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domingo, 1 de junho de 2008

RESPOSTA AO SOCIALISTA


SOCIALISTA ESCREVEU:

Você se refere ao "perfeito idiota latino americano" como se ele é criasse todas as mazelas, misérias e gravidade das altas perversões sociais que o afligem. Quem dera ele tivesse este poder! Como se o "terceiro mundismo" fosse o autor e mantenedor das misérias que o afligem!

Como se ele não fosse assolado por desestabilizações, barreiras alfandegárias, desmoronamento de sua infraestrutura básica, da saúde e da educação apenas para destruir as sociedades desenvolvidas!

Como se a corrupção que o assola fosse originada da vontade do perfeito idiota terceiro mundista apenas pelo prazer de destruir as nações desenvolvidas!

E que nações desenvolvidas... todas elas em seu histórico trazem a nódoa indelével da exploração e violência contra estes mesmo Terceiro Mundo!

RESPOSTA RIVADAVIA ROSA

POIS É. SÃO OS FATOS. Juro que sou inocente.

O RESULTADO: -transformação da democracia em lenocínio eleitoreiro; - modo de governar de estilo mafioso;

- defesa/assimilação dos delitos de fraude e corrupção eleitoral, como simples erros;

- conformação de atos de violência e barbárie

– assaltos, roubos aos cofres públicos, corrupção tsunâmica, invasões de propriedades privadas, de prédios públicos, saques, bloqueios de vias públicas, similares a atos de terrorismo contra a população civil, próprios de países excluídos da ordem civilizada, em conduta supostamente permitida pela Constituição ou singelamente erigidas a bronca;

-limitação da competitividaDE econômica pela insegurança jurídica com o próprio Poder Judiciário inerte diante da violação das normas legais

– velando num silêncio obsequioso e resignado o gradativo fim do Estado de Direito, motivado quer pelo medo à (des) ordem imposta pelo relativismo (a) (i) moral e jurídico, quer pela permissividade equivocada ou pela sedução da barbárie;

- defesa da ética, sem antes a exigir de si mesmo; - POLÍCIA sempre criticada, mesmo quando age dentro da lei e no estrito cumprimento do dever legal e o próprio Estado

– detentor ‘do monopólio legitimo do uso da força’ – como manda a Constituição e as leis do País – permanece como observador desinteressado, em ‘soberba leniência’ quando não pela falsificação pelo rito carnavalesco impulsionado por medidas histéricas de marketing, enquanto a violência e a criminalidade se desenvolvem impunemente, com extrema desfaçatez no dia a dia da população honesta, trabalhadora e ordeira, ocasionando o temor, o tremor e o terror no cidadão indefeso, excluído dos seus direitos fundamentais, humanos inclusive, e mesmo assim, a defesa da ordem pública continua ausente das políticas públicas;

- o caos vai se impondo insidiosamente, corroendo os princípios e valores da civilização ocidental e das instituições, enveredando para uma anarquia institucional em marcha acelerada para a imposição de uma ‘nova ordem embalada em sonho utópico delirante’; e

- os bárbaros continuam dissimulando a realidade, declarando fervoroso amor e chorando pela humanidade nos foros da vida, numa linguagem auto intitulada ‘politicamente correta’, cujo limite será reação da grande maioria silenciosa da Nação.

O QUE SE VERIFICA – em nosso rincão – apesar de seu imenso potencial em termos de riquezas e recursos naturais renováveis – é que paradoxalmente - continua amarrado-entravado aos flagelos da pobreza, exclusão/desigualdade social iníquas, decorrentes da corrupção, da ineficiência e ineficácia de seus governos.

O vitimismo - apenas procura ocultar a responsabilidade por nossas mazela. historicamente e é de se reiterar à exaustão - todos os países DESENVOLVIDOS o foram pela via do capitalismo – ou seja, com o concurso decisivo do capital privado, economia de mercado, liberdade, pluralismo, respeito à propriedade privada, aos contratos e com os necessários limites ao governo.

E isso é palavrão nos países pobres.
por Rivadavia Rosa
enviada por Gracias


Los 15 enemigos declarados de Internet

SERÁ QUE ENTRAREMOS NO 'SELETO CLUBE DOS PAÍSES' que reprimem o que chamam de 'ciberdissidência como Arábia Saudita, Bielorrússia, Birmânia, China, Coréia do Norte, Cuba, Egipto, Etiópia,Irã,Síria, Tunísia, Turkmenistão, Uzbequistão, Vietnã, Zimbábue.

China, Birmânia, Zimbabue, Uzbekistão e Coréia do Norte - usam todo tipo de estratégias para evitar que os cidadãos usem a rede para criticar seus governos.

Sao regimes que invocam razões de 'segurança nacional - para acessar aos correios eletrônicos, bloquear páginas da web, filtrar termos 'subversivos', com uma espécie de 'Grande Irmão' que vigia tudo o que fazem os cibercafés, no melhor estilo de GEORGE ORWELL.


OS REPÓRTERES SEM FRONTEIRAS - RSF - são chamados de 'inimigos da internet' - por expor os abusos e casos de repressão.


NÃO SÓ perseguem, ameaçam, prendem e matam os jornalistas, mas também estão perseguindo os internautas.

NA CLASSIFICAÇÃO deste ano somaram 15 países: 13 que já estavam em 2007 e ETIÓPIA e ZIMBABUE; a CHINA ostenta o primeiro posto em número de blogueros presos (48), que de modo geral são detidos são explicações e sem possibilidade de acesso a um advogado, e são condenados a penas que podem chegar a 15 anos de cadeia.

A CHINA, inclusive criou polícias virtuais que aparecem na tela dos cibercafés a cada meia hora para lembrar aos internautas que não podem se exceder em seus comentários.
CUBA - o regime castrista acusa jornalistas independentes que usam a internet de 'contra revolucionário - os 'ciberdissidentes' da Ilha; os jornalistas não tem direito de usar a internet para enviar artigos a outros países.

EM PAÍSES como Egito, Irã, Síria e Birmânia - a censura também se manifesta na proibição de sítios como Hotmail, a rede social Facebook ou a plataforma de vídeos do YouTube.

O CASO DA BIRMÂNIA - cuja junta militar governa o País há 46 anos (regime comunista) - é especial por que os celulares também são objeto de freqüente censura, já que servem para gravar vídeos que depois são incluídos na internet.


HÁ PAÍSES com baixa 'vigilância (11 - entre eles ERITRÉIA, GÂMBIA, LÍBIA, MALÁSIA) - cuja diferença dos demais 'inimigos da internet - é que não prendem os blogueros - porém criam marco jurídico para amordaçar a internet quando convém.

CONFIRA.
por RIVADAVIA ROSA


O senador petista Delcídio Amaral (MS) é o autor de um projeto de lei (PLS 279/03) que pretende criar o cadastro obrigatório, de todos os usuários de internet, e um arquivo, para em tese ser usado pela Justiça, contendo todo o conteúdo de todos os e-mails enviados nos últimos 10 anos. O projeto se arrasta pelo Senado e pode ser aprovado de repente.

Também no Senado tramita o "bem intencionado" projeto do PLS 398/07, "idealizado" pelo senador Expedito Júnior (PR-RO).

Seu "objetivo" é reprimir sites "criados por pseudo-jornalistas" com o objetivo de caluniar, difamar ou injuriar autoridades públicas e personalidades e assim destruir a reputação dessas pessoas.

O projeto é um atentado à liberdade de expressão.

enviada por Gracias a La Vida

Quem quiser se escandalizar, que se escandalize.

O BRASIL NUNCA PERTENCEU AOS ÍNDIOS

por Sandra Cavalcanti, ex-deputada federal

Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos.

Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.

Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada.

Nenhum deles tinha noção de nação ou país.

Não existia o Brasil.

Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes.

Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua.

Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país.

Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.

O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.

Existe uma intenção solerte e venenosas por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente.

Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.

Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.

De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.

De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes.

Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.

Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui.
Teve a audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher.

Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos. Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever. Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.

Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.

Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a Nação Brasileira.

Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas.

De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.

O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.

Investigação: Abin: Amazônia é avaliada em US$ 50 bilhões

Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informa que o empresário sueco Johan Eliasch, consultor do primeiro-ministro inglês Gordon Brown, avaliou que poderia comprar toda a Floresta Amazônica por US$ 50 bilhões, de acordo com reportagem de Ilimar Franco e Jailton de Carvalho, publicada nesta segunda-feira no jornal "O Globo".

Eliasch fez a declaração para estimular empresários ingleses a comprar ou fazer doações para a aquisição de terras na Amazônia.

A Polícia Federal e a Abin investigam o suposto envolvimento de Eliasch com a compra de 160 mil hectares de terra no Amazonas e no Mato Grosso, como revelou neste domingo a coluna Panorama Político, também do "Globo".

"Eliasch realizou, entre 2006 e 2007, reuniões com empresários e propôs que comprassem terras na Amazônia, chegando a afirmar que seriam necessários 'apenas' US$ 50 bilhões para adquirir toda a floresta", alerta relatório da Abin enviado ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal.

O futuro ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que assume o cargo na terça, manifestou preocupação:

- Estou chocado e vou mandar apurar essa história assim que tomar posse.

Conselheiro de Gordon Brown para questões de desmatamento e energia limpa, Eliasch é um dos fundadores da organização não-governamental Cool Earth, entidade que está na lista de ONGs suspeitas de irregularidades na Amazônia, produzida pelo Ministério da Justiça desde o ano passado.

Clique aqui e leia a reportagem completa (somente para assinantes)

Publicada em 25/05/2008 às 23h52m

O Globo Online

Frase: Resistindo...

"Nada incomoda mais um canalha que uma pessoa de bem. Fere a auto-estima do canalha saber que há pessoas honestas."

"Canalhas de todos os matizes: eu não sou como vocês. Ética para mim não é pose, não é bandeira eleitoral, não é construção artificial de imagem para uso externo. Ética para mim é compromisso de vida.
Agir eticamente para mim é tão natural quanto o ato de respirar."

Jefferson Péres

Dificuldades


'Um certo grau de dificuldade é importante para o homem. As pipas sobem contra e não a favor do vento.' (John Neal)

O único obstáculo para a águia poder voar com mais rapidez e desenvoltura é o ar. Entretanto, se o ar fosse retirado e a orgulhosa ave tivesse que voar no vácuo, cairia instantaneamente, impossibilitada de voar.

O mesmo elemento que oferece resistência ao vôo é simultaneamente a condição de vôo. O principal obstáculo que um barco a motor tem que enfrentar é a água contra a hélice. Entretanto, se não fosse essa resistência, o barco não navegaria.

O mesmo se aplica à vida humana.

A vida livre de problemas, dificuldades, reduziria a zero todas as possibilidades e fontes de energia.


Sem os problemas a vida não tem como ser melhorada.


Em cada obstáculo existe uma oportunidade para melhorarmos.

Por isso, quando tiver algum problema, faça alguma coisa!


Se não puder passar por cima, passe por baixo, passe através, dê a volta, vá pela direita, vá pela esquerda.

Se não puder obter o material certo, vá procurá-lo.

Se não puder encontrá-lo, substitua-o.


Se não puder substituí-lo, improvise.


Se não puder improvisar, inove.

Mas acima de tudo, faça alguma coisa!


Há dois gêneros de pessoas que nunca chegam a lugar algum: as que não querem fazer e as que só inventam desculpas.

Obama se desliga de igreja que o envolveu em nova polêmica

Padre da Cristo Trinity United havia manifestado apoio a Obama, criticando Hillary

Foto: Rick Wilking/Reuters
Rick Wilking/Reuters
Obama durante anúncio de seu desligamento da igreja
(Foto: Rick Wilking/Reuters)

Sermão sobre tema racial foi considerado 'divisor e retrógrado'pelo democrata.

O pré-candidato democrata Barack Obama se desligou da igreja que freqüentava em Chicago, em que outro religioso, dessa vez um padre católico, manifestou seu apoio ao senador criticando sua adversária Hillary Clinton.

A decisão, confirmada por um membro da equipe de campanha que pediu para não ser identificado, se seguiu à nova controrvésia surgida quando o padre Michael Pfleger fingiu, durante o culto, chorar para imitar a ex-primeira-dama que "teria soltado lágrimas porque um negro estava roubando seu espetáculo".

Da France Presse

Cada uma!

Policiais de Álvaro disputaram caça-níqueis com bicheiro

Equipe de Álvaro contra o bicho

A Polícia Federal tem provas de que o inspetor Jorge Luiz Fernandes, o Jorginho, acusado pelo Ministério Público Federal de facilitar a atuação da máfia dos caça-níqueis também seria dono de máquinas em Jacarepaguá.

Jorginho, que segundo a PF é ligado ao deputado estadual Álvaro Lins, arrendou pontos que pertenceriam ao ex-policial federal Paulo César Ferreira do Nascimento, o Paulo Padilha.

A descoberta foi feita pela PF com a apreensão da agenda de Flávio da Silva Santos, conhecido como Wagner Montes.

A informação estava escrita na agenda em 18 de junho de 2002 (texto ao lado).

Para policiais federais, essa data marcaria a entrada de Jorginho nos negócios.

Flávio responde a processo na 4 Vara Federal por envolvimento com os caça-níqueis.

Ele seria sócio-laranja do Bingo Intendente, em Madureira, do bicheiro Rogério Andrade.

Agenda apreendida pela PF revela que inspetor explorava o jogo em Jacarepaguá, fazendo concorrência com o bicheiro Maninho

por Camilo Coelho e Marco Antônio Martins - Extra

Como votou cada deputado no Caso Álvaro Lins

Quarenta deputados estaduais votaram a favor do decreto legislativo que determinou a imediata revogação da prisão do deputado Álvaro Lins (PMDB), acusado, na operação Segurança Pública S/A, de chefiar um esquema de corrupção em delegacias.

Outros 15 parlamentares votaram não, contra a medida.

Saiba como cada deputado votou:


Pela libertação de Álvaro

ALESSANDRO CALAZANS (PMN)

ANABAL (PHS)

APARECIDA GAMA (PMDB)

ÁTILA NUNES (DEM)

AUDIR SANTANA (PSC)

BEATRIZ SANTOS (PRB)

CHIQUINHO DA MANGUEIRA (PMDB)

CORONEL JAIRO (PSC)

DÉLIO LEAL (PMDB)

DIONÍSIO LINS (PP)

DOMINGOS BRAZÃO (PMDB)

DR. WILSON CABRAL (PSB)

ÉDINO FONSECA (Prona)

EDSON ALBERTASSI (PMDB)

FÁBIO SILVA (PMDB)

GERALDO MOREIRA (PMN)

GERSON BERGHER (PSDB)

GLAUCO LOPES (PSDB)

GRAÇA MATOS (PMDB)

IRANILDO CAMPOS (PTB)

JOÃO PEDRO (DEM)

JOÃO PEIXOTO (PSDC)

JORGE BABU (PT)

JORGE PICCIANI (PMDB)

LUIZ PAULO (PSDB)

MARCELO SIMÃO (PHS)

MARCO FIGUEIREDO (PSC)

MARCUS VINICIUS (PTB)

MÁRIO MARQUES (PSDB)

NATALINO (DEM)

PAULO MELO (PMDB)

PEDRO PAULO (PSDB)

RAFAEL ALOISIO FREITAS (DEM)

ROGÉRIO CABRAL (PSB)

RONALDO MEDEIROS (PSB)

SHEILA GAMA (PDT)

SULA DO CARMO (PMDB)

TUCALO (PSC)

WALDETH BRASIEL (PL)

WILSON CABRAL (PSB)

Pela permanência de Álvaro na prisão

ALESSANDRO MOLON (PT)

CIDINHA CAMPOS (PDT)

COMTE BITTENCOURT (PPS)

DR. ALCIDES ROLIM (PT)

FERNANDO GUSMÃO (PCdoB)

FLÁVIO BOLSONARO (PP)

GILBERTO PALMARES (PT)

INÊS PANDELÓ (PT)

MARCELO FREIXO (PSOL)

NILTON SALOMÃO (PMDB)

OLNEY BOTELHO (PDT)

PAULO RAMOS (PDT)

RODRIGO NEVES (PT)

SABINO (PSC)

WAGNER MONTES (PDT)

Faltavam à votação

ÁLVARO LINS (PMDB) - o acusado

ALAIR CORRÊA (PMDB)

ALTINEU CORTES (PT)

ANDRÉ CORRÊA (PPS)

ANDRÉ DO PV (PV)

ARMANDO JOSÉ (PSB)

GRAÇA PEREIRA (DEM)

JODENIR SOARES (PTdoB)

JOSÉ NADER (PTB)

JOSÉ TÁVORA (DEM)

MARCOS ABRAHÃO (PSL)

NELSON GONÇALVES (PMDB)

PEDRO AUGUSTO (PMDB)

ROBERTO DINAMITE (PMDB)

ZITO (PSDB)

Jornal Extra Online

Corporocracia é sinônimo de gestão ideológica do crime organizado.

Quanto maior a intervenção governamental, mais os indivíduos são impedidos de fazer aquilo que os beneficiariam, sendo compelidos, em vez disso, a fazer o que lhes causam perdas, em mundo global cada vez mais especulativo e repleto de valores voláteis.

O Poder Real Mundial emprega quatro forças para exercer seu poder - principalmente nas sociedades subdesenvolvidas ou na periferia do poder.


1) Os Agentes de Influência: que são a Mídia, as ONGs, os Movimentos Populares, as Seitas e os Sindicatos;


2) O Partido Político no Poder (força motriz da ideocracia);


3) As Forças de Sustentação (o Governo Formal, através dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, englobando também o aparelho repressivo do Estado: Ministério Público, a Máquina de Arrecadação, as Forças Policiais e as Forças Armadas).


4) As Forças Subterrâneas, promotoras de ações táticas criminosas.


O “quarto elemento” é formado pelas máfias que exploram diferentes negócios, pelas facções criminosas, por grupos paramilitares e por agentes terroristas preparados para ações de guerrilha urbana ou rural, com fins pretensamente “revolucionários”.

O chamado quarto elemento é apenas a face mais visível do crime organizado. Mas não é a hegemônica, que lidera o processo criminoso.


Sempre é fundamental destacar a doutrina: sem a presença da máquina do Estado e da classe política que o aparelha, o crime não se organiza.

A corporocracia só se viabiliza neste sistema de “parceria” ou “simbiose”.

Quando essas quatro forças formam uma aliança sistêmica com o aparelho do Estado forma-se o Governo Ideológico do Crime Organizado.


A regra é clara e simples.

Governo do Crime Organizado é a associação, para fins delitivos, entre as classes política e empresarial, membros dos três poderes (Executivo, legislativo e Judiciário) e agentes marginais de toda espécie, com a finalidade de usurpar o poder estatal, praticando o roubo, a corrupção, a violência e o terror.


Até quando deixaremos o Poder Real Mundial e seu Governo Ideológico do Crime Organizado mandarem em nós?
Reagir é preciso, democraticamente.

Vamos defender e conservar nosso Direito à Privacidade!


Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário

Maior atentado à liberdade de informação desde o fim do regime militar

Uma repórter, um fotógrafo e um motorista do jornal "O Dia" foram torturados por milicianos que dominam a Favela do Batan, em Realengo.

A equipe, disfarçada, estava morando há duas semanas em um barraco na comunidade, preparando uma reportagem sobre o cotidiano de quem vive sob o domínio de uma milícia.


Descobertos pelos bandidos, no último dia 14, os três foram torturados por sete horas e meia, com choques elétricos, socos e pontapés.


A denuncia é manchete da edição deste domingo de "O Dia", que chegou na tarde deste sábado às bancas.


A Secretaria de Segurança informou ter determinado a abertura de uma investigação para apurar o seqüestro e a tortura.

O Globo Online, O Globo

"Vai ser uma bomba que vai estourar no colo deles e desmoralizar as milícias. Se usam de tamanha truculência com jornalistas, imagina o que elas fazem com pessoas humildes que moram na comunidade e não seguem as leis locais.
A única solução é o estado garantir a segurança da sociedade."


Aziz Filho, secretário-geral do Sindicato
de Jornalistas Profissionais do Rio

O foro dos dinossauros

O foro dos dinossauros

Reunida no Uruguai, a esquerda da América Latina passa o tempo a repetir velhos clichês

Fotos Federico Gutierrez
Plenário do Foro de São Paulo, em Montevidéu: abaixo os Estados Unidos, viva o terrorismo das Farc

Um parque dos dinossauros políticos instalou-se durante quatro dias em um edifício à beira-rio em Montevidéu: o 14º Encontro do Foro de São Paulo, que reuniu partidos de esquerda da América Latina e Caribe, entre 22 e 25 de maio.

A quantidade de participantes era relativamente grande – 840 delegados, representando 107 organizações de 32 países –, mas a diversidade de idéias fossilizadas era pequena.

Apesar de muitos desses partidos e organizações estarem representados em treze governos do continente (as contas são do Foro), o que se ouviu nos debates foram cinqüenta horas de monocórdia repetição de refrões da Guerra Fria – "condenar a crescente e permanente ameaça dos Estados Unidos contra os povos do mundo", "defender a revolução cubana".

A idade média dos presentes, pelo menos entre os mais ativos na tribuna, era de 60 anos. Muitos deles são militantes comunistas que, vinte anos depois de essa ideologia fracassada ter sido varrida da história, ainda não arejaram suas idéias políticas.

Apesar de os membros do Foro de São Paulo participarem de tantos governos, só um presidente, o da Nicarágua (o segundo país mais pobre do continente, atrás apenas do Haiti), compareceu ao convescote.

Nem o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, cuja coalizão era a anfitriã do encontro, deu as caras. O naipe dos principais oradores em Montevidéu – o nicaragüense Daniel Ortega e o petista Marco Aurélio Garcia, assessor do presidente Lula – ressalta a irrelevância política dos debates que aconteceram em Montevidéu.

É bom que o que foi dito lá não tenha maior repercussão.

Se o Foro de São Paulo servisse como um ponto de inflexão capaz de formular políticas para os partidos participantes, a esquerda latino-americana seria convocada a se empenhar em aventuras desastrosas para os povos da região.

Para exemplificar o perigo das idéias expostas e aplaudidas em Montevidéu, temos o desprezo que o presidente nicaragüense dedica à democracia. Em seu discurso, ele assim descreveu esse sistema de representação popular: "Trata-se de um instrumento para os capitalistas se perpetuarem no poder".

Em seguida, Ortega explicou que apenas aprendeu a usar os meios do inimigo para ascender democraticamente ao comando do país.

Já o brasileiro Garcia tratou de atacar a imprensa independente e, revelando-se generoso com o dinheiro que não é dele nem do governo petista, mas do povo brasileiro, ofereceu aos outros países latino-americanos uma participação na exploração das novas reservas petrolíferas encontradas no Brasil.

Apoio às Farc

"Eu quero expressar minhas condolências e minha solidariedade às Farc e à família do comandante Marulanda. Ele era um homem humilde, e me sinto honrado de ter-lhe dado, em nome de nosso povo, a ordem ‘Sandino’. Manuel Marulanda Vélez, um valente, um lutador."

Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, em discurso de encerramento do Foro de São Paulo




Generosidade brasileira

"Tivemos recentemente grandes descobertas de petróleo em nosso litoral. Nós queremos produzir uma parte disso. Mas queremos também que a América Latina participe da produção petrolífera, que tem de ser um instrumento que alavanque não só a economia brasileira como também a economia de toda a região."

Marco Aurélio Garcia, assessor especial para assuntos internacionais do presidente Lula, em debate sobre integração regional, no Foro de São Paulo

Diogo Schelp, de Montevidéu

Golpe de mestre

Resumo: A promoção da tensão racial, a internacionalização da Amazônia e a “socialização” da riqueza nacional, através do aumento da carga tributária sobre a classe média e setores produtivos da sociedade, são úteis aos objetivos do Foro de São Paulo no Brasil.

Para assegurar a permanência definitiva do poder vermelho, o Foro trata de criar uma “Organização de Estados Latino-Americanos”, que “exclua os Estados Unidos e inclua Cuba” no arranjo continental, além de apressar a completa tomada da Organização dos Estados Americanos (OEA), hoje sob o comando do comunista José Miguel Insulza.

No Brasil, por sua vez, o ditame do Foro é intensificar a política de cotas raciais nas universidades, agenciadora da desagregação social entre brasileiros; impor a internacionalização da Amazônia a partir da autonomia dos territórios indígenas hoje governados por 100 mil ONGs estrangeiras; e avançar na “socialização” da riqueza nacional fundamentada no aumento da carga tributária sobre a classe média e setores produtivos da sociedade.

Tudo isto, claro, sob a égide de uma máquina burocrática altamente partidarizada e onipotente.

CPI dos Cartões: a bancada dos coveiros

"Essa CPI não andou. Está capenga e vai ser enterrada.

O que fizemos foi defender o governo",

comemorou o deputado Carlos Willian.

Sem confronto, a comissão terá sua sessão de despedida nesta terça-feira. Será uma festiva missa de sétimo dia.

SILVIO COSTA
Sua função era ameaçar
convocar ministros
do governo FHC,
para tentar intimidar a oposição
Valter Campanato/ABR

PERPÉTUA ALMEIDA
A comunista defensora do
santo-daime abusou
da estridência para chamar
testemunha de "dedo-duro"

Antonio Cruz/ABR

CARLOS WILLIAN
Patético, disse que só acreditaria
no depoente se ele jurasse
sobre a Bíblia: "Sou cristão"

Sergio Dutti/AE
MAURÍCIO QUINTELLA
Não se constrangeu em chamar
oposicionistas de
"fofoqueiros" e "bisbilhoteiros"

Inflação volta a ameaçar o Brasil



Após dez anos, a inflação volta a ameaçar o Brasil

O monstro da inflação, que parecia derrotado não só no país, mas no mundo, voltou a assombrar. Os preços internacionais de produtos básicos e essenciais — entre eles o petróleo, os metais e os alimentos — hoje sobem rapidamente, trazendo uma ameaça não vista desde as crises do petróleo dos anos 70.

De acordo com estimativas compiladas pela revista inglesa The Economist, dois terços da população mundial deverão conviver com inflação acima de 10% neste ano.

"É um fogo com o qual não vale a pena brincar", alerta Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central.

O que explica essa recente escalada nos preços?

A reportagem de capa de VEJA desta semana esclarece pontos centrais do problema. Os primeiros suspeitos são os preços das commodities.

O produto que mais subiu foi o petróleo.

Há cinco anos, o barril custava menos de 30 dólares. Hoje é vendido a 130 dólares — maior valor em termos reais (já descontada a inflação) desde o segundo choque do petróleo, em 1979.

Os metais e alguns produtos alimentícios também tiveram altas expressivas, superiores a 100%.

Esse fenômeno deve-se ao forte crescimento da economia internacional dos últimos anos, especialmente na China e na Índia.

Em especial, da incorporação de milhões de novos consumidores ao mercado planetário. De acordo com estimativas do Banco Mundial, a aceleração do crescimento global retirou 400 milhões de pessoas da miséria e pobreza entre 1990 e 2004 — em outras palavras, o avanço do capitalismo tirou das sarjetas praticamente uma pessoa por segundo.

É gente que agora come mais proteína e começou a adquirir casas, carros e eletrônicos.