Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

DATAFOLHA: DILMA NO LIMITE DO EFEITO POSTE! Por Cesar Maia


DATAFOLHA:


DILMA NO LIMITE DO EFEITO POSTE!

NA TV, A LUTA PELOS INDECISOS!



1. Dilma chegou aos 40%. Podemos chamar esses 40% de efeito-poste, ou seja, é esta a porcentagem de eleitores que diz votar em qualquer candidato que Lula apresentar.

Mesmo que ainda não sejam todos resultantes do efeito-poste, Dilma chegará aí, se é que não chegou.

Claro que não é automático, mas a pré-campanha aberta de Lula com Dilma a tiracolo serviu para isso.

Outros 20% dizem que não votariam em candidato de Lula de jeito nenhum.

Suponhamos que estes estejam marcando Serra nas pesquisas.

Para ajudar as contas, digamos que 10% votarão em branco ou anularão o voto.


2. Ou seja, dos 100%, são 90% os que votarão, e destes, 40% do total de partida na Dilma e 20% compulsoriamente no Serra.

Restam 30%.

Quanto Marina terá?

A TV com pouco tempo vai reduzir seus votos como ocorreu com a Heloisa Helena?

Digamos que não e que ela confirme os 10% que tem.

Se for assim, restam 20% dos eleitores.

Suponhamos que destes Serra já garantiu a metade e está mesmo num patamar de 30%.



3. Então, os 10% de indecisos serão os focos de Dilma e Serra.

Mas, nesse caso, teremos segundo turno de qualquer maneira.

Mas se Marina cair pela metade, como Heloisa Helena, teremos 15% de indecisos para a disputa de Dilma e Serra.

Sendo assim, Dilma parte de 40% e Serra de 30% na disputa por estes 15%.

Bastaria a Dilma chegar aos 45% para decidir no primeiro turno.


4. Mas não é tão simples. Primeiro, pela Marina.

Se em janeiro havia uma expectativa de Serra manter o patamar em que estava e Marina cair, hoje, o melhor para Serra é Marina ficar, no mínimo, nos 10% onde está.

Isso seria a garantia de um segundo turno.


5. Para Dilma-Lula, na TV, apontarem para os indecisos terão que reconhecer erros no governo, coisa que não fazem com facilidade.

Esta foi uma razão para Alckmin, em 2006, abrir a TV com 25% e terminar o primeiro turno com 37% e Lula cair dos 47% e chegar aos 42%.

Outra razão foi a memória remissiva do mensalão um ano antes.


6. Usando a eleição de 2006 como referência, Dilma deverá ter, pelo menos, esses 42%.

Serra deverá ter, pelo menos, estes 37%.

E Marina?

E os nanicos?

E os brancos e nulos?

E a abstenção?

Se a TV não explica o patamar que Serra e Dilma chegaram, certamente terá importância para explicar se eles conseguirão subir ou não destes níveis -digamos- de 40% e 35%, com que abrem a TV.


7. Ou seja: a TV não tratará de 90% dos eleitores, mas de 10% e da flutuação de Marina.

* * *

CURIOSIDADES E ESCLARECIMENTOS ELEITORAIS!

1. Cabral transferiu a parada gay de setembro para outubro confiando que ganha no primeiro turno. Não queria aparecer nela como faz todos os anos, só que agora no meio da eleição. Desagradou ao movimento.


2. Pesquisas mostram que em muitos lugares, especialmente no interior do nordeste e norte, muitos eleitores pensam que Dilma é esposa do Lula que ele lançou para presidente.

Talvez por isso D. Marisa esteja tão desaparecida.

Marquetagem?


3. Obras do Maracanã vão atrasar mais, porém, Cabral não quer fechar o estádio antes da eleição no primeiro turno.

Vai fechar só em outubro. Acha que ganha no primeiro turno.



4. Muitas pessoas enviaram e-mails -alguns felizes, outros não- porque no programa Criança Esperança, na TV, o número 25 apareceu com muito destaque.

Acharam que tinha ligação com o número do DEM e uma ajuda para a campanha.

Este Ex-Blog esclarece que foi mera coincidência.

São 25 anos de existência do Criança Esperança da TV Globo, um dos mais importantes programas do Brasil de inclusão social.
16 de agosto de 2010

Brasil tem instituto de pesquisa chavista



Brasil tem instituto
de pesquisa chavista


A manipulação da opinião pública através de pesquisas fraudulentas.

Por Baldomero Vasquez Soto
MSM


Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o
"trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.
Recentemente, na Bolívia e no Brasil, apareceram duas sondagens que dão conta de um componente importante do socialismo do século XXI: a manipulação da opinião pública através de pesquisas fraudulentas.

Contribuição original venezuelana que se converteu em um artigo de exportação com o selo "FEITO NO SOCIALISMO", o slogan publicitário do governo.

A primeira, da transnacional francesa IPSOS, assinala que o Presidente Morales conta com uma aprovação de 55% [1].

Em nosso trabalho "Chávez, Evo, IPSOS e Mockus", trazemos à colação o questionamento que fizéramos a esta empresa por seu trabalho doloso na Venezuela em 2006.

Nesse mesmo trabalho também assinalamos que a manipulação confeccionada por tal pesquisadora e o presidente Evo contra a opinião pública boliviana em 2010, se traduziria no que a transnacional galega teria se garantido uma "uma longa - e rentável - vida com Morales" [2].

A prova está à vista.

Aproveitamos a oportunidade para denunciar a manipulação de IPSOS na eleição presidencial chilena, já que passou por baixo da mesa naquele momento:

IPSOS predisse que Piñera obteria 36% no primeiro turno [3] e, como sabemos, obteve 44%.

Quer dizer, a sondagem era obviamente falsa porque incorreu-se em um erro de predição de 380%!

Algo estatisticamente insustentável, uma vez que sempre espera-se que o erro de predição seja igual a zero.

A segunda sondagem é da pesquisadora SENSUS.

Na quinta-feira 05 de agosto, "casualmente" o dia do primeiro debate entre Dilma Rousseff e José Serra, esta firma difundiu uma pesquisa na qual a candidata do mediador das FARC, Lula da Silva, avantajava em 10% ao candidato opositor [4].

Esta pesquisa não só não nos surpreende, senão que estávamos à sua espera por duas razões.

A razão de maior peso está no campo estatístico.

Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.

Naquela oportunidade SENSUS predisse, a dois dias da eleição, o seguinte:

"A eleição está definida: o mais provável é que Lula ganhe no primeiro turno; segundo meus últimos dados, tem 59 por cento dos votos válidos contra 32 por cento do opositor Geraldo Alckimin"
, segundo declarou seu porta-voz Ricardo Guedes [5].

O resultado foi que teve-se que realizar o segundo turno porque Lula obteve 48,6% frente a 41,6% de Alckimin.


Ou seja, que o erro de predição de SENSUS foi astronômico: 473%!

Isto, repito, é inaceitável estatisticamente e só tem uma explicação: que a pesquisa é falsa!

A outra razão está no terreno político.

O cliente das sondagens de SENSUS é a Confederação Nacional dos Transporte (CNT) brasileira, de simpatia lulista.

Curiosamente, na visita realizada em abril de 2003 pelo presidente Chávez a Lula, informou-se em Recife sobre a imediata assinatura de um acordo comercial com tal Confederação:

"A compra de 4 mil ônibus e a provação de um projeto avaliado inicialmente em 500 milhões de dólares, porém que alcançará os 2 bilhões de dólares nos próximos 10 anos, estão contemplados em um projeto que Hugo Chávez assinará em breve com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) do Brasil"
[6].

Ao que tudo indica, dentro do mencionado acordo incluiu-se uma cláusula para que a CNT contratasse uma pesquisadora que tivesse como tarefa difundir periodicamente pesquisas falsas, entre outras, as que dão a Lula uma popularidade superior a 80%.

Artigos - Eleições 2010

15 Agosto 2010

Imprensa a cabresto


Imprensa a cabresto

Coturno Noturno


A Dilma de ontem..

Segundo a Folha de São Paulo, para a petista, reportagem de "O Globo" sobre irregularidades no Dnit poderia ter uso eleitoral.

Sobre suposta lavagem de dinheiro de Roseana Sarney (PMDB) revelada por "O Estado de S. Paulo", Dilma disse não opinar com base em "acusação de jornal".

A Dilma de amanhã...

Representa o controle social da mídia, como está explicitado no seu Plano de Governo e no Plano Nacional dos Direitos Humanos III. Ela assinou os dois. Assinou e rubricou.
A imprensa...




A imprensa brasileira é o voto mais importante conquistado por Dilma Rousseff(PT). Ele já estava decidido muito antes dela ser a escolhida de Lula.

A imprensa brasileira decidiu, há alguns anos, que Lula elegeria até um poste, tendo em vista a sua popularidade.

Não admitiu, em nenhum momento, que esta premissa fosse discutida e não moveu uma palavra ou uma imagem para esclarecer à população brasileira que a livre escolha é o mais sagrado direito na democracia.

Os formadores de opinião, com raríssimas exceções, cerraram fileiras ao lado de Lula para ajudar a fazer o seu sucessor.

Foram coniventes com os crimes eleitorais e passaram a apresentar um espetáculo patético e cínico nas páginas dos jornais.

Os editoriais, que ninguém lê, faziam críticas ao presidente. No corpo do jornal e nas colunas, os jornalistas e colunistas elogiavam as estratégias criminosas de Lula e apontavam, em regozijo, o crescimento da sua candidata nas pesquisas.
 
Sempre que puderam, sangraram a Oposição, transformando episódios políticos corriqueiros como a escolha de um vice em problemas imensos, atacaram Indio da Costa (DEM), um vice ficha limpa, mas jamais mexeram no passado turvo de Michel Temer (PMDB), envolvido em crimes ambientais e citado em listas de propina de empreiteiras, fato divulgado pela própria Polícia Federal.

E por aí foram consolidando a candidatura de uma burocrata despreparada e desqualificada que, por qualquer análise isenta, não chega aos pés do candidato da oposição.

Para justificar as falhas bisonhas que ela apresentou em manifestações públicas e nas vezes em que teve que enfrentar sozinha alguma situação, a justificativa sempre foi absurda.

No debate da Band, nove entre dez jornalistas escreveram que a Oposição esperava que ela desmanchasse e ela só gaguejou, só não conseguiu raciocinar, só mentiu nos dados.

A partir daí, a análise passou a ser positiva e não foram poucos que afirmaram que ela foi muito bem, mesmo tão maltratada na bancada do Jornal Nacional que só a ela não perguntou sobre o mensalão.

A última pesquisa Datafolha, então, colocou a imprensa em polvorosa, quando apontou a liderança da candidata do Lula.

Foi mais comemorada por jornalistas do que por petistas. Teve blogueiro da Folha de São Paulo vaticinando que tudo deu errado para Serra, mesmo que a campanha propriamente dita comece amanhã.

Ninguém, nenhum jornalista, analisou o que está ocorrendo hoje em uma comparação com o quadro das últimas eleições presidenciais.

A não ser este Blog e Reinaldo Azevedo, praticamente ao mesmo tempo, na sexta à noite.

A imprensa chegou ao ponto de afirmar que Serra não sabe como "desqualificar" Dilma como se, em algum momento, o tucano tivesse dado algum indício de que esta será a sua estratégia.

Se informa que existe possibilidade de "desqualificação" deveria, ao menos, dizer quais são os pontos que deveriam ser apontados, mas aí vem a covardia e o servilismo a impedir a manifestação jornalística.

A verdade é que, há muito tempo, o voto da imprensa estava consolidado para qualquer um que fosse indicado por Lula, exceto a Veja e alguns blogueiros.




O presidente popular botou a Imprensa no cabresto.


A sua candidata, se eleita, vai colocar a Imprensa em algemas.

Pelo menos é o que indicam todas as suas manifestações, sejam verbais, sejam por escrito.

Leia mais.


Agosto 16, 2010

DATAFOLHA também faz parte da conspiração para eleger Dilma



EXTRA! EXTRA!
DATAFOLHA também faz parte da conspiração para eleger Dilma 

Blog do Lúcio Neto

É preciso voltar um pouco ao passado para entender o presente.

O passado nos mostrava o candidato Zé Serra com uma aceitação em torno de 45% antes mesmo de se lançar candidato. Já a candidata Dilma oscilava na faixa dos vinte a trinta e poucos por cento.

A partir do momento em que foi anunciada a sua candidatura ele caiu em queda livre em todas as pesquisas até chegar às vésperas da estréia do horário eleitoral com este último resultado da pesquisa DataFolha 33% x 41%.


Vamos analisar esse fato atípico.

Aqui cabem várias perguntas:

- Será que o eleitor brasileiro queria Zé Serra apenas como promessa de ser candidato?


- Por que deixar de votar nele a partir do momento em que foi anunciada oficialmente a sua candidatura?

- Será que de uma hora para outra o eleitor entendeu que ele não tinha as melhores credenciais para ser presidente do Brasil?

- Que escândalos prejudicaram a imagem do Zé Serra no período?

- Será que o eleitor não aprovou a sua performance no debate da Band?

- Que fatos negativos marcaram a imagem do Zé Serra nesse período?

- Será que ele foi muito mal na entrevista do Jornal Nacional?

Em contraponto, a candidata petista sobe mais do que balão inflado. Por quê?


- Será que o eleitor reconheceu que o passado de guerrilheira da candidata é um ponto positivo em seu curriculo?


- Será que o eleitor não viu nada demais no escândalo dos aloprados petistas do Lago Sul que foram pegos com a mão na botija produzindo mais um dossiê contra o Zé Serra?

- E o escândalo da quebra do sigilo fiscal do Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, foi considerado pelo eleitor como um fato normal?

- Será que o eleitor não entendeu o significado da denúncia do vice do Zé Serra, Indio da Costa, sobre as ligações do PT com as Farc, uma organização criminosa que mata, rouba, sequestra e faz tráfico de drogas?

- E o plano de governo da candidata apresentado ao TSE com todos aqueles temas polêmicos como aborto, censura à mida e etc.,?

- E o debate da Band?

A candidata Dilma deu um show?

E teve também uma excepcional participação na entrevista do Jornal Nacional?


O pano desce rápido.


Vamos para outra cena também no passado.

Chuva de releases petistas veiculados em espaços generosos na mídia, apontavam para um desempenho extraordinário da candidata petista e faziam previsão de uma virada até meados de agosto, nas proximidades do início do horário eleitoral.

Contavam que aos poucos, a petista estava derrubando mitos do Zé Serra como a sua liderança no Sul do país e em São Paulo. A virada em Minas Gerais, terra do Aécio Neves, era tida como certa.



Novamente o pano desce.


Vamos para um análise atemporal.

Esse cenário esboçado pela central da campanha da candidata petista tem como aliada, praticamente, toda a mídia brasileira e para torná-lo crível aos olhos do eleitor adicione o elemento surpresa: os institutos de pesquisas.


A estratégia foi bem planejada e demorou um pouco para a ficha cair. Dois institutos, Sensus e Vox Populi, saíram na frente trombeteando resultados favoráveis à Dilma.

O Ibope manteve-se numa posição intermediária com resultados favoráveis à candidata petista de uma forma mais discreta. O DataFolha fez o papel de bom moço. Suas pesquisas diziam que os demais estavam exagerando. Não é bem isso. Vamos com calma.
Tudo, mas tudo mesmo, religiosamente bem organizado e planejado. E não poderia ser diferente com tanta grana bancando esses serviços de manipulação da verdade.

E, finalmente, chegou o momento da grande virada como previsto pelo comité central da petista.

Os três, Ibope, Sensus e Vox, uma semana antes se alinharam nos seus percentuais.

Em campo, o DataFolha preparava o complemento dessa farsa e anuncia de forma bombástica que Dilma está a três pontos de ganhar o jogo no primeiro turno.
Heresia maior do que essa é acreditar que Golgate é o único creme dental recomendado por todos os dentistas.


Manchetes pipocaram para tentar consolidar a conspiração:

"Pesquisa aponta que Serra caiu nos Estados que mais visitou"


"Dilma evita salto alto e diz que pesquisa mostra que campanha está em bom caminho"


O que eles querem dizer é que a campanha do Zé Serra é igual a caranguejo, ou seja, anda para trás. Quanto mais fatos positivos ele cria, quanto mais gente visita, quanto mais viaja, quanto mais palestras para associações e grupos ele faz, mais os seus índices de aceitação vão pro brejo da cruz.


Já a da Dilma é um mar de prosperidade.

Ela é a galinha dos ovos de ouro.

uas palavras "gagas" soam como canto de sereias aos ouvidos dos "ulisses" espalhados nos mais diferentes rincões do país.

O Brasil inteiro se rende aos encantos de uma candidata que com a sua varinha mágica de condão vai conquistando milhões de eleitores que se prendem à calda majestosa de seu vestido de rainha.

O seu desempenho é tão fantástico, tão extraordinário que nem mesmo Lula chegou nem perto de perfomance igual.


Isso, chama-se CONSPIRAÇÃO.

Poderosos grupos de comunicação e empresas que apóiam essa conspiração estão brincando com fogo. E quem brinca com fogo está sujeito a queimar-se.



Aproveito para recomendar dois artigos: um escrito por Bia Barbosa da Carta Maior "As trombetas anunciam perigo à vista!" e o outro "Casa de Maribondo" do jornalista Carlos Chagas.

E aqui, nós vamos provar para você mais uma vez, que também essa pesquisa do DataFolha foi grosseiramente manipulada.


O DataFolha deu uma de guardião da verdade apenas para reforçar a tese da conspiração. Agora, com esse resultado, alia-se aos demais, na tentativa de consolidar uma pretensa verdade só expressa em números manipulados.

Vamos aos dados.

Antes, veja o que o DataFolha promete no seu Plano Amostral registrado no TSE:

"A amostra é estratificada por região geográfica, Unidade da Federação, e natureza (capital, outros municípios da região metropolitana ou interior) dos municípios. Em cada estrato, num primeiro estágio, são sorteados os municípios que farão parte do levantamento. Num segundo estágio, são sorteados os pontos de abordagem onde serão aplicadas as entrevistas. Por fim, os entrevistados são selecionados aleatoriamente para responder ao questionário, de acordo com cotas de sexo e faixa etária."



É o mesmo que o juramento de um médico:

PROMETO:
Que ao exercer a arte de curar, me mostrarei
Sempre fiel aos preceitos da honestidade,
Da caridade e da ciência. Penetrando
No interior dos lares, meus olhos serão
Cegos, minha língua calará os segredos
Que me forem revelados os quais terei
Como preceito de honra; nunca me servirei
Da minha profissão para corromper
Os costumes ou favorecer o crime.
Se eu cumprir este juramento com
Fidelidade, goze eu a minha vida e a minha
Arte com a boa reputação entre os homens
E para sempre; se dele me afastar
Ou infringir suceda-me o contrário.


Mas, hoje, a mentira ficou tão banalizada que poucos profissionais cumprem o que prometeram nos seus juramentos solenes.


Acompanhe quadro a quadro como se faz para se servir de uma profissão e corromper os costumes para favorecer o crime da manipulação da verdade.


No total, foram ouvidos 10.856 eleitores em 382 municípios.

A nossa soma geral de municípios que você vai ver no Resumo/BR, totaliza 370 porque deixamos de computar cidades administradas pelo PV e algumas, não todas, do PTB, porque não tivemos como confirmar a qual dos dois candidatos estavam coligadas nos Estados.


Vamos apresentar inicialmente os mapas por região, depois os destaques estaduais e na seqüência, comparativos por região e destaques estaduais com a pesquisa do Ibope.


Nesta região a Dilma teria supostamente 8.317.817 votos contra 6.383.441 votos do Zé Serra. Foram visitadas 33 cidades, sendo 23 do PT ou de partidos coligados contra apenas 8 do PSDB ou coligados.




Na Região Nordeste, Dilma, a sereia, supostamente teria 17.684.750 votos contra apenas 9.022.831.

Foram visitadas 108 cidades tendo o "sorteio" escolhido 83 cidades do PT ou de partidos coligados e somente 25 do PSDB ou de partidos coligados.

No nosso entendimento, esta Região ocupa destaque na estratégia da conspiração. Eles vão querer compensar resultados do Sul e São Paulo para manter Dilma na dianteira e assim distânciá-la do Zé Serra.



Aqui os estrategístas perderam a vergonha completamente. Para colocar Dilma na frente, eles sumiram com grande parte dos votos de Zé Serra em São Paulo, aumentaram a diferença no Rio de Janeiro e descolaram a petista em Minas.


E para isso, nem precisa de calculadora científica. A Dilma ficou com 21.594.725 votos e Zé Serra com apenas 20.427.443 votos. Vá observando que o que eles fazem são intervenções cirúrgicas de alta precisão.

Foram visitadas 134 cidades, sendo 93 do PT ou coligados e apenas 41 do PSDB ou coligados.



O bolo dessa região eles deixaram para comer mais tarde.

Aí seria demais e nem sapo à beira da lagoa iria sapear.

O Zé Serra supostamente tem 8.237.506 votos e Dilma 6.831.103 votos. Foram visitadas 98 cidades sendo 79 do PT ou de coligados e apenas 19 do PSDB ou de coligados.

Veja o Resumo/BR:



Que belo cenário para uma manipulação, não? De 370 cidades visitadas escolhidas por "sorteio" 278 são do PT ou de coligados e apenas 92 do PSDB ou coligados. Esse suposto resultado de 41% para Dilma e 33% para o Zé Serra está ancorado nele.


Vamos analisar agora alguns destaques estaduais, estados que o DataFolha entrevistou mais eleitores.


A seguir vem a Bahia.



Parece que os Orixás baianos escolheram Dilma e o DataFolha consultou os búzios para dar 4.584.431 votos para a pestista e somente 2.483.233 votos para Zé Serra.

Os búzios também sorriram para a pestista na escolha por "sorteio" das cidades. De 44 visitadas 35 são do PT ou coligados e apenas 9 do PSDB ou coligados.



No Estado de Pernambuco, terra de Jesus Lula Cristo, a pesquisa do DataFolha não economizou nada.

Generosos 55 pontos percentuais foram concedidos à ungida de Jesus, batizada nas águas do rio Capibaribe.

E de 38 cidades visitadas 29 foram do PT ou coligados contra só 9 do PSDB ou coligados. Traduzindo em votos Dilma teria 3.442.917 e Zé Serra 1.377.167 votos.



No Estado do Rio de Janeiro, foram visitadas 28 cidades sendo 23 do PT ou partidos coligados e apenas 5 do PSDB ou partidos coligados.

E assim a fada Dilma passou para 41% de aprovação e o Zé Serra apenas 25%. Dilma teria então 4.751.802 votos e Zé Serra 2.897.440. E não pensem que vai ficar. A varinha mágica da Dilma vai atrair mais votos ainda.




Por enquanto está sendo mantida a vantagem do Zé Serra.


Mas, é provisório.

O Zé Serra teria supostamente 3.116.636 e a Dilma 2.584.528. Das 46 cidades visitadas 35 foram do PT ou coligados e somente 11 do PSDB ou coligados.



A vantagem da Dilma em Minas, não é apenas uma questão de votos, é antes de tudo, uma questão moral.

É para desestabilizar mesmo ou tentar.

Minas, é a terra do Aécio Neves todo mundo sabe.

E lá ele manda no terreiro e canta de galo mesmo.

Mas, a varinha mágica da fada Dilma faz milagres e o DataFolha sabe disso. Foi lá e sapecou 41% para Dilma contra 38% do Zé Serra.

O mineirinho, matutando e fumando o seu cigarrinho de palha deve ter pensado:


- Uai, sor! Cadê os vortos do Zé?

Pois é. O "sorteio" escolheu apenas 12 cidades do PSDB ou coligados contra 40 do PT ou coligados dentre as 52 visitadas.




Eles adiaram mais um pouquinho a ultrapassagem da Dilma sobre o Zé Serra em São Paulo.

Já deram uma justificativa.

Desvincularam a campanha estadual da campanha presidencial.

Eu já comentei isso aqui. Só assim é possível justificar nas próximas pesquisas uma suposta vantagem da Dilma sobre o Serra.

Eles vão continuar com Alckmim na dianteira.

O Lula não gosta de Mercadante.

Ele é candidato não falta de outro.

O número de cidades do PSDB e coligados foi o mais alto dentre todos os Estados, mesmo assim o "sorteio" ainda favoreceu o PT.



No Rio Grande do Sul faltou óleo de peroba para a cara de pau da turma, tchê. De 44 cidades visitadas 40 foram "sorteadas" para o PT ou coligadas e apenas 4 para o PSDB ou coligados.

Não é para menos que a Dilma tenha crescido no RS e Zé Serra encolhido.

Vamos passar para uma análise comparativa entre a pesquisa do DataFolha e a do Ibope.

Você vai notar que a estratégia da conspiração é a mesma: o cenário criado por "sorteio".

Incialmente, por região.



Na pesquisa do DataFolha o PT e coligados ficaram com 23 cidades e o PSDB e coligados apenas 8. Na do Ibope foram 17 para o PT e coligados e apenas 7 para o PSDB ou coligados.
Vá observando esses números e comparando com os percentuais de cada.



Placar das cidades definidas por "sorteio" na Região Nordeste pelo DataFolha

83 PT ou coligados e somente 25 PSDB ou coligados.

No Ibope 38 x 9.




93 cidades do PT ou coligados contra apenas 41 do PSDB ou coligados na do DataFolha. Já o Ibope não deixou por menos "sorteou" 53 para o PT e coligados e 18 para o PSDB e coligados.



O PT ficou com 79 cidades no "sorteio" e o PSDB com apenas 19 na pesquisa do DataFolha. No Ibope o sorteio apontou o placar de 24 para o PT e apenas 5 para o PSDB.


Destacamos agora alguns Estados, sem os percentuais, porque o DataFolha não divulgou.



Na Bahia foram 35 cidades para o PT e coligados pelo "sorteio" do DataFolha e somente 9 para o PSDB e coligados.
O Ibope "sorteou" 8 cidades para o PT e apenas 3 para o PSDB ou coligados.



Na terra de Jesus, o DataFolha cravou por "sorteio" 29 cidades para o PT ou coligados e apenas 9 para o PSDB.
O Ibope, para não ficar atrás e não irritar um Deus, já havia escolhido 7 para o PT e coligados e apenas 2 para o PSDB ou coligados.



Para não perder os encantos cariocas, o cenário criado por ambos os institutos é bem orginal.

No DataFolha foram 23 para o PT e coligados e somente 5 para o PSDB e coligados. E o Ibope escolheu por "sorteio" 13 cidades do PT e coligados contra apenas 1 do PSDB ou coligados.



40 para o PT e coligados e somente 12 para p PSDB ou coligados no DataFolha em Minas.
Ibope, por "sorteio" escolheu 15 cidades para o PT e somente 3 para o PSDB ou coligados.



No Rio Grande do Sul foi vergonhoso. O DataFolha escolheu 40 cidades do PT e coligados e apenas 4 do PSDB e coligados.

O Ibope escolheu 13 cidades do PT e coligados e NENHUMA do PSDB ou coligados.

É aquela história da fila do sorvete no shopping. Chega um elemento com uma prancheta e pergunta:

- O que você faz aqui?
- Vou tomar sorvete.
- E você?
- Vou comprar um sorvete.
- E o senhor?
- Também.
- A senhora?
- Idem.

Deu pra entender?

É uma simples questão de cenário.

Você cria o cenário para o resultado que o freguês desejar.




Em São Paulo, o DataFolha escolheu 26 cidades do PT conta 22 do PSDB e o Ibope 22 para o PT e 14 do PSDB.

Eles estão alterando aos poucos o resultado de São Paulo porque aqui não é fácil maquear resultados.


Eu concordo com a posição do candidato Zé Serra quando ele diz que não comenta pesquisas.

Ele está correto.

Quem tem que comentar pesquisas é o presidente do PSDB, partido líder da coligação, e coordenador da campanha tucana, senador Sérgio Guerra.

A mim não convence ele dizer que o resultado foi desfavorável porque a entrevista do Zé Serra no Jornal Nacional não foi avaliada pela pesquisa.


Eu tenho a impressão que o senador ainda não se deu conta de que estamos numa guerra.

E o inimigo não brinca em serviço.

Ele é profissional.

E não tem meio termo para atingir os seus objetivos.

Esse assunto pesquisa está aqui comprovado que é uma manipulação que objetiva favorecer a candidata Dilma do PT.

É um crime tipificado na Lei de Defesa do Consumidor artigos 36 e 66 e da Lei 5047/01.

É propaganda subliminar e o consumidor está sendo enganado pela divulgação de números falsos e com isso estaria sendo induzido a votar nesta candidata ou mesmo estaria sendo projetado um resultado futuro tendo em vista a fragilidade da segurança do nosso sistema de votação.

Veja acima a comprovação. Em que lei da propabilidade esses dois institutos de pesquisas se basearam para, através de um sorteio, escolherem a maioria de cidades petistas ou de coligados?

Tem algum matemático online para me responder?


É porisso que digo que DATAFOLHA, IBOPE, SENSUS, VOX POPULI são farinha do mesmo saco.


Fazem parte de uma conspiração.

Se o PSDB não tomar as devidas providências agora, a situação vai piorar ainda mais.

Não pensem que o horário eleitoral vai reverter a situação porque não vai.

Não é questão de convencer o eleitor.

O eleitor está convencido, mas pode mudar de opinião pela insfluência das pesquisas.

A questão é de convencer as autoridades de que um crime está sendo cometido.

Faça esse post circular.

Divulgue.

Mande para todas as figuras de destaque e com influência no PSDB.

Mande para o candidato Zé Serra.

Mande para o vice Indio da Costa.

Envie para o senador Sergio Guerra e para os líderes do PSDB e da coligação do seu Estado.

Caso contrário, vamos todos ficar com a barriga inchada de comer farinha com água.


Clique
para acessar a relação de cidades

16 agosto 2010

FHC diz que coração do PT bate por Chávez

 FHC diz que coração do PT bate por Chávez e que governo tem indefinição sobre valores


DA ANSA, EM SANTIAGO DO CHILE

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que o Brasil parece ter medo do venezuelano Hugo Chávez, "já que não exige que ele cumpra seus compromissos, como os que assinou" ao se integrar ao Mercosul.
De acordo com o ex-mandatário, que governou entre 1995 e 2002, o governo liderado por Luiz Inácio Lula da Silva --que deixará o cargo no final deste ano-- "tem uma indefinição a respeito dos valores que devem ser defendidos".

A Venezuela aguarda a aprovação do Parlamento do Paraguai ao protocolo de adesão que permite sua entrada como membro pleno do Mercosul. Brasil, Uruguai e Argentina já sancionaram o texto.

"O coração do Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence Lula, bate por Chávez", afirmou FHC em entrevista ao jornal chileno "La Tercera".

De acordo com a publicação, o ex-presidente afirmou que o venezuelano conseguiu fundir sua imagem com a esquerda, ainda que nem ele nem seu afã por aumentar o tamanho do Estado representam "o que a esquerda é".
"Esta imagem que projeta Chávez impediu que fossem tomadas muitas ações contra ele. Os presidentes latino-americanos não souberam lidar com o venezuelano", acrescentou FHC.



Para o ex-chefe de Governo, o Brasil "perdeu oportunidades de mediar conflitos como o da Argentina e Uruguai pela fábrica de pasta de celulose ou o da Colômbia e Venezuela".

A disputa entre os governos de José Mujica e Cristina Kirchner dizia respeito a uma indústria construída no lado uruguaio do Rio Uruguai, acusada pelos argentinos de poluir a região. Com a sentença da Corte Internacional de Justiça sobre o caso, em abril, a qual recomendou o controle compartilhado da área, o conflito foi resolvido.

Já Caracas e Bogotá romperam relações em 22 de julho, depois que o governo do então presidente Álvaro Uribe (2002-2010) acusou Chávez de tolerar a presença de guerrilheiros em seu território perante a Organização dos Estados Americanos (OEA). Os laços foram retomados na terça-feira, em uma reunião entre o novo mandatário colombiano, Juan Manuel Santos, e o venezuelano.

'Se bem que no econômico o Brasil cumpriu um papel relevante em instâncias como o G20 [grupo dos países mais industrializados do mundo e dos principais emergentes], sendo uma voz importante nos esforços para diminuir as desigualdades, isso não se fez com a mesma força na América Latina', opinou FHC.


Na Folha

Dois minutos bastam...

Dois minutos bastam para mostrar quem foi, como é e o que quer fazer Dilma Rousseff

Na sessão de 24 de fevereiro, o deputado britânico Nigel Farage resolveu dizer o que acha do belga Herman Van Rompuy, presidente do Parlamento Europeu.

Se foi ou não excessivamente rude, se recorreu ou não a argumentos discutíveis, isso é secundário.

O que importa é que transmitiu, num curto espaço de tempo, um recado claríssimo.

Na opinião do parlamentar inglês, Van Rompuy menospreza o conceito de nação, ignora os fundamentos da democracia moderna, tenta reduzir a Grécia a um protetorado da União Europeia, é desprovido de carisma e representa um “não-país”.


Depois do debate na Band e da entrevista ao Jornal Nacional, o ex-governador José Serra afirmou que o tempo reservado às respostas dos candidatos é curto demais.

Em dois minutos, é verdade, ninguém consegue resumir o que fará nas áreas da saúde, da educação ou da segurança pública.

Mas é tempo de sobra para revelar o que pensa sobre questões ainda mais relevantes para milhões de eleitores.

Farage precisou de 2 minutos e 8 segundos para traçar o perfil de Van Rompuy.

Serra não precisa de mais que isso para dizer aos espectadores, por exemplo, quem foi Dilma Rousseff.

Ou como é Dilma Rousseff.

Ou o que fará Dilma Rousseff.

Se esse tempo basta, o espaço aberto pelo horário eleitoral gratuito é uma eternidade.


Serra sabe ser objetivo
.



O que falta é esquecer palpite de marqueteiro, compreender que a democracia corre perigo e, para abrir os olhos dos brasileiros, mostrar as coisas como as coisas são.

Direto ao Ponto

15/08/2010

Pesquisa do Datafolha está inconsistente



As pesquisas do Datafalha, divulgadas hoje, que apontam crescimento considerável de Geraldo Alckmin em paralelo com expressiva queda de José Serra junto ao eleitorado paulista estão incosistentes. Seria o fenômeno do voto camarão, justamente no eleitorado que mais conhece e admira o ex-governador paulista e é o mais informado e politizado do país.

Esses números não são confiáveis e não devem ser levados em conta.

A atriz Fernanda Torres e a moralidade retrógrada


Em artigo publicado hoje na Folha de São Paulo a atriz Fernanda Torres abriu o coração e disse não saber em quem votar para a Presidência da República.
A velha senhora do teatro colhe os frutos do seu próprio trabalho e agente da revolução gramsciana que pôs a esquerda política no poder e destruiu a direita.




15 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

O valioso tempo dos maduros - Mário de Andrade





O valioso tempo dos maduros


Mário de Andrade


“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui
para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!”

15 de agosto de 2010

Serra é o futuro.

Avante, José Serra...!

Presidente...!


José Serra no Jornal das Dez da Globonews
 11.08.2010

Operações criminosas: Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários e metalúrgicos.


A Revista VEJA, desta semana, traz mais um escândalo que vai abalar o país, embora possa não abalar o Serra, bem como Lula e caterva.

A revista entrevista um ex-sindicalista Wagner Cinchetto que conta a sua participação na montagem de dossiês que abalaram a candidatura de Ciro Gomes, Roseane Sarney e Garotinho.


E à pergunta da revista: Quem traçava essas estratégias, ele responde:

"O grupo era formado por pessoas que têm uma longa militância política.

Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários e metalúrgicos.

Quem dava a palavra final às vezes eram o Berzoini e o Luiz Marinho (atual prefeito de S.Bernardo do Campo).


Veja que ele fala em submundo sindical.

E pensar que eu estive próxima desse submundo.




Berzoini, Luiz Gushiken, João Vaccari foram da minha época de militância sindical dos bancários. Mas eu não gostava deles, portanto não lhes era próxima. Aliás, era um estorvo.

No caso da Roseane, embora ele diga que há mistério na operação que a tirou do páreo eleitoral, havia pelo menos um membro do grupo dele dentro da operação. A Roseane e seu pai pensam que foi tudo obra do PSDB.


Ciro Gomes também pensa que a desestabilização de sua candidatura, via seu candidato a vice-presidente Paulinho (da Força Sindical) foi obra do PSDB, da turma do Serra.


Esse senhor (Wagner Cinchetto) e Luiz Antonio de Medeiros (ex-dirigente da força sindical) conta que ambos participaram daquela operação da Lurian para desestabilizar a campanha de Lula e beneficiar Collor.

Só não fala se ganharam alguma coisa com isso.


E mais: que o dinheiro para essas operações vinham do movimento sindical e da CUT.

Assim, o dinheiro dos trabalhadores, recolhido por mensalidade dos associados e do imposto sindical, sendo usado para operações criminosas.


Carmen Gomes

15 de agosto de 2010

Dilma na luta armada (trecho)


Dilma na luta armada (trecho)

Entre 1967 e 1970, a estudante Dilma Rousseff combateu a ditadura militar.

O que os processos da Justiça Militar revelam sobre a jovem que se tornou líder de uma das organizações que pegaram em armas contra o Governo

Leandro Loyola, Eumano Silva e Leonel Rocha

Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 16/agosto/2010.


Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”.

Quatro anos após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime.
 
O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”.

Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.



Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida.

Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia.

Hoje candidata do PT à Presidência da República, Dilma fala pouco sobre esse período.

ÉPOCA pediu, em várias ocasiões nos últimos meses, uma entrevista a Dilma para esclarecer as dúvidas que ainda existem sobre o assunto (leia algumas delas no quadro abaixo).

Todos os pedidos foram negados.

Na última sexta-feira, a assessoria de imprensa da campanha de Dilma enviou uma nota à revista em que diz que “a candidata do PT nunca participou de ação armada”.

“Dilma não participou, não foi interrogada sobre o assunto e sequer denunciada por participação em qualquer ação armada, não sendo nem julgada e nem condenada por isso. Dilma foi presa, torturada e condenada a dois anos e um mês de prisão pela Lei de Segurança Nacio-nal, por ‘subversão’, numa época em que fazer oposição aos governos militares era ser ‘subversivo’”, diz a nota.




Sindicalista denuncia espionagem do PT em 2002



Antigos companheiros do presidente Lula formaram um núcleo de arapongagem em 2002 para espionar e promover ataques a adversários do petista que, na ocasião, disputava pela quarta vez consecutiva o Palácio do Planalto.

A denúncia é do sindicalista Wagner Cinchetto. (foto)


Ele afirma ter integrado o grupo que teria como principal estratégia atribuir à campanha de José Serra (PSDB) a autoria de ações clandestinas.

Uma dessas investidas, afirmou Cinchetto à revista Veja, foi a polêmica operação da Polícia Federal que, naquele ano, recolheu na sede da empresa Lunus R$ 1,34 milhão, dinheiro vivo e sem origem declarada que seria do caixa 2 da campanha de Roseana Sarney (PMDB), hoje governadora do Maranhão e então pré- candidata à sucessão de Fernando Henrique Cardoso.

"O Lula sabia do núcleo e deu autorização", afirma Cinchetto.

"Tinha um plano para detonar a campanha da Roseana", disse ele ao Estado, ontem.

"A gente tinha uma pessoa infiltrada na operação Lunus. Orientamos para ligar ao Palácio do Planalto para dizer que tinha dado tudo certo.

Ficou a impressão digital do Serra.

Quando a Roseana atacou o Serra o grupo festejou, teve comemoração.


O PT estava nessa.

Todo mundo acha que os tucanos planejaram."

O sindicalista conta que "quem dava a palavra final às vezes eram o Berzoini (Ricardo Berzoini, ex-presidente do PT) e o Luiz Marinho (prefeito de São Bernardo do Campo)". 

"Quando a gente precisava de dinheiro falava com o Carlos Alberto Grana, tesoureiro da CUT, ou com o Marinho e o Bargas (Oswaldo Bargas, ex-secretário do Ministério do Trabalho)."

Cinchetto relata que o grupo trabalhou para inviabilizar as candidaturas de Anthony Garotinho (PDT) e de Ciro Gomes. "O Ciro era um dos favoritos. Centramos em seu ponto mais fraco que era o vice da chapa, o Paulinho da Força. Eu trabalhava para a CUT e já tinha preparado dossiê sobre o Paulinho, trabalho de profissional. Fotografamos até uma fazenda do Paulinho. A candidatura do Ciro foi minando. O Ciro achava que era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra."

"Quero ver se eles têm coragem de desmentir, quero ver se o Lula desmente", desafia Cinchetto.

"Estou fazendo isso porque achava que o Lula ia fazer uma operação mãos limpas no sindicalismo, mandasse investigar corrupção nos sindicatos. Mas esse bando convenceu o Lula a não fazer nada. Eles dobraram o Lula. Estou só cobrando uma fatura, é a minha contraparte. Não trabalhei por dinheiro, o objetivo era limpar a bandidagem dos sindicatos."

Ele disse que um ex-integrante do núcleo ligou depois para ameaçá-lo de processo.

"Eles não vão por coleira em mim", rechaça Cinchetto. "Podem vir para cima. O que falei é 10% do que tenho na mão."


15 de agosto de 2010


CUT, o PT e Lula montaram o dossiê que desmoralizou Paulinho da Força, o vice de Ciro Gomes

 
CUT, PT e Lula montaram o dossiê que desmoralizou Paulinho da Força, o vice de Ciro Gomes


Saiba como o PT e Lula, com o dinheiro da CUT, em 2002, desmoralizaram a campanha de Paulinho da Força, então candidato a vice na chapa de Ciro Gomes, do PSB, porque queriam tirá-lo da frente e polarizar com Serra na sucessão de FHC.

O material a seguir foi publicado na íntegra pela revista Veja deste final de semana, numa matéria assinada por Policarpo Júnior e Otávio Cabral.

. Fala o sindicalista Wagner Cinchetto, fundador da Força Sindical, foi cooptado pela CUT e pelo PT para a coordenação da campanha de Lula em 2002, formando um grupo de inteligência para "atacar primeiro":

- Eu trabalhava para a CUT e já tinha um imenso dossiê sobre o deputado (Paulinho), mostrando desvio de dinheiro público, convênios ilegais e assinados com a Força Sindical e o governo,.



Os indícios sobre seu patrimônio enorme eram evidentes.

O dossiê era um trablaho de profissionais.

. Entenda como aconteceu a desmoralização de Paulinho e os problemas de Ciro Gomes:

- Fotografamos até um fazenda que o Paulinho comprou no interior de São Paulo, os documentos de cartório, a história verdadeira do negócio.

Foi preparada uma armadilha para "vender" o dossiê ao Paulinho e registrar o momento da compra, mas ele não caiu....

Por fim fizemos a denúncia chegar à imprensa.

A candidatura Ciro foi sendo minada aos poucos. O mais curioso é que ele achava que isso era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra.

. Ciro Gomes e Paulinho da Força, desmoralizados, humilhados (Ciro foi novamente humilhado, este ano, por Lula, pelo PT e pela CUT) passaram a odiar Serra e a beijar a mão de Lula.

Na semana que vem, Ciro prometeu beijar a mão também de Dilma. A mesma mão que irá afagá-lo, foi a mão que o desmoralizou.

15 de agosto de 2010