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domingo, 8 de junho de 2008

Onde estão os meus direitos?

Uma coisa me chamou a atenção na última "Parada Gay" na cidade de São Paulo foi o grito por "direitos Iguais". Isso me despertou para ver como andam os meus próprios direitos no Brasil.

Levando-se em consideração que sou homem, brasileiro, 32 anos, sem deficiência física, branco, classe média e heterossexual, comecei a me preocupar com a escassez de direitos dirigidos a minha pessoa.


Como sou homem, se esvaem pelas mãos os direitos próprios da mulher. A coisa estranha é que a isonomia nesses casos iguala as mulheres em todas as coisas, menos nas que os homens seriam beneficiados com a "igualdade". Tudo bem. Abrimos mão de tudo pela fragilidade feminina. Elas merecem e nós até sorrimos!]


Não sou estrangeiro, por isso não possuo alguns direitos dentro do meu próprio país que eles possuem. Um protecionismo internacional que só vejo precedente nos Estados Unidos. Lá eu tenho mais direitos que aqui: Soy latino!


Minha idade é uma lástima. Não tenho direito às leis de proteção à infância e adolescência nem à juventude. Mas também ainda não cheguei à boa idade e me escapam os direitos dos idosos. Também não tem problemas. Amamos as cãs e mesmo que não houvesse leis específicas creio que todos nós cederíamos os primeiros lugares nas filas para eles (e as grávidas, mães de colo e deficientes sem problema nenhum).


E por falar em deficientes, eu não tenho deficiência física (à parte da minha feiúra) e, embora assine em baixo as leis de proteção aos deficientes, temos o exemplo máximo de um dedinho que não permite o homem ser torneiro mecânico, mas o habilita a ser Presidente da República. Esse nosso país...


Sou branco. E por mais que espere o verão para "pegar uma corzinha" não se reserva cotas específicas aos bronzeados artificialmente. Por vezes me sinto discriminado com essas coisas.


Como pertencente à classe média, a coisa é muito esquisita. Não sou apto para ser beneficiado por nenhum dos projetos paternalistas do Governo, ao passo que não tenho recursos para não me preocupar com a situação financeira - tenho esposa e dois filhos para cuidar.


Mas o grito gay para mim foi o mais interessante. Assustador, até!


O que significa "direitos iguais"?


Primeiro, eles querem ser tratados como um sexo - mas não são.


Querem ser tratados como uma raça - mas não são também.


Mais ainda, querem ter todo o direito de liberdade de expressão (mesmo que invadindo preceitos de retidão e caráter), mas lutam para que alguém como eu - notadamente minoria - não tenha sequer a possibilidade de criticá-los (PL 122).

Quanta incoerência!

por Samuel Vitalino

Leia mais aqui.

O crime vai domando o Brasil

No dia 1º de dezembro de 2005, por 293 votos contra 192, o então deputado federal Zé Dirceu (PT-SP) foi cassado pela Câmara dos Deputados. Ele está indiciado por formação de quadrilha e outros crimes, no STF. O ex-deputado foi todo poderoso ministro da Casa Civil, na gestão petista. Fazia e acontecia.

Como “quem é rei nunca perde a majestade”, comenta-se que sua ex-excelência continua a ser uma das figuras mais influentes do atual “governo”: manda e desmanda. Sabe muito a respeito do chefe e seria altamente inconveniente contrariá-lo.

Em janeiro de 95, dez anos e meses antes da cassação de Dirceu, o Congresso Nacional anistiou o então senador Humberto Lucena (PMDB-PB), por improbidade administrativa. Ele havia sido cassado pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral -, pois mandara confeccionar material de propaganda eleitoral pessoal na Gráfica do Senado.
A administração pública brasileira, desde que Cabral por aqui pôs os pés, tem sido pautada pela troca de favores e influência, pelo massacre dos mais pobres e pela eterna impunidade das classes dominantes.

A vinda de D. João VI, O Imundo (1808), só fez consolidar o cenário.
O Imperador (1821-31), Pedro I, cheio de amantes e filhos bastardos, sustentados alegremente pelas arcas da viúva, deu seqüência a uma prática que continuou pela República até os nossos dias.


É só verificar a impunidade acertada no acordo que sepultou a CPI dos Cartões Corporativos. O ex-presidente FHC (1995-2003), que gastou milhares e milhares de reais do dinheiro público para sustentar seu filho com a jornalista Mirian Dutra, e outro que teve com a cozinheira do senador Ney Suassuna (PMDB-PB), que o diga.

Nada será apurado e só resta ao contribuinte continuar a financiar os prazeres de algozes milenares. Basta ver o filho “empresário” (Fábio Luiz Inácio da Silva, o Lulinha), do presidente Don Luiz Inácio (PT-SP). Até conta de internet daquele exemplar homem de negócios o cartão corporativo pagou.

Agora, a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro tomou providências imediatas e extremas para liberar um de seus deputados, Álvaro Lins, preso em flagrante pela Polícia Federal (e acusado pela prática de vários crimes).

Em setembro do ano passado, o delegado Alexandre Neto, hoje licenciado da Divisão Anti-Seqüestro, sofreu atentado em que levou nove tiros, mas milagrosamente escapou.

Ele elaborou dossiê em que detalha com minúcias as ações criminosas de Álvaro Lins, mas de nada adiantou e o deputado goza de imunidade, só podendo ser preso em flagrante (como o foi), fato que a AL do Rio de Janeiro cuidou logo de remendar.

Como se verifica, ninguém é preso e as condições dos atuais presídios também não recomendam punição desse tipo. Todos os dias somos bombardeados pelo noticiário dos meios de comunicação, mostrando que o país está livre para se praticar todos os crimes, sem qualquer risco a quem os pratica. Perigoso mesmo é denunciar.

O chamado “Estado Democrático de Direito” no Brasil é muito bom.
É certo que, por enquanto, ainda não existe segurança para quem trabalha, paga seus impostos e elege os ditos representantes, mas, não resta dúvida, tudo tende a melhorar. É questão de ter paciência e aguardar, dizem os manda-chuvas. Nada se faz do dia para a noite.

Temos tido presidentes acusados de todos os desvios e desmandos, mas ninguém é responsabilizado. O Estado Brasileiro é constituído por quadrilhas perigosíssimas e bandidos de alta periculosidade.
Caminhamos para generalizado descontrole.
Márcio Accioly

O entusiasmo pelo presidente que fora operário começou a arrefecer


Lula na Itália, o mesmo que nada

Quando Lula venceu as eleições para seu primeiro mandato, os comunistóides italianos ficaram todos animadinhos.

Lula faria isso, faria aquilo, arrumaria os pobres, terminaria com as favelas, daria segurança, seria um verdadeiro socialista no governo de um grande país.

O tempo foi passando e as coisas ficando como estavam, a única coisa que aumentava era a corrupção, solta e sem medidas.

Os jornais começaram a noticiar o que realmente acontecia no Brasil, e o entusiasmo pelo presidente que fora operário começou a arrefecer.

Nessa sábado (31) ele chegou a Roma para reunião da FAO (Food and Agriculture Organization – órgão da ONU).

Mas nada foi publicado no segundo principal jornal italiano, La Repubblica.

Um diário brasileiro noticiou que o presidente Lula concedera uma entrevista coletiva na embaixada, também até essa segunda feira está tudo em branco.

No domingo em uma matéria sobre ao FAO, Lula aparece juntamente com Chávez, Kirchner, Sarkozy e Zapatero.

A principal figura da reportagem ficou com o facinoroso presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad e sua questão com a Santa Sé.

Na entrevista Lula teria dito:

"Acho que só tende a melhorar a relação Brasil e Itália. Eu trabalho com a convicção de que essa perseguição aos imigrantes que está acontecendo hoje na Europa - e também aqui na Itália - de que ela não aconteça com brasileiros.

Toda vez que alguém quiser perseguir um brasileiro, tem que lembrar que o Brasil age com coração de mãe. Aquele país recebeu muito bem os italianos, os espanhóis, os portugueses, os japoneses, os chineses, os coreanos, os paraguaios, os bolivianos, os alemães."


Pra dar um real exemplo da importância dessa viagem, vale dizer que o premier italiano Silvio Berlusconi nem ia recebê-lo.

Por Giulio Sanmartini
PROSA & POLÍTICA

A sem-vergonhice da canalha acastelada.
Cretinos!

QUE VERGONHA - RIVADAVIA ROSA

'ELES' não têm vergonha – tentam controlar a mídia para que ninguém pense, se manifeste ou se expresse diferente deles – ou seja, eliminar a expressão dissidente; promovem a barbárie a pretexto de reivindicações sociais – dizem que são democratas;

ACUSAR os outros de serem violentos para encobrir sua própria torpeza, vilania e violência – dizem que são democratas, segundo o catecismo do bolchevismo totalitário:

“Acuse os outros de fazer o que você está fazendo”. Wladmir Illich Ulianov Lênin (1870-1924)

DIZEM que as reformas são para beneficiar o povo – mas são contra a reforma política ...

DIZEM ser de esquerda – defensores dos direitos humanos, preocupados com a integridade física das pessoas – mas não se opõem à barbárie que assola o País, defendem restrições
à ‘renovação’ da concessão de canais de televisão, condenam sumariamente qualquer um que seja contra à elite sindical que governa o País.

AUTODENOMINAM-SE - éticos democráticos e transparentes - mas promovem a maior corrupção de dimensão tsunâmica e degradação das instituições com o objetivo de corroer a base moral da atual e futura geração.

DEFENDEM AS MINORIAS – a não discriminação dos povos indígenas, dos negros, seus usos e costumes e crenças – mas PROMOVEM a idéia de um socialismo que já se revelou excludente.

E OS QUE OS CONTRARIAM - singelamente afirmam:
Na falta de argumentos, ataquemos a pessoa. Típico. Procure no dicionário Ad hominem. Se é que o senhor tem algo para ler em casa, claro.

ENFIM - SERÁ QUE UM POUQUINHO DE VERGONHA NA CARA - na faria bem para tua saúde mental.

Não esqueças: SOMENTE 'A VERDADE O SALVARÁ'.

por Rivadávia Rosa

VENEZUELA - "Ley de Inteligencia instala un Estado policial en el país"

O socialismo del siglo XXI, eufemismo para neocomunismo, mostra sua cara na Venezuela.

NA REPÚBLICA BOLIVARIANA DA VENEZUELAtemos o exemplo mais avançado do ‘novo socialismo’ o auto proclamado governo dos pobres criou uma nova ‘oligarquia’, a ‘elite sindical’, a ‘boliburguesia que enriquece sem trabalhar - em contradição aos próprios princípios revolucionários autoproclamados (socialismo del siglo XXI) , ONDE OS NOVOS RICOS NÃO TEM COMO SIMULAR a súbita riqueza mal havida, traduzida em camionetas de último modelo, propriedade de luxo compradas à vista (nada a ver com dólar na cueca ou em malas, mensalões ...), trajes e relógios caríssimos, almoço nos melhores restaurantes, regados a whisky e bebidas finas ...

O ‘modelo militarista neocomunista auto denominado ‘Nuevo Socialismo del Siglo XXI, agora sob a nova direção/inspiração do Foro de São Paulo, mantido sob o ‘silêncio obsequioso e criminoso’ da mídia e pelos comandantes dissimulados no ‘nada sei’ – para conter a oposição, eventuais dissidências do pensamento único – impôs com base na ‘ley habilitante’ aprovada pela Asemblea Nacional onde detém a maioria absoluta em razão da abstenção do ‘mais esclarecidos’ - a Ley del Sistema Nacional de Inteligencia y Contrainteligencia – que possibilitará o CONTROLE TOTAL DA SOCIEDADE VENEZUELANA.

O SISTEMA POLÍTICO segue estupidificado num estado de crise permanente. O presidencialismo autoritário asfixia a democracia e anula a divisão de poderes; os partidos são fracos, constituindo-se em grupos e facções com fins meramente eleitorais para obtenção de prebendas e migalhas do poder.

O TOTALITARISMO - que muitos confundem com regimes tirânico, autoritário ou ditatorial, somente se esclarece à luz do seu avanço e na inversão que ele inflige no imaginário da democracia (através de técnicas gramscistas de domínio das mentes).

No Brasil - paradoxalmente vem-se instituindo, insidiosamente pelas sucessivas tentativas de abolição da pluralidade, pela divisão e conflito de classes (ricosxpobresxelites brancas), pela promessa/esperança de um mundo social igualitário (outro mundo possível).

Nele o Estado-SINDICATO- partido, no poder vem tentando prescrever o que deve ser a sociedade, ocupando o lugar da sociedade civil (sempre em nome do povo), enquadrar a imprensa que não comunga com seus ideais, enfraquecendo as corporações, destruindo as classes, a serem erigidas a uma só nomenklatura sindical (dos ‘escolhidos’).

"Ley de Inteligencia instala un Estado policial en el país"

Expertos aseguran que el texto legal promueve el abuso y la persecución

POR MARÍA DANIELA ESPINOZA

A juzgar por activistas de derechos humanos y expertos en seguridad, lo único claro entre tanta "ambigüedad" contenida en la recién promulgada Ley del Sistema Nacional de Inteligencia y Contrainteligencia, es que promueve la arbitrariedad, la persecución y el espionaje, e implementa un "Estado policial" en el país.

"Viola la Carta Magna" al menoscabar los derechos fundamentales.

EL UNIVERSAL

por RIVADAVIA ROSA

Brasileiro levou VarigLog sem gastar

Toda a guerra de pressões políticas e lobbies na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) começou com um negócio nebuloso: a formação da sociedade entre estrangeiros e brasileiros para comprar a empresa de cargas VarigLog, entre 2005 e 2006.

Segundo a Justiça paulista, o negócio foi arquitetado para burlar a legislação brasileira, que proíbe estrangeiros de serem donos de mais de 20% do capital votante de uma companhia aérea.

O que vem a público agora é que os três sócios brasileiros que aparecem como controladores da VarigLog, com 80% do capital votante, não desembolsaram um real para comprar a empresa.

A parte deles foi comprada com dinheiro emprestado, numa operação financeira costurada pelo sócio estrangeiro, o fundo de investimentos americano Matlin Patterson.

O sócio do fundo, Lap Chan, nascido na China e criado no Brasil, contou ao Estado, há três meses, que ele mesmo procurou um banco para emprestar o dinheiro aos brasileiros para que eles comprassem a VarigLog.

Marco Antônio Audi, Marcos Haftel e Luiz Eduardo Gallo receberam um empréstimo de US$ 1 milhão cada um.

"Consegui um empréstimo para eles no banco JP Morgan", contou Lap.

A garantia dada ao empréstimo foram ações da Volo Brasil - empresa criada pelos brasileiros para comprar a VarigLog. Uma vez formado o grupo, foi travada uma feroz batalha jurídica e política para aprovar a composição acionária na Anac.

Segundo a ex-diretora da agência, Denise Abreu, o jogo de pressões envolveu o escritório do advogado Roberto Teixeira e a Casa Civil. A aprovação permitiu que a VarigLog pudesse comprar a Varig.

por Mariana Barbosa e Ricardo Grinbaum
Estadão e Midiacon

A Anac enviou comunicado VarigLog, dia 30.05, informando que o controle acionário não poderá permanecer com o fundo de investimentos americano Matlin Patterson.

Por decisão judicial, a VarigLog é controlada pelo grupo estrangeiro, o que não é permitido pela lei brasileira.

E agora, José?

350 ONGs na Amazônia - 0 ONGs para vítimas da seca

Você consegue entender isso?

Veja, abaixo, a tabela da vergonha:

por Nemézio Nelman Albuquerque


Tabela

Vítimas da seca

Índios da Amazônia

Quantos?

10 milhões

230 mil

Sujeitos à fome?

Sim

Não

Passam sede?

Sim

Não

Subnutrição

Sim

Não

ONGs estrangeiras ajudando

Nenhuma

350


A explicação para este absurdo:

A Amazônia tem: ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso não há ONGs estrangeiras, lá ajudando os famintos.

Enquanto isso, uma ONG estrangeira (principalmente do EUA) está gastando milhões de dólares para salvar o mico leão dourado.

Tente entender:

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civís, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?

Ao entrar na página de uma ONG indigenista ,da qual não citaremos o nome, uma das primeiras coisas que se vê é o emblema da União Européia, que investe milhões de dólares na demarcação de reservas indígenas no Brasil.

Por quê?

Quando há tantos problemas de maior gravidade: terremotos em El Salvador e na Índia, a catástrofe em que vive a África, a seca no nordeste, a epidemia de AIDS, etc.

E eles gastam milhões para demarcar reservas indígenas?? E que já são exageradamente grandes?

Por quê?

Para entender isso basta ler a frase abaixo:

'É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines para o desfrute pelas grandes civilizações européias.' (Conselho Mundial de Igrejas Cristãs , sediado na Europa,1992)


ACORDO PARA UNIFICAR PROJETOS TRIBUTÁRIOS


NÃO À CPMF DE NOVO!

CPMF É INCONSTITUCONAL ALÉM DE SER CASCATA DE COBRANÇAS!

1 - É CONFISCO - FERE O ART.150-IV DA CONST.


2 - EXPROPRIA OS QUE NÃO TEM PODER ECONÔMICO - FERE O ART 145-PAR.1 DA CONST.


3 - INCIDE SOBRE CHS P/IMPÓSTOS - FERE ART 150.VI-a


4 - FERE ART 150-VI-d por incidir sobre livros e jornais

5 - FERE ART 150.VI-b e c - por incidir sobre bens de escolas e entidades de culto


PROPONHO UM ACORDO DE TODOS OS NÍVEIS POLÍTICOS E SOCIAIS PARA OS TRIBUTOS


Leiam no link o projeto do Grupo que coordeno e que teve colaborações de Roberto Campos, Jefrey Sachs, A.Delfin Neto, Dilson Funaro, Mário Henrique Simonsen onde propomos regulamentar o parágrafo primeiro do art.145 da Constituição.


Já publicamos como SOLUÇÃO?

IMPOSTO UNIFICADO
Leia aqui.




NADA HAVIA MUDADO!


Há algum tempo , li um romance de Gabriel Garcia Marquez, que infelizmente esqueci o titulo, mas que ilustra perfeitamente bem a situação psíquica em que vive o povo brasileiro nesta terrinha

No romance, o ditador de uma republiqueta de banana morre repentinamente. Com medo de que o povo rebele-se diante da promessa de liberdade, a corte de seus assessores contrata um sósia de última hora.

Enquanto estavam instruindo o farsante substituto , eles se lembraram de que todo final da tarde, como preconizava a tradição regional política, o ditador costumava aparecer na varanda do castelo e saudar o povo.

Diante disto, aterrorizados, sem ainda terem tido tempo suficiente para preparar o ator ,eles perceberam que uma vaca, por acaso, sem que ninguém soubesse como, havia entrado no palácio e estava sentada confortavelmente na varanda, no horario exato da saudação ao povo.

Desesperados , ele tentavam retirar a vaca, quando perceberam....

Quando perceberam....QUE NADA HAVIA MUDADO!

O povo continua a passar do mesmo jeito. Os homens retiravam o chapéu, mecanicamente; as mulheres abaixam a cabeça, gitavam hurra, e se iam.

Ninguém olhava para a varanda.

Pouco importava ao povo quem estaria lá, se um homem, uma vaca, um rato, pq este povo havia perdido totalmente a esperança...

O povo não fora dominado, fora destruído.

E ao destruir o povo, também não havia mais nenhum ditador.

NÃO HAVIA mais NADA!

enviada por gracias a la vida

sábado, 7 de junho de 2008

Ninguém merece...!

Coisa mais jeca!

Diogo Mainardi: Portas escancaradas

"A Varig tinha um buraco de 7,9 bilhões de reais.

Alguns dos maiores escritórios de advocacia do
Brasil responderam que a própria Varig teria de
arcar com a dívida. Os empresários reunidos em
torno de Roberto Teixeira sentiram-se amparados
para apostar no contrário. Teixeira tinha o poder de
escancarar as portas do governo. Ele fazia chover"

"Olhe Lula. Ele comemora a compra da Varig pela Gol. Olhe os donos da Gol. Eles também comemoram. Olhe essa figura de terno cinza. Quem é ele? Roberto Teixeira? O representante da Varig é Roberto Teixeira? Lula aceita ser visto ao seu lado, sem o menor constrangimento?"

Fiz esse comentário numa coluna do ano passado. A figura de terno cinza, Roberto Teixeira, acabou me processando. Eu sou o homem dos processos. Falo mais com a Dra. Wardi, minha advogada, do que com minha mulher. Nesta semana, os desembargadores do Rio de Janeiro julgaram outro processo contra mim: o de Franklin Martins. Ele perdeu. Eu ganhei. Por unanimidade: 3 a 0.

Dez anos atrás, um relatório do Conselho de Ética do PT acusou Roberto Teixeira de fazer negócios nebulosos com prefeituras petistas, abusando "de sua amizade com Lula". Na última quarta-feira, Denise Abreu mostrou que nada mudou de lá para cá. De acordo com ela, Dilma Rousseff pressionou a Anac a fim de facilitar a compra da Varig pelos empresários representados por Roberto Teixeira.

Outros membros da Anac confirmaram seu relato. Leur Lomanto declarou: "Os advogados da Varig informavam algo ao Palácio do Planalto, mas a realidade era outra". Quais eram esses advogados com acesso direto ao Palácio do Planalto? Roberto Teixeira e sua filha Valeska.

Quando foi leiloada, a Varig tinha um buraco de 7,9 bilhões de reais. A pergunta era: quem herdaria o passivo? Alguns dos maiores escritórios de advocacia do Brasil foram consultados sobre o assunto e responderam que a própria Varig teria de arcar com a dívida. Só os empresários reunidos em torno de Roberto Teixeira se sentiram suficientemente amparados para apostar no contrário.

Um deles, Marco Antonio Audi, afirmou que Roberto Teixeira tinha o poder de escancarar as portas do governo. Mais do que isso: ele fazia chover. Os maiores credores da Varig eram estatais, como a Infraero e o INSS.

Roberto Teixeira, segundo Marco Antonio Audi, simplesmente escancarou as portas dos gabinetes dos ministros encarregados dessas áreas, conduzindo-o ao encontro de Waldir Pires, da Defesa, e de Luiz Marinho, do Trabalho.

Em julho de 2006, os empresários representados por Roberto Teixeira finalmente con-seguiram arrematar a Varig. Pelo preço mínimo. Lula os recebeu no dia seguinte, escancarando as portas do Palácio do Planalto, sem o menor constrangimento. Roberto Teixeira compareceu com as duas filhas, Larissa e Valeska, e com o genro, Cristiano.

Ele fez chover? Que sei lá eu. Só sei que, algumas semanas depois, seria dada a largada da campanha presidencial. E, nessas horas, é sempre bom ter gente cheia de dinheiro por perto, comemorando o fechamento de um negócio.

Aqui, na Veja.

República dos canalhas!!

Compadre de Lula, Roberto Teixeira: acusado de ter feito tráfico de influência

As acusações contra Teixeira

Nas negociações que envolveram a Varig e a VarigLog, Roberto Teixeira teria tido atuação muito mais destacada que a de advogados comuns. Além de cuidar de processos jurídicos, ele teria tratado de assuntos relativos às empresas com pelo menos quatro ministros e apresentado seus clientes a três deles

Fotos Sergio Lima/Folha Imagem e André Dusek/AE
Dilma Rousseff,
ministra da Casa Civil
O advogado e os sócios brasileiros da VarigLog relataram a ela os obstáculos postos pela Anac para que eles operassem a companhia
Nelson Jobim,
ministro da Defesa
O ministro contou a executivos do setor aéreo que Teixeira pediu a ele que interferisse nas disputas societárias da VarigLog
Luiz Marinho,
ex-ministro do Trabalho
Teixeira orientou seus clientes a convencê-lo de que a compra da Varig evitaria que milhares de aeroviários perdessem o emprego
Waldir Pires,
ex-ministro da Defesa
Em uma visita de cortesia, Teixeira e os donos da VarigLog apresentaram seu plano de negócios para a companhia

Como o caso abalroou o governo

Compadre de Lula, Roberto Teixeira pode ter extrapolado em sua função de advogado no caso Varig. Ele é acusado de ter feito tráfico de influência

25 de janeiro de 2006
À beira da falência, a Varig vende sua subsidiária de transporte de carga, a VarigLog, ao fundo americano Matlin Patterson e a seus sócios brasileiros por 48 milhões de dólares

24 de junho de 2006
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprova a venda da VarigLog. A empresa dá um prêmio de 750 000 dólares a Teixeira, a quem atribui o sucesso da operação

20 de julho de 2006
Assessorada por Teixeira, a VarigLog compra a Varig por 24 milhões de dólares. Fica com as rotas da companhia, mas não herda suas dívidas bilionárias

28 de março de 2007
Teixeira e o fundo Matlin Patterson planejam a venda da Varig para a Gol por 320 milhões de dólares. A TAM queria comprar o mesmo ativo por 738 milhões de dólares. Foi preterida

4 de abril de 2007
A Casa Civil é acusada de pressionar diretores da Anac a aprovar a legalização da VarigLog apesar de a maioria de seu capital ser estrangeiro

Monalisa Lins/AE

Dedicatória – "Para o amigo Marco Audi, um abraço do Lula"

A pergunta de 418 milhões de dólares

Por que a proposta de 738 milhões da TAM pela Varig

foi recusada e a de 320 milhões da Gol foi aceita?

por Felipe Patury e Fábio Portela
Dedicatória – "Para o amigo Marco Audi, um abraço do Lula"


(1) Larissa, filha de Roberto Teixeira; (2) Cristiano Martins, genro de Teixeira; (3) o chinês Lap Chan, do fundo Matlin Patterson; (4) Valeska, filha de Teixeira; (5) Marco Audi, da VarigLog; (6) Lula; (7) Guilherme Laager, então presidente da Varig; (8) Eduardo Gallo, da VarigLog; (9) Santiago Born, do Matlin Patterson; (10) Roberto Teixeira

De todas as indagações sobre as circunstâncias que cercaram a venda da Varig para a Gol, uma parece ser a de resposta mais difícil. Por que, tendo uma oferta de 1,2 bilhão de dólares pela companhia feita pela TAM, a VarigLog, então dona da Varig, optou por uma proposta de 320 milhões de dólares?

ela simples aritmética, essa resposta vale 900 milhões de dólares. A suspeita, no entanto, é a de que a busca dessa explicação pode trazer à tona fatos desabonadores para altas autoridades do governo Lula e para o próprio presidente, cujo nome foi usado por interessados no negócio – em especial por aqueles que conseguiram que a venda fosse feita ao comprador que oferecia menos.

O documento cujo trecho ilustra a página ao lado mostra que a TAM chegou a oficializar por escrito sua proposta em que aceita a avaliação inicial de 1,2 bilhão de dólares. A proposta andou. Foram feitas as diligências financeiras próprias desse tipo de negociação e a TAM decidiu que, para prosseguir, estaria disposta a desembolsar 738 milhões de dólares para se tornar dona da tradicional marca Varig e de seu patrimônio.

Pela simples aritmética, a diferença inicial de 900 milhões de dólares cai para 418 milhões. Mas isso não muda em nada o valor da resposta sobre por que a pior oferta foi a vencedora.


Por quê? Uma reportagem do jornal Estado de S. Paulo, publicada na última quarta-feira, começou a responder à pergunta de 418 milhões de dólares e a outras que cercam a operação, mas o enigma não terá solução satisfatória sem que se abram investigações sobre as circunstâncias da transação.

O que existe são versões. A primeira é a de Marco Antonio Audi, líder dos três empresários brasileiros proprietários da VarigLog, empresa então dona da Varig. Ele contou ao jornal paulista que foi pressionado a fechar o negócio pela pior oferta por seu sócio estrangeiro na empreitada, um chinês chamado Lap Chan, representante do fundo americano de investimento Matlin Patterson.

Até aqui se tem apenas uma confusão empresarial difícil de entender e chata de ler até mesmo em páginas especializadas em negócios. Ocorre que, como em quase todos os países do mundo, no Brasil as transações envolvendo empresas aéreas só deslancham quando elas recebem sinal verde de órgãos do governo e da agência reguladora da atividade, no caso a Anac – Agência Nacional de Aviação Civil.

A tendência natural e esperada dos empresários nesses casos é procurar advogados com experiência e "trânsito" no governo e na agência reguladora. Audi diz que fez uma pesquisa de mercado e decidiu-se pelo nome do advogado paulista Roberto Teixeira, que vem a ser um amigo de trinta anos e compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesse ponto, o que parecia ser apenas uma história de um negócio privado nebuloso começa a ter, segundo os relatos publicados pelo Estado de S. Paulo, as feições de uma transação mais complexa, com tentáculos públicos, um daqueles casos típicos de Brasília que envolvem favores e empurrões oficiais vindos de cima em troca de não se sabe bem o quê.



José Cruz/ABR

Teixeira, ao centro, no elevador do Planalto com os donos da Gol, Nenê Constantino (à esq.) e Constantino Junior: sem escalas para a sala de Lula



Memorando no qual a TAM admite comprar a Varig por 1,2 bilhão de dólares.

No fim da negociação, a TAM se propôs a pagar 738 milhões de dólares pela companhia. Surpreendentemente, a Gol levou a Varig pela metade do preço
Leia mais na Revista Veja

sexta-feira, 6 de junho de 2008

SUPER CARGA TRIBUTÁRIA

A super carga tributária é a mãe e o pai de toda a corrupção.

Folha de São Paulo" de 29.04.08: pesquisa do IBPT diz: "brasileiro trabalha metade da vida para o Fisco".

O articulista afirma que isso é meia verdade, pois esconde os escândalos das esquerdas que mandam no país desde 1985.
Ele informa que não existe o brasileiro genérico.


Nos impostos, o brasileiro ou é beneficiário ou é pagador de impostos.

Os pagadores são aqueles que produzem, isto é, as empresas e seus empregados, mais os autônomos e profissionais liberais.

Os recebedores são os banqueiros, os aplicadores nos títulos da dívida pública, o grande número de escandalosamente anistiados, todos os funcionários públicos, os indevidamente aposentados, os beneficiários de bolsas-esmola, os donos de ONGS, sindicatos, partidos políticos, fornecedores do governo, despachantes, advogados, contadores e outros corruptos e criminosos que se aproveitam dessa situação de estado todopoderso.

Adicionando todos esses custos, veremos que é muito mais o que é pago pelos que produzem.

Não é, portanto, metade da vida do contribuinte gasta para pagar ao Fisco.

É uma parcela muito maior que clama aos céus.

Não há tribunais para reparação.

Diz o senhor Nivaldo que será preciso refundar a Nação.

Temos que libertar dos grilhões tributários todos aqueles que produzem a riqueza do país. De novo é preciso libertar o povo da escravidão do Faraó.

Não adianta o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário divulgar esses números sem qualificá-los, sem mostrar que há uma minoria que moureja de sol a sol para bancar a vida boa de um magote de vagabundos sócios do Erário.

A super carga tributária é a mãe e o pai de toda a corrupção.

Propomos com o senhor José Nivaldo Cordeiro refundar a Nação.

Propomos libertar quem produz dos grilhões do Estado Escravocrata Bolchevista mediante regulamentação do parágrafo primeiro do artigo 145 da Constituição Federal e mais a terceirização de todos os serviços hoje burocratizados, de modo que os Tributos vão ser realmente pagos por quem mais consome, ou tem maior poder econômico.

Nossa proposta envolve um sistema de repasse dos pagadores aos produtos e uma isenção total para os que faturam menos de 100 salários mínimos por mês.

José Nivaldo Cordeiro em Mídia Sem Máscara