecido que, na montagem da história, seria apresentado como elo da quadrilha com os tucanos.

Uma cópia do material foi deixada com a senadora.

E ela deu início ao que deveria ser a apoteose do trabalho: procurou jornalistas interessados em divulgar o conteúdo, exibiu os papéis e disse que aquilo era apenas uma pequena amostra da munição que o PT tinha para fulminar os tucanos.

Ela conhecia todos os detalhes do dossiê e deixou sua assessoria à disposição para ajudar no trabalho de divulgação.

A senadora, aliás, não escondia os motivos de seu empenho: as revelações, segundo ela, atingiriam Serra e beneficiariam o PT na eleição em São Paulo, mas também repercutiriam na disputa presidencial em favor da reeleição do presidente Lula.


(…)


Voltei


É uma pessoa capaz de se envolver em tal sujeira que foi parar na coordenação política de Dilma Rousseff.

Sempre que Ideli estiver diante de um interlocutor da oposição ou da base do governo, o outro há de se lembrar dos seus feitos notáveis e lhe dispensar a credibilidade que ela merece. A piada é que seu ministério é o das “Relações Institucionais”.


Leiam a integra da reportagem da revista. E não se esqueçam: Ideli quer como seu braço direito, como o segundo do ministério, ninguém menos do que Carlos Abicalil, candidato derrotado ao Senado por Mato Grosso.

A idéia original foi dele.

Ele já havia empregado, com sucesso, o mesmo método contra um adversário tucano, Antero Paes de Barros, e até contra Serys Slhessarenko, sua colega de PT.


A ser assim, o Ministério das Reações Institucionais vai ser uma espécie de derivação do ADA, aquela organização criminosa conhecida como “Amigos dos Amigos”.


Texto publicado originalmente às 19h05 deste sábado


RECEITA PARA BANDIDO




Para um bandido procurado em outros países receber asilo no Brasil:

1- Entre com Passaporte falso.

2- Mostre que tem preferência pelo Comunismo!

3- Procure emprego em cidades onde o PT comanda.

4- Imediatamente fique amigo de um deles. Mas tem de ser rápido.

5- Monte uma historinha que é perseguido no seu país de origem, mesmo que seja um bandido comum porque para eles não existe diferença.

6- Faça qualquer serviço para um petista e o adule bastante. Eles adoram ser bajulados.

7- Diga que é escritor. Faça alguns rabiscos e de vez em quando dê para o mais ingênuo deles ler. Eles não conseguem interpretar textos e repassarão aos outros que você é um grande escritor. Aí você já está com meio caminho andado.

8- Manifeste vontade de conhecer os chefões do PT, principalmente aqueles que um dia foram presos. Eles amam ex-presidiários por pura empatia.

9- Quando estiver com eles não se esqueça de chorar ao contar sua história. Nunca vi gente de coração tão mole!

10-Faça servicinhos de graça para os chefões, como carregar malas cheia de dinheiro para pagar falsos dossiês. Você ficará para sempre no coração deles.

11-Não os entregue jamais, porque pela lei do silêncio eles farão tudo por você.

12-Se um dia você for preso e por acaso seguiu todos os itens acima, seus novos amigos irão contra tudo e todos para te defender, até rasgar a Constituição Brasileira. Darão um jeito junto aos "juízes" para que você não seja extraditado e receba o visto de cidadão brasileiro.

Ahhh, ia me esquecendo! Se você mostrar que odeia os Imperialista Norte americanos ainda pode receber um emprego garantido no Governo Federal!

Ou quem sabe você faça um livro. Mesmo que seja de péssima qualidade e a sociedade brasileira se recusar a comprá-lo, eles darão um jeito do Ministério da Educação distribuí-lo na rede pública! Sem dinheiro para viver com certeza você não ficará.

Eles são eternamente gratos aos seus.

Beatriz Campos
beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo