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quarta-feira, 16 de abril de 2008

COMUNICADO Nº 183


MINISTRO NELSON JOBIM NA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DEFESA NACIONAL

Nesta 4ª feira (9 de abril), compareceram à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional – CREDN, da Câmara dos Deputados, os Ministros Nelson Jobim e Roberto Mangabeira Hunger.

Confira o Ministro, respondendo nossas indagações, afirmando que a questão salarial será resolvida às 16h00 da próxima quarta-feira (16 de abril) e também que não existe a possibilidade de se desvincular os proventos dos inativos da remuneração dos ativos.

Assista também o discurso do dia 2 de abril, PT, Jobim e as FFAA”.


JAIR BOLSONARO – Cap R/1
Tels. (61) 3215-5482 / (21) 3814-2118


Vídeo 1
Data do Reajuste dos Militares

Vídeo 2
Desvinculação Ativos X
Inativos

Brasília, 9 de abril de 2008


Comissão de Anistia indeniza mais quatro

“Perseguidos pela ditadura”

Mais quatro perseguidos políticos pelo regime militar que se instalou no Brasil após 1964 vão receber indenização e, em dois casos, prestações mensais do Tesouro.

Eles foram julgados nesta terça-feira (15/4) em sessão da Caravana da Anistia, evento promovido pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça para julgar em bloco casos semelhantes.

De acordo com O Estado de S. Paulo Julio Prata, João Roberto Villares, Pedro Rocha Filho e Bernardo Boris Jorge Vargaftig, todos com militância política em São Paulo, foram julgados na sede do Sindicato dos Professores da Rede Estadual (Apeoesp) no centro da capital.

CPI: Fiscal da Agricultura usa cartão em casa de striptease na Bahia

O cartão corporativo do governo federal foi usado para pagar uma conta de R$ 148 em uma casa noturna em Salvador (BA) chamada Tchê Bar Night Club.

Segundo comerciantes vizinhos, no local são realizados shows de striptease.

De acordo com dados da CPI dos Cartões, o fiscal Jorge Pinheiro, da Superintendência Federal de Agricultura e Abastecimento na Bahia, usou o cartão corporativo na boate no dia 10 de março de 2005.

Em entrevista à Folha por telefone, ele disse que cometeu "um equívoco" e que devolveu o dinheiro.
"Por equívoco, eu utilizei o cartão, que não era para ser usado porque não estava viajando.

Usei de forma equivocada porque ele [o cartão] é totalmente igual ao meu cartão particular", disse.

"Como o local tem problema de iluminação, usei por engano."
Entenderam o espírito da coisa???

Cacciola pode ser extraditado em dois dias

O caso do ex-banqueiro
Salvatore Cacciola

Condenado há 13 anos de prisão no Brasil, Cacciola foi preso em Mônaco e será extraditado para o País

O ex-banqueiro italiano Salvatore Cacciola foi preso pela Interpol no dia 15 de setembro de 2007, em Mônaco, na Europa.

Condenado a 13 anos de prisão no Brasil por desvio de dinheiro público e gestão fraudulenta de instituição financeira, o ex-dono do banco Marka estava foragido da Justiça brasileira havia sete anos.

Logo após sua prisão em Mônaco, o governo brasileiro organizou os documentos para o pedido de extradição do ex-banqueiro, para que cumprisse a pena decidida pela Justiça brasileira.

O pedido oficial foi entregue à Justiça monegasca em 2 de outubro, mas a resposta foi dada apenas nesta quarta-feira, 16, mais de seis meses depois.

Salvatore Cacciola é um dos envolvidos no escândalo do socorro aos bancos Marka e FonteCindam, logo após a desvalorização do real, em janeiro de 1999.

O escândalo envolveu ex-funcionários dos dois bancos, do Banco Central e consultores independentes, causando prejuízo de R$ 1,57 bilhão aos cofres públicos.

Serra aprova pulseira para controle de presos


O monitoramento eletrônico de presos em regime de liberdade condicional ou com o benefício da saída temporária já é lei no Estado de São Paulo.
O governo, no entanto, ainda não sabe quando e como implantará a medida.

Conforme informam os jornais Folha de S. Paulo , O Estado de S. Paulo e O Globo , a lei foi sancionada pelo governador José Serra (PSDB) e publicada nesta terça-feira (15/4) no Diário Oficial do Estado.

Questionada sobre como implantará a medida, seus prazos e custos, a Secretaria da Administração Penitenciária respondeu com uma nota oficial que não esclarece o assunto.

A tecnologia que será usada para o monitoramento eletrônico de presos no Estado de São Paulo ainda não está definida.

Farsa ou cambalacho

A humilhante degradação ética a que baixou a vida pública nos três poderes, em níveis diversos de envolvimento, justifica a suspeita de um acerto entre os interessados, na rebelião dos mansos do PT para "impor" ao contrafeito presidente Lula o terceiro mandato, como fato consumado que desce pela goela e chega ao estômago para a prazerosa deglutição.

É difícil acreditar que o PT barulhento, obediente e cabisbaixo, que invadiu o governo e ocupou os melhores cargos nos ministérios, autarquias e afins com a sua tropa de choque dos milhares que se consideram sócios da reeleição tenha, tomado a iniciativa de desafiar o presidente com a intentona dos mansos para forçar o Congresso a aprovar a emenda constitucional que aumenta de quatro para cinco anos o mandato presidencial, proíbe a reeleição e escancara a porteira para permitir que o atual mandatário do bis, dispute o mandato da consagração do total de onze anos do exercício da Presidência da República.

Para a mascarada de um irresistível movimento de base, que levante a opinião pública para a marcha puxada pelos milhões de beneficiados pelo Bolsa Família e os milhões que serão atendidos pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento – o PAC – de que cuida a ministra Dilma Rousseff com o desvelo de mãe amantíssima e candidata sob o tiroteio dos petistas

A turma botou as mangas de fora com irreprimível açodamento no encontro, em Brasília, que reuniu cerca de 300 pré-candidatos e prefeitos petistas, para o lançamento oficioso da manobra que mereceu a promoção à tese.

O terceiro mandato que o presidente Lula afirma que não aceitaria em nenhuma hipótese e que romperia com o PT se a legenda que carrega na cacunda insistir na desobediência, espalha-se como tiririca em terreno baldio. E não é possível fingir que não vai além de uma jogada do cordão que cada vez aumenta mais.

Nos requebros à frente da escola no primeiro ensaio público, o prefeito de Recife, João Paulo, avisou que levará até o fim da linha a sua pregação pelo terceiro mandato, mesmo que tiver de brigar com Lula. E foi delirantemente aplaudido.

Para escorar a sua rebeldia, desdenhou dos eventuais pretendentes petistas à cadeira de Lula, seu legítimo dono. E citou em primeiro lugar, a ministra-candidata Dilma Rousseff e que, pelo visto, não está com alta cotação na bolsa petista.

Os prefeitos que desfilaram na tribuna bateram no tambor do terceiro mandato, com todos os exageros da bajulação. O prefeito de Pitangui (Minas Gerais), jura que Lula realiza um projeto de desenvolvimento como ele nunca viu em 53 anos de butucas atentas.

Ora, se o PT entra na contradança para desafiar o presidente Lula, numa fanfarrice de valentia que não se agüenta em pé sem a escora do primeiro time palaciano, o atalho da contradição leva a duas veredas opostas: ou se trata de um esperneio de excitados pelo risco de perder as suas sinecuras ou de um lance para testar a reação popular.
Pois a evidência que ofusca a vista com a luminosidade da constelação de estrelas em noite de céu transparente é que Lula tem fornecido à suspicácia da oposição todos os motivos para acreditar na trama oficial do terceiro mandato.

Nem é preciso queimar neurônios diante do óbvio:


E o PAC, um pretexto que fornece munição para a cascata dos improvisos das semanas de visita as obras e buracos no país castigado pela epidemia da dengue e que faz fila nos hospitais do sucateado Sistema Único de Saúde (SUS) à espera da vaga na loteria do destino.


por Villas-Bôas Corrêa
Jornal do Brasil

16/4/2008

Poema: Requiem para um algoz


Destituída e só
tu me abandonaste no escuro
cheio de tuas certezas.
Agora
destituído e só
é tua vez de penetrar o escuro.
Do que te revestirás
se me cobriram de todas as vestes?
Veja este veludo cor da noite
bordado em fios de prata:
são minhas lágrimas
derramadas pelos filhos que roubaste
no poder e no nome do teu deus.
Sente esta seda rosada
escapando por entre teus dedos:
é o amanhecer da esperança
do dia em que retornaram.
E cobre-me ainda
o branco linho da inocência
o diáfano tule da confiança
o crepe sombrio do meu desamor...
Cobriram-me de todos eles, amado.
Com que te vestirás?
Que textura teria o engano
que cor teria a crueldade?
Ah, mas esperas cobrir-te
do sangue do teu deus!
Mas que deus seria este
com sangue da cor do orgulho
tecido com o ouro do preconceito?
E assim vestido de sangue
para onde pensas ir, meu amado?
Os Jardins Sagrados pertencem aos inocentes
aos injustiçados, aos torturados
à mãe destituída de seus filhos
aos filhos destituídos de sua mãe...

E contudo
nem agora, às portas da noite
estendes teus braços
buscando o nosso perdão...

Dalva Agne Lynch

terça-feira, 15 de abril de 2008

Falta combinar com os russos

A reunião da oposição ontem em São Paulo mostrou que, por razões inteiramente distintas, Planalto e oposição estão concordando em não mexer nas regras eleitorais. Quem diria...

Do lado da oposição, há muito tempo Fernando Henrique alerta para o risco. Extinguir a reeleição e adotar mandato de cinco anos pode agradar a José Serra e Aécio Neves, organizando a fila tucana, mas abre caminho para o presidente Lula tentar o terceiro mandato já em 2010 – e com grandes chances de vitória.

Do lado do Planalto, começa-se a construir um raciocínio muito semelhante, pelo menos nas premissas. Adotar os cinco anos sem reeleição é organizar a fila para o PSDB, entregando de bandeja uma solução que agrada a José Serra e Aécio Neves.

Com cinco anos, se conseguir o terceiro mandato – o que não é nada simples, do ponto de vista constitucional – o presidente Lula deixa o poder em 2015 ou 2016 (se houver prorrogação de um ano).

No entanto, a permanecerem as regras atuais – quatro anos com uma reeleição –, Lula deixa o cargo em 2010 e volta em 2014, sendo reeleito em 2018. Portanto, deixaria a Presidência da República em 2022. Bom à beça.
Leia mais.

Ulysses Neto, Reitor da Universidade Federal de São Paulo foi à Disney participar de Congresso, diz Unifesp

Reitor foi à Disney participar de Congresso, diz Unifesp
Segundo jornal, Ulysses Neto teria gasto quase R$80 mil em compras de cosméticos e material esportivo

O reitor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ulysses Fagundes Neto, teria ido à Disney
"para participar de um Congresso", segundo nota divulgada pela universidade nesta terça-feira, 15.

Matéria do jornal O Globo mostrou que, em um ano e meio o reitor gastou quase R$ 80 mil em compras de cosméticos, material esportivo, aluguel de carro e diárias em hotéis, um deles na Disney, em Orlando (EUA).

A assessoria da Unifesp disse ao estadao.com.br que o reitor dará uma coletiva para explicar o uso dos cartões nesta quarta-feira, às 15 horas.

O reitor não foi à universidade nesta terça, "pois está em Brasília , a trabalho" e a assesssoria do órgão disse que ele não irá se pronunciar nesta terça.

Andréia Sadi, do estadao.com.br

Farra dos cartões: "Mais um participante do espetáculo indecente da partilha do saque, não é mesmo?"
RAzevedo

ELES SABEM APANHAR: RESPOSTA A DILMA


"A "mãe"disse a um grupo de prefeitos petistas em busca de proteção no PAC que os governistas têm o "lombo grosso" e "sabem apanhar".

Sobre o "lombo grosso", até podem existir controvérsias. Já sobre o "sabem apanhar", não existe nenhuma dúvida.

Eles realmente "sabem apanhar" dinheiro público na boca do caixa, sem prestar contas. "Sabem apanhar" dados sigilosos e transformar em dossiês para chantagear adversários políticos. "Sabem apanhar" informações privilegiadas, transformando-as em ganhos astronômicos na bolsa de valores.

O "apanhado"de crimes e falcatruas não é pequeno. Já deviam, há muito, ter sido"apanhados" por um camburão, na boca da rampa. Justamente porque andam "apanhando"o que não lhes pertence.

Do blog Coturno Noturno

"A deficiência fundamental do PT não se corrige com o tempo, só se agrava: é, no que diz respeito ao coletivo, ética e, no que diz respeito aos indivíduos, moral.

As facilidades do poder só lhes açulam as vontades, que nascem da ausência de princípios.”

de Reinaldo Azevedo

Senado convoca Dilma para falar sobre dossiê

Oposição aprovou requerimento que obriga Dilma
a ir à Comissão de Infra-estrutura.
A ministra precisa comparecer em até 30 dias
sob pena de crime de responsabilidade.
Mais uma vez o governo deixou a ministra Dilma Roussef (Casa Civil) na mão. A Comissão de Infra-Estrutura (CI) do Senado aprovou há pouco a convocação dela para que explique a montagem de um dossiê com despesas sigilosas do governo Fernando Henrique Cardoso. Foi em votação simbólica.

Apenas dois senadores da base aliada se encontravam na comissão: Romeu Tuma (PTB-SP) e Expedito Júnior (PR-RO). Outros cinco governistas assinaram o livro de presença, mas em seguida se mandaram, como é de praxe.

São eles: Gim Argello (PTB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES), Valdir Raupp (PMDB-RO), Romero Jucá (PMDB-RR) e Ideli Salvatti (PT-SC).

Duas semanas atrás a oposição se aproveitou da falta de governistas e aprovou a convocação de Dilma para falar sobre o Programa de Aceleração do Crescimento, também na Comissão de Infra-Estrutura.

Romero Jucá, líder do governo, foi acionado por telefone pelo seu colega Expedito Júnior, mas não chegou a tempo de evitar a convocação de Dilma.

Ele anexou dois requerimentos na comissão: um pede para que a convocação de hoje seja anulada e outra que transforma em convite a convocação aprovada há duas semanas.

Convite pode ser recusado, convocação não.

Atualização das 16h04 - Marconi Perillo (PSDB-GO), presidente da CI, indeferiu os dois requerimentos de Jucá.

Os considerou "extemporâneos", pois a comissão já debatia outro assunto quando foram protocolados.

Agora, somente cabe a Jucá apelar em plenário. Aqui.

por Gustavo Noblat e Carol Pires

O fiador da reincidência

Da impunidade, sabemos todos, parece desconhecer o presidente da República, resulta a reincidência do crime.

Na hipótese altamente improvável de o presidente Luiz Inácio da Silva desconhecer que sua Casa Civil manipulava informações de Estado para interferir em decisões do Congresso e intimidar adversários, da responsabilidade sobre o dossiê FHC em pelo menos um aspecto ele não poderá fugir.

Sua tolerância para com infratores - sejam produtores de dossiês, invasores de contas bancárias ou agentes públicos flagrados em atos de corrupção - é o que autoriza subordinados a agirem com a desenvoltura da secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, e de outros tantos que a antecederam nessa rotina de malfeitorias sem castigo.

Como nunca há punição, a não ser em casos extremos e ainda assim acompanhada de afagos presidenciais no ato da demissão ou de posterior anistia, como a concedida por Lula nesta semana a Severino Cavalcanti, prevalece o entendimento de que o presidente da República será sempre fiador de atos cometidos em nome da defesa do “projeto”. De poder.

Na hipótese quase impossível de a ministra Dilma Rousseff não saber que sua principal assessora - na prática vice-ministra da Casa Civil - encomendara e comandava a preparação do dossiê, derrete-se o mito da dama de ferro que a tudo controla, a todos intimida, e de cuja eficácia e retidão nada ou ninguém escapam.

Seja Dilma uma tola, traída pela funcionária de confiança que a deixou protagonizar o vexame de telefonar a Ruth Cardoso negando o inegável, ou uma graduada ativista do lema os fins justificam os meios, uma coisa está clara: ela não é o oásis que a central de produções do Palácio do Planalto buscava construir como exemplo de eficiência e correção.

Mente, abusa do poder ou é leniente.

Neste novo caso de abuso do Estado que acabou vindo à tona quase por acidente, como subproduto de um escândalo (o dos cartões corporativos) em vias de extinção, chamam atenção não os métodos - já conhecidos -, mas o local do crime.

Só isso é novidade. A disposição do governo de usar dados sobre os gastos no governo Fernando Henrique era de conhecimento geral no Congresso. Isso foi usado logo no início da CPI para levar a oposição a concordar em não investigar contas presidenciais.

Muito antes de pedir por escrito a abertura de suas contas, o ex-presidente Fernando Henrique já havia feito o desafio verbal, justamente em função da atitude dos próprios governistas, que vinham divulgando as informações a conta-gotas, e de maneira disfarçada.

Mesmo assim, a oposição, ao invés de cobrar que se pusessem as cartas na mesa ou investigar o que havia de concreto por trás daquelas ameaças, já havia decidido acabar com a CPI dos Cartões para tentar explorar o potencial da CPI das ONGs.

A revista Veja fez o que a oposição não fez com sua prerrogativa de fiscalizar o Executivo e mostrou o dossiê. O governo começou negando, foi devagar admitindo a existência de “um trabalho para servir de base à CPI” - já prevendo que o caso teria desdobramento na imprensa -, mas pôs a tropa de choque em ação no Congresso, derrubou o que restava em pé da CPI e estava ganhando o lance.

Evidente, nas bases de sempre: com muito cinismo e nenhum pudor.

Até que a Folha de S. Paulo completou o serviço e revelou: o crime de uso do Estado para intimidação de adversários e interferência nas decisões de um outro poder foi cometido na Casa Civil pela secretária-executiva, a mesma que no dia anterior garantira a um senador e a um deputado que o caso estava sendo apurado “com todo o rigor”.

Em matéria de violação, esse episódio repete roteiros já vistos e acrescenta a afronta do descaramento explícito, cometida por uma funcionária nomeada contra dois representantes do poder delegado pelo voto.

Se puder, o governo resistirá negando, inventando que o dossiê foi feito pela oposição para culpar o governo ou que tudo não passa de uma conspiração - talvez até palaciana - contra a “candidatura” de Dilma Rousseff.

É de se perguntar o que mais falta acontecer e o que se há de fazer em meio a essa escalada de completo desrespeito à sociedade e às instituições.

Talvez nada, a não ser esperar que o cidadão Luiz Inácio da Silva caia em si e perceba que há mais à sua volta além de pesquisas, palanques, carentes e interesseiros.

Há um país cuja dignidade não pode ser eterna e impunemente solapada, nem mesmo sob a salvaguarda da alta popularidade.

Há jovens a quem o Brasil deve o legado das boas normas de cidadania em todos os aspectos da vida

As cenas por eles assistidas diariamente dão a lição invertida: a mentira, a manipulação, a falta de ética, o abuso, tudo vale em nome do sucesso.

Como se houvesse uma espécie de politização da cultura de celebridades, onde a fama é valor na presença do qual tudo o mais se obscurece e ao famoso toda transgressão é permitida
.
por Dora Kramer
enviada por PD'Eboux

Mente, abusa do poder ou é leniente.
Completo desrespeito à sociedade e às instituições.

PAISES BAIXOS: OLHA LULA NA HOLANDA

Foto: Ricardo Stuckert / PR
O INCRÍVEL VESTIDO-SOFÁ DE DONA MARISA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desde ontem a tarde se escafedeu em direção aos países baixos. Hoje, (10) começou a circular pela Holanda, e foi recebido pela rainha Beatrix nesta quinta-feira (10), em cerimônia no Palácio Noordeinde.

A nossa estilista, Carminha Ferrreira, disse ter gostado da sobriedade e simplicidade da rainha: discreta, simpática ao estilo real, sem abrir o sorriso.

Elogiou também o primeiro casal brasileiro, por ter se contido não pondo o polegar para cima, como costumam fazer, ao posar para fotografias no Brasil.

Observou também que essa confusão toda de cartão corporativo obrigou a primeira dama, dona Marisa Silva, a ser mais criativa e econômica, no que pode ser constatado com o tecido do vestido que está usando, que na verdade trata-se, segundo Carminha, de umas sobras de tecido utilizado para forrar os sofás da Granja do Torto.

Realçou também a utilização dessa passadeira desfiada, como se fora um cachecol e o chapéu côco reaproveitado de recente baile de carnaval. Numa mistura de estilos e tendências: corajosa, ousada, atrevida e até aloprada.

Como tivéssemos discordado dessas observações pouco elogiosas, e até irônicas, a nossa estilista comprovou que falava a verdade, exibindo a foto de um sofá, que garante está forrado com o tecido da mesma estamparia que o vestido da primeira dama. Incrível!

Toinho de Passira
Fonte: Agência Brasi
l

Não consigo parar de rir, o texto é hilário!
Se bem que o modelito da rainha é meio bregoso também,
cá entre nós...rssss!!
enviada por Veraze

Quáquáquáquáquá...!

Comportamento de Haroldo Lima reflete caráter do governo

O vice-líder do DEM na Câmara José Carlos Aleluia (BA) afirmou nesta terça-feira que o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, mostrou-se "à altura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva", ao anunciar a descoberta pela Petrobras de um novo megacampo de petróleo na bacia de Santos.

- Não cabe à ANP fazer tal anúncio.

Essa postura demonstra apenas a inconseqüência do governo Lula.

Quem lucrou com essa informação?

Com certeza, muitos perderam.

Grupos privilegiados ganharam enormes somas num dia em que o lulismo expôs mais uma vez falta de responsabilidade.

Total desprezo às coisas de Estado - criticou Aleluia.

O Globo Online

O MAIOR FEITO DESTE GOVERNO DO APEDEUTA É O DE DESMORALIZAR TODAS AS INSTITUIÇÕES.

A BOLA DA VEZ É A CVM .

NÃO DEU UM PIO EM RELAÇÃO A MAIS UMA "NUVEM DE FUMAÇA" LIBERADA POR UM ALOPRADO DO GOVERNO.

TODA VEZ QUE ESTE (DES) GOVERNO É ENCOSTADO NA PAREDE ELES INVENTAM UMA NOTÍCIA E SEMPRE UTILIZAM A EX PETROBRAS , HOJE PTBRAS , PARA SERVIR DE MEIO.

LAMENTÁVEL.

JÁ DESMORALIZARAM A CVM , A PETROBRÁS E A JUSTIÇA.

AGORA SÓ FALTA DES
MORALIZAR A POLÍCIA FEDERAL....

PENA QUE AS PESSOAS QUE COMANDAM ESTAS INSTITUIÇÕES AINDA NÃO TENHAM PERCEBIDO QUE O GOVERNO DELLES VAI PASSAR E AS INSTITUIÇÕES FICARÃO , TOTALMENTE DESMORALIZADAS , SEM MERECER O RESPEITO DE QUEM QUER QUE SEJA....

Aqui.


Para delegado da PF, Casa Civil montou dossiê sobre gastos de FHC

Tudo é como é porque ficou desse jeito.

Para o delegado da Polícia Federal encarregado da investigação, a base de dados feita no Planalto com gastos sigilosos de Fernando Henrique Cardoso é um dossiê, revela reportagem de Andréa Michael publicada na Folha

A equipe de Sérgio Menezes concluiu que a Casa Civil não adotou um padrão técnico para o levantamento das despesas tucanas e não respeitou previsões legais relacionadas aos trâmites de documentos. O material foi vazado em fevereiro, quando o governo Lula tentava impedir a instalação da CPI dos Cartões Corporativos.

Nesta terça-feira deve ficar pronta a perícia nos sete computadores que foram apreendidos pela PF no ministério na semana passada (cinco laptops e dois de mesa). Com base nesses dados, o delegado definirá a lista das primeiras pessoas a serem ouvidas em depoimentos.

A Casa Civil não se manifestou sobre o assunto. A titular da pasta, Dilma Roussef, nega a denominação de dossiê para o trabalho feito pela sua equipe.

da Folha Online