Precisam ajudar a levantar um debate, junto à população, que em nenhum momento foi consultada para que o presidente assinasse um "decreto" tão prejudicial aos interesses do país.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Enquete: Governo X Exército
Precisam ajudar a levantar um debate, junto à população, que em nenhum momento foi consultada para que o presidente assinasse um "decreto" tão prejudicial aos interesses do país.
Desejo
Que os generais voltem às casernas.
Que os civis aprendam o sentido da responsabilidade e do respeito.
Rezo e tudo faço para que os atuais ocupantes do planalto voltem aos sindicatos, de onde nunca deveriam ter saído.
Mas enquanto eles forem legítimos eleitos pela população, não abro mão do respeito ao cargo que não lhes pertence, mas ao povo no qual estamos incluídos.
O resto é golpismo, condenável como as táticas espúrias usadas pelo PT em prol do terceiro mandato do cego, mudo, surdo que ocupa o planalto em nossos dias."
por Roberto Romano
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Petistas. às favas...!

Na próxima eleição presidencial – caso não seja possível o terceiro mandato que ele jura não querer -, Lula tende a mandar seus companheiros petistas às favas.
Sua tendência é apoiar a candidatura de Aécio Neves a Presidência.
Aecinho é o favorito dos banqueiros internacionais.
Lula obedece direitinho à Oligarquia Financeira Transnacional. Aécio também tem padrinhos fortes. O falecido tio dele, Gastão Neves, era considerado a “eminência parda” dos minérios no Brasil.
Junto com o empresário Mario Garnero, ele fazia a ponte entre Aécio e os ingleses.
Um atento leitor anônimo me informa que a filha de Neves, Suzana, foi casada por dez anos com um rapaz chamado Sérgio Cabral Filho, atual governador do Rio de Janeiro e super aliado do Planalto.
É justamente Cabralzinho quem luta pela vaga de vice de quem for candidato a presidente.
A candidatura de Dilma Rousseff, a querida mãe do PAC, por enquanto, não passa de um “conto do PACo”.
Mas ela pode “acabar” vice do Aecinho, que vem com tudo.
Nos próximos dois anos, tudo pode acontecer. A aposentada guerrilheira Stella luta com todas as suas armas para viabilizar seu nome.
Tenta até ser simpática nos “comícios” do PAC.
etistas às favas
Sua tendência é apoiar a candidatura de Aécio Neves a Presidência. Aecinho é o favorito dos banqueiros internacionais. Lula obedece direitinho à Oligarquia Financeira Transnacional. Aécio também tem padrinhos fortes. O falecido tio dele, Gastão Neves, era considerado a “eminência parda” dos minérios no Brasil. Junto com o empresário Mario Garnero, ele fazia a ponte entre Aécio e os ingleses. Um atento leitor anônimo me informa que a filha de Neves, Suzana, foi casada por dez anos com um rapaz chamado Sérgio Cabral Filho, atual governador do Rio de Janeiro e super aliado do Planalto.
etistas às favas
Sua tendência é apoiar a candidatura de Aécio Neves a Presidência. Aecinho é o favorito dos banqueiros internacionais. Lula obedece direitinho à Oligarquia Financeira Transnacional. Aécio também tem padrinhos fortes. O falecido tio dele, Gastão Neves, era considerado a “eminência parda” dos minérios no Brasil. Junto com o empresário Mario Garnero, ele fazia a ponte entre Aécio e os ingleses. Um atento leitor anônimo me informa que a filha de Neves, Suzana, foi casada por dez anos com um rapaz chamado Sérgio Cabral Filho, atual governador do Rio de Janeiro e super aliado do Planalto.
Que coisas tão graves em seus gastos na Presidência estará Lula procurando esconder da opinião pública?
Que de tão grave têm as despesas dos palácios do Planalto, da Alvorada e da Granja do Torto que possam explicar a cortina de fumaça que o governo criou para impedir o controle dos cartões corporativos de Lula, Marisa, Lulinha, Lurian etc.?
A estas alturas, só o governo pode responder a tais perguntas. E como o governo não responde a opinião pública, sem os esclarecimentos devidos, torna-se presa de dúvidas sobre tudo e todos.
É conhecida a ojeriza de Lula a qualquer controle sobre gastos. Evidentemente os dele, da companheirada do PT, dos sindicatos e do MST, sem esquecer um sem-número de ONGs sobre as quais pesam suspeitas clamorosas.
Ainda recentemente, ele vetou dispositivo de lei que exigia dos sindicatos prestação de contas ao TCU dos recursos derivados do imposto sindical (agora “contribuição”). Há mais tempo, Lula era contra o imposto em nome da autonomia sindical.
Agora que está no governo, deixou ficar o imposto e derrubou o controle do TCU. Tudo como dantes no quartel de Abrantes. O que o Lula e os pelegos querem é o que já existia na “república populista”, dinheiro dos trabalhadores sem qualquer controle. Lula, a chamada “metamorfose ambulante”, não se tornou ele próprio um pelego?
Assim como defendeu a gastança dos sindicatos em nome da autonomia sindical, agora defende sua própria gastança na Presidência em nome da segurança nacional.
Isso me lembra uma historinha de 1980, bem no início do PT, quando João Figueiredo estava no governo e Lula estava para ser julgado na Lei de Segurança Nacional. Junto com alguns outros, eu o acompanhei numa viagem à Europa e aos Estados Unidos em busca de apoio.
Como outros na comitiva, eu acreditava piamente que tudo era em prol da liberdade sindical e da democracia, e as coisas caminharam bem, colhemos muita simpatia e apoio nos ambientes democráticos e socialistas que visitamos.
Mas, chegando à Alemanha, fomos surpreendidos pela recepção agressiva do secretário-geral do sindicato alemão dos metalúrgicos. Claro, ele também era a favor da democracia e estava disposto a defender os sindicalistas.
Sua agressividade tinha outra origem: o sindicato alemão que representava havia enviado algum dinheiro a São Bernardo e cobrava do Lula a prestação de contas!
A conversa, forte do lado alemão, foi num jantar, e não permitia muitos detalhes, mas era disso que se tratava: alguém em São Bernardo falhou na prestação de contas e o alemão estava furioso. Lula se defendeu como pôde, mas, no essencial, dizia que não era com ele, que não sabia de nada.
viagem era longa. Antes da Alemanha, havíamos passado pela Suécia, e fomos depois a França, Espanha, Itália e Estados Unidos. Em Washington, tivemos um encontro com representantes da AFL-CIO, e ali repetiu-se o mesmo constrangimento. Embora não tão agressivos quanto o alemão, os americanos queriam prestação de contas sobre dinheiro enviado a São Bernardo.
Mas Lula, de novo, não sabia responder à indagação referente às contas. Ou não queria responder. Não era com ele.
Nunca dei muita importância a esses fatos. A atmosfera do país nos primeiros anos do PT era outra. Ninguém na oposição estava antenado para assuntos desse tipo. O tema dominante era a retomada da democracia. A corrupção, se havia, estaria do lado da ditadura.
Saí da direção do PT em 1989 e me desfiliei em 1995. Até então era difícil imaginar que um partido tão afinado com o discurso da moral e da ética pudesse aninhar o ovo da serpente. Minha dúvida atual é a seguinte: será que a leniência do governo Lula em face da corrupção não tem raízes anteriores ao próprio governo?
A propensão a tais práticas não teria origem mais antiga, no meio sindical onde nasceu o PT e a atual “república sindicalista”? Talvez essa pergunta só encontre resposta cabal no futuro. Mas, enquanto a resposta não vem, algumas observações são possíveis.
Parece-me evidente que no momento atual alguns auxiliares da Presidência - a começar pelos ministros Dilma Rousseff, Jorge Hage e general Jorge Felix - foram transformados em escudos de proteção de possíveis irregularidades de Lula e seus familiares.
O outro escudo de proteção é Tarso Genro, que usa uma ginástica retórica para, primeiro, garantir, como Dilma, que o dossiê não existia, só um banco de dados. Depois passou a admitir que existia o dossiê, mas que isso todo mundo faz. Mais ou menos como no episódio do mensalão, lembram-se?
Naquele momento, o então ministro Thomas Bastos, acompanhado por Delubio Soares, disse que mensalão não existia, que eram contas não regularizadas, sobras de campanha etc. E lula afirmou de público que isso todos os políticos faziam.
O que não impediu que o procurador-geral da República visse no mensalão a prática delituosa de uma quadrilha criminosa.
Adotada a teoria do dossiê - aquele que não existia e que passou a existir - criou-se uma pequena usina de rumores, primeiro contra Fernando Henrique Cardoso e Dona Ruth, depois contra ministros do governo anterior. Minha pergunta é a seguinte: quando virão os dossiês contra Lula e Dona Marisa Letícia?
Não é este o futuro que deveríamos almejar.
Mas no que vai do andar da carruagem dirigida por um Lula cada vez mais ególatra e irresponsável é para lá que vamos, inelutavelmente.
Quem viver verá. –
Francisco Wefort é sociólogo.
IDENTIDADE ÉTNICA DE CRIANÇAS DA TRIBO XOCÓ
TORÉ KARIRI-XOCÓ
Hoje em dia evita-se usar a palavra raça, pois reconhece-se que há muita miscigenação. Há, sim, a raça humana para se contrapor à raça animal. Costuma-se usar a palavra etnia que também é discutível. Esse campo "das raças" ou das etnias é muito sensível por causa do preconceito racial que de fato existe.
Mas o sentimento de pertença a um grupo é considerado, desde que espontâneo. Claro que se um homem branco, mulato claro, filho de um negro e uma branca, se diz negro, a gente acha esquisito porque para nós o negro é de cor do carvão. Mas é preciso ver a espontaneidade da afirmação de pertença a um grupo porque de fato as Universidades estão cheias de "estudiosos" fajutos que estão partidarizados.
A miscigenação é o cruzamento de certas etnias do que nascem os mestiços. Assim, tem-se o cafuzo que nasce do cruzamento da etnia negra com a etnia índia. Tem-se o mameluco que nasce do cruzamento da etnia branca com a índia ou, ainda, é o mameluco nascido do cruzamento da etnia branca com o mestiço de branco com caboclo (que por sua vez é nascido do cruzamento do índio e branco).
Acredito que no mundo de hoje há muito mestiço. Já li em algum lugar que o brasileiro daqui uns 100 anos terá a cor de pele morena por causa da mestiçagem.
Quer queiram ou não...
"A extração de madeira precisa ser acompanhada pelo Ibama, mas o Ibama tem mais gente em Brasília do que na Amazônia."
"Não há uma intenção explícita das Farc de entrar em território brasileiro, mas pode ser que eles venham. Eles vêm para se abastecer no comércio e muitas vezes a moeda é pasta de cocaína."
Em matéria de hoje no Estadão, o general Augusto Heleno alerta para a presença dos narcoguerrilheiros das FARC em território brasileiro, desmatamento e tensões na imensa fronteira do Brasil.
Paraguai: ex-bispo de esquerda vence eleições
O ex-bispo e candidato da esquerda Fernando Lugo ganhou as eleições presidenciais realizadas hoje no Paraguai, derrotando a candidata do governo, Blanca Ovelar, e acabando com 61 anos de hegemonia do Partido Colorado.Lugo tem 40,5% dos votos, contra 31,0% para Ovelar, segundo a projeção do Tribunal Eleitoral baseada na apuração de 75% das urnas.
domingo, 20 de abril de 2008
Lula amarga vaia no casamento da filha de Dilma
Além do presidente, também a governadora gaúcha Yeda Crusius (PSDB-RS) foi recepcionada com apupos, informa a repórter Simone Iglesias (só para assinantes da Folha). Leia no Blog do Josias
O ministro da Justiça, Tarso Genro, fez uma dura cobrança ao diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, na última terça.
Motivo:
a publicação naquele dia de reportagem da Folha com o título "Para delegado da PF, Casa Civil fez dossiê".
Tarso quis enquadrar a PF, para que a investigação não fuja ao controle do governo. O presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) avaliam que a reportagem indicou que a apuração da PF tende a provocar dano político ao governo.
No caso, à própria Dilma.
Veja – O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que fazer dossiês com fins políticos não é crime. Como o senhor analisa essa declaração?
Mendes – Fazer coleta de informações às quais eu tenho acesso simplesmente porque estou no governo, para uma finalidade política eventualmente de constrangimento ou de chantagem, pode não ser crime. Mas certamente não é uma atitude eticamente louvável.
É uma atitude preocupante, que revela uma concepção autoritária e certo patrimonialismo.
Embute-se nela o entendimento de que as informações que estão ao meu alcance pelo fato de eu estar no governo, o que é circunstancial, podem ser usadas para as finalidades que eu entender devidas. Isso é preocupante.
Se alguém pensa assim, talvez tenha de repensar seu conceito de democracia. Talvez essa pessoa esteja lendo muito Lenin e Trotsky – e deveria ler mais Popper (Karl Popper, filósofo inglês nascido na Áustria, o maior defensor teórico da democracia liberal).
Filmes e fotos mostram que o seqüestro de um representante
Vídeos provam por que o general Heleno está certo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou nervoso porque o general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia, afirmou que a política indigenista brasileira é caótica, certo? Exigiu explicações.Os colegas de farda de Heleno acenderam um sinal vermelho — o verde-oliva —, e Lula recuou. Heleno foi contido.
O “indigenismo” brasileiro foi assaltado por bandidos e conta com a picaretagem de organismos que deveriam zelar pela segurança dos índios.
Reportagem da VEJA
O filme
Se você clicar aqui, terá acesso a um vídeo, na VEJA.com, em que:
- um líder indígena nega que seja mesmo seqüestro;
- o presidente da Funai, que foi ao local, agradece a presença do comissário da ONU e do procurador;
- o procurador diz que a situação do índio é “tão excepcional”, que reclama “medidas excepcionais”. Ele demonstra entender que as pessoas “peguem em armas”;
- o comissão da ONU agradece “as picanha” e a festa;
- outro líder dos cinta-larga presenteia os dois com lembrancinhas do “seqüestro”.
Novela da vida real: Em Taubaté, concurso para escriturário tem questões sobre BBB e casal "global"
Esses assuntos, entre outros, foram tema da prova do concurso público promovido pelo município no último domingo para a contratação de 40 escriturários (servidor encarregado da escrituração de registros ou expediente em repartição pública).
Ao todo, 1.600 pessoas concorreram às vagas.
O resultado sai na próxima semana. Os classificados serão contratados para desempenhar trabalhos burocráticos, por R$ 450 mensais.
"Alexandre, Bianca e Fernando participaram de que edição do programa Big Brother Brasil?" e "Que famoso casal "global" anunciou, recentemente, o fim do casamento?" foram duas das questões.
O teste teve 80 perguntas optativas, divididas em português, matemática, informática e atualidades.
Uma das perguntas foi anulada por erro da organização. Questionava o nome do presidente da Câmara Municipal de Taubaté, mas a opção correta --vereador Luiz Gonzaga Soares (PR)-- não constava entre as alternativas.
A seção de atualidades incluiu também questões sobre política ("Quem é o atual prefeito de São Paulo?"),
saúde ("Qual é a doença transmitida através do mosquito -Aedes aegypti-?")
e esportes ("Quais são os três pilotos brasileiros que disputam a temporada 2008 da Fórmula 1?").
O diretor do departamento de administração da prefeitura, Julio Cesar Oliveira, disse não ver problemas na inclusão das questões na prova. "Diga por que não pode pôr? Isso é uma coisa da administração. Ela resolveu colocar essa questão e pronto."
O presidente da Câmara Municipal criticou a prova.
"Esse tipo de pergunta me parece mais relacionada a fofoca do que a conhecimentos gerais. As pessoas poderiam ter sido questionadas, por exemplo, sobre Monteiro Lobato ou Mazzaropi, que fazem parte da cultura de nossa cidade", disse Soares.
CQC: cansado da droga, Suplicy se divorciou
No programa de estréia do CQC, Suplicy havia confessado que fumou maconha várias vezes, quando jovem.
A revelação provocou um comentário genial do apresentador Marcelo Tass: "Está fazendo efeito até hoje...".
No "direito de resposta" desta segunda-feira, após confirmar que experimentou, mas não recomendava que ninguém fumasse maconha, Suplicy ouviu do "repórter inexperente" Danilo Gentili a seguinte conclusão, num referência à sua ex-mulher Marta Suplicy:
"Quer dizer que o senhor experimentou droga, não gostou e se divorciou?"
General de estatura militar e histórica
Assim como em 1944 o General von Choltitz não aceitou as ordens de Hitler para incendiar Paris, também em 2008 o General Heleno não aceitou as ordens de Lula para entregar a Amazônia Brasileira ao inimigo.Em nota divulgada, o deputado Rodrigo Maia (RJ), presidente do Democratas, exige medidas efetivas para alertar a opinião pública para a irresponsabilidade contínua do governo no uso do dinheiro público.
O partido manifesta apoio ao comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, ameaçado e intimidado porque solicitou mudanças na política indigenista nas regiões de fronteira do País.

