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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

A inversão revolucionária


Xingue-os do que você é,
acuse-os do que você faz”
(instrução de Lênin, o pai do leninismo)


Karl Marx, que engravidou sua empregada e recusou todo cuidado paternal ao filho, escreveu páginas furibundas contra os burgueses que abusavam de moças proletárias.

Quando nossos políticos de esquerda fomentam a criminalidade e depois a diagnosticam como criação perversa da “sociedade de classes”, ou quando vão construindo o Mensalão em segredo ao mesmo tempo que brilham ante os holofotes como perseguidores de corruptos, não lhes falta a quem imitar.


A tradição revolucionária é o perfeito casamento do crime com a mentira.

por Olavo de Carvalho




Vamos mudar!!



A diferença, no Brasil, entre a esquerda e a “direita”: a primeira quer o poder, a segunda quer apenas mandatos.

Mandatos conquistam-se nas eleições; a luta pelo poder abrange um território muito mais amplo.

Eleição não é política, é o resultado de uma política preexistente que começa no fundo anônimo e obscuro da sociedade, naquela camada quase invisível onde a hegemonia cultural se traduz como influência sutil exercida sobre as emoções básicas da população.


A esquerda sabe disso, a “direita” não.

por Olavo de Carvalho em 29 de agosto de 2006

Insanidade...

"Direito" de matar!


O Estatuto da Criança determina ser dever do poder público assegurar, “com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida da criança, mediante a efetivação de políticas sociais e públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso em condições dignas de existência” Vejam quanta insanidade!

Os legisladores legislam em favor da criança que se encontra em gestação, para que, com “absoluta prioridade”, o período até o seu nascimento ocorra sem qualquer problema.
Os defensores do aborto desejam eliminar a criança antes do nascimento.

E querem ter o direito legal de promoverem a matança, sob os auspícios do Governo e recursos do SUS. Os abortistas querem eliminar as crianças antes do nascimento; a Lei as protege nesse período.

O Doador da Vida conhece o homem desde a concepção:

“Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta” (Jr 1.5).

Notem que o profeta foi santificado antes de nascer.

Os abortistas dizem o contrário:

“Antes de sair do ventre, a criança não passa de um conjunto de carne e osso informe e sem vida. Queremos o direito de tirá-la do ventre e jogá-la no lixo”.

Que diferença há entre a vida de um feto e o mico leão dourado?

Entre a vida de um feto e a baleia?

Entre a vida de um feto e o capim existente na Mata Atlântica??


Santi

enviado por Gracias a La Vida


Desmoralização das instituições brasileiras...

Tática do ventilador




Por meio de seu líder no Senado, Romero Jucá, o Planalto colocou na mesa uma proposta de CPI que, além de atropelar os oposicionistas da Câmara e estender a investigação sobre cartões corporativos às chamadas "contas tipo B", modalidade de realização de despesas mais utilizada no período FHC, atinge não apenas o governo, mas "a União".

É o que consta do requerimento com o qual Jucá circulava ontem em busca de assinaturas dos colegas.

Ao misturar no caldeirão Legislativo, Judiciário, fundações e autarquias, o Executivo espera um efeito semelhante ao obtido na CPI das ONGs, que se anunciava ameaçadora e rapidamente caiu no limbo.




Lula não é um rei absolutista e tem que prestar contas do que faz, assim como seus ministros, assessores, contínuos e familiares envolvidos.


Vergonha nacional...


"Para nós, quanto menor a transparência, maior é o grau de segurança"

General Jorre Félix, do Gabinete de Segurança




Cartão banca contas de luxo das universidades federais


Gastos em restaurantes e padarias de alto padrão
e até loja de festas constam nas faturas

UnB é campeã de gasto, com R$ 1,35 milhão em 2007; foi seguida pela instituição federal do Piauí (R$ 402,8 mil) e Unifesp (R$ 291 mil)

Os cartões de crédito corporativos do governo foram usados por servidores de universidades federais para pagar contas de mais de R$ 1.000 em restaurantes de luxo, em São Paulo e Brasília, além de compras em padarias de alto padrão e em lojas de festas.

Há inúmeros saques em dinheiro, prática de difícil fiscalização e que foi restringida em decreto publicado ontem no "Diário Oficial".

Tais atos são irregulares, segundo o ministro Jorge Hage, da CGU (Controladoria Geral da União), que investiga o uso dos cartões.

O reitor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Ulysses Fagundes Neto, gastou boa parte de sua fatura de R$ 9.500 em restaurantes, segundo o Portal da Transparência mantido pela CGU (www.portaltransparencia.gov.br).


Só em São Paulo, Ulysses freqüentou o A Figueira Rubaiyat (R$ 1.798,39), a churrascaria Os Gaudérios (R$ 1.100 mil) e os restaurantes Tournegrill (R$ 1,28 mil) e Charlô (R$ 676).

Em Brasília, passou pelo Zuu aZ. dZ. (R$ 533,48), um dos mais caros da cidade, e pelo Piantella (R$ 203), famoso por ser freqüentado por políticos.

A UnB (Universidade de Brasília) é, historicamente, a campeã de gastos. Só em 2007 registrou R$ 1,35 milhão, 36% do total despendido pelas instituições, ou R$ 3,7 milhões. Ela é seguida pela Universidade Federal do Piauí (R$ 402,8 mil) e pela Unifesp (R$ 291,2 mil).

Se contabilizados os gastos entre 2004 -primeiro ano disponível no Portal da Transparência- e dezembro de 2007, a UnB gastou com os cartões R$ 3,4 milhões.

Esse total representa 31% das despesas feitas com cartões corporativos pelo Ministério da Educação e órgãos ligados à pasta no período.


Do total gasto (R$ 356.772),

99,8% (R$ 356.047)

foram sacados em caixas eletrônicos.

A funcionária responsável pela cartão da reitoria

sacou R$ 5.500.


República dos canalhas...

Planalto tira cartão de ministros e veta dados sobre Lula


Governo vai retirar de site informações sobre alimentação do presidente; gastos de seguranças poderão ser omitidos


Dilma diz que cartão para ministros fere
"princípio da impessoalidade";
ministros dizem estar "tranqüilos"
com possível CPI no Congresso



Após escândalos envolvendo o uso irregular dos cartões corporativos, o governo anunciou ontem que os ministros de Estado não poderão usar mais esse mecanismo para pagar suas despesas. Outra medida anunciada foi a retirada do site "Portal da Transparência" dos gastos feitos pelo administrador que compra as refeições servidas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governo também poderá parar de divulgar as despesas feitas pelos seguranças que protegem a família de Lula.

Em entrevista coletiva, os ministros Dilma Roussef (Casa Civil), Franklin Martins (Comunicação Social) e Jorge Armando Félix (Segurança Institucional) apoiaram a investigação parlamentar sobre os cartões. Falhas encontradas, disse Dilma, seriam individuais e cada um "sofrerá as conseqüências" de seus atos.



Leia aqui


CPI neles!


Podcast de Diogo Mainardi


Lá vai o Diogo outra vez





Eu sempre digo que o lulismo pode contar com
um pelotão de quinta-colunistas na imprensa.

Sua função é sabotar todas as denúncias contra o governo
com mentiras, com fraudes, com achaques, com processos.

Dois anos atrás, quando VEJA publicou a reportagem
sobre a Telecom Italia, o assunto foi abafado.


Clique aqui


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Constituição é rasgada com desprezo...


Nós, os representantes do povo brasileiro, reunidos em Congresso Constituinte,
para organizar um regime livre e democrático, estabelecemos,
decretamos e promulgamos a seguinte
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL

Este é o texto integral da primeira Carta Magna brasileira do período republicano, publicada em 24 de fevereiro de 1891 no Diário Oficial da União:


Discurso indignado do Presidente do Senado,
Senador Garibaldi Alves

Congresso Nacional transformado em quarto de despejo de um presidencialismo de matiz absolutista.


* Convido a todos a uma reflexão, a uma discussão do papel que o Congresso Nacional tem exercido e deve exercer no quadro das instituições e no seu relacionamento com os demais Poderes da República.


Não se pode ocultar, não se pode tapar o sol com a peneira, que a atividade precípua do o, qual seja a de legislar,
tem-se atrofiado dia após dia.


É preciso identificar as causas desse processo, que atrai para a vida política do nosso País perigosos limites para a democracia, na medida em que nós os representantes diretamente eleitos pelo povo estamos sendo alijados do processo de elaboração legislativa e de tomada das decisões nacionais.

* A grande centralização de poder – permita-me a Exmª Srª Ministra Dilma Rousseff –, com a União dominadora, poderosa em tudo e onipresente em toda parte, não dá margem a que o Congresso Nacional possa realmente desempenhar aquele papel no equilíbrio da Federação, agindo para conter as desigualdades regionais, intervindo de forma a possibilitar aos Estados e Municípios maior e melhor atuação no trato dos seus interesses peculiares e problemas específicos.

* Refiro-me à verdadeira transferência da elaboração legislativa para o Poder Executivo, através das medidas provisórias. Sinto que não são os problemas que as edições reiteradas de medidas provisórias, meu caro Presidente Arlindo Chinaglia, causam ao normal funcionamento da Câmara e do Senado.


O que de mais prejudicial à democracia, o grande mal que elas causam, é que elas dispensam o Parlamento da função criadora das leis, amesquinham a atividade dos representantes do povo.

* Não é exagero afirmar que, a cada medida provisória, editada sem os critérios de relevância e urgência, a Constituição é rasgada com desprezo.

Sob tal pano de fundo, o que se distingue é um Congresso Nacional transformado em quarto de despejo de um presidencialismo de matiz absolutista.

* A pretexto de ser interpretada a Constituição, os Tribunais declaradamente avocam o poder de substituir o Congresso Nacional, transferindo para o debate jurídico o que deveria ser fruto do debate político, do confronto de opiniões divergentes, da busca do consenso e da final deliberação da maioria.

* Não podemos abrir mão das nossas decisões de modo que sejam substituídas por decisões liminares e precárias de um único juiz, causando grande dano à vivência democrática.

* Não discuto a atribuição das Cortes de interpretar o espírito constitucional em matéria política, mas não é possível admitir que, sob o argumento da ausência de normas, o Poder Judiciário passe a agir como legislador.


* A verdade, porém, é que avança o governo do provisório, avança o governo do efêmero, avança o governo do contingente, avança o governo do emergencial.


De um lado, Srªs e Srs. Congressistas, as leis não são leis, mas medidas provisórias, cuja precariedade é de sua própria essência. De outro lado, provimentos judiciais cautelares, cuja substância é também circunstancial, e não o definitivo, têm gerado perigosa insegurança jurídica na vida nacional. Precisamos tirar o País do espaço da provisoriedade e inseri-lo no terreno da permanência.

* Devo chamar a atenção para algumas dificuldades internas que precisam ser mais bem estudadas, entendidas e resolvidas.

Começo pelas medidas provisórias e os entraves imediatos e constantes que elas trazem a normal atividade da Câmara e do Senado.


Agora mesmo aqui na Câmara já têm sete trancando a pauta. Temos de procurar uma solução.

* Precisamos pois identificar as causas de eventuais divergências entre as duas Casas para superá-las. E desde já quero deixar aqui uma sugestão: seria o caso de se atribuir o exame da admissibilidade da medida provisória não a uma comissão permanente, mas às Mesas, ora da Câmara, ora do Senado, dando assim maior agilidade ao processo decisório que se busca nas medidas provisórias.

* É com muita sinceridade com que, perante V. Exªs e eu diria a Nação, bem como perante os dignos representantes dos demais Poderes que aqui estão, como Presidente do Senado e do Congresso Nacional, estou expondo as próprias dificuldades e deficiências que talvez se constituam num sinal de que todos unidos haveremos de resgatar o Parlamento e conquistar o respeito e a confiança de todos os brasileiros.


Para isso, é inadiável propormos à Nação medidas que levem ao saneamento ético da prática política e partidária no Brasil.


* Não podemos fugir da realidade. Como poder pretender o Congresso Nacional intervir eficazmente na vida administrativa do País se ele é incapaz de dar ao País, a tempo e a modo, até mesmo o Orçamento da União, que, de acordo com qualquer raciocínio lógico, deveria estar em vigor no primeiro dia do ano ao qual se destina.


* E como pode o Congresso reclamar de ser ator só fantasiado de poder decisório, quando as despesas e as receitas públicas, o que leva fantasia ao próprio Orçamento denominado de peça de ficção, se a ficção começa aqui dentro, fingindo o Congresso que o País tem Orçamento quando nada, obstante o mesmo Congresso, não é capaz de elaborá-lo oportunamente?


* A utopia é necessária diante de tanto desencanto e desalento!

* O povo brasileiro não pode entender como se trata do orçamento da maneira como tratamos. Nada mais de perto e mais de frente atinge a independência do Parlamento e corrói, de forma tão intensa, a grandeza moral que deve nortear a nossa ação, quanto esmolar – ao que somos submetidos - para liberar as emendas orçamentárias de interesse público, para liberá-las para nossos Estados e Municípios. É esmolar mesmo.


* Não acredito que possamos sanear moralmente a atividade do eleito, se não sanearmos a eleição.


Longe de mim não expressar todo o respeito pelo enorme esforço que vem sendo empreendido pela Justiça Eleitoral, com o processamento eletrônico dos pleitos, exemplo para o mundo, mas isso não é o bastante.


* Há grande perplexidade quanto à investidura de alguns, cujos antecedentes e cujas práticas não condizem com a vida honrada e a ação moralmente íntegra da imensa maioria dos Parlamentares e Chefes dos Executivos. Mas isso tem raiz.


* Disso decorre que os Partidos têm a oportunidade de tomar parte em uma farsa política, aparentando democracia interna para satisfazer à Justiça e à lei, mas praticando o mandonismo em nome da autonomia constitucionalmente assegurada.

* Não há Partido sem escopo doutrinário, sem pensamento, sem idéias, a que adiram os filiados.


Daí soar estranha a exigência de fidelidade perpétua dos eleitos aos Partidos,
assim dirigidos não pelos ideais da massa dos filiados, mas pelas conveniências e contingências dos dirigentes e das circunstâncias políticas do momento.


* A Democracia exige o respeito à decisão eleitoral, ao mesmo tempo em que impõe que o indigno não se possa apresentar ao julgamento popular. Não é à toa que o termo candidato tem raiz etimológica no que é cândido, puro e moralmente hábil.



O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), pronunciou discurso indignado na presença da presidente do Supremo Tribunal Federal,
Ellen Gracie, e da ministra da Casa Civil da presidência da República,
Dilma Rousseff.


FRASES DO DIA:

Político bom é político desempregado...








A pergunta que não quer calar...

Whatttt??

"- Vocês [jornalistas] não podem ver a razão social de uma empresa e acreditar que lá não se venda outras coisas.

O nome do restaurante é Choperia Pingüim,
mas não necessariamente a pessoa vai lá tomar cerveja.

A comida lá é muito boa, aliás.

O gasto pode ter sido numa joalheria, mas pode ter sido para comprar uma pilha para um relógio do gabinete".


O ministro Paulo Bernardo deu esta explicação hoje à tarde, ao anunciar as novas normas para os cartões corporativos.

Pergunta ao Ministro Paulo Bernardo

Tem algum funcionário público do Gabinete da Presidência da República, lotado em Florianópolis, autorizado a comprar regularmente em supermercados, em papelarias, em lojas de esporte, em farmácias, em ferragens, em lojas de materiais de construção e em outros estabelecimentos?

Para que finalidade são estes gastos?

Qual a legislação que autoriza a fazer este tipo de compras com cartões corporativos da Presidência da República, de forma sistemática, ano após ano?

Fala, ministro!

Coronel



“medinho”

Se não tiver “medinho”, a oposição tem motivos objetivos para recolher assinaturas para a abertura de duas CPIs, a partir de quarta-feira de cinzas, na abertura da 53ª sessão legislativa:

a dos Cartões BB Visanet Corporativos, dos “gastos secretos” e a do Aerolula.

Além de todas as mordomias inerentes aos cargos públicos no Brasil, os cartões corporativos tinham permissão para gastos ilimitados.

Agora, o chefão Lula está desesperado com a divulgação das absurdas despesas com os cartões pagos com dinheiro público.

E paira o risco de que algumas despesas com cartão, simplesmente, “desapareçam” dos registros e extratos da operadora (o BB), até o final deste Carnaval.



Alôôoooo....acorda!!!

Escândalo

Agências reguladoras gastaram R$ 1 milhão
com cartões corporativos do governo em 2007

Maior parte dos gastos ocorreu em supermercados
ou por meio de saques em dinheiro, informa a
Folha de S.Paulo.


CGU só revela despesas de 68 dos 150 cartões

que a Presidência tem


A Presidência da República tem pelo menos 150 cartões corporativos, conforme levantamento obtido pelo Estado. Juntos, os titulares desses cartões gastaram no ano passado R$ 6,2 milhões.

Do grupo, apenas 68 servidores tiveram suas despesas divulgadas no Portal da Transparência, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU) na internet.

Ou seja, cerca de 80 funcionários ligados à Presidência realizaram despesas que foram omitidas no site.

Os servidores cujos nomes e despesas não são divulgados no portal gastaram, conforme o levantamento, R$ 5,3 milhões ao longo de 2007, sendo que R$ 1,4 milhão foi sacado em espécie.

Na lista dos funcionários da Presidência da República divulgada no portal estão dois servidores que fizeram compras quase integralmente em São Bernardo do Campo (SP), onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem residência.

Nessa relação está também o tenente-coronel de Infantaria Rawlinson Souza, ajudante-de-ordens do gabinete da Presidência. Ele gastou R$ 5,1 mil com papelaria e compras em supermercados em 2007.


Mais aqui

Por Sônia Filgueiras, na Folha:




Alôôoooo



Ministério Público, Tribunal de Contas da União,
Polícia Federal e Congresso Nacional !!

O que será feito para impedir que os recursos públicos continuem sendo arruinados por Lula e seus parceiros???



Inacreditável país!


Seguranças de Lula no ABC


gastam R$ 149 mil com cartão corporativo


Pelo menos dois seguranças da equipe que protege a família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Bernardo do Campo (ABC paulista) gastaram nos últimos três anos R$ 149,2 mil com cartões de crédito corporativos do governo
(íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

De acordo com a reportagem, seguranças de Lula usaram cartão corporativo, por três anos, em churrascaria e montagem de academia, além de despesas com manutenção de veículos e materiais de construção.

A lista de compras inclui ainda supermercados, lojas de eletrônicos, foto, artesanato, roupas, informática e papelaria. Havia despesas de R$ 800 na 'Elite Malas e Bijuterias', que a reportagem constatou ser, na verdade, uma loja de artigos esportivos, e R$ 390 na 'Flama Instrumentos Musicais', que, a despeito do nome, comercializa produtos eletrônicos.

No ABC moram os filhos de Lula e suas respectivas famílias.

A segurança é feita por uma equipe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Ontem, outra reportagem da Folha mostrou que um segurança pessoal de Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha de Lula que mora em Santa Catarina, gastou quase R$ 55 mil nos últimos nove meses usando um cartão de crédito corporativo do governo federal.

A Secretaria de Imprensa do Planalto informou que não irá se manifestar sobre "temas relacionados à segurança do presidente ou seus familiares" e diz que esses gastos são sigilosos.

por Leila Suwwan e Silvio Navarro

da Folha Online


É o bolsa-cartão do Lulão!!!


terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

KIT

FALTA DE VERGONHA





"Vai transar? O governo dá camisinha.
Já transou? O governo dá pílula.
Engravidou? O governo dá o aborto.
Teve filho? O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado? O governo dá Bolsa Desemprego.
Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota.
Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.


É um circulo vicioso manejando a manada.

Eeeh..oh..oh.. vida de gado...
povo marcado... povo feliz"


(Autor desconhecido).


E eu acrescento:

Perdeu a vergonha?

Não procure no governo que ele não tem.