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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Lula mandou gastar. Inadimplência bate recorde

Lula mandou gastar. Inadimplência bate recorde

Quando o apedeuta mandou que o povo fosse às compras, muita gente atendeu.

A conta chegou e o cidadão não tem como pagá-la.

Resultado, inadimplência recorde .

É inacreditável que alguém ainda acredite em Lula.

LEIA MATÉRIA DA FOLHA ONLINE

Inadimplência da pessoa física bate recorde em maio, informa BC A inadimplência dos consumidores brasileiros subiu em maio e chegou a 8,6% dos empréstimos do sistema bancário, segundo dados do Banco Central.

É a taxa mais alta da série histórica do BC, iniciada em junho de 2000. No caso das empresas, a inadimplência passou de 2,9% para 3,2%, maior desde 2001.

A inadimplência geral --que inclui pessoas físicas e jurídicas-- subiu pelo sexto mês consecutivo e chegou a 5,5% dos empréstimos. É a taxa mais alta desde setembro de 2000 (5,8%).

São considerados inadimplentes os empréstimos com atraso superior a 90 dias. Isso significa que o indicador ainda reflete os efeitos da crise internacional de crédito, que provocou alta dos juros e redução dos empréstimos.

Houve alta em praticamente todas as modalidades, entre elas, o cheque especial (de 10% para 10,8%) e o crédito para aquisição de bens (de 14,6% para 15,8%).

Sai dai rápido, Sarney! Blog do Noblat

Sai dai rápido, Sarney!

O que dirá o senador José Sarney (PMDB-AP) quando lhe perguntarem a respeito do neto que há dois anos negocia dentro do Senado empréstimos consignados para servidores, segundo reportagem publicada, hoje, pelo jornal O Estado de S. Paulo?

Dirá que desconhecia o fato?

O neto é filho do deputado Zequinha Sarney (PV-MA).

Presidente do Senado pela terceira vez, senador há 19 anos, seguramente o mais prestigiado dos 81 senadores, responsável pela nomeação de um diretor-geral que permaneceu no cargo durante 14 anos, acolitado por mais de 100 auxiliares, é razoável imaginar que Sarney nunca ouviu falar das ações do neto banqueiro?

Quem acredita? Seria a mentira do ano.

Se ouviu e as considerou legítimas é porque perdeu o juízo por completo.

Há um claro conflito de interesses entre um senador no exercício de suas funções e um neto a realizar transações financeiras em um espaço sujeito à forte influência do avô. A mais rala noção de ética impediria que uma situação desse tipo tivesse se estabelecido.

Sarney valeu-se do "eu não sabia" para contornar a descoberta de que recebia há mais de um ano auxílio-moradia de R$ 3.800,00 mensais, embora tenha casa própria em Brasília, além da residência oficial de presidente do Senado.

Novamente apelou para a mesma desculpa ao ser confrontado com a informação de que outro neto dele, filho do seu filho mais velho Fernando, havia sido funcionário do gabinete do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA). "Eu não pedi e não sabia", jurou Sarney.

Disse ainda que nada pedira e que nada sabia a respeito das nomeações de uma prima e de uma sobrinha de Jorge Murad, seu genro. Uma delas morava em Barcelona e era lotada no gabinete do líder do PTB no Senado.

Preferiu nada comentar sobre a nomeação em 2005 de seu irmão Ivan para a 2ª Secretaria do Senado. Dali, mais tarde, Ivan foi exonerado mediante ato secreto.

Admitiu ter pedido ao colega Delcídio Amaral (PT-MS) que empregasse uma sobrinha que se mudara para Campo Grande. Uma vez que o nome da sobrinha foi citado pela imprensa, pediu a Delcídío que a devolvesse.

Sarney saiu em defesa da filha Roseana quando este blog publicou em primeira mão que Amauri Machado, conhecido como "Secreta", ganhava salário de motorista do Senado para trabalhar como serviçal na casa da atual governadora do Maranhão.

"Ele é chofer do Senado há 25 anos", contou. "E Roseana nem mora mais em Brasília".

"Secreta" foi um chofer pago pelo Senado para trabalhar, primeiro, na casa de Sarney, e, depois, na casa de Roseana. Até há pouco, Roseana morava em Brasília.

Por último, Sarney negou a existência de atos secretos produzidos pela direção do Senado. Ao saber que eles existiam, sim, apressou-se em garantir:

- Mas é tudo relativo ao passado, nada relacionado ao nosso período. Nós não temos nada a ver com isso. Eu não vou dizer que ocorreu na presidência tal e tal, até porque alguns colegas nossos estão mortos.

Restou provado que algumas dezenas de atos secretos foram assinado por Sarney quando assumiu pela segunda vez a presidência do Senado. Portanto, aqui, há como se afirmar que ele mentiu para seus pares e para o distinto público.

Numa linguagem tortuosa, que não faz jus a um escritor de tantos livros e membro da Academia Brasileira de Letras, Sarney observou outro dia:

- Nossos valores [do Congresso] não podem ser julgados pela imperfeição do exercício, dos valores morais e dos valores do parlamento que são feitos muitas vezes por maus parlamentares a quem devemos combater.

Em defesa da própria reputação e, é claro, do cargo que ocupa, Sarney trovejou na tribuna do Senado:

- A crise do Senado não é minha. A crise é do Senado. É essa instituição que nós devemos preservar. Tanto quanto qualquer um aqui, ninguém tem mais interesse nisso do que eu, até porque aceitei ser presidente da Casa.

Se ainda está valendo o que ele disse sobre a preservação do Senado como instituição; se de fato ninguém mais do que ele tem interesse em preservá-la; se não quer passar pelo pesadelo que atormentou Renan Calheiros (PMDB-AL), obrigado a se licenciar do cargo e, mais tarde, a abdicar dele; Sarney deveria renunciar de imediato ao cargo de presidente.

A crise é do Senado, mas também é dele. Uma presidência em crise não tem condições de administrar uma instituição em crise.

Não é mais caso de licença do cargo, mas de renúncia, como decretou, anteontem, o senador Pedro Simon (PMDB-RS).

Simon pedirá renúncia de Sarney.

PSOL vai entrar com representação contra presidente do Senado

Veja como acompanhar a crise política iraniana na internet

Com imprensa proibida de atuar, internautas anônimos e repórteres
que desafiam lei se tornam fontes


Com o veto à imprensa pelo governo iraniano, a internet se tornou a principal fonte de informações sobre a crise política iniciada após as eleições presidenciais de 12 de junho. Alguns veículos ainda resistem e mantém correspondentes na capital Teerã, mas, paralelamente, milhares de internautas anônimos compartilham informações sobre os protestos em tempo real, em redes sociais como Twitter, Facebook e Flirck.

Veja também:

Leia mais sobre os internautas no Irã no blog do Link

Internautas fazem campanha para confundir censura

Podcast: Enviado do "Estado" no Irã comenta dificuldades da imprensa

Especial: Conflito eleitoral divide o Irã

Tudo o que foi publicado sobre a crise eleitoral no Irã

NA IMPRENSA

- Em seu site, o jornal espanhol El País publica informações de repórteres em Teerã e relatos colhidos nas redes sociais online.

- O diário inglês The Guardian criou um blog com extensa cobertura sobre os protestos, atualizado várias vezes ao dia com informações, fotos e vídeos.

Blog do 'Guardian' dedicado à cobertura sobre a crise no Irã. Crédito: Reprodução

- O jornal americano The New York Times também mantém um blog, que além de relatos de repórteres em Teerã, reúne diversas informações e imagens divulgadas na internet.

NAS REDES SOCIAIS

- Mais suscetíveis à censura, os muitos blogueiros do Irã perderam força. Assim, o Twitter, popular serviço de microblogs que reúne milhões de usuários através de mensagens de no máximo 140 caracteres, se tornou o principal palco de protestos e resistência na rede. Buscando pela palavra-chave (tag) #iranelection, inúmeras postagens de usuários de dentro e fora do Irã são facilmente encontradas.

Desde sexta-feira, tag #iranelection está entre as mais buscadas no Twitter. Crédito: Reprodução

Apesar da tag já estar sendo rastreada pelos censores iranianos, ainda é a forma mais eficaz de ler os relatos de quem está em meio aos violentos protestos. Vídeos e fotos também são compartilhados sob a mesma palavra-chave. Até o rival do presidente Mahmoud Ahmadinejad, Mir Hussein Mousavi, tem usado seu perfil no site para divulgar sua mensagem de resistência e mobilizar partidários.

Imagens de protesto a favor de Mousavi em Teerã, divulgado no Twitter

- A tag #iranelection também vale para o Facebook, Flirck e YouTube.

Inverno de 2009 no Rio de Janeiro...que continua lindo!

Parque do Alto Leblon
Praia de Ipanema, Ilhas Cagarras e Lagoa







Imagens: Marverde

Escândalo

Escândalo

Confira a lista dos atos secretos do Senado

O Globo

RIO - Confira abaixo os 663 atos secretos publicados, nos últimos 15 anos, em 312 boletins administrativos do Senado.

A divulgação dos atos secretos - usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários - foi feita na terça-feira pela comissão de sindicância criada para investigar o caso.

Apenas um dos atos foi revogado: o da Comissão Diretora nº 18, de 2000, que concedeu auxílio médico vitalício aos diretores-gerais e aos secretários-gerais da Mesa que exerceram a função pelo menos por dois anos.

Com isso, a maior parte dos atos de nomeação para cargos comissionados com direito a salários altos e pagamento de gratificações adicionais continua valendo.

Confira abaixo alguns boletins dos 663 atos secretos do Senado:


Boletim 3.881-S1 de 1 de janeiro de 2008

Boletim 3.885-S1 de 1 de janeiro de 2008

Boletim 3.899-S1 de 1 de janeiro de 2008

Boletim 3.907-S1 de 2 de fevereiro de 2008

Boletim 3.914-S1 de 2 de fevereiro de 2008

Boletim 3.916-S1 de 2 de fevereiro de 2008

Boletim 3.916-S2 de 2 de fevereiro de 2008

Boletim 3.917-S2 de 2 de fevereiro de 2008

Boletim 3.921-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.923-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.926-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.926-S2 de 3 de março de 2008

Boletim 3.927-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.929-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.934-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.935-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.936-S1 de 3 de março de 2008

Boletim 3.937-S2 de 3 de março de 2008

Boletim 3.944-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.945-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.949-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.952-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.953-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.954-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.954-S2 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.956-S1 de 4 de abril de 2008

Boletim 3.961-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.964-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.965-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.965-S2 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.970-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.973-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.973-S2 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.974-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.975-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.975-S2 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.976-S1 de 5 de maio de 2008

Boletim 3.982-S2 de 6 de junho de 2008

Boletim 3.982-S3 de 6 de junho de 2008

Boletim 3.992-S1 de 6 de junho de 2008

Boletim 3.993-S1 de 6 de junho de 2008

Boletim 3.993-S2 de 6 de junho de 2008

Boletim 4.021-S1 de 8 de agosto de 2008

Boletim 4.030-S1 de 8 de agosto de 2008

Boletim 4.034-S1 de 8 de agosto de 2008

Boletim 4.035-S1 de 8 de agosto de 2008

Boletim 4.036-S1 de 8 de agosto de 2008

Boletim 4.042-S2 de 9 de setembro de 2008

Boletim 4.044-S1 de 9 de setembro de 2008

Boletim 4.046-S1 de 9 de setembro de 2008

Boletim 4.048-S1 de 9 de setembro de 2008

Boletim 4.049-S1 de 9 de setembro de 2008

Boltim 4.054-S1 de 9 de setembro de 2008

Boletim 4.062-S1 de 9 de setembro de 2008

Boletim 4.063-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.065-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.066-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.067-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.069-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.069-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.072-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.074-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.074-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.075-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.076-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.078-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.078-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.079-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.080-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.082-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.082-S2 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.083-S1 de 10 de outubro de 2008

Boletim 4.086-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.087-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.089-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.091-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.091-S2 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4092S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.092-S2 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.093-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.094-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.096-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.097-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.098-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.099-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.100-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.101-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.102-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.103-S1 de 11 de novembro de 2008

Boletim 4.105-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.106-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.107-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.116-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.117-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.119-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.120-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.124-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.128-S1 de 12 de dezembro de 2008

Boletim 4.129-S1 de 1 de janeiro de 2009

Boletim 4.133-S1 de 1 de janeiro de 2009

Boletim 4.133-S3 de 1 de janeiro de 2009

Boletim 4.135-S1 de 1 de janeiro de 2009

Boletim 4.137-S1 de 1 de janeiro de 2009

Boletim 4.138-S1 de 1 de janeiro de 2009

Boletim 4.139-S1 de 1 de janeiro de 2009


Publicada em 24/06/2009 às 12h59m

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Portal da Transparência do Senado Federal

Portal da Transparência do Senado!!!

O Portal da Transparência do Senado Federal, sítio eletrônico à disposição da sociedade na Rede Mundial de Computadores – Internet, tem por finalidade veicular dados e informações detalhados sobre a gestão administrativa e a execução orçamentária e financeira do Senado Federal, compreendendo, entre outros, os gastos efetuados por seus órgãos, inclusive os supervisionados, bem como por suas unidades integrantes.

Informamos que este Portal está em constante aprimoramento.

Sarney, o homem incomum

Trechos do artigo: Sarney, o homem incomum

Posted by Leandro Fortes

José Sarney é uma vergonha para o Brasil desde sempre. Desde antes da Nova República, quando era um político subordinado à ditadura militar e um representante mais do que típico da elite brasileira eleita pelos generais para arruinar o projeto de nação – rico e popular – que se anunciava nos anos 1960.

Conservador, patrimonialista e cheio dessa falsa erudição tão típica aos escritores de quinta, José Sarney foi o último pesadelo coletivo a nós impingido pela ditadura, a mesma que ele, Sarney, vergonhosamente abandonou e renegou quando dela não podia mais se locupletar.

Talvez essa peculiaridade, a de adesista profissional, seja o que de mais temerário e repulsivo o senador José Sarney carregue na trouxa política que carrega Brasil afora, desde que um mau destino o colocou na Presidência da República, em março de 1985, após a morte de Tancredo Neves.

.......................................

Há poucos dias, vi a cara do senador José Sarney na tribuna do Senado. Trêmulo, pálido e murcho, tentava desmentir o indesmentível.

Pego com a boca na botija, o tribuno brilhante, erudito e ponderado, a raposa velha indispensável aos planos de governabilidade do Brasil virou, de um dia para a noite, o mascate dos atos secretos do Senado.

Ao terminar de falar, havia se reduzido a uma massa subnutrida de dignidade, famélica, anêmica pela falta da proteína da verdade.

Era um personagem bizarro enfiado, a socos de pilão, em um jaquetão coberto de goma.

Na mesma hora, pensei no povo do Maranhão.

Brasília, eu vi

terça-feira, 23 de junho de 2009

Não tem cura: Quá...quá...quá...quá...! País da piada pronta!

Doris Marize Romariz Peixoto (ex-assessora de Roseana)e Sai Ney

Por Eugênia Lopes, no Estadão Online:

O presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB-AP), acaba de convocar ao seu gabinete e demitir o diretor-geral do Senado, Alexandre Gazineo, e o diretor de Recursos Humanos da Casa, Ralph Siqueira.

A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa de Sarney. Os dois diretores são suspeitos de participação no esquema de edição de atos secretos no Senado para nomeações ou para criação de cargos e privilégios.

O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), anunciou que Haroldo Tajra irá substituir provisoriamente Alexandre Gazineo no cargo de diretor-geral do Senado.

Ele informou também que Dóris Peixoto será a nova diretora de Recursos Humanos no lugar de Ralph Siqueira. Dóris é ligada à família Sarney e foi chefe de gabinete de Roseana Sarney.

Ex-diretor adjunto desde 1995, Gazineo substituiu Agaciel Maia, em março último, mas sua situação ficou difícil depois de constatado que ele assinou a maior parte dos atos secretos. O servidor afirma que não participava nem da elaboração nem do encaminhamento dessas medidas sigilosas, que terminavam sendo engavetadas por Agaciel e pelo ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi. Os dois serão investigados na sindicância aberta por Sarney.

As demissões são medidas para conter a crise que atinge a Casa, mais recentemente marcada pela descoberta dos atos secretos, usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários, revelados pelo Estado.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Por Reinaldo Azevedo

FORA SARNEY!

Proteste

Sarney, o Brasil não precisa de você!

Envie agora o seu FORA SARNEY!

capa+forasarney

Ao Leitor de nosso Blog, Sr Raoni: Mas nós queremos é isto mesmo - A PRIVATIZAÇÃO.

Raoni deixou um novo comentário sobre a sua postagem
"O patife do Berzoini chama oposição de salafrária":

Se você se importa tanto com a Petrobrás, cite em seus textos que o governo fraudulento e corrupto do PSDB chefiado pelo sociólogo envergonhado,FHC, queria privatizar (como sempre) a estatal, lembra-se da história da PETROBRAX??

Se ele tivesse se mantido no poder hoje até nós iriamos ser privtizados, seríamos cobrados por empresas privadas até mesmo para RESPIRAR, enquanto o Sr. FHC e companhia estariam na FRANÇA OU NA SUIÇA...

VIVA O BRASIL,
VIVA A PETROBRÁS

VIVA LULA

VIVA DILMA PRESIDENTE



Resposta do Blog ao comentário do nosso leitor, Raoni, em relação ao post "O patife do Berzoini chama oposição de salafrária"


Raoni

Mas nós queremos é isto mesmo - A PRIVATIZAÇÃO.

Só a privatização irá salvar o patrimônio brasileiro da cobiça dos anões esquerdistas que hoje usam-na para seus enriquecimentos pessoais, fora, atividades ilícitas e imorais, como por exemplo, pagamento de FESTAS E LAMBANÇAS para a *curriola
governamental conforme já divulgado.

Queremos a LIVRE INICIATIVA, o progresso, o avanço....

Queremos que estas empresas deixem de FINACIAR com o dinheiro do povo sofrido a CANALHICE de muitos - hoje, petistas....

na visão sociopatológica que predomina na esquerda - só a 'direita' comete crime. O duplo discurso (bipolaridade política) - permite essa (im) postura, em que a culpa dos males é sempre dos outros.

Eles criticam raivosamente as ditaduras militares, exceto a ditadura militar de Cuba (eufemismo pois toda ditadura comunista é militarizada) a cujo democida devotam um descarado amor patológico.

Assim pela 'lógica neo-regressiva totalitária : ‘Quando os outros matam são assassinos, porém quando são eles próprios que matam estão ‘lutando para a libertação do povo’, em nome do povo, o sempre e respeitável e distinto povo.

NA REALIDADE ESTAMOS DIANTE DE UMA ORGANIZAÇÃO.

UMA organização QUE PODE SER CONSIDERADA societas sceleris, tipo mafiosA - que (des) governa o Brasil.

A GOVERNANÇA DO DUPLO DISCURSO (bipolaridade) – é uma nova/nueva patologia sociopolítica criminosa do século XXI, estruturada segundo o modelo societas sceleris (mafioso)

– que quando na oposição com relação à corrupção é a grande inquisidora, acusadora radical, detentora do monopólio da ética na política e defensora intransigentes da democracia, dos direitos humanos ...; porém

- no governo/poder praticam exatamente aquilo que condenavam, só que de forma sistemática e organizada; auto proclamada ética, democrática, transparente e PROGRESSISTA – é na realidade aética, totalitária, criminosa e neo-regressiva como revela o maior saque aos cofres públicos da história da República.

*curriola ( bando; corja;súcia )

Rivadavia Rosa

O risco Lula

Por Carlos Alberto Sardenberg

Com a habitual precisão, o editorial deste jornal, na sexta-feira, dizia:

“O presidente Lula é um político que não tem princípios. Tem fins.”

A análise focalizou questões éticas e políticas, mas pode ir além. Essa atitude do presidente tem impacto também na administração e na política econômica de seu governo.

O modo como o presidente desclassifica denúncias de corrupção ou de mau uso do dinheiro público levanta uma dúvida enorme sobre os gastos da Presidência da República, seus palácios, seus gabinetes, suas viagens, sua manutenção.

Se Lula acha, por exemplo, que não tem nada demais na distribuição de passagens aéreas por deputados e senadores, quais critérios utilizará quando se tratar da lista de passageiros dos aviões a serviço da Presidência?

Se ele não se escandalizou com a nomeação de parentes, amigos e correligionários no Senado, por que se escandalizaria com a mesma prática no Executivo, aí incluídas as grandes estatais?

Boa parte das despesas “presidenciais” é secreta, por supostas razões de segurança nacional. Mas há um evidente exagero aí. Está certo que não se pode divulgar o nome, o celular e o endereço dos seguranças da família do presidente, mas não haveria qualquer ameaça se fosse divulgado o valor detalhado dos gastos com isso.

Digamos, também, que seja um risco informar onde a Presidência faz suas compras, mas, de novo, não há ameaça na divulgação exata e transparente do volume de despesas com cada item.

Tome-se o exemplo da Inglaterra, onde o risco de terrorismo é obviamente muito maior do que aqui. Lá, os gastos da família real são divulgados detalhadamente e aprovados, item por item, pelo Parlamento.

Essa abertura vale inclusive para o primeiro-ministro. É assim também nos EUA, onde, aliás, há regras muito mais rigorosas sobre o que os contribuintes pagam para o presidente (e sua família) e o que ele tem de cobrir, na física. Outro dia, aliás, Obama publicou a declaração de renda dele e de sua mulher.

E como a atitude do presidente é um sinal para toda a gestão, se Lula estiver imprimindo uma gestão, digamos, mais tolerante, isso se espalha por toda a administração. Note-se: Brasília normalmente tende à mordomia. Se o presidente também a pratica e a estimula, a coisa desanda.

Já na política econômica temos uma bela ironia: a atitude de Lula de guiar-se pelos fins produziu um bom resultado. O presidente, quando na oposição, atacava ferozmente a política econômica construída nos anos FHC.

Assim como já disse que Sarney era “grileiro” e “grande ladrão”, também dizia, para ficar em um exemplo apenas, que o Banco Central (BC) estava a serviço dos banqueiros nacionais e internacionais.

Citava como “prova” a nomeação de executivos do sistema financeiro para as diretorias do BC. Quando Armínio Fraga veio de uma diretoria do fundo de investimentos de George Soros para a presidência do BC, era a raposa tomando conta do galinheiro.

Passa o tempo, Lula se elege. E quem traz para o lugar de Armínio? Um ex-presidente mundial de um banco global: Henrique Meirelles, ex-CEO do Bank of Boston. Por que Lula fez isso? Porque criaria uma enorme crise de confiança na moeda se nomeasse um dos economistas que o acompanhavam.

Em 30 de setembro de 2002, quando estava claro que Lula venceria as eleições, o dólar foi a R$ 4, os juros em reais foram para 29% ao ano - em dólares, para absurdos 35% -, a Bolsa caiu para os 8 mil pontos e o risco Brasil foi a 2.400 pontos. Puro medo do que poderia ser um governo do PT.

Foi por isso que Lula jogou fora o discurso econômico dos anos anteriores, abandonou seus economistas e jurou manter as bases da política do Real.
Deu provas disso ao montar uma equipe econômica que não devia nada ao time anterior, exagerando no BC: pôs logo um raposão, um chefão da banca internacional. Seu governo praticou a política econômica clássica com rigor extremo.

eguiu o figurino: líderes sobre os quais há desconfiança no mercado precisam ser mais realistas que o rei. Tony Blair, ao assumir o poder na Inglaterra, decretou a independência do banco central. Lula não fez isso, mas deu toda autonomia a Meirelles e, como prova de austeridade, ampliou o superávit primário. E deu certo também graças à ajuda da economia mundial, que passou a crescer forte, em toda a parte.

Pulando a história, Lula tem hoje credibilidade no mercado internacional. É visto como o melhor exemplo da esquerda responsável. Parece, porém, que isso subiu à cabeça de Lula. O presidente parece achar que, agora, pode dizer e fazer o que lhe vem à telha.

Protestos e conflitos no Irã? Bobagem, coisa de perdedor. E assim vai, recusando-se, por exemplo, a condenar ditadores. Na política internacional, isso não tem problema. Ao contrário do que pensa o próprio Lula, a posição dele não tira o sono de ninguém. Aqui dentro, porém, o fato de Lula se guiar pelos fins já causa problemas na economia.

É o caso da poupança. A lógica do Real e do processo de “desinflação” exige o fim da indexação, inclusive da poupança.
É condição para a queda dos juros até no nível internacional. Mas “mexer na poupança” é um risco político-eleitoral. A mudança proposta - e ainda não implementada - é um quebra-galho, dá para levar até uma taxa básica de juros na casa dos 8%. Mas é um atraso de política econômica.

O que levanta a desconfiança. Se Lula aderiu a essa política econômica não por convicção, mas para acalmar o mercado e evitar um colapso financeiro, por que não abandonaria essa mesma política para ganhar a eleição para Dilma?

A resposta dos analistas é a seguinte: porque voltaria a instabilidade, a inflação e tudo o mais. Mas hoje o País tem uma sólida estabilidade macro e Lula ganhou, sim, credibilidade. Isso pode ser destruído, mas leva algum tempo.
Detonar os gastos públicos, abandonar o superávit primário, forçar uma queda artificial dos juros, isso pode desestabilizar aos pouquinhos.

Quando se percebe, já era.

(O Estado de S. Paulo - 22/06/2009)


SENADO DE DESONESTOS

SENADO DE DESONESTOS

A frase mais ouvida, nos dias atuais, é: "eu não sabia", ou "a culpa não é minha".
Mas todos os *fautores dos atos ilícitos FORAM BENEFICIADOS.
Logo, são CÚMPLICES.

E basta isso. Essa história de abrir processo administrativo, sugerir medidas moralizadoras (sic) serve apenas para ganhar mais tempo, até que sobrevenha outro escândalo.

A verdade é uma só:

O SENADO ESTÁ COMPLETAMENTE TOMADO POR BANDIDOS DESONESTOS E IRRESPONSÁVEIS QUE PENSAM APENAS NOS BOLSOS DELES E DOS FAMILIARES.

O Corregedor do Senado, ROMEU TUMA, TAMBÉM PRATICOU ATOS CRIMINOSOS, ILEGAIS.

Por isso afirma que "nada há a apurar" contra o amigo Sarney.

Senador quer indenização por gastos com publicidade paga pelos cidadãos?

Indenizada pelos cidadãos?

Que absurdo!

Que roubalheira!

Que falta de vergonha!


O Congresso faz o que o Chefe Lula quer e manda.

A popozuda idem.

Brasil de poderes podres.

O povo que relaxe e goze.

Por Claudio Josino
*fautor (ô)

adj.
1. Que favorece, promove ou determina.
s. m.
2. Aquele que promove ou fomenta.

Fem.: fautriz.

Cúmplice da bandalheira e da impunidade


"Não consigo entender porque a predileção pela desgraça. Há tanta coisa boa no cotidiano do povo brasileiro, mas o que está estampado é a desgraça", afirma Lula.

A lista negra - Blog do Coronel

Segundo o Estado de São Paulo, estes são os senadores que meteram a mão em dinheiro público, assim como fazem os ladrões e os assaltantes para não serem descobertos: secretamente...

Senadores beneficiados por atos secretos:
  • Aldemir Santana (DEM-DF)
  • Antonio Carlos Júnior (DEM-BA)
  • Augusto Botelho (PT-RR)
  • Cristovam Buarque (PDT-DF)
  • Delcídio Amaral (PT-MS)
  • Demóstenes Torres (DEM-GO)
  • Edison Lobão (PMDB-MA)
  • Efraim Moraes (DEM-PB)
  • Epitácio Cafeteira (PTB-MA)
  • Fernando Collor (PTB-AL)
  • Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
  • Gilvam Borges (PMDB-AP)
  • Hélio Costa (PMDB-MG) licenciado (ministro)
  • João Tenório (PSDB-AL)
  • José Sarney (PMDB-AP)
  • Lobão Filho (PMDB-MA)
  • Lúcia Vania (PSDB-GO)
  • Magno Malta (PR-ES)
  • Marcelo Crivella (PRB-RJ)
  • Maria do Carmo (DEM-SE)
  • Papaléo Paes (PSDB-AP)
  • Pedro Simon (PMDB-RS)
  • Renan Calheiros (PMDB-AL)
  • Roseana Sarney (PMDB-MA) renunciou para assumir o governo do MA
  • Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
  • Serys Slhessarenko (PT-MT)
  • Valdir Raupp (PMDB-RO)licenciado (ministro)
  • Wellington Salgado (PMDB-MG)

Senadores que assinaram atos secretos quando integravam a Mesa Diretora da Casa:

  • Antonio C. Valadares (PSB-SE)
  • César Borges (PR-BA)
  • Eduardo Suplicy (PT-SP)
  • Garibaldi Alves (PMDB-RN)
  • Heráclito Fortes (DEM-PI)
  • Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
  • Paulo Paim (PT-RS)
  • Romeu Tuma (PTB-SP)
  • Tião Viana (PT-AC)
  • Aqui.

350 servidores do Senado têm salário maior que STF


Pagamento acima de R$ 24.500 se baseia em parecer posterior ao teto constitucional

Funcionários engordam vencimentos ao participar de função comissionada e de comissões, cujo adicional é tratado como indenização

O relatório da comissão de sindicância ligada à primeira secretaria do Senado deve ser divulgado nesta terça-feira. O material será repassado aos integrantes da Mesa Diretora.

A reunião está prevista para o final da tarde e deve decidir ainda o futuro do diretor-geral Alexandre Gazineo.

Senadores pressionam para que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), demita Gazineo como resposta à crise que atinge a imagem da instituição.

Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", desde 1995, pelo menos 37 senadores e 25 ex-senadores figuram como beneficiários ou signatários de atos secretos do Senado. A reportagem informa ainda que frequentam a relação políticos filiados a nove legendas: PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR.